Tag: indigena

    Silvia Costanti/Valor

    ‘Opressão vivida hoje por indígenas é rara’

    Para Manuela Carneiro da Cunha, aumento de queimadas e questionamento ao Inpe são ‘pesadelos’ Por Daniela Chiaretti, do Valor    Manuela Carneiro da Cunha: ‘É uma vergonha o Brasil jogar fora esta enorme riqueza que é a biodiversidade; espero que seja transitória, não é possível que continue’ — Foto: Silvia Costanti/Valor O governo de Jair Bolsonaro está chegando ao “topo da lista dos opressores” dos povos indígenas, mesmo diante de um elenco de séculos de arbitrariedades. A avaliação é de Manuela Carneiro da Cunha, professora titular aposentada da USP e professora emérita da Universidade de Chicago, referência internacional na antropologia. “É um pesadelo”, continua, avaliando o aumento do desmatamento e o questionamento do trabalho de pesquisadores em instituições como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “O governo solapou a fiscalização e desdenha o conhecimento científico”, continua. O impacto das mensagens de Bolsonaro e de membros ...

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    Cacique atuava em lideranças de mais de 40 comunidades indígenas

    Cacique da etnia Tukano é morto a tiros na frente da família, em Manaus

    “Eles meteram o pé na porta. Estávamos dormindo e acordamos assustados. Queriam tirar ele da casa, ele não saiu e deram tiros nele lá mesmo. E aí foram embora. por Patrick Marques no G1 Cacique atuava em lideranças de mais de 40 comunidades indígenas — Foto- Arquivo Pessoal Um cacique da etnia Tukano, de 53 anos, foi morto a tiros na casa em que morava, na comunidade Urukia, na Zona Norte de Manaus, na madrugada de quarta-feira (27). Homens encapuzados entraram na casa e atiraram contra o cacique. A esposa e a filha da vítima presenciaram o crime. Segundo a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que vai investigar o caso, a motivação do crime ainda é desconhecida. De acordo com a esposa de Francisco de Souza Pereira, Dulcinéia Ferreira Lima, de 51 anos, o casal estava em casa, junto com a filha de 11 ...

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    Imagem: ONU

    ‘Basta ter oportunidade’: indígena brasileira se junta a Mandela e Malala com principal prêmio de direitos humanos da ONU

    "Essa pintura significa a primeira mulher. Eu sempre uso", diz a advogada Joênia Wapichana, mostrando um conjunto de linhas e círculos pintados abaixo dos olhos, poucas horas depois de receber o principal prêmio de Direitos Humanos das Nações Unidas, na última terça-feira, em Nova York. por Ricardo SenraEnviado no  BBC Imagem: ONU O desenho centenário reconstrói a trajetória pioneira da brasileira de 44 anos. Em 1997, foi a primeira indígena a se formar em Direito no país. Em 2004, a primeira a ir até a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em Washington, para denunciar violações do Estado brasileiro. Em 2008, se tornou a primeira a defender um caso no Supremo Tribunal Federal. Três anos depois, se tornou novamente a primeira a completar um mestrado em uma universidade dos Estados Unidos. A lista engordou no último mês de outubro, quando Wapichana rompeu mais um paradigma ao se ...

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    Boa Vista, RR - Joênia Wapichana liderança indígena em Roraira. (Foto Yolanda Simone/Amazônia Real)

    Joênia Wapichana (Rede) é eleita a primeira mulher indígena para cargo na Câmara dos Deputados

    Foi eleita em Roraima a primeira mulher indígena para um cargo de deputada federal no País. Joênia Wapichana, da Rede Sustentabilidade, recebeu 8.267 votos computados até às 22h30, deste domingo, quando havia 98,21% das urnas apuradas. É a segunda vez que um indígena chega à Câmara dos Deputados. O primeiro foi Mário Juruna, pelo PDT, em 1982. Do Extra  Boa Vista, RR - Joênia Wapichana liderança indígena em Roraira. (Foto Yolanda Simone/Amazônia Real) Primeira mulher brasileira de origem indígena formada em Direito, Joênia Batista de Carvalho se apresenta como Joênia Wapixana, nome de sua etnia. A roraimense de 43 anos também foi a primeira indígena do Brasil a exercer a profissão de advogada. Ela se formou em Direito na Universidade Federal de Roraima, em 1997, e na University of Arizona, nos Estados Unidos. Joênia entrou para a política para se dedicar à defesa das causas dos ...

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    “É um desafio ser uma negra e índia que se atreve a escrever”, diz Cláudia Canto

    Escritora multifacetada que viveu "exílio domiciliar", em Portugal, lança quinto livro: Riqueza Ignorada Por Norma Odara, do Brasil de Fato  A artista multifacetada, Cláudia Canto, apresenta seu quinto livro "Riqueza Ignorada" / Marcelo Cruz / Brasil de Fato "É um desafio ser mulher negra, índia, vira-lata, que se atreve a escrever", assim define a escritora Cláudia Canto, ao responder sobre os desafios da produção literária negra e periférica. A artista multifacetada também é jornalista e enfermeira.Nascida em São Miguel paulista, bairro do extremo leste da cidade de São Paulo, Cláudia Canto reside, desde pequena, na Cidade Tiradentes: o maior aglomerado de conjuntos habitacionais do Brasil. Ela lança, no final do ano, seu quinto trabalho, o livro "Riqueza Ignorada"."O livro é um composto da minha vida mesmo. Eu tenho 42 anos e, dentro dessa vivência, nas ruas, trabalhando como empregada doméstica, trabalhando numa psiquiatria, como pesquisadora, eu comecei a perceber que ...

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    Ativismo digital indígena: passo adiante ou cilada?

    Cresceu muito, entre os povos tradicionais, o uso da internet e celular para denúncia e mobilização. Nas condições atuais, esta prática abre enorme vulnerabilidade. Há alternativa? Por Rafael A. F. Zanatta, do Outras Palavras Quando se fala de “direitos digitais” – privacidade, proteção de dados, liberdade de uso da internet, neutralidade de rede –, as pessoas rapidamente pensam em Marco Civil da Internet, ativismo em redes sociais e grandes centros urbanos que buscam reinventar a democracia diante do impasse de relações sociais cada vez mais controladas por grandes corporações de tecnologia. Mas os direitos digitais são fundamentais para populações distantes dos grandes centros urbanos e do universo “tech”. Basta olhar para o modo como movimentos sociais no Brasil, em especial os do Norte, contestam o “desenvolvimentismo a qualquer custo” de Dilma Rousseff e Michel Temer, colocando-os em situação de alta vulnerabilidade. Uma viagem recente ao Maranhão me fez pensar bastante sobre o assunto. Lá, há vários movimentos ...

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    Indígena Pitaguary está em estado grave após ser queimado com gasolina e espancado

    Na madrugada deste domingo, 27 de agosto de 2017, o indígena Maurício Alves Feitosa, conhecido como Mazin, 45 anos, foi atacado enquanto dormia. Os suspeitos são dois homens, que ainda não foram identificados. O caso ocorreu na aldeia Santo Antônio, Terra Indígena Pitaguary, em Maracanaú-CE Do Observatorio Socioambiental O indígena sofreu queimaduras de terceiro grau e está internado, em estado grave, no setor de queimados de um hospital de Fortaleza. Esse é mais um caso brutal ocorrido no interior do território Pitaguary e as motivações ainda não foram esclarecidas. Mazin trabalha no turno da noite, em uma vacaria, e foi nesse local onde sofreu o ataque. Conforme relatos da comunidade, atearam fogo em seu corpo utilizando gasolina e, ainda, teria sido espancado pelos criminosos. Maurício é irmão de uma importante liderança indígena estadual e nacional, a Ceiça Pitaguary, que, em março de 2016, também sofreu um grave ataque. Nesta ação covarde ...

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    De jaleco e cocar, índia terena se forma em Nutrição e faz festa na aldeia

    Aos 24 anos, Nilzanir Torres Martins foi a primeira da família a ter um diploma e também é a única nutricionista da aldeia Buritizinho, terra indígena Limão Verde, no município de Aquidauana. Com jaleco e cocar, a índia terena voltou para comemorar fazendo festa na aldeia. Criada comendo o que se planta e colhe dentro de casa, ela desde sempre soube que sua cultura tinha nas raízes a alimentação saudável. Por Paula Maciulevicius, para Campo Grande News Foto: Dionedison Terena Ao lado dos pais na aldeia Limão Verde, segurando o diploma. "Consumir o mais saudável é comer o que a gente planta e a importância que isso tem na nossa saúde, desde pequena na aldeia a gente dá preferência ao que tem no quintal de casa", compara. Na aldeia não tem sinal e foi o amigo e fotógrafo Dionedison Terena quem levou as perguntas do Lado B ...

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    Conheça um pouco sobre feminismo indígena no Brasil e sua importância

    Daniela Rosendo claramente explicou que feminismo é uma palavra cheia de significado e para entendermos todas as complexidades e nuances do movimento, que refletem as complexidades e nuances da sociedade, precisamos falar sobre feminismos – no plural. Ao mesmo tempo que todos se conversam e estão relacionados, é importante entender as demandas individuais de cada um. Fonte: Insecta Shoes É por isso que dessa vez vamos rascunhar sobre o feminismo indígena no Brasil. Rascunhar porque realmente não sabemos muito sobre o tema, estamos pesquisando, com desejo de entende-lo e descobri-lo melhor, para alcançar suas vozes mais importantes e suas demandas. Feminismo indígena não é uma pauta frequente, mas é uma pauta importantíssima, principalmente no Brasil atual. Começamos esse texto deixando claro que o objetivo não é falar pelas mulheres indígenas, mas com elas. Como disse Bia Cardoso em seu texto para o Blogueiras Feministas: “fundamental é conhecer e apoiar as demandas ...

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    Indigena Kaingang cotista é espancado na UFRGS

    Na madrugada de sábado, dia 19, o estudante de veterinária Nerlei Fidelis, indígena Caingangue e cotista da UFRGS, foi agredido por um grupo de rapazes que, segundo testemunhas, seriam estudantes de engenharia daquela universidade e mais um estudante da PUCRS. A agressão se deu diante da moradia estudantil da UFRGS, no centro de Porto Alegre. Por Carlos Henrique Latuff Do Racismo Ambiental Segundo Nerlei, tudo aconteceu quando o grupo de rapazes começou a provocá-lo dizendo “o que estes indígenas estão fazendo aí”, o que gerou uma discussão e em seguida as agressões. Imagens da câmera de segurança da moradia mostram Nerlei, acompanhado de seu sobrinho, Catãi, sendo brutalmente espancado a socos e chutes, mesmo caído. Por se tratar de um indígena, Nerlei foi encaminhado a Superintendência Regional da Polícia Federal no RS pelo advogado Onir Araujo, onde prestou queixa. Segundo Onir, é crescente a onda de violência racista praticada contra cotistas negros, indígenas ...

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    Condenado por atear fogo em índio Galdino no DF tem posse na Polícia Civil barrada

    Aprovado em concurso, ele foi reprovado na 'sindicância de vida pregressa'. Recurso foi negado porque exigência constava em edital do certame, diz TJ. Do G1 O Tribunal de Justiça do Distrito Federal negou recurso do candidato aprovado em concurso da Polícia Civil, mas que foi desqualificado do certame por ser reprovado na etapa de sindicância de vida pregressa. Ele foi condenado em 2001 por participação no assassinato do índio Galdino Jesus dos Santos. O crime aconteceu em 20 de abril de 1997, quando o candidato tinha 16 anos. Ele e outros quatro jovens de classe média de Brasília atearam fogo no índio, que dormia em uma parada de ônibus da W3 Sul. Na época, o então adolescente foi encaminhado para um centro de reabilitação juvenil, condenado a cumprir um ano de medidas socioeducativas, mas passou apenas três meses internado. Ele foi aprovado em todas as etapas de um concurso da Polícia Civil ...

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    GALDI4 ARQUIVO 20/04/97. OE. INDIO GALDINO. INDIO GALDINO JESUS DOS SANTOS, PATAXO, 43 ANOS, QUE TEVE 95% DO CORPO QUEIMADO POR THINNER, E FOGO ATEADO POR RAPAZES, ENQUANTO DORMIA NUM PONTO DE ONIBUS. FOTO: ED FERREIRA/AE.

    Tragédia de índio Galdino, queimado vivo em Brasília, completa 15 anos

    Jovens foram condenados a 14 anos de prisão, mas foram soltos após oito Marina Marquez, do R7 Há 15 anos, cinco jovens de classe média em Brasília escolhiam uma forma inusitada e cruel de se divertir durante a madrugada, depois de uma festa com os amigos. Compraram gasolina e uma caixa de fósforo, atearam fogo em um índio que dormia em uma parada de ônibus na W3 Sul, avenida de um bairro nobre da capital federal, e fugiram.O índio pataxó Galdino Jesus dos Santos, de 44 anos, que estava na cidade para comemorar o Dia do Índio, acordou em chamas e horas depois morreu no hospital com 95% do corpo queimado. Os rapazes foram reconhecidos, presos e condenados a 14 anos de prisão, mas a lei brasileira garantiu que ficassem apenas oito anos na cadeia — e com direito a várias regalias.Para justificar o crime bárbaro, os rapazes alegaram que ...

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    Atores Indígenas protestam contra Racismo no novo filme de Adam Sandler

    A comédia western “The Ridiculous Six”, primeira produção da parceria entre o ator Adam Sandler (“Juntos e Misturados”) e o site de streaming Netflix, está sendo alvo de protestos por parte do seu elenco indígena. A informação é do site Deadline. por Daniel Medeiros Do Pipoca Moderna Cerca de 12 atores indígenas abandonaram o filme, acusando-se de insultar as mulheres e anciãos nativos americanos e de mostrar a cultura apache de maneira “grosseira”. Mas, segundo o Netflix, essa era exatamente a proposta do longa. “O filme tem a palavra ‘ridículo’ no seu título por uma razão: porque é ridículo”, disse um porta-voz do site de streaming. “É uma sátira aos filmes de western e aos estereótipos que eles popularizaram, com um elenco diverso que não é apenas parte, mas também é a piada”. Apesar da saída dos atores, a produção não sofrerá nenhum atraso. Na trama, Sandler será um órfão ...

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    Programação especial para comemorar o Dia do Índio neste domingo

    O Dia do Índio é comemorado neste domingo. A data foi instituída pelo Presidente Getúlio Vargas, em 1943, após o Primeiro Congresso Interamericano, que aconteceu em 1940, no México. Por Polyane Marques , do Radioagência Nacional Para comemorar o dia, cidades de todo o país vão ter uma programação especial. No Rio de Janeiro, o Museu do Índio da Funai tem uma série de atividades dedicadas à data. Entre elas, histórias da etnia Guarani contadas por grupos de teatro, exibição de filmes dirigidos por índios, oficina de linguagem Guarani, além de exibições de fotografias. Em São Paulo, a cidade de Bertioga realiza até domingo o Festival de Cultura Indígena, com apresentações de música, esporte, dança e culinária indígena, e a participação de etnias. Em Brasília, o Memorial dos Povos Indígenas promove a partir deste domingo oficinas de artesanato, linguística, dança e pintura e apresentações de diversas tribos. Alunos indígenas da Universidade ...

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    Indígena de 24 anos é o 1º a ingressar em mestrado na UFSCar

    O estudante Lennon Ferreira Corezoma, de 24 anos, possui motivos de sobra para cemomorar. Ele será  o primeiro estudante indígena a cursar um mestrado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Além disso, foi o primeiro indígena a concluir o curso de Licenciatura em Educação Física na universidade, sendo aprovado logo em seguida para uma pós-graduação em Educação. Por Romário Antunes , no Meio Norte  Arquivo Pessoal De origem humilde, o rapaz busca ajudar a questão indígena, sem perder suas raízes por conta de sua vivência nos centros urbanos. Sua pesquisa, intitulada ‘Escola Indígena: compreendendo os processos educativos relacionados à afirmação da identidade Umutina’ tem como objetivo entender, a partir do olhar de seu povo, a valorização da identidade transmitida pelas aulas. Da etnia Umutina Bala Tiponé, o jovem é filho mestiço de pai indígena e mãe não-indígena e nasceu em uma aldeia na região centro-oeste do ...

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    Daniel Mundukuru: "Índio é invenção total, folclore puro"

    Daniel Munduruku: “Índio é invenção total, folclore puro”

    Tatiana Mendonça Volta e meia, o paraense Daniel Monteiro Costa, 50, ouve cochichos de desconhecidos apostando se ele é ou não índio. Quase sempre concluem que não, já que anda vestido como qualquer outra pessoa, fala português corretamente, escreve livros, ganha prêmios - como o Jabuti e a Ordem do Mérito Cultural, da presidência da república - e ainda tem doutorado em educação pela USP. Sempre que isso acontece, Daniel fica feliz. Não se considera um índio, esse "apelido horroroso", mas tem orgulho de ser munduruku, etnia a que pertence. "Só o nome diz o que a gente é". É como Daniel Munduruku que assina os 47 livros que já publicou. O mais recente deles, Das coisas que aprendi, foi lançado no dia 25/11 em Salvador. Ele defende, porém, uma variação do "apelido" para marcar a literatura que faz, comumente chamada de literatura indígena, para evitar comparações com escritores como ...

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    Sabedoria Indígena: O Silêncio, por Kent Nerburn

    por Kent Nerburn Em Resistência do Povo Terena Nós, os índios, conhecemos o silêncio. Não temos medo dele. Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras. Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles nos transmitiram esse conhecimento. “Observa, escuta, e logo atua”, nos diziam. Esta é a maneira correta de viver. Observa os animais para ver como cuidam se seus filhotes. Observa os anciões para ver como se comportam. Observa o homem branco para ver o que querem. Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos, e então aprenderás. Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar. Com vocês, brancos, é o contrário. Vocês aprendem falando. Dão prêmios às crianças que falam mais na escola. Em suas festas, todos tratam de falar. No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes. E ...

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    mulher indigena2

    Dia Internacional da Mulher Indígena

    Hoje, 05 de setembro, é Dia Internacional da Mulher Indígena. A data foi instituída em 1983, durante o II Encontro de Organizações e Movimentos da América, em Tihuanacu (Bolívia). A escolha desse dia foi feita porque em 05 de setembro de 1782 morreu Bartolina Sisa, mulher quéchua que foi esquartejada durante a rebelião anticolonial de Túpaj Katari, no Alto Peru. A ONU Mulheres marcou a data reafirmando o apoio às mulheres indígenas na busca por justiça e em defesa dos direitos individuais e coletivos. Texto de Bia Cardoso. Tanto no Brasil, como em outros países da América Latina, as mulheres indígenas desempenham historicamente um papel fundamental como agentes de mudança nas famílias, comunidades e na vida de seus povos. Porém, a cultura indígena sempre foi tratada com muito desprezo no Brasil, fora a imagem caricata com que os indígenas são representados e a apropriação que se faz de sua cultura. ...

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    urucum

    Pastores pentenconstal tocam fogo em templos indigena no Brasil

    Pastores pentenconstal tocam fogo em templos indigena no Brasil. "Urucum é a bosta do diabo" Ras Adauto da opaberlim, nos alertou sobre a grave situação em que vivem os Guaranis no Mato-Grosso do Sul: “A luta dos índios guaranis no Mato Grosso do Sul para preservarem suas tradições religiosas necesssita de intervenção do governo federal, suas práticas religiosas estão sendo acintosamente satanizadas pelas seitas pentecostais.” O 25 mil índios que ainda restam na região em que eles foram donos, estão sendo vítimas no momento de um massacre e genocídio cultural. 36 igrejas pentecostais concorrem entre si pelas almas indígenas, somente em uma reserva com 12 mil indios em Dourados. Os indígenas já não podem nem mais usar urucum, pois segundo os pastores das igrejas, a tinta usada pelos indígenas para cobrir seus corpos, é “bosta” do diabo. Reportagem de Fábio Pannunzio para a Rede Bandeirantes de Televisão. Fonte: MAMAPress

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    Censo 1872

    População negra escravizada no Brasil é detalhada em Censo de 1872

    Marcado por um cenário de conflitos e protestos pelo fim da escravidão, o século XIX no Brasil foi o único do período colonial a ter um censo completo da população de escravizados. Os dados deste censo foram disponibilizados pelo Núcleo de Pesquisa em História Econômica e Demográfica da Universidade Federal de Minas Gerais (NPHED/UFMG) e pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado (Fapemig).  O Censo de 1872, foi realizado com sucesso como parte das políticas inovadoras de D. Pedro II. O resultado foi o registro de 10 milhões de habitantes, onde a população escrava correspondia a 15,24% desse total. Os 10 milhões de pessoas estavam distribuídos em 21 províncias, sendo cada uma subdividida em municípios que, por sua vez, eram divididos em paróquias. Ao todo, eram 1.440 paróquias, as unidades mínimas de informação, que serviram de base para o mapa disponibilizado. O recenseamento é considerado bastante completo por trazer o único ...

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