quarta-feira, agosto 5, 2020

    Tag: quilombola

    Quilombolas de Alcântara: sem atenção do Estado (Imagem retirada do site DCM)

    Pretos e pretas sofrem mais nesta pandemia, em que a classe média não abre mão de suas escravas domésticas.

    As comunidades remanescentes de quilombos no Brasil sofrem mais uma vez com o descaso do Estado brasileiro. Governos federal, estadual e municipal se omitem no atendimento aos pobres, na sua maioria esmagadora negros. Estão aliados a empresários inescrupulosos que visam o lucro e desprezam a vida e à classe media que não quer limpar o chão e não pode prescindir de suas escravas domésticas. Os negros estão entregues à própria sorte. O ataque às comunidades de Alcântara (Maranhão) em plena pandemia, promovida pelo governo brasileiro, com ameaça de deslocamento, já denunciado em outro momento, se aprofunda agora no auge da crise, com um número elevado da população quilombola em todo brasil, infectada pelo coronavírus. Em recente artigo publicado pela doutora Yanne Teles, denunciando as filas de pobres na Caixa, em busca do auxílio, que deveria ser da vida, mas que tem cheiro de morte, as fotos feitas nas agências dão ...

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    Nota de Repúdio à Ameaça de Remoção das Comunidades Quilombolas de Alcântara /Ma

    O Sindicato dos Trabalhadores Agricultores e Agricultoras Familiares de Alcântara (STTR), o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Município de Alcântara (SINTRAF), a Associação do Território Quilombola de Alcântara (ATEQUILA), o Movimento de Mulheres Trabalhadoras de Alcântara e o Movimento dos Atingidos pela Base Espacial (MABE) e as instituições abaixo subscritas, cientes da Resolução nº 11 de 20 de março de 2020 do Gabinete de Segurança Institucional a Presidência da República, publicada no Diário Oficial da União em 27.03.2020, vêm a público repudiar veementemente o teor da referida Resolução, que busca estabelecer, ao arrepio de leis nacionais e internacionais, as diretrizes para a expulsão das comunidades quilombolas de Alcântara de seus territórios. Consideramos a medida arbitrária e totalmente ilegal, uma vez que afronta diversos dispositivos legais de proteção dos direitos das comunidades remanescentes de quilombo, bem como, tratados e convenções internacionais referidos aos direitos destas comunidades. Denunciamos ...

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    Nota de Repúdio Conaq a Res 11-2020-do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro

      A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas – CONAQ repudia, veementemente, as deliberações do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro, estabelecidas pela Resolução Nº 11, de 26 de Março de 2020, que prevê a remoção de famílias do Território Ancestral Quilombola de Alcântara, Maranhão. A referida Resolução do Comitê afronta direitos das comunidades quilombolas, assegurados na Constituição Federal de 1988 e em Convenções Internacionais. É inadmissível a elaboração e aprovação de resoluções que não são construídas a partir de um diálogo democrático com as partes interessadas e com os grupos diretamente impactados. Há um total desrespeito às garantias da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, sobre Povos Indígenas e Tribais, ratificada pelo Congresso Nacional pelo Decreto Legislativo 143/2002 e promulgada pelo Decreto Federal 5051/04. A referida Convenção 169 da OIT determina, no Art. 2º, que os governos deverão assumir a responsabilidade de desenvolver, com ...

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    Minha produção de conhecimento histórico é contaminada pela condição de mulher negra e quilombola

    Escolhi parafrasear no título do presente guest post a escritora brasileira, Conceição Evaristo, que constrói contos e poemas reveladores da condição da população negra no país. A intelectual operaciona a categoria de “escrevivência”, através de uma escrita que narra o cotidiano, as lembranças e as experiências do outro, mas sobretudo, a sua própria, propagando os sentimentos, as lutas, as alegrias e resistências de um povo cujas vozes são silenciadas. Por  Ana Paula Batista da Silva Cruz², enviado para o Portal Geledés  Recusar a suposta neutralidade epistemológica é algo presente em discursos de intelectuais negras que compreendem a importância da intersecção entre militância e conhecimento científico. Davis³, destacou que a partir dessa relação é possível pensar em um novo modelo de sociedade menos hierarquizada e excludente. Minhas pesquisas caminham nesse sentindo interseccional entre produção de conhecimento histórico e militância política, enquanto historiadora negra e quilombola, os estudos sobre o Vale do Iguape, ...

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    O professor Dennis de Oliveira – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

    Impressões da entrevista com o presidente Lula

    No Blog Quilombo, Dennis de Oliveira reflete sobre as questões do combate ao racismo, genocídio da população negra e o papel das organizações chamadas de neopentecostais na periferia Por Dennis de Oliveira, da Revista Fórum O professor Dennis de Oliveira – Foto: Marcos Santos/USP Imagens Na minha carreira de jornalista – que não foi grande, pois me dediquei mais à vida acadêmica – a entrevista que fiz junto com os colegas Renato Rovai e Adriana Delorenzo, na última quarta-feira (11, foi uma das mais importantes. Primeiro, porque Lula é, de fato, a maior liderança popular da história recente do Brasil e, hoje, simboliza a esperança de mudança; e segundo, porque me incomodava muito o fato de temas que considero importantes pouco serem debatidos nas várias entrevistas feitas com ele. Um dos temas que considero central na agenda política brasileira é o combate ao racismo. Por uma ...

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    Governo de SP reconhece que roça tradicional quilombola mantém a floresta em pé

    Reestruturação de órgãos ambientais paulistas, porém, torna incerta a emissão de licenças para que comunidades planejem seus plantios com segurança Do Socioambiental Direto do ISA Depois de anos de tentativas de sensibilização e da criação da campanha #TáNaHoradaRoça, uma resolução publicada pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo trouxe avanços para a situação crítica dos quilombolas do Vale do Ribeira (SP), impedidos de plantar pelo governo estadual, que atrasa a autorização para abertura de suas roças tradicionais. Publicada em dezembro de 2018, pouco depois da entrega das mais de 7,5 mil assinaturas da campanha ao governo do Estado, a resolução nº 189 (leia a íntegra aqui) do órgão passou a tratar a roça dos quilombolas como Manejo Agroflorestal Sustentável. E aumentou o tempo de licença individual de abertura de roças de dois para cinco anos. A partir de agora, para o governo paulista, a ...

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    Estudante defende trabalho de pesquisa dentro de quilombo no Pará. — Foto: Divulgação / Parfor

    Estudante defende TCC sobre reconhecimento da beleza da mulher negra em quilombo no Pará

    Durante mais de dois anos, a estudante promoveu oficinas de beleza aliadas a ensinamentos sobre a importância do reconhecimento da beleza da mulher negra. Do G1  Estudante defende trabalho de pesquisa dentro de quilombo no Pará. — Foto: Divulgação / Parfor A estudante Edna Monteiro Pinto defendeu o trabalho de pesquisa sobre a beleza da mulher negra, em um quilombo no município de Bragança, nordeste do Pará, na última sexta-feira (15). A apresentação, que foi aprovada pela banca examinadora, era a conclusão do curso de de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Federal do Pará (UFPA) pelo Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor). Com o apoio da Associação Remanescente do Quilombo do América (Arquia), a estudante , que é quilombola, desenvolveu um trabalho para debater o reconhecimento e empoderamento do corpo da mulher negra começando pela cabeça e pelos cabelos. O título ...

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    Mirts Sants, fundadora do projeto, afirma que a descoberta de novos talentos da literatura negra e o antirracismo são os principais objetivos do clube literário. (Foto: Instagram)

    Especialista em Direitos Humanos cria o primeiro clube literário antirracista do Brasil

    Fundado por uma quilombola, o intuito do projeto é promover a igualdade racial por meio da produção literária. Participantes receberão títulos escolhidos por uma curadoria especializada Por Iron Ferreira, do Heloisa Tolipan A especialista em Direitos Humanos e Relações Étnico-Raciais e Quilombolas, Mirts Sants, é fundadora da iniciativa Pretaria BlackBooks, um clube literário que visa a estimular a produção de livros e obras que promovam a igualdade racial no Brasil. Mirts explica que a iniciativa principal é difundir o lançamento de livros escritos por pessoas negras, bem como incentivar uma nova geração de autores: “O estopim para criar o projeto veio pelo fato de eu ser ativista quilombola e estudiosa das questões raciais, recebendo muitos pedidos de indicações de leitura sobre o tema. Essa demanda foi aumentando ao longo da minha trajetória e percebi que havia um interesse enorme por essas obras”. A partir de uma assinatura, os participantes irão receber mensalmente uma caixa ...

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    Quilombolas participam de oficina de ‘Educomunicação em fotojornalismo’ em Oriximiná

    Oficina foi realizada no sábado (18) com o objetivo de incentivar o empoderamento de jovens quilombolas por meio da fotografia. por G1 Foto: Ascom/Ecam Jovens quilombolas de Oriximiná, no oeste do Pará, participaram, no sábado (18), de uma oficina de “Educomunicação em Fotojornalismo”, promovida pela Equipe de Conservação da Amazônia (Ecam), no Eixo Quilombola do Programa Territórios Sustentáveis. 40 alunos participaram da oficina, que objetiva incentivar o empoderamento dos jovens a partir do uso de ferramentas da educomunicação, aliada às técnicas do fotojornalismo como enquadramento, posicionamento, ângulo, luz, plano, e claro, a criatividade e a percepção do fotojornalista. Ildimara dos Santos, moradora da comunidade quilombola do Jarauacá, reconhece que a sensibilidade de cada fotógrafo é o que diferencia a produção. “Cada um de nós saiu com um aprendizado, a gente não aprendeu tudo, mas alguma coisa ficou capturada e nós vamos colocar em prática”, disse. O ...

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    Água de beber e de viver no Quilombo Santa Rosa dos Pretos

    Não precisa muito mais do que alguns minutos para que o interlocutor se encante com o jeito despojado, o sorriso largo e a erudição genuína de Anacleta Pires da Silva, 52 anos, uma das líderes do Quilombo Santa Rosa dos Pretos, situado na zona rural de Itapecuru Mirim, distante 96 km de São Luís. Nos encontramos no Lab Café, cafeteria hipster encravada no coração da Vila Madalena, bairro boêmio da Zona Oeste da cidade de São Paulo. O céu cinzento trazia um prenúncio de chuva, daquelas que derramam muita água pelo chão. A mesma água que seria o mote de nossa prazerosa e intensa conversa. Por Rosenildo Ferreira, do Papo Reto Verônica Falcón (divulgação) Nos cerca de 40 minutos de bate papo, Anacleta falou com empolgação sobre o projeto de vaquinha virtual (o vídeo pode ser acessado aqui) cujo objetivo é arrecadar R$ 130 mil para a construção de 15 poços artesianos em ...

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    Foto: Secom/PB

    Jovem quilombola da Paraíba vence concurso nacional de fotografia

    O pôr do sol do Sertão paraibano ganhou destaque nacional e rendeu um prêmio à adolescente Alana Ferreira, do Quilombo do Talhado, no município de Santa Luzia. A cerimônia de premiação ocorreu na quinta-feira (15), no Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), em Brasília. Do Paraíba Online  Foto: Secom/PB O concurso de fotografia “Beleza do Semiárido” foi promovido pelo Programa Semear Internacional, destinado a beneficiários (e parentes de primeiro grau) de projetos apoiados pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). Além de ser premiada com um smartphone, a foto será capa da publicação do programa. A motivação para que Alana participasse do concurso surgiu de uma das técnicas do Projeto Desenvolvimento Sustentável do Cariri e Curimataú (Procase), do Governo do Estado. Foto: Secom/PB “Eu estava sentada às margens do açude de Santa Luzia, olhando o pôr do sol e resolvi ...

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    Por 10 a 1, STF rejeita ação que tentava derrubar decreto sobre terras quilombolas

    Por 10 votos a 1, o STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou uma ação movida pelo PFL (hoje Democratas) que questionava o decreto presidencial de 2003 que regulamentava as regras para identificação e demarcação de terras quilombolas. Segundo o governo federal, o Brasil tem 502 mil quilombolas. por Valter Campanato no UOL O único voto favorável à ação foi do ex-ministro Cézar Peluzo, já aposentado. Votaram contra a ação: Cármen Lúcia, Celso de Mello, Luiz Fux, Marco Aurélio Mello, Edson Fachin, Rosa Weber, Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Alexandre de Moraes não participou desta pauta por ter entrado na Corte em substituição a Teori Zavascki, que por sua vez substituiu Peluzo. Apesar da maioria, há divergências entre os ministros sobre como como o decreto presidencial contestado pela ação do DEM será implementado. Na prática, a rejeição da ação pelo STF mantém, ao menos parcialmente, as regras atuais para o reconhecimento ...

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    Flávia Oliveira. (Foto: Marta Azevedo)

    Sou quilombola

    Parte das terras da Fazenda Soares, que pertencera a meu bisavô, o negro João de Deus Neves, foi reconhecida pela Fundação Cultural Palmares Por Flávia Oliveira, do O Globo  Foto: Marta Azevedo Um ano atrás, eu desembarquei na Bahia em busca de minhas origens familiares. Já me sabia descendente do povo balanta, da Guiné-Bissau. Faltava pisar a terra que pariu as três gerações de mulheres que me antecederam. Assim, chegamos eu e minha única filha, Isabela, a Salvador e, três dias depois, a Cachoeira, cidade do Recôncavo Baiano que guardava histórias de minha mãe, de meus tios e tias, avós e bisavós maternos. Numa sucessão de supostas coincidências — pessoas de fé sabem que não foram obra do acaso, mas puro destino — encontramos certidões, documentos e endereços, ouvimos relatos de antigos vizinhos, velhos conhecidos e uma parente, até então, desconhecida. A dois dias do fim da ...

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    Delas, com Elas | Toda mulher quilombola é sinônimo de resistência

    Eu sou negra nagô no sangue, na raça e na cor Quem foi que disse que o negro não tem valor, que o negro não sente frio que o negro não sente dor? Música “Negra nagô”, de Ana Cleide da Cruz Vasconcelos, a Cleide do quilombo Arapemã Por Dayse Porto Do Terra de Direitos Aqualtune, Dandara dos Palmares, Luiza Mahin, Mariana Crioula e Tereza de Benguela são legítimas representantes da luta das mulheres negras pela liberdade de seu povo. Não somente a liberdade, essas mulheres almejaram uma sociedade livre de opressão e racismo, desafiaram as estruturas machistas vigentes em diferentes períodos históricos e estimularam uma série de levantes populares no Brasil. A força e a inspiração representada por essas mulheres do passado, símbolos históricos da resistência da mulher negra, encontram-se nas Aqualtunes, Dandaras, Luizas, Marianas e Terezas do presente, que nunca deixaram de lutar para transformar a realidade a qual as ...

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    Toda mulher quilombola é sinônimo de resistência

    Eu sou negra nagô no sangue, na raça e na cor Quem foi que disse que o negro não tem valor, que o negro não sente frio que o negro não sente dor? Música “Negra nagô”, de Ana Cleide da Cruz Vasconcelos, a Cleide do quilombo Arapemã Por Dayse Porto, do Terra de Direitos Oficina de mulheres no quilombo Patos de Ituqui no último dia 15 de março Aqualtune, Dandara dos Palmares, Luiza Mahin, Mariana Crioula e Tereza de Benguela são legítimas representantes da luta das mulheres negras pela liberdade de seu povo. Não somente a liberdade, essas mulheres almejaram uma sociedade livre de opressão e racismo, desafiaram as estruturas machistas vigentes em diferentes períodos históricos e estimularam uma série de levantes populares no Brasil. A força e a inspiração representada por essas mulheres do passado, símbolos históricos da resistência da mulher negra, encontram-se nas Aqualtunes, Dandaras, Luizas, Marianas e Terezas ...

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    Marinha ergue muro, e quilombolas de Rio dos Macacos temem ficar sem acesso a água

    Cerca de 85 famílias remanescentes do Quilombo Rio dos Macacos, em Simões Filho, na divisa com Salvador, vivem em casas de barro cobertas com telhas de amianto, sem água encanada, energia elétrica e rede de esgoto. E, hoje, temem perder o único acesso que têm a água por conta de uma obra erguida pela Marinha. Por Franco Adaílton, para UOL Mais de um ano depois de a União ter reconhecido como quilombola uma área de 301 hectares, por meio de portaria publicada em 18 de novembro de 2015, a comunidade ainda aguarda a titulação de posse da terra. O quilombo está numa região que foi alvo de longa disputa judicial com a Marinha do Brasil, que se instalou no território na década de 1970. Com a demarcação das terras, os militares ficaram com a responsabilidade de gerir 196,2 hectares, incluindo a área do rio dos Macacos, de onde atualmente a ...

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    “Nunca fui escravo, mas a mãe era”, conta quilombola de 128 anos que vive em Bauru (SP)

    Ele afirma ter nascido dentro do quilombo Pedra Branca, localizado no interior do Ceará no ano de 1888, data em que a Lei Áurea foi promulgada e acabou com a escravidão no Brasil. José Aguinelo dos Santos tem, atualmente, a idade presumida de 128 anos. Por Wagner Carvalho Do Uol "Nunca fui escravo, mas a mãe era", afirma Santos. Ele é mais conhecido como "seu Zé" pelos funcionários e voluntários da Vila Vicentina em Bauru, distante 349 km de São Paulo, onde reside há 43 anos. Os documentos que comprovam a idade do quilombola foram providenciados em 2001. Foi necessário ingressar no Judiciário para conseguir os documentos com a idade presumida, procedimento padrão nesses casos. O cigarro e o boné azul, que ele só tira para dormir, são seus parceiros inseparáveis. Ele tem jeito quieto, é de poucas palavras, mas narra com propriedade a infância no quilombo. Os funcionários da Vila Vicentina ...

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    Mãe perde guarda das filhas por ‘descender de escravos’

    De acordo com o Movimento Negro Unificado, ação do Ministério Público fundamentou-se em preceitos racistas para tirar a guarda de duas crianças de mãe quilombola Por Pedro Borges Do Alma Preta Maria das Graças, 47 anos, moradora da comunidade quilombola Toca Santa Cruz, teve a guarda das duas filhas suspensa, ambas menores de 6 anos de idade, por conta de ação do Ministério Público de Santa Catarina. De acordo com o poder judiciário, a mãe não tem condições de cuidar das crianças. Segundo o Movimento Negro Unificado de Santa Catarina, MNU-SC, entre as inúmeras alegações para o envio das duas meninas ao abrigo Casa Lar Chico Xavier, no município de Biguaçu, está a de que Maria das Graças “é descendente de escravos, sendo que a sua cultura não primava pela qualidade de vida, era inerte em relação aos cuidados básicos de saúde, higiene e alimentação”. Maria das Lurdes, professora aposentada e coordenadora do ...

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    DOMUS – Moradas Visuais

    Mostra fotográfica sob o olhar poético dos integrantes do Núcleo de Extensão Humanízate – IESB traz ao público as temáticas enfrentadas pela Defensoria Pública da União Defensoria Pública da União de Categoria Especial via Guest Post para o Portal Geledés Local: Museu Nacional do Conjunto Cultural da República Data: de 11/12/2015 a 11/01/2016 Entre os dias 11 de dezembro de 2015 e 11 de janeiro de 2016, o Centro Universitário IESB, sob coordenação de Daniel Mira e Bernardina Leal, em parceria com a Defensoria Pública da União – DPU, apresenta a mostra fotográfica DOMUS – Moradas Visuais, na área externa do Museu Nacional da República. A exposição tem como enfoque temas relativos à defesa dos direitos humanos sob uma perspectiva poética: migrações e refúgio; sistema prisional; catadores de lixo; comunidades indígenas e quilombolas. A exibição é aberta ao público e gratuita. “A relevância do trabalho se deve ao envolvimento dos artistas com ...

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    Davi Pereira Junior, no Hall de entrada do LILLAS/BENSON UT em Austin Tx – USA

    Quilombola pesquisador do PNCSA é aceito em doutorado nos Estados Unidos

    Davi Pereira Junior é quilombola da Comunidade de Itamatatiua – Alcântara no Maranhão. Davi é pesquisador do PNCSA desde 2005, quando ainda era estudante de graduação do curso de história do Centro de Estudos Superiores de Caxias da Universidade Estadual do Maranhão CESC/UEMA. Especializou -se em “Povos e Comunidades Tradicionais” UEMA (2009) e fez mestrado em Antropologia na Universidade Federal da Bahia – UFBA (2012). Foi aceito pela The University of Texas at Austin para o quinquênio (2015 – 2019) e está concluindo o primeiro semestre no Teresa Lozano Long Institute of Latin American Studies and Collections – LILLAS/BENSON. O Pesquisador fará dual PhD com habilitações (African Diaspora and Anthropology). O curso terá a duração de 5 anos, e será orientado pelos doutores Charles Hale e Bjorn Sletto LILLAS/BENSON-UT e pelo antropólogo brasileiro Alfredo Wagner Berno de Almeida UEMA/UEA/PNCSA. Do Nova Cartografia Social Davi faz parte da primeira geração “letrada” ...

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