quinta-feira, outubro 15, 2020

    Tag: história

    Divulgação

    Contos Valentes – Histórias infantis pretas

    “Contos Valentes – Histórias infantis pretas”, é um projeto idealizado pela atriz Roberta Valente e pelo diretor de arte e ilustrador, Diogo Brozoski, composto por uma série de vídeos curtos para crianças, destacando grandes personalidades negras que brilham no Brasil e no mundo. Interpretando uma contadora de histórias, Roberta apresenta, a cada episódio, uma pessoa negra que se destaca ao longo da história, ou nos  tempos da atuais, em diferentes áreas, como o teatro, a música, a literatura, a ciência ou na luta abolicionista, promovendo um primeiro encontro das crianças com esses nomes. O projeto se constrói com o trabalho de arte e animação de Diogo Brozoski, e com roteiros assinados por Sandra Menezes, escritora e dramaturga, com exceção do episódio sobre Zumbi dos Palmares, cujo roteiro teve livre adaptação pela própria atriz, do livro “Zumbi O Pequeno Guerreiro”, de Kayodê. O primeiro episódio da série “Contos Valentes” traz a ...

    Leia mais
    Imagem retirada do site IHGG-Campinas

    Mulheres, comércio e outras profissões: Campinas, século XIX

    Women of color in the 19th century Campinas (SP, Brazil): work, urbanization and race. Laura Candian Fraccaro – historiadora, doutora em História Social pela Unicamp e Taina Aparecida Silva Santos – historiadora, mestranda em História Social pela Unicamp. Abstract This text focuses on the experiences of women of colour who lived in the township of Campinas (SP, Brazil) during the 19th century when an urbanization process took place. Township’s authorities targeted these women’s activities, bodies and behaviors. Distinctions based on race changed the lives of those women. Authorities considered them as potential criminals. The white population started to require white women to do the task. once women of colour were the majority. A presença das mulheres nos mundos do trabalho é um fato histórico. Mesmo que as narrativas hegemônicas tenham consolidado a ideia de que o acesso delas aos espaços públicos foi tardio, isso não foi uma realidade especialmente para ...

    Leia mais
    The Gulf Stream, 1899 - Winslow Homer ©The Metropolitan Museum of Art

    Na barriga do peixe grande

    No próximo dia 4 de setembro devemos relembrar uma data importante na história da nação brasileira: 170 anos do fim do tráfico transatlântico de africanos escravizados. Quando em 1850, pressionado pelos ingleses, Euzébio de Queiróz, então ministro da justiça, promulgou a segunda lei de abolição do tráfico negreiro, o Brasil já havia recebido 4,8 milhões do total de mais de 5,3 milhões de africanos deportados como escravos para trabalharem nas minas e plantações de algodão, açúcar e café, nos serviços domésticos e nas diversas atividades urbanas. Na história do comércio de africanos escravizados e de sua repressão, os tubarões protagonizaram boa parte das narrativas que detalham a travessia atlântica. Também na pintura, artistas como: Winslow Homer e Joseph M. W. Turner representaram, realisticamente, esses vorazes predadores que seguiam os navios negreiros, do ponto de compra até o ponto de venda, ávidos por destroçarem, em fração de segundos, os corpos dos ...

    Leia mais

    Coletivo Manifesto Crespo reunirá mulheres indígenas da aldeia Tenondé Porã, em Parelheiros (SP), para roda de conversa e oficina de turbante

    Visita acontece no próximo sábado e faz parte do projeto itinerante para o primeiro semestre de 2015. O objetivo é promover vivências em comunidades que preservem a memória e as tradições da população negra e indígena e tenham mulheres ocupando posições de liderança Enviado Semayat Oliveira via Guest Post para o Portal Geledés O Manifesto Crespo, coletivo independente com atuação na área cultural e educacional, em parceria com a associação União Popular de Mulheres do Campo Limpo, promoverá um encontro com mulheres indígenas na aldeia Tenondé Porã, localizada em Parelheiros - bairro do extremo sul da capital paulista. A visita será no dia 28 de fevereiro e tem o objetivo de fortalecer a conexão com as mulheres da comunidade, vivenciando suas tradições, forma de organização e experiências políticas.Por meio da oficina Tecendo e Trançando Arte, projeto participativo e educativo que reflete e ensina a técnica do turbante e o ato de ...

    Leia mais
    Shutterstock

    Professores evangélicos impedem ensino da história e cultura africana nas escolas, diz especialista

    Uma lei que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas estaria sendo descumprida devido à atuação de professores evangélicos, que estariam sendo um “entrave” no assunto. A afirmação é da professora Ana Célia da Silva, da Universidade Federal da Bahia (UFBA). do GNotícias Shutterstock A lei 10.639, publicada em janeiro de 2003, prevê que os alunos aprendam sobre os ancestrais africanos e sua cultura e história. Numa entrevista ao portal EBC, Ana Célia diz que a religião e a falta de formação dos professores são os principais pontos que dificultam a colocação da lei em prática. “O desafio maior hoje é a atuação das igrejas evangélicas através dos professores evangélicos que, em sua grande maioria, demonizam tudo em relação à história e cultura afro-brasileira. Porque a história e cultura afro-brasileira parte da religiosidade, da cultura, e eles acham que tudo é demônio”, ...

    Leia mais
    brasil

    Agora não é mais só uma eleição. Agora é a História.

    Autor: Fernando Brito Não é difícil perceber que se formou, nestes dias finais da campanha eleitoral do primeiro turno (e talvez da própria campanha eleitoral), uma imensa e tresloucada aliança do conservadorismo brasileiro. Um clima histérico que capturou, admita-se, parte da classe média e da mediocridade fútil que foi entronizada pela mídia como sendo a “inteligência” brasileira. Chegamos aos píncaros de uma onda de pessimismo que não encontra base nos fatos profundos da economia – não há desemprego, não há queda violenta do poder de compra da população, não há uma crise social como tantas que vimos em nossa história – e muito menos nos da política, porque jamais vivemos numa democracia formal tão completa como hoje, embora os imbecis chamem a tudo de “perigo vermelho”, 50 anos atrasados em sua guerra-fria neurótica. Mas os jornais publicam um país que arde: as bolsas despencam,  o “mercado” incorpóreo  prevê o desastre ...

    Leia mais

    Os jovens que esquecem a história e a memória. Por Umberto Eco

    É um truísmo que os jovens carecem de conhecimento histórico geral. Mas, na minha experiência, para muitos jovens o passado se achatou em uma grande nebulosa indiferenciada. É por isso que, em uma carta aberta publicada recentemente na revista italiana "L'Espresso", aconselhei meu neto adolescente a exercitar sua memória aprendendo de cor um longo poema. Eu temo que as gerações mais jovens de hoje corram o risco de perder o poder da memória, tanto a individual quanto a coletiva. Pesquisas revelaram os tipos de enganos que persistem entre jovens ostensivamente educados: por exemplo, li que muitos universitários italianos acreditam que Aldo Moro foi líder da organização militante Brigadas Vermelhas, quando na verdade ele foi primeiro-ministro da Itália e as Brigadas Vermelhas foram responsáveis por sua morte em 1978. Escrevi a carta para meu neto em dezembro, mais ou menos na época em que um certo vídeo se tornou viral no ...

    Leia mais
    Mais de 120 ativistas participam de encontro e homenageiam a obra de Clóvis Moura

    Mais de 120 ativistas participam de encontro e homenageiam a obra de Clóvis Moura

          No dia 14 de dezembro último, mais de 120 ativistas anti-racistas participaram do Encontro Clóvis Moura de ativistas contra o genocídio da população negra. O evento foi realizado na Escola de Comunicações e Artes, promovido pelo Celacc, Círculo Palmarino e Instituto Luiz Gama. O encontro foi uma homenagem ao professor Clóvis Moura, sociólogo especialista na discussão das relações etnicas no Brasil, autor de obras como “Rebeliões da Senzala”, “Sociologia do Negro Brasileiro” e “Dialética Radical do Brasil Negro”, falecido há 10 anos. Além disto,  foi uma oportunidade de reunir ativistas anti-racistas para aprofundar a discussão sobre as relações étnico-raciais contemporâneas no Brasil sob a perspectiva das teorias marxistas e do pensamento “moureano”.     O formato do evento foi de “roda de conversa”, com intervenções especiais de especialistas e lideranças, como Juarez Xavier (professor da Unesp), Deusdete (assistente social e militante do Círculo Palmarino), Juninho Jr (jornalista ...

    Leia mais
    joel-rufino

    Perturbadores do sono do mundo

    Pra que serve mesmo a literatura? Vivemos num tempo repleto de relativismo, falsas verdades. De ideias fora do lugar. Ideias desafiadas pelo romance O PROFESSOR JOEL RUFINO dos Santos, autor de "Quem ama literatura não estuda literatura - Ensaios indisciplinados" Foto: Ângelo Duarte   A filosofia se debruçou sobre conceitos complexos como a verdade, a realidade, a felicidade, a vida e a morte. O Iluminismo prometeu liberdade, igualdade e fraternidade. Com a revolução industrial, os positivistas nutriam a felicidade. Receita: o desenvolvimento da ciência. A ciência e a técnica levariam o homem a uma nova dimensão. Bem, o que tem tudo isso a ver com literatura? Ou a arte do romance? Pra que serve mesmo a literatura? Para entreter a morte, postergá-la por "Mil e uma noites", isto é, por noites infinitas.Como estudar, afinal, a literatura? Essas questões e muitas outras são colocadas com propriedade no livro "Quem ama literatura ...

    Leia mais
    Foto: Ângelo Duarte

    Perturbadores do sono do mundo

    Pra que serve mesmo a literatura? Vivemos num tempo repleto de relativismo, falsas verdades. De ideias fora do lugar. Ideias desafiadas pelo romance O PROFESSOR JOEL RUFINO dos Santos, autor de "Quem ama literatura não estuda literatura - Ensaios indisciplinados" A filosofia se debruçou sobre conceitos complexos como a verdade, a realidade, a felicidade, a vida e a morte. O Iluminismo prometeu liberdade, igualdade e fraternidade. Com a revolução industrial, os positivistas nutriam a felicidade. Receita: o desenvolvimento da ciência. A ciência e a técnica levariam o homem a uma nova dimensão. Bem, o que tem tudo isso a ver com literatura? Ou a arte do romance? Pra que serve mesmo a literatura? Para entreter a morte, postergá-la por "Mil e uma noites", isto é, por noites infinitas. Como estudar, afinal, a literatura? Essas questões e muitas outras são colocadas com propriedade no livro "Quem ama literatura não estuda literatura ...

    Leia mais
    claudia_durans

    A história oficial exclui os negros da construção do país, denuncia Cláudia Durans

    A afirmação é de Cláudia Durans , professora-adjunta do Departamento de Serviço Social da a UFMA e membro do Grupo de Estudos, Pesquisas e Debates sobre Movimento Social e Serviço Social. Confira a entrevista   A história oficial nega a visibilidade do negro na construção do país, tratando heróis da luta pela liberdade e dignidade do povo brasileiro como verdadeiros marginais. Amparada pela falsa crença na democracia racial brasileira, parte da sociedade finge desconhecer que, hoje como antes, os negros ocupam os piores postos de trabalho, recebem os menores salários, sobrevivem em favelas e periferias, lutam pela vida à mercê da política de extermínio imposta pelo Estado e enfrentam a criminalização sistemática de suas formas de luta e organização.Para falar sobre esses e outros assuntos neste 20/11, Dia Nacional da Consciência Negra, o Informandes Online entrevista a 3ª secretária do ANDES-SN e membro da coordenação do Grupo de Trabalho de ...

    Leia mais
    Afro-brasileiros e suas lutas

    A história oficial exclui os negros da construção do país, denuncia Cláudia Durans

    A afirmação é de Cláudia Durans , professora-adjunta do Departamento de Serviço Social da a UFMA e membro do Grupo de Estudos, Pesquisas e Debates sobre Movimento Social e Serviço Social. Confira a entrevista A história oficial nega a visibilidade do negro na construção do país, tratando heróis da luta pela liberdade e dignidade do povo brasileiro como verdadeiros marginais. Amparada pela falsa crença na democracia racial brasileira, parte da sociedade finge desconhecer que, hoje como antes, os negros ocupam os piores postos de trabalho, recebem os menores salários, sobrevivem em favelas e periferias, lutam pela vida à mercê da política de extermínio imposta pelo Estado e enfrentam a criminalização sistemática de suas formas de luta e organização.Para falar sobre esses e outros assuntos neste 20/11, Dia Nacional da Consciência Negra, o Informandes Online entrevista a 3ª secretária do ANDES-SN e membro da coordenação do Grupo de Trabalho de Etnia, ...

    Leia mais
    clvis_moura

    A nação afro-brasileira

    Memória - Entrevista com Clóvis Moura (1981) A entrevista concedida a Revista Movimento da União Nacional dos Estudantes, em 1981, continua atual e é uma fonte de reflexão crítica a todos os que estão engajados na luta contra o racismo e o neoliberalismo. A história do Brasil aos poucos vem sendo contada de acordo com os pontos de vista de seu verdadeiro protagonista: o povo brasileiro.   Falamos em História e falamos em Brasil. Porém, conhecemos mesmo a evolução de nosso país? A formação da nação Brasileira? Em verdade nosso repertório de informações é pequeno e deformado. E seria difícil que não fosse assim, pois afinal as interpretações oficiais e dominantes tentam apagar o papel decisivo das lutas populares na construção daquilo que somos hoje e do que poderemos ser.   Clóvis Moura nos dá uma aula de História, de honestidade intelectual, de rigor científico e principalmente de compromisso apaixonado ...

    Leia mais

    A nação afro-brasileira – Entrevista com Clóvis Moura

    Memória - Entrevista com Clóvis Moura (1981) A entrevista concedida a Revista Movimento da União Nacional dos Estudantes, em 1981, continua atual e é uma fonte de reflexão crítica a todos os que estão engajados na luta contra o racismo e o neoliberalismo. A história do Brasil aos poucos vem sendo contada de acordo com os pontos de vista de seu verdadeiro protagonista: o povo brasileiro. Falamos em História e falamos em Brasil. Porém, conhecemos mesmo a evolução de nosso país? A formação da nação Brasileira? Em verdade nosso repertório de informações é pequeno e deformado. E seria difícil que não fosse assim, pois afinal as interpretações oficiais e dominantes tentam apagar o papel decisivo das lutas populares na construção daquilo que somos hoje e do que poderemos ser. Clóvis Moura nos dá uma aula de História, de honestidade intelectual, de rigor científico e principalmente de compromisso apaixonado com as ...

    Leia mais
    joel_rufino33

    Joel Rufino dos Santos

    Biografia Joel Rufino dos Santos (Rio de Janeiro) é um historiador, professor e escritor brasileiro. É um dos nomes de referência sobre cultura africana no país, escritor desde criança embora seu primeiro livro publicado seja de 1963. Nascido no bairro de Cascadura, cresceu apreciando a leitura de histórias em quadrinhos. É carioca, filho de pernambucanos. Graduo-se em História e leciona, atualmente, nas faculdades de Letras e de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Entre 1964 e 1965, perseguido como tantos jovens intelectuais pela ditadura militar, esteve exilado na Bolívia, Chile e Argentina. Regressando, viveu em São Paulo por dez anos. Tem escrito romances, histórias para crianças e jovens, ensaios históricos e livros didáticos. Acabou, por exemplo, de publicar por esta editora uma coleção de História do Brasil e Geral, de 5ª a 8ª séries. Dedica-se a coisas simples: família, livros, futebol, escola de samba... Aprecia cinema e televisão ...

    Leia mais
    Foto: Ângelo Duarte

    “Quatro Dias de Rebelião”: Entrevista com Joel Rufino

    Joel Rufino dos Santos é referência quando o assunto é literatura infanto-juvenil. Historiador e escritor, ele também é sempre mencionado quando os temas perpassam o universo da cultura popular, da luta social e da igualdade de direitos para os afro-descendentes, embora faça questão de não se nomear militante do movimento negro "para não ser injusto com aqueles que vestem a camisa, fazem passeata, saem em protesto", explica. Mas é na literatura que Joel deixa claro suas posturas políticas e filosóficas. Doutor em comunicação e cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, na qual também é professor, ele conversou com o Magazine sobre a reedição de "Quatro Dias de Rebelião", livro voltado para o público jovem, no qual o escritor une ficção e realidade para narrar os fatos que cercaram a Revolta da Vacina Obrigatória, como ficou conhecido o levante popular ocorrido em 1904. Durante quatro dias de rebelião, os ...

    Leia mais
    joel_rufino33

    Culturas Negras, Civilização Brasileira

    Gilberto Freire escreveu em algum lugar que o brasileiro é negro nas suas expressões sinceras. Para demarcar o patrimônio afro-brasileiro, bastaria, portanto, excluir o que em nós é pose ou imitação. É o que também parece sugerir o senso comum ao dar o negro como o brasileiro mais brasileiro de todos, o legítimo.1 Não se é negro só quando se ri, se ama, se xinga, se fala com Deus - nas expressões sinceras - mas em qualquer situação desde que não se possa ser senão brasileiro. Brasileiros no exterior costumam confessar que só então descobriram não ser brancos. Negro seria, pois, um dos nomes da nossa diferença; e patrimônio afro-brasileiro o conjunto de bens físicos e simbólicos que nos individualiza, digamos, diante dos argentinos Leia artigo completo em anexo PDF Joel Rufino Culturas Negras civilizações brasileiras  

    Leia mais
    joel_rufino33

    Joel Rufino – Memórias do cárcere

    Por Viviane Cohen O escritor e historiador Joel Rufino dos Santos lança livro que reproduz as cartas que trocou com o filho no período em que esteve preso  O quarto do escritor e historiador Joel Rufino dos Santos ficava a três andares do chão. Não era decorado com quadros, embora a tinta preta se destacasse da parede de tijolos largos. As fotografias e os livros ficavam acondicionados num canto. Em 12 de agosto de 1973, Rufino escreveria a primeira das 32 cartas enviadas ao filho Nélson, na época com 8 anos. "Moramos em quartos. O meu é o número 31", dizia um dos trechos. O menino sorria com o que pensava ser o diário de viagem do pai, quando na realidade as palavras enviadas por Rufino eram escritas de uma cela do Presídio do Hipódromo, em São Paulo, onde o escritor estava, junto com outros sete presos políticos. Quando descobriu ...

    Leia mais
    joel_rufino33

    Joel Rufino : Leitores se formam nas escolas em que há sincera afeição pela literatura

    Entrevista: Joel Rufino   Joel Rufino dos Santos é um dos nossos mais importantes escritores para crianças e adolescentes. Não por acaso, representa o Brasil no prêmio de 2006 do IBBY - HANS Christian Andersen, o Nobel da Literatura Infantil. Mais Joel é muito mais do que isso, que já é muito. Atua como intelectual e professor incasável na discussão dos problemas sociais, educacionais e culturais brasileiro - se é que essas questões podem ser separadas. Com historiador, teve sua história nova no Brasil, escrito por Nelson Werneck Sodré, recolhida pela ditadura militar. Ele mesmo foi recolhido à prisão de 1973 a 1974, além de se ter exilado certo tempo no Chile. Fonte: PresencaPedagogica Leia artigo completo em anexo PDF {rsfiles path="Entrevista-Joel-Rufino.pdf" template="default"}

    Leia mais
    joel_rufino33

    Entrevista com Joel Rufino

    {xtypo_quote}Joel Rufino dos Santos é referência quando o assunto é literatura infanto-juvenil.{/xtypo_quote}   Historiador e escritor, ele também é sempre mencionado quando os temas perpassam o universo da cultura popular, da luta social e da igualdade de direitos para os afro-descendentes, embora faça questão de não se nomear militante do movimento negro "para não ser injusto com aqueles que vestem a camisa, fazem passeata, saem em protesto", explica. Mas é na literatura que Joel deixa claro suas posturas políticas e filosóficas. Doutor em comunicação e cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, na qual também é professor, ele conversou com o Magazine sobre a reedição de "Quatro Dias de Rebelião", livro voltado para o público jovem, no qual o escritor une ficção e realidade para narrar os fatos que cercaram a Revolta da Vacina Obrigatória, como ficou conhecido o levante popular ocorrido em 1904. Durante quatro dias de rebelião, ...

    Leia mais
    Página 1 de 2 1 2

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist