sexta-feira, outubro 16, 2020

    Tag: Maternidade

    Getty Images

    As mães demitidas durante a pandemia: “Tentei conciliar trabalho com meu bebê, mas perdi o emprego”

    A pandemia chegou quando a advogada Nádia Silva, de Goiás, estava em seu segundo mês de licença-maternidade. Mãe solo (embora receba pensão do pai da criança), ela pretendia juntar um mês de férias à licença e aproveitar o período para encontrar um berçário para deixar o bebê quando voltasse ao trabalho. O plano não deu certo: os berçários continuam fechados, e a empresa exigiu a volta dela sem conceder as férias. A analista de contratos tentou equilibrar tudo - cuidados com o bebê, trabalho em tempo integral em home office e cuidados com a casa -, mas a situação ficou insustentável. "Às vezes eu acordava às 4h da manhã para terminar meu trabalho antes de o bebê acordar. E também fazia todo o trabalho doméstico", conta à BBC News Brasil. "Dois meses depois, pedi para a empresa um novo arranjo e um aumento, para eu poder pagar uma babá. Acho ...

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    Pintura do artista plástico Robinho Santana.DIVULGAÇÃO/ROBINHO SANTANA

    Como criar filhos antirracistas? Uma jornada em primeira pessoa

    Creio que o imperativo moral da nossa geração de pais e mães é criar filhas e filhos antirracistas. Não é uma tarefa fácil, principalmente porque somos bastante iletrados sobre o tema. Também porque, depois de séculos de genocídio, silenciamento e exclusão num dos países mais desiguais do mundo, somos insensíveis ao estrondoso barulho do racismo estrutural. Frente a esses desafios, como criar efetivamente filhos antirracistas? Antes de mais nada, precisamos entender o que é ser antirracista; e a necessidade de falar proativamente sobre o tema com nossos filhos —uma questão sobre a qual eu mesma, como mãe negra de filhos de pele clara, até recentemente tinha dúvidas. Começo pelo segundo ponto, e spoiler: os dados nos asseguram que é melhor falar, e logo. Talvez seja um choque, mas lá vai: segundo a Academia Americana de Pediatria (AAP), crianças começam a aprender sobre questões raciais desde muito cedo com seus mais ...

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    Maternidade Preta X Paternidade Branca: breves observações sobre racismo nas disputas de guarda nas Varas de Famílias

    Há muitos anos observo criticamente a dinâmica das disputas de guarda enquanto advogada, atuando não somente em cenários de litígio, mas também nas mediações. É impossível, para mim, não perceber de que forma homens/pais brancos(ou não pretos) tratam mulheres pretas ou pobres. (Falar em vulnerabilidade financeira no Brasil é falar de negritude, naturalmente).  A desqualificação da maternidade negra ocorre sempre de maneira mais grave. Quando a disputa pela guarda se dá no campo judicial, reforçam-se estereótipos discriminatórios que afetam a parcialidade de julgadores e prejudicam o acesso à Justiça por parte destas mães. Incapaz de cuidar do filho, desequilibrada, sexualmente promíscua, são atributos comuns. Sua afetividade (ou vida sexual) será ainda mais posta em cheque e poderá ser utilizada como forma de desqualificar o exercício da maternidade.  Por que estou falando sobre isso?  Mulheres brancas não experienciam estas violências, afinal? Vejamos. Nas disputas de guarda, os tribunais levam em conta ...

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    Reprodução/Facebook

    Por que não chamo minha mãe de pãe?

    Por meu pai ter sido ausente em quase toda a minha existência, não saberia dizer em que momento a minha mãe foi mãe e em que momento ela fez o papel do meu pai. Até porque não acho nada justo atribuir a ela mais essa responsabilidade. Ele não quis ser pai, ela decidiu ser mãe, ponto. Não vou amenizar dizendo que a minha mãe foi pãe, e resolveu a parte dele.  Não! A parte dele estou resolvendo na terapia mesmo. A minha mãe foi mãe, e fez a parte dela do jeito que entendia que deveria fazer, do jeito que deu, do jeito que pôde. Não vou dar os créditos ao masculino por mais essa. Por que quando uma mulher faz bem algo, é uma ótima profissional, logo tratam de atribuir a atitude dela ao universo do masculino?  Quando chamamos nossas mães, que não tiveram a participação do parceiro na ...

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    Centenas de milhares de mortes de bebês e mães podem acontecer como consequência da pandemia do coronavírus nos serviços de saúde (Foto; GETTY IMAGES)

    Coronavírus: falta de pré-natal e vacinas matará milhares de mães e crianças, alerta relatório

    O relatório chega a estimar, em números, o impacto múltiplo da pandemia do coronavírus na saúde delas — que vai desde o acesso a contraceptivos à merenda de escolas, agora fechadas por imposição do isolamento social. Se em 2018 5,3 milhões de crianças com menos de cinco anos morreram globalmente, calcula-se que o contexto da pandemia possa tirar a vida de mais 400 mil delas por conta de interrupções e problemas nos serviços de saúde. Em relação à mortalidade materna, 295 mil mulheres morreram em 2017 em todo o mundo por causas ligadas à gravidez, como hemorragia e sepse. Os efeitos da pandemia podem fazer novas 24,4 mil mortes assim. O documento destaca ainda que: 13,5 milhões de crianças deixaram de ser vacinadas contra doenças que podem ser fatais; Mais de 20 países já relataram escassez de vacinas causada pela pandemia; Há interrupção no fornecimento de contraceptivos, podendo levar a 15 milhões ...

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    Juliana Alves (Reprodução/Instagram @julianaalvesiam)

    ‘Não posso falar de maternidade sem falar de racismo’, diz Juliana Alves

    Juliana Alves olha para a maternidade como uma forma de criar uma geração mais consciente. A atriz, que é mãe de Yolanda, de dois anos de idade, falou à "Celina" sobre a série virtual "Pra Nós", que vai ao ar todo domingo no seu Instagram. A ideia da produção é discutir desafios da maternidade e da vida em família na pandemia do novo coronavírus. "Quando fomos decidindo os temas , ficou claro para mim, pela minha trajetória, que eu não posso falar de maternidade sem falar de combate ao racismo", contou ela. "Quando eu penso em criar uma criança, penso que tenho a missão de permitir que essa pessoa seja feliz e que possa contribuir para uma sociedade melhor. Eu não quero alienar a minha filha. Eu quero que ela possa atingir todo o seu potencial, que seja uma grande mulher, e que possa fazer escolhas", continuou. "Para isso, ...

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    Foto: Getty Images

    Sonhos negados: violência faz mulheres negras desistirem da maternidade

    "Sempre foi meu sonho ser mãe. Falava que queria ter quatro filhos, ter uma casa cheia, sabe?" Mariana Evaristo vive um conflito. A advogada mineira de 32 anos desistiu da maternidade por medo do que poderia acontecer. "Todo santo dia eu penso na violência que esse filho sofreria." Joseane Damasceno, assistente social cearense de 32 anos, passa pela mesma situação. "Aqui onde moro não tem um mês em que um jovem não é assassinado. Tenho muito, muito medo da realidade de genocídio em que vivemos." A carioca Buba Aguiar, patologista e socióloga de 27 anos, e Ana Luiza Guimarães, socióloga que vive em uma periferia no entorno de Brasília, amargam aflição igual. "Dá desespero de colocar o filho no mundo para perder para o Estado numa operação ou numa abordagem policial", diz a primeira. Mariana, Joseane, Buba e Ana Luiza são mulheres negras, que conversaram com o TAB sobre como ...

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    (Foto: Reprodução/ Negras Plurais)

    De licença-maternidade e em meio à pandemia, ela decidiu impulsionar os negócios de mulheres negras

    Quando Caroline Moreira, de 35 anos, se movimenta, pelo menos duas mil profissionais negras de sua rede de contatos se movimentam com ela. E a empresária, que se tornou referência quando o assunto é impulsionar o empreendedorismo negro, decidiu que não podia parar sua luta antirracista por protagonismo negro nem durante a licença-maternidade. Por isso, nos últimos seis meses, idade da pequena Luna, a CEO da Negras Plurais decidiu continuar o processo de criação do primeiro aplicativo de oferta de produtos e serviços de mulheres pretas da América Latina e, diante da pandemia, acelerou o passo. Quando olho para os meus filhos - além de Luna, ela tem Miguel, de 7 anos -, sinto culpa por não estar me dedicando tanto quanto gostaria, mas acredito que a luta antirracista é mais urgente agora porque estou trabalhando para construir um mundo para eles. Acredito que eles vão entender o que estava ...

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    Reflexões de uma mãe preta sobre os dias das mães

    Há 02 dias, Hakim, meu primeiro filho, completou 07 anos e por causa deste evento muitos sentimentos chegaram com força em meu coração. Hakim é meu primeiro filho, mas não ó único. Depois dele houveram mais 02 filhos amados que permaneceram pouco tempo conosco e não puderam nascer. Eles também fazem parte da nossa família e estão eternizados em nossa história, em nossos corações e no meu corpo em forma de tatuagem. Quanto minha experiência com o Hakim, posso afirmar com toda certeza que sou uma mãe orgulhosa e feliz, mas minha inauguração no mundo materno foi bastante difícil. Circunstâncias difíceis de eminente risco de morte envolveram meu parto, roubaram a alegria e leveza que eu imaginava que deveriam estar presentes naquele momento. Eu já ouvi uma vez que deveria esquecer esta página difícil da minha vida e da história do meu filho, mas não tem como falar do milagre ...

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    (Foto: Getty)

    Pandemia pode prejudicar acesso de mulheres a contraceptivos, alerta UNFPA

    O isolamento social provocado pela pandemia de COVID-19 pode prejudicar o acesso de mulheres do mundo todo ao planejamento reprodutivo, o que deve ocasionar gestações não intencionais, alertou o Fundo de População da ONU (UNFPA) nesta quarta-feira (29). O organismo das Nações Unidas também alertou para um aumento nos próximos meses dos casos de violência de gênero e de outras práticas nocivas contra mulheres. O isolamento social provocado pela pandemia de COVID-19 pode prejudicar o acesso de mulheres do mundo todo ao planejamento reprodutivo, o que deve ocasionar gestações não intencionais, alertou o Fundo de População da ONU (UNFPA) nesta quarta-feira (29). O organismo das Nações Unidas também alertou para o aumento da violência de gênero e outras práticas nocivas contra mulheres nos próximos meses. O estudo revela o enorme impacto que a COVID-19 está tendo entre as mulheres, enquanto os sistemas de saúde ficam sobrecarregados, as unidades de saúde ...

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    Foto: Getty Images

    Maternidade e culpa

    Quando o povo negro foi assimilado na cultura ocidental a concepção de maternidade africana foi destruída e os cacos que sobraram viraram conceitos de acesso da classe média alta. Por Andreza Bispo dos Anjos Santos, enviado para o Portal Geledés Foto: PeopleImages/E+/Getty Images Não pode ser normal que uma mãe ao ser perguntada pelo filho, tenha que imediatamente responder com quem e onde ele está. O correto não deveria ser apenas se está bem ou não? Mas por que as pessoas perguntam na maioria das vezes 'cadê seu filho' e não apenas 'como está seu filho?' Percebam que a semântica condiciona a resposta A resposta não pode pertencer as mulheres negras, porque em nosso legado ancestral Osun fez guarda compartilhada com Oxóssi e nunca deixou de ser mãe por isso. Oyá teve 9 filhos e depois decidiu ir pra mata, não deixou de ser mãe por ...

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    Foto: Nappy

    Brasileiras têm filhos mais tarde, mas 430 mil mulheres até 19 anos deram à luz em 2018, mostra IBGE

    Levantamento mostra que na última década diminui a proporção de mães com menos de 30 anos. Maior aumento no número de nascimentos foi de mães com idade entre 35 e 39 anos. Por Daniel Silveira, do G1 Foto: Nappy As mulheres brasileiras estão esperando mais tempo para serem mães, priorizando a gestação após os 30 anos de idade. É o que sugerem as Estatísticas do Registro Civil, divulgadas nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, entre 2008 e 2018, diminuiu o número de mulheres que tiveram filho com menos de 30 anos de idade, enquanto aumentou o daquelas que se tornaram mãe após essa idade. Também diminui a proporção daquelas que têm filhos após os 45 anos. O levantamento foi feito com base nos registros de nascidos vivos realizados pelos Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais ...

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    Foto Marta Azevedo

    Dê licença (maternidade)

    A divisão equânime das atribuições familiares é agenda importante Por FLÁVIA OLIVEIRA, do O Globo    FLÁVIA OLIVEIRA - Foto Marta Azevedo A licença-maternidade no Brasil é tão antiga quanto a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Nasceu em 1948 e, sete décadas depois, o país ainda não se livrou do debate que relaciona a desigualdade de gênero no mercado de trabalho ao período de afastamento das mulheres por darem à luz. Até o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro usou o argumento para justificar o salário maior dos homens. Pois um estudo recém-concluído praticamente sepulta a polêmica. Há pouca diferença no número de dias em que elas e eles se afastam do emprego por problemas de saúde, acidentes de trabalho e/ou licença-maternidade/paternidade. Num ano, homens se ausentam 13,5 dias; mulheres, 16. As pesquisadoras Adriana Carvalho, gerente dos Princípios de Empoderamento e Programa Ganha-Ganha da ONU Mulheres ...

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    Como reduzir mortes maternas?

    Hipertensão e eventos cardiovasculares são as principais causas de morte Por Julio Abramczyk, Da Folha de S.Paulo (Foto: Imagem retirada do site Pexels.com ) As mortes maternas não deveriam acontecer, mas estão sempre presentes. Um bom atendimento e um bom controle pré-natal poderiam identificar eventuais problemas de saúde da gestante e também controlar condições crônicas. Anita Slomski relata na revista médica Jama, da Associação Médica Americana, que nos Estados Unidos morrem cerca de 700 mulheres anualmente até 42 dias depois do parto. Ana Schuchat, diretora-adjunta do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças do EUA), destaca que grande parte dessas mortes é evitável e ocorre nas mulheres no período da gravidez associadas às suas gestações. O Sistema de Vigilância da Mortalidade na Gravidez do CDC registrou 3.410 mortes relacionadas à gravidez entre 2011 e 2015: 30% por eventos cardiovasculares e 60% relacionadas à hipertensão. De ...

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    Sintomas como fadiga, esquecimento, insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração e dores de cabeça são mais comuns entre mulheres com alta sobrecarga de trabalho doméstico Foto: Arte de Paula Cruz

    Por que as mães estão exaustas? Entenda o impacto da carga mental na vida das mulheres

    Divisão do trabalho doméstico permanece a mesma há duas décadas e ainda sobrecarrega mulheres, sobretudo as mães, que são empurradas a assumir toda a responsabilidade de planejar, organizar e tomar decisões relacionadas à casa e aos filhos Por Leda Antunes, do O Globo Sintomas como fadiga, esquecimento, insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração e dores de cabeça são mais comuns entre mulheres com alta sobrecarga de trabalho doméstico Foto: Arte de Paula Cruz   "Sou eu que tomo todas as decisões em casa. Meu marido participa, mas se eu não pedir, ele não faz", diz Gabriela Domingues, 33 anos. Ela e o marido Eduardo moram em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, com os filhos Guilherme, de 5 anos, e Maria Eduarda, de 10 meses. Como em inúmeros lares brasileiros, é Gabriela quem organiza e executa todas as tarefas da rotina da casa e das ...

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    Foto: Nappy

    Uma mulher grávida ou bebê morre a cada 11 segundos no mundo, diz Unicef

    Motivo é a falta de cuidados na atenção primária à saúde. Mas essa situação é a melhor já registrada, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira pela agência da ONU e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Do G1 Foto: Nappy Melhorias no acesso e na qualidade de serviços de atenção primária à saúde permitiram que as mortes de crianças recém-nascidas diminuíssem pela metade desde o ano 2000, enquanto as mortes de mães caíram cerca de 30%, de acordo com um relatório publicado nesta quinta-feira (19) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar disso, a cada 11 segundos, uma mulher grávida ou bebê ainda morrem em algum lugar do mundo. "Em países que oferecem a todos serviços de saúde de alta qualidade e com preços acessíveis, as mulheres e os bebês sobrevivem e prosperam", diz o diretor-geral da ...

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    ‘Achei que isso nunca aconteceria comigo’: o que leva mães a matarem seus bebês

    Várias dezenas de mulheres são julgadas todos os anos na Rússia acusadas de matarem seus próprios filhos. Elas têm perfis que ​​variam de donas de casa a gestoras de negócios de sucesso. Olesya Gerasimenko e Svetlana Reiter, Da BBC  Esse não é um problema exclusivamente russo, é claro. Nos Estados Unidos, pesquisadores na área de Psicologia estimam que 1 em cada 4 mães tenha pensamentos ligados à morte de seus bebês. Mas na Rússia, como em muitos outros países, tem prevalecido a cultura de que você precisa ser firme para sobreviver e que é melhor não falar sobre problemas de saúde mental - você deve apenas seguir em frente. Essas histórias mostram que a depressão pós-parto com frequência não é diagnosticada ou não é tratada a tempo, e por vezes nem mesmo parentes próximos conseguem perceber ou entender o que está acontecendo até que, em alguns casos, seja tragicamente tarde ...

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    Alysia Montaño denunciou a marca após o nascimento de sua filha " Apesar das minhas vitórias, a Nike queria me pagar 70% menos do que antes."

    Nike muda política de maternidade para atletas após chuva de críticas

    Esportistas reclamaram da falta de proteção em caso de gravidez Do Metrópoles  Allyson Felix foi uma das diversas atletas que  deninciou a politica da empresa "Apesar das minhas vitórias, a Nike queria me pagar 70% menos do que antes." (Allyson Felix, em 2017, em Birmingham CORDON PRESS) Visando responder as críticas que vêm recebendo por penalizar atletas que tiram licença-maternidade, a Nike decidiu eliminar “por 12 meses” as reduções na remuneração relacionada ao desempenho das esportistas que decidem engravidar. Nos últimos dias, diversas atletas relataram a falta de proteção em caso de gestação nos contratos firmados com a empresa norte-americana. “A Nike pode fazer mais e esta é uma oportunidade importante para a indústria de esportes evoluir e apoiar as atletas”, informou a marca. Na quarta-feira (22/05/2019), em um artigo publicado no jornal The New York Times, a velocista norte-americana Allyson Felix foi uma das diversas atletas ...

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    Paola Deodoro (Foto: Caroline Lima)

    Grávida (aos 42): Paola Deodoro fala sobre a decisão pela maternidade

    Em um texto emocionante, a editora sênior Paola Deodoro narra as aventuras da gestação depois dos 40, escolha cada vez mais comum no Brasil Por PAOLA DEODORO, da Revista Marie Claire  “Tenho 42 anos e estou entre o quinto e o sexto mês de gravidez (depende do dia em que você estiver lendo esse texto!) do meu primeiro filho. Não tive muito enjoos, mas tenho muito sono, fico louca tentando achar uma roupa para vestir de manhã, passo uns 12 tipos de hidratantes diferentes para evitar estrias, estou viciada em frutas, sinto falta daquele vinhozinho desestressante sem dia certo, quando chego em casa, sigo fazendo aulas de dança, pratico ioga e acho que até aqui estou indo bem na tarefa de preparar uma pessoinha. Pode ser que você não tenha percebido (provavelmente percebeu, né), mas lá no iniciozinho eu digo que tenho 42 anos, com chances de comemorar 43 na ...

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    Claudia Santos saiu do emprego quando engravidou e só conseguiu carteira assinada dois anos depois

    Metade das mulheres grávidas são demitidas na volta da licença-maternidade

    Muitas se deparam com demissão e dificuldade em voltar para o mercado. Empregadores focam nas perdas que terão com as futuras mães Por Vera Batista, Do Correio Brazilense Claudia Santos saiu do emprego quando engravidou e só conseguiu carteira assinada dois anos depois (foto: Vinicius Cardoso Vieira/Esp. CB/D.A Press ) A maternidade permanece polêmica para empregadas e empregadores. Quando uma trabalhadora engravida, o foco das empresas continua sendo nas “perdas” que terá nos próximos anos. O tempo passa, mas os empecilhos são os mesmos: receio de a mãe faltar ao trabalho, caso o filho passe mal; de ela pedir para chegar mais tarde para ir a uma reunião escolar; ou de se atrasar, devido à exaustão da rotina. Os benefícios da maternidade para as empresas e até para a economia do país, mesmo comprovados por diversos estudos, ainda são ignorados. Na contramão do senso comum, especialistas ...

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