Tag: Nilza Iraci

    Nilza Iraci, de 70 anos, passou oito dias internada em São Paulo após contrair coronavírus Foto: Divulgação

    ‘Você atravessa uma linha muito tênue entre estar viva e morrer’, relata paciente que ficou internada por coronavírus

    Nilza Iraci, de 70 anos, lembra as dificuldade e as angústias enfrentadas durante o período de internação por Covid-19 Por Ana Letícia Leão, do O Globo Nilza Iraci, de 70 anos, passou oito dias internada em São Paulo após contrair coronavírus Foto: Divulgação A coordenadora executiva da ONG Geledés - Instituto da Mulher Negra, Nilza Iraci, de 70 anos, desfilou na escola de samba Viradouro no carnaval deste ano, em uma ala com dez mulheres. Fumante "a vida inteira", como ela mesma diz, não imaginava que a idade e o cigarro, além dos seus poucos 46 quilos, seriam suas "adversidades" na luta contra o coronavírus, doença que a deixou oito dias internada na semana seguinte à ida ao sambódromo. "O processo é violento, mesmo que no hospital eu não tivesse essa dimensão quando estava internada. Você percebe que atravessou uma linha muito tênue entre estar viva ...

    Leia mais
    blank

    XIV Conferência Regional sobre Mulheres na América Latina e no Caribe

    A XIV Conferência Regional sobre Mulheres na América Latina e no Caribe, organizada pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), com apoio da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), está sendo realizada até 31 de janeiro, em Santiago, Chile, e seu tema principal é a autonomia das mulheres na mudança dos cenários econômicos. O programa da Conferência é composto por paineis, seções especiais além de cerca de 30 eventos paralelos. Por Nilza Iraci A Conferência Regional sobre Mulheres na América Latina e no Caribe é um órgão subsidiário da CEPAL, regularmente convocado desde 1977 para identificar a situação regional e sub-regional em relação à autonomia e direitos das mulheres, para apresentar recomendações sobre políticas públicas de igualdade de gênero e realizar avaliações periódicas das atividades realizadas em conformidade com os acordos regionais einternacionais. Suas últimas edições ...

    Leia mais
    blank

    Brasileiros participam de Curso para Defensores e Defensoras de Direitos Humanos na OEA

    Três representantes de entidades da sociedade civil brasileiras, entre eles Nilza Iraci, coordenadora executiva do Geledés – Instituto da Mulher Negra participam do “Curso para Defensores y Defensoras en el uso estratégico del Sistema Interamericano” que acontece entre os dias 09 e 13 de dezembro de 2019, na cidade de Washington-DC, na sede da Comissão Interamericana de Direitos Humanos- CIDH - OEA. Por Nilza Iraci Nilza Iraci, coordenadora executiva do Geledés – Instituto da Mulher Negra (Foto: Vinicius Lara) Eles foram selecionados em meio a 841 postulações, dentre defensores de direitos humanos de todos os países das Américas, consideradas as diversidades de gênero, étnico, racial, de orientação sexual, e atuação política. O curso conta com 30 participantes de 20 diferentes países da América Latina e Central, e tem como objetivo fortalecer a capacidade dos defensores e defensoras de direitos humanos das Américas através do conhecimento do ...

    Leia mais
    Foto: Natalia de Sena

    Mulheres Negras: nossos passos vêm de longe e irão muito mais além

    A visão crítica das organizações feministas e do movimento de mulheres e sua capacidade de fazer propostas foram fundamentais para que os governos firmassem compromissos e instrumentalizassem políticas, programas e ações voltadas para a erradicação das desigualdades e assimetrias entre homens e mulheres. Entretanto, ao não reconhecerem o racismo como elemento histórico estruturante das desigualdades na sociedade brasileira, esses avanços não foram capazes de diminuir as desigualdades entre uma grande parcela da população. Estamos falando de 49 milhões de mulheres negras, que representam 25,5% da população do país, que permanecem à margem dessas políticas e representam a vulnerabilidade social. Por Nilza Iraci - GELEDES, do Sescsp Foto: Matheus José Maria Ao utilizarmos a insígnia “nossos passos vêm de longe”, falamos de uma longa caminhada de mulheres negras que fizeram de suas vidas exemplo de luta e de resistência e que pavimentaram os caminhos para que o movimento ...

    Leia mais
    Plenária de abertura. Foto: Mônica Nobrega/Fundo Brasil

    Encontro nacional debate estratégias para fortalecer organizações da sociedade civil

    A Constituição brasileira de 1988 só tem a abrangência que a tornou conhecida como “Constituição cidadã” porque a sociedade civil organizada teve, naquele momento histórico, uma capacidade de incidência política como nunca tinha tido antes no Brasil. Organizações sociais fizeram o trabalho de mobilização e pressão que conquistou, para a população brasileira, direitos básicos da cidadania, como a liberdade de pensamento. Esta foi uma das reflexões apresentadas por Oscar Vilhena, diretor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, durante a plenária de abertura da 1ª Conferência Nacional de Advocacy. A conferência reuniu, em São Paulo, 45 palestrantes e mediadores de 40 organizações, nos dias 9 e 10 de setembro, para discutir o papel do advocacy para o fortalecimento da atuação da sociedade civil em tempos de ataques sistemáticos aos direitos das pessoas. A organização da conferência foi apoiada pelo Fundo Brasil, e as mesas contaram com palestrantes de organizações ...

    Leia mais
    logo avivai

    Vai-Vai, como um quilombo cultural, mostra o que o povo negro é capaz de realizar

    Da diáspora africana ao racismo estrutural, a Vai-Vai entra na madruga deste sábado para domingo, às 1h45, no sambódromo em São Paulo, para contar a história da população negra, com o tema “O Quilombo do Futuro”. Aos 25 anos de carnaval, a Escola do Povo, como é carinhosamente chamada pela comunidade do Bixiga, exalta o povo negro com homenagens dos carnavalescos Hernani Siqueira e Roberto Monteiro. A vereadora carioca Marielle Franco será homenagiada pela escola de samba VAI-VAI (Foto: PSOL/Reprodução.) Na quarta alegoria, intitulada “Sim, nós Podemos!”, a narrativa é baseada no conceito do movimento "afrofuturismo", com a presença de importantes representantes da comunidade negra brasileira, entre eles , Nilza Raci, coordenadora do Geledés -Instituto da Mulher Negra, os filósofos Silvio de Almeida e Djamila Ribeiro, a deputada estadual Erica Malunguinho, o reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente, a executiva Rachel Maia, entre outros. ...

    Leia mais
    Maria Lucia Sobral, catadora e mae de 26 na zona sul de SP - Eduardo Knapp / Folhapress

    De trans a donas de casa, mulheres expiam em grupo dor da violência

    Vítimas e mães que perderam os filhos se ajudam com apoio emocional Angela Pinho no Folha de São Paulo Mara se comoveu com Rossana, que aprendeu com Neon, que admirou Zilda, que se identificou com Solange, que acompanhou Juliana na delegacia e se espelhou na força de Mara. De mães da chacina de Osasco (Grande São Paulo) às de estudantes secundaristas, de donas de casa religiosas a ativistas transexuais, mulheres que protagonizaram ou foram vítimas colaterais da violência formam um grupo de ajuda mútua que inclui de suporte emocional a idas a delegacias e advogados. A ideia de ficarem juntas partiu de uma denúncia internacional. Em 2016, as ONGs Criola e Geledés apresentaram à OEA (Organização dos Estados Americanos) um dossiê que detalha violações a direitos de mulheres negras. O documento apontou que os homicídios de que elas são vítimas subiram 54% de 2002 a 2013, enquanto caíram 9% no ...

    Leia mais
    blank

    Mulheres Negras do Cone Sul apresentam estudos na CEPAL

    Nos marcos do Fórum dos Países da América Latina e Caribe sobre Desenvolvimento Sustentável, realizado pela CEPAL de 18 a 20 de abril em Santiago, Chile, integrantes do Projeto Mulheres Negras do Cone Sul, seu retrato em preto e branco formado por Coletiva de Mujeres do Uruguai, Criola e Geledés do Brasil e Luana, do Chile apresentaram, na abertura das das atividades paralelas do Fórum, um painel sobre os estudos que realiza sobre os ODS – Objetivos de Desenvolvimento e os principais resultados dos Censos 2010 e os desafios para os Censos de 2020 para os países do Cone Sul. enviado por Nilza Iraci A mesa foi composta pelas coordenadoras do projeto, por Laís Abramo, Diretora da Divisão de Desenvolvimento Social da CEPAL , Fabiana Del Popolo, Oficial de Assuntos de População da CELADE-Divisão de População da CEPAL, e por Marta Rangel, consultora. Lais Abramo destacou a importância de as ...

    Leia mais
    blank

    Comunicação é direito essencial para o empoderamento das mulheres, destacam brasileiras sobre tema emergente ‘Mulheres e Mídia’ na CSW 62

    Para comunicadoras e especialistas, é imprescindível que países e os meios de comunicação invistam em ações de formação e acesso das mulheres ao direito humano à comunicação. Questões foram abordadas com base nas Conclusões Acordadas da CSW 47, cujas conclusões estiveram sob revisão durante a CSW 62 no ONU Mulheres Encerramento da 62ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown Mulheres e a mídia é uma das 12 áreas de preocupação do Plano de Ação de Pequim e foi o tema de revisão da 62ª Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres (CSW 62), que se encerrou em 23 de março, em Nova Iorque. O tema foi discutido entre as pautas de revisão das Conclusões Acordadas na 47ª sessão da CSW, realizada em 2003. Violência contra mulheres jornalistas e nos meios de comunicação e digitais, políticas de acesso ...

    Leia mais
    blank

    #Geledés30anos: Mulheres em luta – ontem e sempre

    Debate sobre a atuação do feminismo brasileiro anos de 1980, que o inseriu como uma expressão política relevante dentre os movimentos sociais do País, com contribuições para a construção de políticas de gênero e raça. Palestrantes: Amelinha Teles  Bacharel em Direito; Coordenadora da União de Mulheres de São Paulo e do Programa de Promotoras Legais Populares – PLPs. Guacira Cesar Oliveira Socióloga, diretora do CFEMEA – Coletivo Feminista de Estudos e Assessoria. Jurema Werneck  Médica, doutora em Comunicação; diretora executiva da Anistia Internacional no Brasil; fundadora da ONG Criola. Sueli Carneiro  Filósofa, doutora em Educação; Coordenadora Executiva de Geledés Instituto da Mulher Negra. Debatedoras:  Neon Cunha Publicitária; funcionária pública; feminista interseccional, ativista independente e mulher transgênera. Stephanie Ribeiro Arquiteta;  escritora, ativista feminista; uma das fundadoras do projeto Afronta – um espaço para as narrativas, relatos e imagens de mulheres. Mediação:  Nilza Iraci – Coordenadora Executiva – Geledés Instituto da Mulher Negra   ...

    Leia mais
    blank

    Organizações de Mulheres Negras se encontram com relatora da OEA

    Representantes de Criola e Geledés – Instituto da Mulher Negra, estiveram em Montevidéo, Uruguai, reunidas com a Sra. Margarette May Macaulay, relatora especial para os direitos da população afrodescendente e mulheres na CIDH/OEA, no dia 29 de outubro, por ocasião do 165º período ordinário de sessões da CIDH OEA – audiências públicas, para a entrega de relatório atualizado sobre a situação de violências e violações contra as mulheres negras brasileiras. Os casos foram inicialmente apresentados à Relatora durante as audiências realizadas em São Paulo e Rio de Janeiro em agosto de 2016. por Nilza Iraci Diretora do Geledés Instituto da Mulher Negra Também foram acrescentados novos casos que confirmam o alarmante aumento do quadro de violação dos direitos das negras brasileiras no ano de 2017. Apesar de o Brasil ter assumido nas últimas décadas agendas internacionais para a diminuição das desigualdades e enfrentamento da violência de gênero, os instrumentos e ...

    Leia mais
    blank

    E-book Marcha das Mulheres Negras

    É com imensa alegria que a Articulação de Organizações de Mulheres Negras - AMNB lança o E- book com a história e memória fotográfica do processo de construção, mobilização, divulgação e realização da Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver nas cinco regiões do Brasil. A Marcha das Mulheres Negras realizada no dia 18 de novembro de 2015 que colocou em Brasília cerca de 50 mil mulheres de todos os cantos do país, foi resultado dos esforços coletivos das milhões de mulheres negras, que durante três anos e em lugares diferentes do país e do mundo acreditaram na construção de um momento político que revelaria e visibilizaria a luta, a resistência, as denunciais, as angustias e as vozes das 50 milhões de mulheres negras brasileiras. A Marcha foi um Marco para o movimento de mulheres negras brasileiras e o mais importante movimento político no ...

    Leia mais
    blank

    Lançamento – Dossiê sobre a situação dos direitos humanos das mulheres negras no Brasil: Violências e Violações

    As organizações Criola (Rio de Janeiro) e Geledés (São Paulo) e a AMNB – Articulação de Mulheres Negras Brasileiras lançaram, no  domingo, 11∕09, ás 11:00h (Ala Mar Vera Cruz 1-2) durante o 13º Fórum da AWID – Construindo o Poder Coletivo, o Dossiê sobre a situação dos direitos humanos das mulheres negras no Brasil: Violências e Violações. por Maria Sylvia para o Portal Geledés O dossiê, que foi elaborado sob a coordenação de Jurema Werneck e Nilza Iraci, expõe diferentes formas de violações de direitos humanos de mulheres negras brasileiras e foi apresentado na 157 sessão da Comissão da OEA – Organização dos Estados Americanos. O dossiê traz informações, a partir de dados governamentais, que demonstram a persistência do racismo na sociedade brasileira e seus impactos na vida das mulheres negras. Os dados expostos informam que houve crescimento no número de assassinatos de mulheres negras, enquanto houve diminuição de assassinatos ...

    Leia mais
    nilza

    Mulheres negras ainda são prejudicadas no desenvolvimento profissional

    Dados do IBGE indicam que a parcela de mulheres registradas como pretas ou pardas tem rendimentos menores e taxas maiores de desocupação   Apesar das comemorações de conquistas feministas no Dia Internacional de Luta da Mulher, ainda existe uma parcela da sociedade feminina que tem muito a percorrer até atingir a igualdade no desenvolvimento profissional. O estudo de Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2012, indica que, no ano de 2001, 49,9% das mulheres brancas tinham empregos formais, contra 34% de pretas ou pardas. Em 2011, o número de brancas trabalhando subiu para 61,8% da população, enquanto as negras aumentaram para apenas 47,3%. Para a diretora executiva do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert), Cida Bento, este quadro se explica por uma questão de estereótipo social. "As mulheres negras têm atingido os mesmos níveis escolares das brancas, mas ...

    Leia mais
    blank

    “Mulheres negras na primeira pessoa”, por Jurema Werneck, Nilza Iraci e Simone Cruz

    Histórias reais reproduzidas em primeira pessoa. O livro "Mulheres negras na primeira pessoa", organizado por Jurema Werneck, Nilza Iraci e Simone Cruz, lançado virtualmente dia (10/12) pela AMNB (Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras) e está disponível para download no final desta matéria. A obra traz o relato de 20 mulheres negras representativas de nove estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Paraíba, São Paulo, Pará, Rio de Janeiro, Amapá, Ceará, Paraná e Goiás). As narrativas são de mulheres negras quilombolas, nordestinas, sulistas, entre outras, urbanas ou não, cujas trajetórias sensibilizaram as organizações membros da AMNB, que as indicou para simbolizarem a luta das mulheres negras no Brasil. O resultado é um livro emocionante, repleto de histórias de lutas temperadas com energia, garra, amor, sabedoria e afeto. O lançamento virtual do livro, financiado pela Fundação Ford, acontece junto com a comemoração dos 64 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, ...

    Leia mais
    princesageral

    Princesa Mary e as PLPs – aqui como lá – por Nilza Iraci

    Dia 17 de setembro vai ficar marcado para as PLPs – Promotoras Legais Populares do Geledés – Instituto da Mulher Negra, como um momento histórico, quando puderam estar frente a frente, em São Matheus, periferia de São Paulo, com a Sua Alteza Real, a Princesa Mary da Dinamarca, num diálogo aberto e franco sobre os problemas enfrentados pelas mulheres em situação de violência, e por aquelas que lutam no seu cotidiano contra essa prática, oferecendo a essas mulheres uma nova perspectiva de vida Nilza Iraci Geledés – Instituto da Mulher Negra Ela foi recebida com entusiasmo pelas diretoras do Hospital de São Matheus, onde foi criado um Núcleo de atendimento às mulheres em situação de violência, pelas coordenadoras da Casa Cidinha Kopcak, pela diretoria do Geledés e pelas Promotoras Legais Populares do Geledés. A visita contou ainda com a presença do Sr. Maru Sareen, Ministro de Gênero e Assuntos Eclesiásticos ...

    Leia mais
    NilzaIraci

    Racismo e sexismo causam desigualdade – por Nilza Iraci

    Dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geo­grafia e Estatística (IBGE) em 2010 revelam que o Brasil é um país habitado por uma população de 191 milhões de pessoas. A população negra soma 97 milhões de pessoas e, pela primeira vez, é maioria no Brasil. As mulheres negras representam 49 milhões do total das brasileiras. Trata-se de um contingente popu­la­cional exposto a diferentes formas de violência e mecanismos de exclusão dentro e fora das políticas públicas em decorrência da força com que o racismo, o sexismo e a lesbofobia incidem – e estruturam – a sociedade brasileira. Ser mulher negra significa muitas coisas diferentes, porém tem em comum fortes marcas decorrentes da existência do racismo, que cria um conceito e uma hierarquia de raça, que, aliado ao sexismo, tem produzido historicamente um quadro de destituição, injustiça e exclusão. As mulheres negras estão entre o segmento populacional que vivencia a situação de ...

    Leia mais
    Presidente do Geledés 2009 - 2014

    Nós e a Conferência Nacional de Comunicação

    por: Nilza Iraci - Presidenta do Geledés Instituto da Mulher Negra "A lição sabemos de cor, só nos resta aprender..." Sol de Primavera - Beto Guedes e Ronaldo Bastos As Conferências nacionais tem se constituído em espaços de discussão entre poder público e sociedade civil, e tem sido marcadas por intensos debates sobre a implementação de políticas públicas no país. É uma espécie de arena de disputas político-ideológicas, de sentidos, de busca de convergências. Tem sido assim desde 1941, quando foi realizada a 1ª Conferência Nacional de Saúde,  no Rio de Janeiro e já mobilizaram milhões de pessoas. Mais do que as Conferências, ou evento, o mais importante são seus processos de mobilização, que tem possibilitado a articulação da sociedade civil em torno de determinados temas, alguns considerados periféricos, e que tem sido refletidos pelo conjunto dos movimentos sociais. Como o racismo e o sexismo, por exemplo. Não tem sido diferente em relação ...

    Leia mais
    blank

    Geledés e a Comunicação – Memória Institucional

    Geledés e Comunicação: No princípio era o Verbo Retrospectiva Desde sua criação, em 1988 ao definir a Comunicação como um dos pilares estruturantes da sua ação, o Geledés- Instituto da Mulher Negra já apontava para a necessidade de se trabalhar esse tema como forma de fazer avançar a luta anti-sexista e antirracista. Um pouco ousado para sua época, o Programa de Comunicação demorou um pouco para encontrar seu eixo. A falta de recursos específicos e da compreensão sobre sua importância levou o programa a ser trabalhado, inicialmente como um programa de suporte aos demais programas da instituição (Saúde e Direitos Humanos), e a se responsabilizar pelas publicações da instituição.Também passa a influenciar a mídia numa postura mais objetiva, entretanto de maneira empírica e sem uma base metodológica. Isso não significou entretanto, uma acomodação frente ao tema, que se fazia presente em todos os fóruns de comunicação, nacional e internacional, como ...

    Leia mais
    comunicacao

    Treinamento de Mídia

      TREINAMENTO DE MÍDIA: Intercâmbio entre organizações que lutam pela promoção da igualdade racial e de gênero APRESENTAÇÃO Treinamentos de Mídia para Lideranças do Movimento de Mulheres Negras Brasileiras é um dos projetos do Programa de Comunicação do Geledés – Instituto da Mulher Negra, que teve como público alvo privilegiado mulheres negras feministas  e ativistas que trabalham com questões gênero e raça, com perspectiva de intervir na mídia em favor da mudança de mentalidade na própria mídia e conseqüentemente na sociedade sobre os preconceitos e discriminações que afetam suas vidas, de sua família e de sua comunidade. Baixe o documento em PDF Treinamento de Comunicação Mídia e Advocacy AÇÕES AFIRMATIVAS: a polêmica das cotas nos vestibulares do Rio ‘‘Não podemos continuar com políticas universalistas. Estudos mostram que nos últimos 70 anos a escolaridade dos brancos se mantém superior à dos negros, por exemplo. Os sistemas de cotas corrigem as desigualdades.’’ ...

    Leia mais
    Página 1 de 2 1 2

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Instagram

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist