Tag: jornalismo

O portão de Brandemburgo, cartão-postal de Berlim, na Alemanha (Ron Hudson/Creative Commons)

Jovens jornalistas podem se inscrever para bolsa de estudos na Alemanha

A DW Akademie, organização alemã de apoio e desenvolvimento de mídias, está com inscrições abertas para seu programa de mestrado de estudos de mídia internacional, em Bonn, na Alemanha. O programa, que será ministrado em inglês, é direcionado a jornalistas recém-formados de todo o mundo, que tenham experiência profissional de pelo menos um ano em veículos de rádio, TV, online ou impresso. Serão oferecidas bolsas integrais, que cobrem o custo de vida e acomodação. As mensalidades do curso e o voo também serão reembolsados. O programa de pós-graduação em estudos de mídia tem duração de quatro semestres. Os candidatos devem enviar uma carta de apresentação, currículo, diploma e certificado de proficiência em língua inglesa. As inscrições podem ser feitas através do site​ até 31 de março. Fonte:   Folha de S. Paulo

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Bianca Santana, jornalista, cientista social e pesquisadora - Foto: Bruno Santos/Folhapress

Notícia sem contexto contribui para o genocídio negro no Brasil, afirma pesquisadora

Como parte dos projetos especiais dos 100 anos da Folha, o jornal convidou 13 integrantes de grupos sub-representados no jornalismo profissional praticado no Brasil. Eles expõem episódios de preconceito e desinformação, além de problemas na relação com jornalistas e na forma como a imprensa noticia —ou não noticia— questões que os afetam direta ou indiretamente. Batizada de “E Eu? - O Jornalismo Precisa me Ouvir”, a série é formada por vídeos e depoimentos em forma de texto. Cientista social e pesquisadora, com uma tese sobre memória e escrita de mulheres negras, Bianca Santana, 36, fala sobre a representação das pessoas negras na imprensa. Ela é autora do livro “Quando Me Descobri Negra” e colunista da revista Gama. Leia entrevista ou assista ao vídeo (há uma versão com recursos de acessibilidade logo abaixo). VERSÃO COM RECURSOS DE ACESSIBILIDADE Na infância, além dos gibis da Turma da Mônica, eu gostava de ler a Veja. Minha ...

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Redação da Folha no quarto andar do prédio da alameda Barão de Limeira 425, nos Campos Elíseos, em São Paulo - Lalo de Almeida/Folhapress

Folha lança programa de treinamento destinado a profissionais negros

A Folha abre nesta sexta (19) as inscrições para o seu Programa de Treinamento em Jornalismo Diário, que, desta vez, será destinado a profissionais negros. O curso é voltado para estudantes universitários e pessoas formadas em qualquer área de conhecimento. O critério de cor é a autodeclaração. Com duração de três meses, o programa será online por causa da pandemia, no período noturno (das 18h às 22h). Interessados de todas as regiões do país podem se inscrever. As inscrições encerram-se em 21 de março. ​ Os trainees terão aulas de práticas jornalísticas, português, uso de banco de dados e economia, entre outros temas. A coordenadora do curso será Flavia Lima, ombudsman da Folha. “Foi por meio de um programa de trainee que entrei no jornalismo há 20 anos. Conheço a importância da iniciativa e considero uma honra coordenar o programa da Folha, o primeiro voltado para jornalistas negros. Certamente, a definição de pluralismo vem sendo ampliada.” ...

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Uma história negra com certeza: a escrita histórica nos jornais negros paulistanos

No ensolarado sábado de 24 de outubro de 2020, algo inusitado ocorreu a um grupo de doze pessoas, a maioria delas negras, que fazia um passeio turístico no centro de São Paulo oferecido pela empresa Black Bird Viagem, que tem o propósito de destacar pontos e lugares importantes da história e da cultura negra da cidade. Ao custo de R$ 60,00 por pessoa, o percurso dura mais ou menos três horas, e começa no antigo Largo da Forca no bairro da Liberdade, passa por vários locais de referência negra e vai até a estátua da Mãe Preta, no Largo do Paissandu. Estando todos paramentados com máscaras e prezando pelo distanciamento social, em respeito aos protocolos de prevenção da Covid-19, o pequeno grupo teve a ingrata surpresa de ser seguido por policiais militares. Mesmo tentando despistar a vigília ostensiva e inexplicável, outras equipes de policiais em suas motocicletas e até na ...

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(Credit: PAUL J. RICHARDS/AFP via Getty Images)

Número de mulheres jornalistas presas cresce 35% no mundo, aponta relatório

O relatório anual produzido pela ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF), divulgado nesta segunda (14), aponta que 387 jornalistas foram detidos em 2020, dado que praticamente não mudou em relação ao ano passado, apesar do aumento das prisões arbitrárias relacionadas à crise do coronavírus e da disparada de detenções entre mulheres. "O número de jornalistas detidos em todo o mundo permanece historicamente em um nível alto", diz o documento. No ano passado, foram 389 detidos em decorrência do exercício de sua profissão. Cinco países respondem por mais da metade (61%) das detenções deste ano: a China continua liderando, com 117 jornalistas (profissionais ou não) presos, à frente de Egito (30), Arábia Saudita (34), Vietnã (28) e Síria (27). A detenção de mulheres jornalistas subiu 35% na comparação entre os dois anos. Atualmente, há ao menos 42 delas privadas de sua liberdade, número que representa 11% do total de profissionais. Segundo a ...

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UOL anuncia 24 novos colunistas

O UOL anunciou a contratação de 24 novos colunistas. Entre os contratados, estão, na editoria de Esportes, Rodrigo Coutinho, colunista do Yahoo Esportes e especialista em análises táticas, além de ex-jogadores de futebol que compartilharão suas experiências. Na plataforma de iniciativas positivas ECOA, foram contratadas Adriana Barbosa, criadora da Feira Preta; Bianca Santana, organizadora de coletâneas sobre gênero e raça que atualmente escreve uma biografia de Sueli Carneiro; e Anielle Franco, diretora do Instituto Marielle Franco. Na editoria Universa, reforçam a equipe a produtora de conteúdo digital Maqui Nóbrega, que falará sobre autoestima; e a profissional multimídia e consultora Maria Santa Helena, que abordará o universo da moda. E no UOL Notícias, foi contratadoo repórter investigativo Amaury Ribeiro Jr., que escreverá sobre Direitos Humanos. Ele lançou recentemente o livro Poderosos pedófilos, que denuncia casos de pedofilia em diferentes regiões da Amazônia nos últimos 20 anos Fonte: Portal dos Jornalistas, por ...

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Cláudio Bento França/ Reprodução canal SIC Notícias

Qual é a cor do protagonismo na bancada jornalística?

Ignorância, ingenuidade ou negligência podem demarcar o posicionamento de pessoas que não consideram a mídia como uma via complexa que apresenta interesses econômicos e políticos constituída de espaços e práticas discursivas e não-discursivas, estas que influenciam em nossos modos de existências e processos de subjetivação nas relações. A linguagem utilizada, o conteúdo roteirizado e o corpo-território apresentam aos consumidores um posicionamento ético, estético e político nas bancadas de jornais inseridas nas mídias televisivas. O que se espera de forma sucinta de um canal de televisão e de um jornalista? Quais são as reações inscritas nos repertórios comportamentais das pessoas que percebem um semelhante em um lugar de saber-poder? A representatividade de Cláudio Bento França impacta de qual forma as funções mentais: atenção, sensação, percepção, memória, orientação, consciência, pensamento e linguagem das pessoas negras que assistem este jornalista como pivô em uma bancada jornalísitca de alta audiência? A atuação de um ...

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Pixabay

A branquitude, a negritude e o jornalismo investigativo – narrativas controversa

Recentemente, muitos casos envolvendo a prática de crime em tese por membros do Poder Judiciário, da Advocacia e do Ministério Público têm invadido as redes sociais e as manchetes dos telejornais. Uma característica comum às notícias chama a atenção: os/as investigados/as ou acusados/as são todos/as brancos/as e, invariavelmente, da (proto)elite hegemônica instalada no país desde há muito, destacada pela cútis, pelo cargo e pelo patronímico que ostenta. Trata-se de mais uma evidência da racialização da sociedade brasileira, que reserva os melhores postos e condições de vida à mesma parcela de indivíduos. Evidencia, também, que o cometimento de delitos não é exclusivo da parcela mais vulnerável da sociedade, como desejado pela criminologia da reação social, mas um ato passível a qualquer ser humano, por sua própria essência. Outro dado desperta curiosidade. As notícias de supostos crimes praticados por representantes da (pseudo)elite branca brasileira têm o cuidado de tratá-los como presumidamente inocentes, ...

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Ilustração: Caio Baldi

Oportunidades para mulheres negras cis e trans!

Mulheres negras cis e trans: queremos vocês no nosso projeto! O Museu da Vida torna público o processo seletivo de duas profissionais de nível superior e uma bolsista graduanda para atuar no projeto “Meninas negras na ciência: a divulgação científica como estratégia de promoção da saúde, cidadania e empoderamento”. A proposta é potencializar o trabalho educativo-cultural do Museu com escolas e organizar atividades para 25 meninas negras, estudantes de escolas públicas dos territórios de Manguinhos, Maré, Jacarezinho e Complexo do Alemão, cursando o ensino médio. Para atingir os objetivos do projeto, serão utilizadas diferentes estratégias, como rodas de conversa, cine-debates, palestras, dinâmicas e apresentações artísticas. Queremos montar uma rede colaborativa de trabalho, que será construída com a participação de cientistas e movimentos sociais. As atividades serão realizadas de modo remoto e/ou presencial, conforme as diretrizes do Plano de Contingência da Casa de Oswaldo Cruz, em linha com as determinações das autoridades sanitárias do país e da própria Fiocruz para ...

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Luiz Gama (1880) Imagem: Wikipédia Commons

Após ser ilegalmente escravizado, Luiz Gama fez dos jornais seu espaço estratégico

No momento em que as lutas antirracistas mobilizam, em escala global, reflexões sobre os significados profundos de expressões como “racismo estrutural”, “vidas negras importam” e “parem de nos matar”, a coletânea Lições de resistência: artigos de Luiz Gama na imprensa de São Paulo e do Rio de Janeiro, com textos publicados entre 1864 e 1882, oferece conteúdo bastante apropriado para o público brasileiro. O livro, organizado por Ligia Fonseca Ferreira, figura como uma ferramenta relevante para o diálogo com o passado interessado no entendimento das duradouras dinâmicas de violência cometidas contra a população negra no país. Última nação das Américas a abolir o escravismo, após ter absorvido o maior contingente de mulheres e homens africanos escravizados via tráfico transatlântico, o Brasil assistiu aos esforços de representantes da elite nacional, marcadamente branca, para instituir narrativas históricas que alegavam a vigência de uma “escravidão branda” e de uma sociedade remida do “ódio ...

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Flávia Oliveira (Foto: João Cotta)

Flávia Oliveira: dividida entre o jornalismo e a atuação em movimentos sociais

“Meu médico tem convicção, mas não tem provas”, conta, rindo, Flávia Oliveira, sobre sua provável contaminação pelo coronavírus – ela fez os testes, mas foram inconclusivos. Foi após viajar a São Paulo para seu último compromisso público em março, um encontro com Nikole Hannah-Jones, repórter do jornal The New York Times, no Instituto Moreira Salles, que ela acredita ter adoecido. “Eu estava em semi-isolamento no Rio, então fiquei trancada no hotel e fui de lá para o evento. Quando terminou, decidiram sair para jantar. Eu disse que não iria, mas acabei cedendo. Mas daí o jantar se estendeu ao Aparelha Luzia, que foi enchendo, enchendo... Quando terminou a noite, estavámos todos nos abraçando. Foi a cerimônia do adeus da aglomeração”, diz ela. Os sintomas de Covid-19 vieram em forma de febre e dores intensas nas costas. “Numa madrugada, acordei com tanta dor que quase pedi para ir ao ...

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Divulgação

Jornalistas baianxs oferecem 2ª edição de minicurso sobre semiótica e racismo na mídia brasileira

A Semiótica como ferramenta de análise do racismo midiático é o tema do minicurso Racismo e Mídia no Brasil: uma abordagem semiótica, cuja segunda edição acontecerá nos dias 11 e 12 de julho.  A primeira edição do curso teve 300 pré-inscritos e vagas esgotadas em três dias. Com emissão de certificado e carga horária de 4h, o minicurso é composto por duas aulas na modalidade à distância, em uma plataforma de reunião on-line. A proposta é uma iniciativa dxs jornalistas Bruna Rocha e Cássio Santana, pesquisadorxs do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas (PósCom) da Universidade Federal da Bahia (UFBA).      O minicurso tem o objetivo de fornecer, de maneira introdutória, instrumental teórico-metodológico para a análise de discursos midiáticos a partir de uma perspectiva antirracista. Tomando como ponto de partida uma discussão sobre noções gerais de Semiótica, estudos da imagem e Análise do Discurso, pretende-se fomentar um olhar crítico ...

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Divulgação/Abraji

Abraji lança lives semanais para valorizar o trabalho dos jornalistas

A partir da próxima terça-feira, 21.mar.2020, a Abraji começa um novo projeto para valorizar o trabalho dos jornalistas e mostrar à sociedade o papel desses profissionais, principalmente durante momentos cruciais para o país e o mundo, como é o caso da pandemia da covid-19, a maior crise de saúde em pelo menos 100 anos. Do Abraji Na primeira etapa, a transmissão será feita pela conta da Abraji no Instagram, entre 21 e 22h. A primeira convidada é Ana Lucia Azevedo, repórter especial de Saúde, Ciência e Meio Ambiente de O Globo. Há décadas cobrindo temas de saúde pública e tragédias ambientais, ela falará de seus principais desafios na atual conjuntura. “Será uma honra poder dividir a importância do que estamos fazendo com os colegas e outras pessoas que não conhecem o nosso trabalho”. Ana Lucia Azevedo (Foto: Arquivo Pessoal) As entrevistas ficarão a cargo da diretora da Abraji Adriana Barsotti, que tem passagens ...

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Na categoria especial da premiação, serão avaliadas reportagens com o tema “O futuro em risco: a mortandade das abelhas” (Renato Stockler)

OAB e ONG gaúchas abrem inscrições para prêmio Direitos Humanos de Jornalismo

Jornalistas e estudantes de todo o Brasil têm até 22 de novembro para se inscrever no Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, organizado pela ONG Movimento de Justiça e Direitos Humanos e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RS). Da Folha de S.Paulo  Na categoria especial da premiação, serão avaliadas reportagens com o tema “O futuro em risco: a mortandade das abelhas” (Renato Stockler) Em sua 36ª edição, a premiação busca prestigiar produções que denunciem violações aos direitos humanos e assegurem a garantia dos direitos da cidadania. As categorias são reportagem, fotografia, rádio, televisão, jornalismo online, crônica, documentário, livro-reportagem e trabalhos acadêmicos, categoria exclusiva para estudantes. O prêmio conta com o apoio da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul (Arfoc-RS). Na categoria especial, serão avaliadas reportagens com o tema “O futuro em risco: a mortandade das abelhas”. Todas as produções precisam ter ...

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Reprodução/Instagram

Luciana Barreto é a nova contratada da CNN Brasil

A jornalista premiada estava no Canal Futura Do O Dia Reprodução/Instagram A jornalista Luciana Barreto é a nova contratada da CNN Brasil. Ela comandará um telejornal diário e terá participações nas demais plataformas. Antes de assinar com a emisora, ela estava no Canal Futura, do Grupo Globo. Vencedora do Prêmio Nacional de Jornalismo Abdias Nascimento, em 2012, Luciana Barreto conta com passagens pelos canais GNT, BandNews e Band. Até janeiro deste ano, era a principal apresentadora da TV Brasil. “Sentimento de gratidão me acompanha. É um desafio muito grande chegar na maior emissora do mundo. Fico olhando para trás e vejo que fomos longe e ainda temos muito o que crescer juntos. Digo fomos porque eu sempre tenho esse sentimento de coletividade. Eu tenho o desejo de agregar muito com olhar mais atento às pautas sociais, sempre dentro de um jornalismo que respeita a diversidade do brasileiro”, ...

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Imagem fornecida pelo Chicago Defender, de janeiro de 1966. O jornal deixará de ter a versão impressa do jornal deixará após 10 de julho de 2019 - Reprodução do Chicago Defender/NYT

Lendário jornal negro de Chicago imprime sua última edição

Fundado em 1905, The Chicago Defender passa a ser publicado apenas na versão digital por questões econômicas Do  THE NEW YORK TIMES, na Folha de S.Paulo  Década após década, o jornal contou a história da vida negra nos Estados Unidos. Publicou notícias de nascimentos e mortes, de formaturas e casamentos, e de tudo o que acontecia entre os dois. Por meio de eras de ansiedade, seus repórteres examinaram histórias dolorosas e perigosas, transmitindo detalhes sombrios de linchamentos, confrontos pela integração escolar e tiros de policiais brancos contra homens negros. Entre uma longa lista de assinaturas importantes, estavam as de Langston Hughes e Gwendolyn Brooks. Depois de mais de um século, The Chicago Defender cessará suas edições impressas nesta quarta-feira (10), segundo anunciou o dono do jornal. O Defender continuará sua operação digital, segundo Hiram E. Jackson, executivo-chefe da Real Times Media, proprietária do periódico e de ...

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O protagonismo é da favela

Protagonismo da favela: Rene Silva e o Voz das Comunidades apontam o futuro do jornalismo

Dá pra perceber que no Voz das Comunidades o lema não é ignorar a violência crescente, sim mostrar que a favela também é espaço de cultura e criatividade. no Hypeness imagem-Hypeness - O protagonismo é da favela A descentralização da comunicação certamente passa pelo avanço da tecnologia. No entanto, abundância tecnológica não é suficiente para que histórias deixadas de lado pela grande mídia sejam contadas. Por isso, o trabalho realizado pelo jornalista Rene Silva no Voz das Comunidades é tão importante. Atualmente ele está com 24 anos, mas seu nome ficou famoso bem antes disso. Em 2010, aos 17 anos, ele deixou a mídia hegemônica no chinelo ao narrar pelo Twitter a ocupação do Complexo do Alemão pelas Forças Armadas. Desde então, a plataforma expandiu, atuando em nove comunidades do Rio de Janeiro. A linha editorial é a de promover uma visão humanizada, diferente do estigma ...

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Foto: Artur Igrecias/Divulgação RedeTV!

Por que há predominância de jornalistas brancos em debates eleitorais?

A maioria dos jornalistas que participaram dos debates presidenciáveis são brancos, de acordo com levantamento feito pelo Alma Preta sobre o perfil racial dos repórteres a participar dos diálogos dos debates organizados pela Rede Band e Rede TV!, o programa “Central das Eleições”, da Globonews, e o Roda Viva, da TV Cultura. Apenas no último, ainda que também em número pequeno, houve a presença de jornalistas negros. Texto / Pedro Borges - Pesquisa / Thalyta Martina no Yahoo! Foto: Artur Igrecias/Divulgação RedeTV! O programa da Band, exibido em 9 de agosto, contou com participações de três jornalistas e um mediador, todos homens brancos. Em 17 de agosto, no debate organizado pela Rede TV!, houve a participação de um homem branco na mediação e de duas mulheres brancas enquanto entrevistadoras. O programa “Central das Eleições”, da Globonews, tem presenças de 12 jornalistas, que já sabatinaram Álvaro Dias (Podemos), ...

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RedeTV! faz história ao escalar primeira dupla negra à frente de telejornal

Pela primeira vez na história um telejornal foi ancorado por uma dupla de apresentadores negros. A RedeTV! foi a responsável por unir na bancada os jornalistas Luciana Camargo e Rodrigo Cabral, que dividiram o comando do RedeTV News.  Do Hypeness A relevância do fato se dá, pois ao longo dos séculos a população negra, responsável por 54% do total de brasileiros, se acostumou a ser informada por apresentadores brancos. A conquista, que reforça a importância da representatividade, foi destacada por Luciana antes do encerramento do jornal. Imagem retirada do site  Hypeness “E a RedeTV! sai na frente. Pela primeira vez em nosso país uma emissora de TV dá oportunidade a dois jornalistas negros, né, Rô, de apresentar juntos o principal telejornal da casa. Nós agradecemos à diretoria da RedeTV! por essa oportunidade. Na emissora desde 2000, Rodrigo Cabral – um dos funcionários mais antigos da empresa de comunicação paulista, também celebrou. “Sem dúvidas. Agradecemos sim, Lu. Obrigado, ...

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Cristiele França, a radialista que leva o candomblé e os orixás para o cotidiano de Salvador

No Candomblé, Exú é responsável pela comunicação. O mais próximo do humano no panteão dos Orixás, é sua função estabelecer contato entre o òrun e o àiyê, respectivamente céu e terra em Iorubá. Exú é figura fundamental na cultura Iorubá e sem sua presença não haveria como manter contato com os Orixás. Não restam dúvidas, Exú é indispensável para o culto. Entretanto não há como sustentar o Candomblé sem a participação dos outros Orixás. Por  Kauê Vieira Do Hypeness A mesma fórmula se aplica ao jornalismo. Desde a explosão tecnológica que desembarcou junto com o novo milênio, a comunicação vive uma série de transformações. Atualmente os veículos de mídia abraçaram o meio digital como um dos principais canais de atuação. Com isso muito se falou sobre uma possível extinção de plataformas seculares de informação como o rádio. Porém como nos ensina a ancestralidade africana para que tudo funcione propriamente deve haver integração entre todos ...

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