quinta-feira, setembro 24, 2020

    Tag: superação

    Rita de Cássia dos Anjos, professora da UFPR, recebeu o prêmio "Para Mulheres na Ciência" Imagem: Arquivo Pessoal/Rita de Cássia dos Anjos

    ‘Sempre fui a única preta ali’: caçadora de mistério do Universo é premiada

    Caçula de oito irmãos, Rita de Cássia dos Anjos é apaixonada por ciências desde criança. Mas, pobre, só virou cientista porque uma irmã mais velha pagou um cursinho preparatório para ajudá-la a ingressar na universidade, já que conteúdos de física e química eram raros na escola pública. Hoje, ela tenta desvendar os mistérios do Universo estudando a luz que chega até o nosso planeta. Na quinta-feira passada (20), o esforço deu certo, e a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve o trabalho reconhecido com o prêmio "Para Mulheres na Ciência 2020" —programa promovido pela empresa de cosméticos L'Oréal, Unesco Brasil e Academia Brasileira de Ciências (ABC)— na categoria Ciências Físicas, após duas tentativas. O Observatório de Pierre Auger, na Argentina, identificou uma correlação entre a direção de partículas altamente energéticas que chegam na Terra e a direção de algumas starbursts —nome dado a galáxias com taxa elevada de ...

    Leia mais
    Etiene Martins (Foto: Pedro Vilela/Divulgação)

    Forte pra quê?

    Quem nasceu e cresceu cercada por mulheres negras muito provavelmente já perdeu as contas de quantas vezes ouviu "Eu sou forte para dor”. Falamos e interiorizarmos esse legado que alguns chamam de resiliência, já eu demorei, mas compreendi que não passa do efeito do racismo na psique negra. Essa fala verbaliza o quanto estamos imersas no racismo estrutural a ponto de naturalizá-lo e muitas das vezes sem perceber o estrago que ele faz na nossa saúde mental. Essa crença coletiva começou com o contexto escravocrata, como uma forma de resistência ao trabalho desumano, aos estupros e outras torturas que essas mulheres foram submetidas. Mesmo passado 130 anos o modelo hierárquico prevalece e o estereótipo da mulher negra forte pra dor se propaga quase que uma característica hereditária. Uma pequena frase que retira mesmo que inconscientemente a humanidade de uma pessoa e demonstra o quanto o racismo altera nossa habilidade de ...

    Leia mais
    blank

    A influencer de beleza sem pernas e braços

    Hannah Olateju teve os quatro membros amputados aos dois anos de idade após contrair meningite. Da BBC  Ela conta que cresceu sem ver imagens de pessoas como ela na mídia, lacuna que agora se dedica a preencher. Aos 20 anos, Hannah registra suas experiências de vida nas redes sociais — e se tornou uma influenciadora digital, com mais de 105 mil seguidores no Instagram. Ela usa a plataforma com uma forma de aumentar a autoestima das pessoas. "Acho muito importante que pessoas como eu, e neste caso, me refiro a pessoas que não são vistas como normais, sejam vistas em circunstâncias normais. Por que precisamos mostrar às pessoas que somos iguais a elas", avalia. "A única diferença entre a gente é que eu tenho menos membros. E, provavelmente, cabelo mais comprido. Quem se importa, entende?"

    Leia mais
    Reunião, em São Paulo, de integrantes da primeira associação nacional “independente” de defesa de pessoas com nanismo - Foto: Bruno Santos/ Folhapress

    Pessoas com nanismo se unem para combater piadas e divulgar demandas

    Pela 1ª vez, profissionais se organizam sem a tutela de pais para cobrar direitos Por Jairo Marques, da Folha de S.Paulo Eles são fotografados nas ruas, ao lado de suas famílias, aleatoriamente e sem que tenham dado permissão; são hostilizados aos gritos por grupos de jovens em locais públicos; recebem propostas financeiras para serem carregados no colo. E ainda não basta. Passam horas no ambiente de trabalho ouvindo piadas de seus superiores a respeito de suas estaturas e condição física e recebem telefonemas em suas empresas, pedindo orçamentos para serem alugados para festas e eventos. Para chamar atenção e para combater esses e outros absurdos que enfrentam em seus cotidianos, pessoas com nanismo de todo o país estão se organizando em uma associação, a Nanismo Brasil, com o intuito de ampliar o conhecimento de suas demandas, avançar na conquista de direitos e ter melhor visibilidade de suas condições. [caption id="attachment_147485" ...

    Leia mais
    blank

    Jefferson Dionísio, que trabalhou como catador de papelão ‘pula’ mestrado e é chamado para doutorado no exterior

    Jefferson Dionísio tem 24 anos e é o primeiro de sua família a completar o ensino superior. Por Andressa Barboza, G1 Santos Jefferson Dionísio de Souza foi ao Chile para cursas doutorado em Filosofia — Foto: Arquivo Pessoal Um jovem de 24 anos da periferia de São Vicente, no litoral de São Paulo, conquistou uma vaga no curso de doutorado em Filosofia em uma universidade no Chile após ter que catar papelão na rua para pagar a passagem de ônibus para estudar. Jefferson Dionísio já começou o curso e, em entrevista ao G1, contou as dificuldades da trajetória. Jefferson é o primeiro da família a cursar uma faculdade. O jovem, que cresceu em um bairro da Área Continental da cidade, diz que sempre estudou em escola pública. Ainda adolescente, começou a trabalhar na Prefeitura de São Vicente por meio do Centro de Aprendizagem e Mobilização Profissional ...

    Leia mais
    Marcelo Régua

    Da África ao Brasil, a corrida de obstáculos para se formar médico

    Com discurso contra o racismo e trajes típicos do Togo, estudante de 26 anos ganha as redes sociais ao concluir curso na UFRJ por Ana Paula Blower no O Globo Marcelo Régua Natural do Togo, na África, Fleury Kwegir Johnson chegou ao Brasil em 2011, sem falar português, para estudar Medicina. De acordo com o convênio diplomático que permitiu o intercâmbio, ele tinha que aprender o idioma em sete meses. Caso contrário, seria mandado de volta ao seu país, onde se fala francês. A pressão era grande, mas ele conseguiu. Em sete anos no Rio, atingiu também as notas altas necessárias para ganhar uma bolsa que o ajudou a se manter financeiramente. No último mês, o togolês concluiu mais uma etapa: formou-se em Medicina pela UFRJ. O vídeo de sua colação de grau e a foto do baile de formatura em que aparece em traje típico do ...

    Leia mais
    blank

    Aprovada em 1º lugar em curso na USP diz que trocou escola privada por pública por causa de bullying

    Lúcia Puglia fez um ano de cursinho depois de deixar a rede pública. Na rede estadual, aproveitou oportunidade para cursar línguas, mas viu déficit no ensino de exatas. Por Luiza Tenente Do G1 Lúcia foi aprovada em 1º lugar em relações internacionais na USP, entre os cotistas de escola pública. (Foto: Arquivo pessoal) Lúcia Puglia, de 18 anos, foi aprovada em 1º lugar dentre os cotistas de escola pública para o curso de relações internacionais na Universidade de São Paulo (USP), por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Ela conta que saiu de um colégio particular no fim do ensino fundamental, porque não suportava mais ouvir comentários maldosos sobre seus cabelos cacheados. Queria um ambiente mais plural e diverso. E foi no colégio estadual que o encontrou: aprendeu quatro idiomas, participou de grêmio estudantil e organizou movimentos feministas. “Não havia qualquer espaço de respeito às ...

    Leia mais
    blank

    Família “superdotada” tem garoto formado aos 14 e irmão na faculdade aos 11

    Com apenas 14 anos, o norte-americano Carson Huey-You se formou no último mês de maio em Física pela Universidade Cristã do Texas. O garoto é o mais jovem a completar uma graduação no estado norte-americano e não pensa em parar por aí. "Já vou começar o curso de pós-graduação e depois quero obter o doutorado em Física", diz, em entrevista ao UOL. por Carlos Oliveira no UOL Carson sempre teve facilidade nos estudos, pulou diversos anos na escola e foi admitido na universidade aos 10 anos. E não é o único fenômeno da família. Seu irmão, Cannan, 11, sonha em ser astronauta e vai começar em setembro uma graduação dupla em astrofísica e engenharia, pela mesma instituição. A mãe dos estudantes, Claretta Kimp, educa os filhos em casa e conta que Carson demonstrou paixão pelos estudos antes mesmo de completar 12 meses. "Percebi logo que ele tinha um dom, porque conseguia ...

    Leia mais
    blank

    Robeyoncé Lima: “Minha vitória é inspiração para as pessoas”

    A bacharel em direito de 28 anos é a primeira mulher transexual nordestina a poder usar o nome social na carteira da Ordem dos Advogados do Brasil. Por Débora Stevaux no Claudia Robeyoncé Lima, 28 anos, é a primeira mulher transexual nordestina a poder usar o nome social na carteira da Ordem dos Advogados do Brasil. A pernambucana, bacharel em direito, também é a primeira a ter sido aprovada no Exame da Ordem de Pernambuco. A filial da OAB no estado oficializou a decisão no início do ano. Até então, apenas um caso havia sido registrado no estado de São Paulo. A medida representa um passo em direção à igualdade e aos direitos da população trans, que sofre uma situação de extrema vulnerabilidade social no Brasil, o país que mais mata transexuais no mundo. 

    Leia mais
    blank

    PhD em Harvard, brasileira supera fome e preconceito e soma 56 prêmios na carreira…

    "Toda mulher dá a sua vida pelo que ela acredita". A frase é atribuída à Joana D'Arc, a famosa heroína francesa que viveu no século XIV, mas pode muito bem ser usada para resumir a história de uma brasileira que tem o mesmo nome mais de 600 anos depois. Joana D'Arc Félix de Souza, 53 anos, superou a falta de estrutura, a fome e o preconceito para se tornar cientista, PhD em química pela renomada Universidade de Harvard, dos Estados Unidos. Hoje, ela soma 56 prêmios na carreira, com destaque para a eleição de 'Pesquisadora do Ano' no Kurt Politizer de Tecnologia de 2014, concedido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abquim). Desde 2008, ela também é professora da Escola Técnica Estadual (ETEC) Prof. Carmelino Corrêa Júnior, mais conhecida como Escola Agrícola de Franca, cidade do interior de São Paulo, e molda novas gerações a seguirem sua trajetória inspiradora. Trajetória que começou na própria ...

    Leia mais
    blank

    Ninguém a convidou para formatura, então ela decidiu levar sua carta de aceitação em Harvard como parceiro

    O que a jovem americana Priscilla Samey viveu recentemente poderia se tornar um trauma de sua juventude: para seu baile de formatura, uma instituição social importantíssima na cultura americana, Priscilla não foi convidada por nenhum rapaz. no Hypeness Os esforços acadêmicos de Priscilla, porém, foram recentemente recompensados por uma grande notícia: ela foi aceita em Harvard, uma das mais prestigiadas universidades do mundo. Ela então decidiu priorizar o que realmente importa, e não se abalar: conforme mostrou em seu Twitter, já que não conseguiu encontrar um homem que a aceitasse, ela levou para o baile a universidade que a aceitou. A internet, é claro, entrou em polvorosa, e parabenizou Priscilla por seus dois feitos: entrar em Harvard e saber muito bem o que é uma vitória de fato, e o que é uma derrota insignificante. Priscilla é a primeira geração americana de sua família filha de pais médicos imigrantes do Togo ...

    Leia mais
    blank

    Ex-faxineira que virou juíza lança livro sobre sua história: ‘É possível concretizar os sonhos’

    Adriana Queiroz, de 38 anos, diz que enfrentou vários desafios até chegar à magistratura, entre eles a falta de dinheiro. Com cinco pós-graduações e cursando letras, ela afirma que 'estudo é fundamental'. Por Sílvio Túlio Do G1 A juíza de direito Adriana Maria Queiroz, de 38 anos, lança, no sábado (29), o livro "Dez passos para alcançar seus sonhos - A história real da ex-faxineira que se tornou juíza de direito", em Goiânia. Na obra, ela conta sua trajetória desde o seu primeiro trabalho, como faxineira, até chegar à magistratura, na qual atua desde 2011, em Quirinópolis, na região sul de Goiás. Em entrevista ao G1, a magistrada relata uma infância pobre, passando por desafios que colocaram à prova seus sonhos e por pessoas que a ajudaram até a aprovação no concurso público para juíza. Adriana quer, com o livro, incentivar as outras pessoas a seguirem em busca dos seus sonhos. ...

    Leia mais
    blank

    ‘Ela já fez e ainda faz tanto por mim que agora chegou a minha vez’, diz filho que acompanhou mãe no 1º dia de aula

    O primeiro dia de aula de dona Marilia Serafim Nascimento foi comemorado por seus quatro filhos, amigos, parentes e... por mais de 60 mil brasileiros. O momento da diarista de 52 anos foi registrado e compartilhado no Facebook pelo filho Vanderson, que não fazia ideia do efeito que a postagem geraria. por Luiza Belloni no HuffPost  "Depois de tirar as fotos, ela pediu para postar no grupo da família no WhatsApp e eu falei que postaria no Facebook também. Aí eu fui pra Igreja e, quando saí, meus amigos começaram a falar que eu estava famoso. Fui ver e tinha milhares de curtidas, comentários e compartilhamentos", disse Vanderson Nascimento ao HuffPost Brasil. "Nem imaginava que meu post teria tanta repercussão." A postagem comemora o primeiro dia de aula de sua mãe, a dona Marília, acompanhada de Vanderson. "Ela já fez e ainda faz tanto por mim que agora chegou a minha vez ...

    Leia mais
    blank

    A menina pobre que viveu em caverna no Brasil e virou escritora de sucesso na Suécia

    "Christiana, me prometa uma coisa. Aconteça o que acontecer na sua vida, nunca pare de caminhar", disse certa vez sua mãe, naqueles tempos miseráveis em que ela se chamava Christiana Mara Coelho. Por Claudia Wallin Do BBC Sua primeira casa foi uma caverna no Parque Estadual do Biribiri, reserva natural próxima à cidade mineira de Diamantina. A segunda, uma favela de São Paulo. Mas quando ela tinha oito anos de idade, tudo iria mudar: um dos "pássaros de metal" que ela via voar no céu de São Paulo a levou para a Suécia, ao lado dos pais adotivos. E ela passou a se chamar Christina Rickardsson. A história das duas vidas de Christina se tornou um best-seller na cena literária da Suécia, com título dedicado às palavras da mãe. Sluta Aldrig Gå (Nunca Pare de Caminhar), livro de estreia da autora brasileira que já não fala o português, será lançado no ...

    Leia mais
    blank

    Do Pinheirinho, a maior ocupação da América Latina, à universidade

    Em vez dos móveis convencionais, a sala da casa onde Pedro Cerqueira, 20 anos, mora desde o último Natal com os avós abriga um freezer e uma mesa tomada por guloseimas. A pequena mercearia foi improvisada por um motivo inédito na família: juntar dinheiro para o começo da vida universitária do jovem.   Do Diario do Centro do Mundo Aprovado em quatro universidades públicas, ele escolheu o curso de Ciências e Humanidades da Universidade Federal do ABC, a 110 km de onde reside com a família em São José dos Campos, no interior paulista. “A gente nem acredita que ele, filho de uma analfabeta e de um caminhoneiro, conseguiu tudo isso”, conta Maria Nunes da Silva, 60 anos, a avó que criou Pedro e a quem ele chama de mãe. Quando não está no trabalho de faxineira, Maria faz pães para vender na mercearia. Seus clientes são moradores do bairro recém-inaugurado na ...

    Leia mais
    blank

    ‘Perdi a vergonha’: aos 42 anos, catadora de lixo aprende a ler com filho de 11 anos

    "Mãe, mãe, quer ler comigo? É uma historinha. E tem figuras". "Desmaiada" em uma rede após horas garimpando lixo na rua, para vender, foi assim - aos sussurros de Damião Sandriano de Andrade Regio, 11, o mais novo dos sete filhos - que Sandra Maria de Andrade, 42, começou a decifrar as letras do alfabeto e a despertar para o mundo da leitura. Por Renata Moura, da BBC  AGIL FOTOGRAFIA/BBC BRASILImage caption  Aos 42, Sandra aprendeu a ler e a escrever com o filho Damião, de 11 Até um ano atrás, não sabia ler nem escrever. Em uma casa encravada numa rua de areia em Jardim Progresso, periferia de Natal, no Rio Grande do Norte, ela era o retrato dos 758 milhões de adultos no mundo apontados em um estudo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), na semana passada, como incapazes de ler ...

    Leia mais
    blank

    Jovem registra primeiro dia de aula da mãe e se emociona: ‘Chegou minha vez de fazer algo por ela’

    Trinta anos separam o jovem aprendiz do Metrô Rio Vanderson Nascimento de sua mãe, a diarista Marília Nascimento, de 52 anos. No entanto, na última segunda-feira, uma cena os aproximou de tal forma que o tempo se esvaiu no ar. E gerou um reencontro de mãe filho consigo mesmos. Por Pedro Willmersdorf, do Extra  — Certo dia, ouvi na rádio a história de uma senhorinha que decidiu voltar a estudar aos 80 anos. Aquilo me fez ficar no ouvido da minha mãe, a incentivando e estimulando a voltar à escola — comenta Vanderson, de 22 anos, morador da comunidade de Manguinhos, na Zona Norte do Rio. E lá em Manguinhos, na Escola municipal Juscelino Kubitschek, depois de muitas palavras de Vanderson e de seus três irmãos encorajando Dona Marília, ela, enfim, voltou a pisar num pátio colegial, matriculada na 2ª série do ensino fundamental. O registro, feito devidamente por Vanderson ...

    Leia mais
    blank

    O homem que aos 6 anos era um soldado-criança e hoje é um dos australianos do ano

    Uma criança australiana aos seis anos de idade está começando na escola, aprendendo a ler e escrever, e brincando com seus amigos no resto do tempo. No Sudão do Sul, com a mesma idade Deng Adut foi sequestrado de sua família e, depois de marchar 33 dias, recebeu uma metralhadora e foi treinado para se tornar um soldado na guerra que devastou seu país. Do Hypeness Aos 12 anos, no lugar de viver as primeiras doces emoções da adolescência, Deng foi baleado nas costas, e retirado escondido do Sudão até o Quênia, para um campo de refugiados. De lá, a ONU conseguiu transferi-lo como refugiado para a Austrália, em 1998 – e aí que a história oferta uma comovente e contundente transformação. Os soldados-criança da guerra do Sudão do Sul Deng chegou a Austrália como um jovem soldado, analfabeto, à deriva diante de um imenso choque cultural. O que poderia ...

    Leia mais
    blank

    De jaleco e cocar, índia terena se forma em Nutrição e faz festa na aldeia

    Aos 24 anos, Nilzanir Torres Martins foi a primeira da família a ter um diploma e também é a única nutricionista da aldeia Buritizinho, terra indígena Limão Verde, no município de Aquidauana. Com jaleco e cocar, a índia terena voltou para comemorar fazendo festa na aldeia. Criada comendo o que se planta e colhe dentro de casa, ela desde sempre soube que sua cultura tinha nas raízes a alimentação saudável. Por Paula Maciulevicius, para Campo Grande News Foto: Dionedison Terena Ao lado dos pais na aldeia Limão Verde, segurando o diploma. "Consumir o mais saudável é comer o que a gente planta e a importância que isso tem na nossa saúde, desde pequena na aldeia a gente dá preferência ao que tem no quintal de casa", compara. Na aldeia não tem sinal e foi o amigo e fotógrafo Dionedison Terena quem levou as perguntas do Lado B ...

    Leia mais
    blank

    Pretty Big Movement : essas dançarinas estão destruindo estereótipos da melhor forma

    Depois de estrelar em dois videoclipes da Beyoncé, Akira Armstrong achou que sua carreira como dançarina tinha tudo para decolar. Apesar disso, ela não conseguia encontrar um agente interessado em representá-la. O motivo: ela não tinha o “corpo ideal” para o trabalho. no Hypeness Para mudar essa perspectiva, Akira decidiu quebrar o estereótipo de que dançarinas precisam ser mulheres magras e altas. Assim nascia a companhia de dança Pretty Big Movement (“Movimento Muito Grande”, em inglês), composta apenas por mulheres gordinhas. Desde o lançamento da ideia, o grupo de dança de Nova York vem arrasando por aí e já se apresentou em diversos locais, mostrando que habilidade não tem nada a ver com tamanho.

    Leia mais
    Página 1 de 5 1 2 5

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist