Tag: Moçambique

    blank

    Escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa discute papel do negro na literatura mundial

    A Biblioteca de São Paulo, espaço cultural do Governo de São Paulo administrado em parceria com a Poiesis - Organização Social de Cultura, promoverá um bate-papo sobre "O negro na literatura internacional" com o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa, no dia 20 de novembro, das 15 às 17 horas. A mediação do encontro ficará a cargo de Carmen Tindó, doutora e professora de Literaturas Africanas na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Durante o evento, realizado no mesmo dia em que se celebra a Consciência Negra, Ungulani falará sobre a influência do negro na cena literária. "Nunca procurei a cor num escritor, mas identidades, fluxos literários representativos de parcelas deste mundo cada vez mais global", conta o escritor, quando perguntado sobre seus autores negros de referência. Na África, por exemplo, os espaços literários têm as línguas árabe, francesa, inglesa e portuguesa como grandes meios de expressão e tenta-se navegar ...

    Leia mais
    scassamo-289x300

    Um olhar sobre as Literaturas Africanas de Língua Portuguesa

    Por muito tempo, o continente africano foi visto, na menos pior das hipóteses, como um lugar exótico. Visão que foi amplamente difundida por Portugal, que, durante um longo período, teve o monopólio sobre alguns países africanos. Esse modo ocidental de entender a África contribuiu para que, ainda hoje, o discurso das “’estranhezas’ africanas” seja, erroneamente, reproduzido. Discurso este que se centraliza em classificar o africano por meio de estereótipos, desprezando, desse modo, a constituição do “homem humano”, termo tomado emprestado de Guimarães Rosa. Desde janeiro de 2003, quando entrou em vigor a lei nº 10.639, que torna obrigatório o ensino de Literatura, História e Culturas Africanas e Afro-Brasileiras nas escolas do Brasil, aumentou, significativamente, o número de pessoas que – estudiosas de Literaturas ou não – começou a nutrir certa curiosidade sobre essas Literaturas. Ainda bem que, para auxiliar aos curiosos, temos pesquisadores – como a Professora Doutora Laura Padilha- ...

    Leia mais
    beijo_da_palavrinha

    Mia Couto-O beijo da palavrinha

    Texto: Mia Couto - Ilustrações: Malangatana   Ed. Língua Geral Livro: Mia Couto-O beijo da palavrinha. A história se passa em uma aldeia no interior da África onde há uma família muito pobre que não conhece o mar. Imagine alguém sentir o mar através da palavra MAR. O que esta palavrinha traz da grandeza do mar? O autor nos mostra que esta palavrinha traz muito desta grandeza e nos faz ver e sentir o mar ao defini-lo através de um momento de cumplicidade, sensibilidade, solidariedade e muita imaginação de dois irmãos. Em O beijo da palavrinha, Mia Couto conduz-nos ao interior de sua Moçambique, a um lugar onde vivia uma menina que nunca vira o mar, e para enfatizar a distância da localidade do litoral, afirma: viviam numa aldeia tão interior que acreditavam que o rio que ali passava não tinha nem fim nem foz. Logo na primeira página o autor contextualiza, de maneira simples e clara, o ambiente ...

    Leia mais
    (Foto: @Imago/ Keystone)

    Samora Machel

    Samora Moisés Machel (Madragoa, Gaza, 29 de Setembro de 1933 - Montes Libombos, 19 de Outubro de 1986) foi um militar moçambicano, líder revolucionário de inspiração socialista que se tornou o primeiro presidente de Moçambique após a sua independência, de 1975 a 1986. Carinhosamente conhecido como Pai da Nação, morreu quando o avião em que regressava ao Maputo se despenhou em território sul-africano. Em 1975-1976 foi-lhe atribuído o Prémio Lénine da Paz.   Juventude Filho de um agricultor relativamente abastado, Mandande Moisés Machel, da aldeia de Madragoa (atualmente Chilembene), Samora entrou na escola primária com nove anos, quando o governo colonial português entregou a educação indígena à Igreja Católica. Quando terminou a escola primária, o jovem de cerca de 18 anos quis continuar a estudar, mas os padres só lhe permitiam estudar teologia e Samora decidiu ir tentar a vida em Lourenço Marques, actual Maputo. Teve a sorte de encontrar ...

    Leia mais
    Lusa

    Moçambique

    Fonte: Alô Escola - TV Cultura Os novos governantes cumpriram a promessa de pôr fim ao império colonial português, em 1975. Moçambique passou a ser governado pelo líder da Frelimo, Samora Machel, que implantou um modelo socialista inspirado no leste europeu e na China de Mao Tse-tung. Além das dificuldades econômicas, Machel precisou enfrentar as ações da Resistência Nacional Moçambicana, Renamo, um grupo anticomunista apoiado pela África do Sul. Samora Machel morreu em 1986, num desastre aéreo, e foi sucedido pelo chanceler Joaquim Chissano. O novo governo reintroduziu a agricultura privada e se afastou gradativamente dos países socialistas, a fim de obter ajuda econômica ocidental. Em 1990, sob o impacto da queda do Muro de Berlim, a Frelimo abandonou o marxismo. Mas a guerra entre o governo e a Renamo continuou, num país repleto de minas explosivas, terras cultiváveis afetadas pela devastação das batalhas e uma população vitimada pela fome, ...

    Leia mais
    blank

    Angola e Moçambique Experiência Colonial e Territórios Literários

    Resenha: Adriana Graciano Rita Chaves é uma potente voz no cenário acadêmico brasileiro. Raríssima combinação de excelência tanto em sua prática docente quanto de pesquisadora reitera a relevância de seu trabalho e a agudeza de seus olhares no impecável Angola e Moçambique Experiência Colonial e Territórios Literários publicado pelo Ateliê Editorial em 2005. A autora integra o corpo docente da Universidade de São Paulo onde leciona Literaturas Africanas de Língua Portuguesa e dirige o Centro de Estudos Portugueses. Além de ser pesquisadora associada do Centro de Estudos Afro-Asiáticos da Universidade Candido Mendes, também atuou como professora na Universidade Eduardo Mondlane durante dois anos. Sua obra inclui A Formação do Romance Angolano e a co-organização de Portanto... Pepetela, Literaturas em Movimento - Hibridismo Cultural e Exercício Crítico e Brasil/África: Como se o Mar Fosse Mentira. A breve, mas nem por isso menos precisa, apresentação de Benjamin Abdala Junior antecipa os pontos cardeais da trajetória percorrida pela professora ...

    Leia mais
    Página 2 de 2 1 2

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist