quinta-feira, agosto 6, 2020

    Tag: patriarcalismo

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    O que aproxima os estupros coloniais dos estupros coletivos?

    Compartilho trechos do didático artigo de Carolina Cunha “Cultura do estupro: você sabe de que se trata?”: Por Fátima Oliveira Enviado para o Portal Geledés “Na última semana, dois casos de estupro recolocaram esse tipo de violência na pauta. O assunto voltou com força – nas redes sociais e fora delas. “Os crimes que ganharam as telas dos computadores e das TVs: uma adolescente de 16 anos foi violentada por um grupo (talvez mais de um grupo) de homens no Rio de Janeiro, e teve vídeos da agressão disponibilizados na internet. No Piauí, outra adolescente, de 17 anos, foi violentada por quatro menores e um homem de 18 anos. “O que espanta, nos dois casos, é uma reação de ‘normalidade’, de ‘naturalidade’ com que os agressores trataram seus crimes. No caso da adolescente fluminense, o vídeo começou a circular nas redes sociais como se fosse um troféu – com a circulação do vídeo, ...

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    A heteronormatividade patriarcal do casamento

    A heteronormatividade patriarcal do casamento

    O patriarcado nos impulsiona e nos obriga a cumprir diversas funções e alguns desejos, como o próprio casamento. por Nênis Vieira Ouvi muito, por exemplo, pessoas mais velhas da minha família dizerem: “Você tem que ser uma boa esposa, pra que seu marido queira ficar em casa e você ficar livre pra cuidar da casa e dos seus filhos”. Mas, atualmente, que mulher negra consegue se sentir realmente livre, não é mesmo? Não apenas pela “imposta” preferência dos parceiros negros a desejarem parce O patriarcado nos impulsiona e nos obriga a cumprir diversas funções e alguns desejos, como o próprio casamento. Ouvi muito, por exemplo, pessoas mais velhas da minha família dizerem: “Você tem que ser uma boa esposa, pra que seu marido queira ficar em casa e você ficar livre pra cuidar da casa e dos seus filhos”. Mas, atualmente, que mulher negra consegue se sentir realmente livre, não ...

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    ‘Brasil é patriarcal, patrimonialista, racista e machista’, diz Ideli

    Para a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, posturas conservadoras da sociedade também contribuem para que o País ainda enfrente dificuldades em punir a tortura Há quase dois meses na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a ministra Ideli Salvatti tem articulado no Congresso questões importantes que tramitavam há anos. Entre as vitórias comemoradas pelo governo estão a criação do Conselho Nacional de Direitos Humanos, a aprovação da PEC que desapropria terras nas quais são encontradas situações de trabalho análogas à escravidão e, mais recentemente, a aprovação da chamada Lei Menino Bernardo, antes conhecida como lei da palmada, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Para Ideli, ainda há uma dificuldade grande no Brasil de punir casos de tortura. Em entrevista ao iG, ela atribui essa dificuldade à herança de costumes autoritários da Ditadura Militar e também à existência de valores conservadores arraigados na sociedade. “A tortura está ...

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    mulheres

    Mulheres que fazem seus países avançarem

    São líderes defensoras dos direitos das mulheres e outros grupos discriminados em seus países. Saíram da Nicarágua, Colômbia, Brasil, Peru e Equador para trocar seus progressos e principalmente seus desafios, em um encontro organizado pela ONG Oxfam Intermón em Madri. Estas são suas histórias. Assim fazem a América Latina avançar para a equidade. por Alejandra Agudo De advogada a impulsora de leis Juana Antonia Jiménez Martinez Juana Antonia Jiménez Martinez, de 46 anos, prefere que ser chamada de Juanita. "Minha avó quis assim", ri. É advogada e leva mais de duas décadas defendendo as vítimas de violência de gênero e de agressões sexuais na Nicarágua, seu país. A partir de sua experiência nos tribunais, deu-se conta de que queria e devia participar do processo de elaboração das leis que reconhecessem os direitos das mulheres. Isso a levou a fundar três organizações feministas. Hoje é consultora das Nações ...

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    “Eu sou negra e sou bela”: mulheres contando a própria história

    “Eu sou negra e sou bela”: mulheres contando a própria história

    Há 15 anos, a IPIB abriu as portas para a ordenação feminina. Somos gratos a Deus por esse grande avanço. Com isso, abriu-nos, também, outras possibilidades de configurar o ministério pastoral na instituição. Para nós mulheres -precursoras neste caminho- restam o desafio de exercer o ministério a partir da própria mulher, ou seja, de abdicar do patriarcalismo que está impregnado em nossas mentes, corpo e alma. Esse patriarcalismo impõe um padrão de pastorado pautado na figura do varão/homem. Temos de buscar estabelecer outro paradigma de pastoreio. Isso porque a vocação masculina é uma e outra deve ser a nossa vocação enquanto mulheres. Ainda estamos em fase de solidificação do ministério feminino; para muitas pessoas, é algo relativamente novo. Porém, ao analisarmos os textos bíblicos, é possível perceber, em todas as fases da formação do povo de Deus, que a mulher sempre exerceu um papel primordial na liderança da comunidade. Assim, ...

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