terça-feira, agosto 4, 2020

    Tag: machismo

    Reprodução/Rede Globo

    Afinal, o que aprendemos com o BBB20?

    O Big Brother Brasil, em uma edição chamada por muitos de histórica, chegou ao fim. E a pergunta que fica é: o que foi possível aprender com o entretenimento mais assistido durante a quarentena? Alguns podem pensar que se trata apenas de um Reality Show para distrair os que já estão distraídos na vida, outros uma oportunidade para refletir sobre temas sociais pautados pelas falas dos participantes, como desigualdade social, machismo, relações abusivas, racismo, entre outros.  Antes, vale lembrar aqui que o programa chegou à sua 20º edição, ou seja, são 20 anos em que o Reality torna a vida de anônimos entretenimento para milhares de brasileiros. E diria também, uma “máquina de fazer celebridades”, os quais, por meio de suas histórias, acabam fomentando debates e/ou polêmicas. Essa edição, por ser a 20ª, contou com 20 Brothers, dez homens e dez mulheres - muito equilibrado do ponto de vista cis-, ...

    Leia mais
    blank

    Violência doméstica e os precipícios do machismo

    Nas janelas, lenços brancos denunciam opressão. Surgem redes solidárias. No Congresso, propostas punitivas só arranham o patriarcado. Uso emergencial de hotéis durante isolamento é opção — mas elas terão até de ser expulsas de casa?… Por SOS Corpo, Do Outras Palavras (Foto: Getty Images) Uma questão que tem se destacado como um problema na situação de confinamento social por conta da pandemia é tanto o agravamento quanto o aumento da violência doméstica contra as mulheres. Lideranças do mundo todo reforçam e tomam medidas para efetivar o isolamento social como medida fundamental para conter o vírus. #Fiqueemcasa está entre as hashtags mais usadas nas últimas semanas em todas as redes sociais, por personalidades, organismos internacionais e Estados. O governo Bolsonaro segue isolado, remando contra a maré. Até Donald Trump, que ensaiou ser contra as medidas de isolamento social, reviu sua posição. O que é a solução para ...

    Leia mais
    Foto: André Leonardo

    Comentários sobre a Carta de Juristas Negras na III Conferência Nacional da Mulher Advogada

    O dia 06 de março de 2020 ficará marcado na história da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) como o dia em que mulheres negras se articularam para dar voz aos pleitos de equidade racial no Sistema OAB, defendendo a necessidade de uma política institucional que, interseccionando gênero e raça, rompa com as barreiras construídas pelas estruturas do machismo e do racismo. A mobilização das mulheres negras em rede para atuação sociopolítica e jurídica não é fato inédito, uma vez que, tanto dentro quanto fora da institucionalidade, a realidade reivindica-nos racionalidade instrumental e comunicativa e estratégias ancestrais substanciosas, para que seja garantida existência, desenvolvimento, participação nas arenas decisórias historicamente defesas e não retrocesso das conquistas obtidas pelo protagonismo coletivo. E, assim, a atuação coletiva comentada se deu no âmbito da III Conferência Nacional da Mulher Advogada (CNMA), com o tema Igualdade, Liberdade e Sororidade, que ocorreu em Fortaleza, nos dias ...

    Leia mais
    https://brasil.elpais.com/smoda/2020-01-11/megxit-machismo-classismo-e-racismo-no-ultimo-drama-real.html

    ‘Megxit’: machismo, classismo e racismo no último drama real

    Os tabloides e o setor reacionário concentram as críticas em culpar Meghan Markle pela decisão dos duques de Sussex de se tornar ‘independentes’ da Coroa. Por Noelia Ramirez, do El País A duquesa de Sussex, Meghan Markle, em 2018. (Foto: CORDONPRESS) “A imprensa britânica teve sucesso em seu aparente projeto de assediar Meghan Markle, duquesa de Sussex, para que vá embora da Grã-Bretanha.” A professora de jornalismo Afua Hirsch, autora de Brit(ish): On Race, Identity and Belonging, publicou quinta-feira o artigo Black Britons Know Why Meghan Markle Wants Out (“negros britânicos sabem por que Meghan Markle quer ir embora”) no The New York Times. Sua coluna criticou a monarquia como “centro simbólico do establishment” responsável pela noção de um Império Britânico “construído com base em uma doutrina de supremacia branca”. Também descreveu o “tratamento racista” que a canadense sofre na mídia britânica desde o anúncio de ...

    Leia mais
    blank

    O machismo faz a cama do fascismo, alertam líderes de movimento de mulheres da França

    A ascensão de governos de ultradireita em vários países do mundo aumenta os riscos de ataques às mulheres e aos direitos das mulheres. No governo Trump, por exemplo, nada menos que 32 Estados questionam na Justiça a legislação sobre o aborto. Por ELEONORA DE LUCENA E RODOLFO LUCENA, Da Tutaméia  Eleonora, Rodolfo, Christinne, Élisabeth e Izabella na conversa sobre feminismo, democracia e literatura (Foto: Imagem retirada do site Tutaméia ) É o alerta que fazem as advogadas Christine Villeneuve e Élisabeth Nicoli, dirigentes da organização francesa Aliança das Mulheres pela Democracia (AFD). Também diretoras da editora Des Femmes – Antoinette Fouque, elas estiveram no Brasil no início de novembro para o lançamento da edição bilígue de “Poemas de Recordação e Outros Movimentos” (Poèmes de La Mémoire et Autres Mouvements), de Conceição Evaristo. Falando ao TUTAMÉIA (com a gentil participação da brasileira Izabella Borges, professora da Sorbonne e ...

    Leia mais
    A reportagem sobre 10 melhores destinos para viajar escondia conselhos às vítimas de violência de gênero.

    Falsa revista de moda espanhola escondia um guia contra a violência machista

    Polícia Local de Dénia identificou 24 vítimas de violência de gênero que nunca haviam denunciado graças as 70 publicações que distribuiu por 18 estabelecimentos frequentados por mulheres   Por Cristina Vázquez, do El País A reportagem sobre 10 melhores destinos para viajar escondia conselhos às vítimas de violência de gênero. (Reprodução/El País) Uma falsa revista feminina camuflava um guia contra os maus-tratos. Esse foi o método nada ortodoxo com que o município de Dénia (Espanha) conseguiu descobrir novos casos de violência machista. Setenta exemplares dessa falsa revista de moda e viagens circularam durante quase dois anos por 18 estabelecimentos frequentados por mulheres do município, o que serviu para que 24 mulheres que nunca haviam denunciado pedissem ajuda. Não era só mais uma publicação: uma reportagem de como fazer sucesso no Instagram ensinava na realidade a averiguar se eram vigiadas nas redes sociais por seus companheiros e como ...

    Leia mais
    Dona Zezé e Manu da Cuíca são algumas das poucas mulheres que brilham entre compositores Foto: Arte sobre foto de Leo Martins

    Mulheres vencem machismo em disputa de samba-enredo das escolas do Grupo Especial

    Manu da Cuíca e Sandra de Sá serão as únicas compositoras com obras cantadas pelas agremiações do Grupo Especial em 2020 Por Renan Rodrigues, do O Globo Dona Zezé e Manu da Cuíca são algumas das poucas mulheres que brilham entre compositores Foto: Arte sobre foto de Leo Martins Elas têm que ser boas de samba. Mas só isso não basta. Precisam também vencer o preconceito, num mundo predominantemente masculino, para que suas vozes sejam ouvidas. Este ano, por exemplo, só duas mulheres conseguiram emplacar um samba-enredo nos desfiles do Grupo Especial — as outras 11 composições que vão brilhar na Avenida são de homens. — É um ambiente marcadamente masculino. As mulheres nas escolas de samba participam, historicamente, de outros segmentos. E não é que não queiram, mas porque há predomínio masculino mesmo. Não faltam, por exemplo, sambas que exaltam belezas femininas com algumas demarcações ...

    Leia mais
    https://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2019/09/30/por-que-ha-homens-que-nao-suportam-conviver-com-mulheres-bem-sucedidas/

    Por que há homens que não suportam conviver com mulheres bem-sucedidas?

    "Tenho 36 anos e sou executiva de uma grande empresa. Profissionalmente estou ótima, mas a área do amor deixa muito a desejar. Estou separada há quatro anos e desde então nunca tive uma relação fixa; só algumas transas sem compromisso. Não sei se já vou insegura para o primeiro encontro, acreditando que os homens temem mulheres independentes como eu e vão se afastar, o que na realidade acaba acontecendo. Será que os homens não suportam conviver com mulheres que têm mais sucesso profissional que eles?" Por Regina Navarro Lins, do Universa Photo by rawpixel.com from Pexels Mulher independente. Assim são conhecidas as mulheres que ganham seu próprio dinheiro e, o melhor de tudo, não têm que prestar contas dos seus gastos a ninguém. É muito comum se dizer que o homem teme a relação com a mulher independente. Alega-se que, além de não estar preparado para abrir mão da ...

    Leia mais
    blank

    21% das equipes de tecnologia do Brasil não têm nenhuma mulher

    A ausência de representatividade também é percebida em outros recortes: 32,7% das equipes não têm nenhuma pessoa negra e 50,4% não contam com profissionais “não heterossexuais” No Época Negócios NO LEVANTAMENTO, 21% DOS ENTREVISTADOS RESPONDERAM QUE EM SUAS EQUIPES NÃO HÁ NENHUMA MULHER E 32,7% DISSERAM NÃO TRABALHAR COM NENHUMA PESSOA NEGRA (FOTO: PEXELS) Mais da metade da população brasileira é formada por mulheres e 27% da população é composta por mulheres negras, segundo o IBGE. Mesmo assim, o mercado de tecnologia é marcado pela pouca diversidade e a falta de representatividade. Entre os profissionais de área, predominam homens (68,3%) e pessoas brancas (58,3%). O fato é apontado pela pesquisa “Quem Coda o Brasil”, realizada pela PretaLab (iniciativa que estimula a diversidade no universo das tecnologias), em parceria com a consultoria global de software ThoughtWorks. Segundo o levantamento, 21% dos entrevistados responderam que em suas equipes ...

    Leia mais
    blank

    O erótico como poder

    Nunca é fácil demandar o máximo de nós mesmas Por Djamila Ribeiro, Da Folha (Imagem: Lucas Lima/UOL Estilo) “O erótico não é sobre o que fazemos; é sobre quão penetrante e inteiramente nós podemos sentir durante o fazer. E uma vez que saibamos o tamanho de nossa capacidade de sentir esse senso de satisfação e realização, podemos então observar qual de nossos afãs vitais nos coloca mais perto dessa plenitude.” Esse é um trecho do artigo “Os Usos do Erótico: O Erótico como Poder”, da feminista e pensadora negra Audre Lorde, que nos traz reflexões muito profundas sobre transcender as normas impostas para poder sentir o erótico como força vital. Em uma sociedade patriarcal e racista, Lorde argumenta que o erótico foi destituído do seu sentido real, tornando-se algo superficial, mecanizado, confinado somente “ao quarto” e utilizado para benefício dos homens, uma vez que foi esvaziado ...

    Leia mais
    O mercado gamer é praticamente todo construído por homens, que a todo momento reafirmam o machismo por meio de personagens sexualizadas, burras ou submissas Foto: Arte de André Mello

    Mulheres são maioria entre os gamers, mas jogos eletrônicos continuam reproduzindo machismo

    Jogadoras relatam assédios e abusos em ambientes em que a misoginia impera. Há até quem use perfis masculinos para evitar xingamentos Por Alice Cravo*, do O Globo    O mercado gamer é praticamente todo construído por homens, que a todo momento reafirmam o machismo por meio de personagens sexualizadas, burras ou submissas Foto: Arte de André Mello "O seu lugar é na cozinha, então fique lá"."Você só é boa para fazer sexo". "Cala a boca, você é uma menina. Mulheres não podem falar". "Direitos das mulheres não existem". "Sua puta, sua prostituta". "Você está exagerando como uma mulher". Essas são algumas das frases que mulheres gamers escutam diariamente quando tentam ocupar o seu espaço em uma das maiores indústrias do mundo. E olha que, no Brasil, elas são 52,6% do público consumidor de jogos eletrônicos, segundo pesquisa de 2016 realizada pela agência de tecnologia interativa Sioux, ...

    Leia mais
    Ro’Otsitsina Xavante no Acampamento Terra Livre em Brasília. (Foto: LUCAS LANDAU)

    “Dizer que nós mulheres indígenas não enfrentamos violência de gênero é mentira”

    Porta-voz do movimento das mulheres indígenas, Ro’Otsitsina Xavante conta como elas estão se organizando para combater o machismo nas aldeias Por MARINA ROSSI, do El País  Ro’Otsitsina Xavante no Acampamento Terra Livre em Brasília. (Foto: LUCAS LANDAU/El País ) Mulheres indígenas de todo o país sairão em marcha pela primeira vez para chamar a atenção para questões de gênero de seus povos. A decisão foi tomada durante o Acampamento Terra Livre, que terminou na última sexta-feira na capital federal. Elas se juntarão à Marcha das Margaridas, manifestação anual que ocorre todo o mês de agosto em Brasília, liderada por trabalhadoras rurais. “Queremos compor com as Margaridas para mostrar aliança”, contou Ro’Otsitsina Xavante, que, na diversidade do movimento de mulheres indígenas, é uma de suas porta vozes. Durante o acampamento, as "parentas", como elas chamam umas às outras, realizaram uma plenária para debater suas principais demandas. Organizaram-se separadamente por ...

    Leia mais
    Montagem Carta Capital

    Conheça 10 pastoras, teólogas e ativistas que discutem o machismo

    O que essas mulheres fazem é profecia. Denunciar as violências é profético e ‘não podemos deixar a profecia cair’ Por Colaborou Angelica Tostes*, da Carta Capital  Montagem Carta Capital Da antiguidade até o presente, normas religiosas tentam moldar comportamentos que limitem a vida pública e privada das mulheres. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) não desassociou em nenhum momento de sua campanha eleitoral a narrativa religiosa da disputa política. Seu slogan político/religioso Brasil acima de tudo, Deus acima de todos prova que o discurso teológico hegemônico ganhou – mais uma vez – centralidade no debate eleitoral brasileiro. A teologia patriarcal determina o espaço que os corpos das mulheres devem ocupar, culpabilizando e demonizado aquelas que procuram romper com as “normas e regras” impostas. Colocam nosso corpo como centro da política religiosa. Nossos direitos sexuais e reprodutivos são sempre ameaçados por discursos religiosos que culpabilizam e dominam as mulheres. Tais ...

    Leia mais
    blank

    O machismo, o feminismo e as diferenças geracionais

    Pesquisa para questionar masculinidades tóxicas e machistas e reconstruir a hombridade mostra como os homens jovens não definem suas peculiaridades da mesma forma que os mais velhos. E o que dizem as mulheres? Por María Fabra No Saúde Publicada Foto: Ana Juan A diferença geracional dos homens na hora de encarar o feminismo Os padrões masculinos estão se transformando. Sobretudo para os mais jovens. Eles dizem compartilhar tarefas domésticas e ter mais inteligência emocional que seus pais. Mas as mulheres não percebem essa alteração na mesma medida O feminismo não originou apenas reações de adesão ou rechaço. Provocou a necessidade de uma revisão do modelo tradicional de homem e de masculinidade. Obrigou a revisar estereótipos e a buscar alternativas ao macho ibérico. Para questionar masculinidades tóxicas e machistas e reconstruir a hombridade, há poucos dados objetivos sobre o que se entende como valores e modelos característicos do gênero masculino. Mas o fato é ...

    Leia mais
    Ivanir Dos Santos / Arquivo Pessoal

    O Leviatã contemporâneo por Ivanir dos Santos

    Assim, os dados nos revelam uma nefasta realidade que assola à todas as minorias religiosas representativas no Brasil, que durante muito anos usou o slogan "Somos todos iguais" por Ivanir dos Santos no O Dia Ivanir Dos Santos / Arquivo Pessoal A intolerância religiosa não é um fenômeno social e religioso que acontece exclusivamente no Brasil. Um breve panorama histórico sobre a História Mundial nos permite enxergar que a intolerância ainda é um dos maiores desafios para a construção da coexistência pacífica em várias partes do mundo. Se fossemos fazer a alusão da intolerância a uma representação, talvez a melhor seria a do imenso e destruidor monstro marinho Leviatã, com os seu imensos tentáculos. Leviatã é descrito em várias mitologias como o monstro destruidor, que ataca ferozmente suas vítimas com os seus imensos oito tentáculos. Na contemporaneidade, o nosso Leviatã, forjado durante séculos e séculos, se ...

    Leia mais
    © Reuters

    Liliam Thuram: “Quando cheguei a Paris, com nove anos, dei-me conta que era negro”

    Antigo internacional francês, em entrevista ao jornal Marca, aborda três temas fraturantes no futebol mundial: Racismo, machismo e homossexualidade. no Notícia a Minuto Liliam Thuram (Foto: © Reuters) Liliam Thuram, antigo internacional francês, em entrevista ao jornal Marca, ele que trabalha agora numa associação que luta contra todos os tipos de discriminação, abordou alguns dos temas fraturantes no desporto-rei. Lembrando a primeira vez que sentiu na pele o peso do racismo, Thuram dá ainda a sua visão sobre outros dois temas cada vez mais relevantes no seio do futebol: homossexualidade e machismo. "O racismo golpeou-me sem querer. Quando cheguei a Paris, com nove anos, dei-me conta que era negro. E quando te dás conta disto, imediamente depois entendes que um negro é menos que um branco. E com tempo dei-me conta que esse ódio chega pela história. É algo cultural. Há que explicar às crianças que não é ...

    Leia mais
    João de Deus: mais de 200 mulheres procuraram o MP para denunciar abusos (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

    João de Deus e o machismo nosso de cada dia

    Em 2014, a holandesa Zahira procurou cura espiritual na Casa de Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO). Na primeira visita ficou sozinha com João de Deus – líder religioso da casa – momento em que ele perguntou por que ela estava ali. Em seguida, cheirou a moça e pediu para que ela ficasse de costas, conduzindo-a para um banheiro, de acordo com o depoimento de Zahira. Por CAROLINA SCORCE, da  Carta Capital  João de Deus: mais de 200 mulheres procuraram o MP para denunciar abusos (Marcelo Camargo/Agência Brasil) Depois, o médium teria colocado as mãos dela no pênis dele e fez com que elas se movimentassem. Após o abuso, abriu um armário com pedras preciosas e pediu para a mulher escolher uma. Em seguida, ela foi levada novamente ao banheiro, e João de Deus teria a penetrado. A holandesa afirma que não saiu correndo e gritando porque acreditava ...

    Leia mais
    blank

    Jonathan Azevedo sobre machismo: “Quero que os homens reflitam o que as mulheres passam”

    O ator, que fez sucesso como Sabiá em "A Força do Querer", agora quer conquistar o mundo com sua música Por Felipe Carvalho Do Marie Claire Jonathan Azevedo (Foto: Pedro Dimitrow) Desde 2007, Jonathan Azevedo vem batalhando por sua carreira na televisão e no cinema, mas foi 10 anos depois que ele conquistou o país com Sabiá, em A Força do Querer, personagem  este que estaria em apenas três capítulos e ganhou força até a última exibição da novela. O ator, formado pelo grupo Nós do Morro, no Rio de Janeiro, não esconde sua autoestima elevada e justifica que teve uma base muito sólida para ser quem é hoje. “Essa autoestima vem de um pai e uma mãe maravilhosos. Eles são incríveis. Por toda a dificuldade que eu passei na minha infância, os dois trabalharam muito para se superarem e me darem atenção. Não é beleza, roupa ou carro, minha ...

    Leia mais
    imagem reprodução Teleton : SBT

    Como a mulher deve responder a ataques machistas, como os de Silvio Santos

    Depois do bafafá envolvendo Silvio Santos e Claudia Leitte no Teleton, voltaram à mídia outras vezes em que o comunicador fez comentários grosseiros para mulheres. Ele perguntou a Maísa, por exemplo, se ela já havia perdido a virgindade. Também disse para Eliana que a roupa dela estava indecente; além de comentar o peso de Preta Gil. por Lucas Vasconcelos do Universa imagem reprodução Teleton : SBT A questão a ser respondida é: como uma mulher pode se livrar desse tipo de situação? "Todas essas situações são de assédio. Silvio Santos faz isso de forma que pareça uma "brincadeira", reforçando a naturalização desse tipo de comportamento violento", diz a militante da Marcha Mundial das Mulheres, Maria Júlia Montero. Infelizmente, quando uma situação de assédio acontece, muitas vezes a mulher está sozinha ou isolada no ambiente e não consegue responder de forma efetiva, ressalta Maria Júlia. "E ninguém é ...

    Leia mais
    Plenário da Câmara dos Deputados não consegue abrir sessão por falta de quórum | Aílton de Freitas / Agência O Globo

    Jovens não acreditam que superação do racismo e do machismo partirá da classe política

    Os jovens brasileiros não acreditam que a superação dos preconceitos e do sexismo será resolvida pela classe política. É o que mostra o resultado de uma enquete conduzida pela Unicef, e divulgada com exclusividade pelo GLOBO, junto a 22.078 jovens, entre 12 e 24 anos, de todas as regiões do país. Apenas 5% deles acreditam que as mudanças para tornar o país mais igual vão partir das autoridades políticas, enquanto que 88% acreditam que o enfrentamento de demandas como machismoe racismo é essencial para o desenvolvimento do país. por Luciano do Amaral e Paulo Assad no O Globo Plenário da Câmara dos Deputados não consegue abrir sessão por falta de quórum | Aílton de Freitas / Agência O Globo O questionário da Unicef, divulgado pela ferramenta U-Report no Facebook, pesquisou a percepção de jovens sobre temas sensíveis que envolvem a situação de minorias no país. Os resultados ...

    Leia mais
    Página 1 de 21 1 2 21

    Últimas Postagens

    blank

    Artigos mais vistos (7dias)

    Instagram

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist