quinta-feira, janeiro 21, 2021

Tag: superação

Anthony Brown tinha 14 anos quando fugiu de casa para escapar da violência doméstica (Foto: RIK BOOSE)

O ex-morador de rua que superou 20 anos de dependência das drogas e se tornou professor universitário

Mas, antes disso, viveu mais de 20 anos como morador de rua após ter fugido de casa para escapar da violência doméstica — se entregou ao álcool e às drogas, e colecionou algumas passagens pela polícia. Em entrevista à jornalista Jo Fidgen, do programa de rádio Outlook, da BBC, ele conta como sua vida teve uma incrível reviravolta, e hoje ele se dedica a ajudar pessoas com problemas de saúde mental e dependência química. Se você encontrasse o americano Anthony Brown hoje, de terno e gravata, dando aula na universidade ou trabalhando como enfermeiro psiquiátrico em uma clínica na Califórnia, nos EUA, dificilmente poderia imaginar sua trajetória. Para começar, aos nove anos de idade, ele encontrou a mãe caída no chão da sala de casa com um tiro na cabeça. "Eu venho de uma família pobre, e a gente acordava no meio da noite para assaltar a geladeira, e certa ...

Leia mais
Arquivo Pessoal

“Minha mãe, Virginia Silva, uma preta gari de profissão,agora tem uma filha vereadora”-diz Bruna Rodrigues, a vereadora, em Porto Alegre

Bruna Silva Rodrigues é uma mulher preta porto-alegrense, tem curso  superior e 33 anos. Bruna começou a trabalhar,desde os sete anos, varrendo a feira da Vila Cruzeiro, área periférica de Porto Alegre e , por conta de uma remoção perdeu o teto que morava. Na pesquisa de índice de desenvolvimento humano (IDH) Porto Alegre é considerada a capital mais racista do país. A mãe da Bruna, a Virginia Silva trabalha, como gari, no Departamento Municipal de Limpeza Urbana, da Prefeitura de Porto Alegre.   Constituída por uma maioria branca,o fenômeno da segregação racial, na cidade  é um componente social muito presente. No último dia 15 de novembro, Bruna Rodrigues concorreu e venceu a campanha para vereadora,  pelo PCdoB, em Porto Alegre-RS. Foi a  décima primeira mais votada, e foi  em sua  comunidade, a Vila Cruzeiro que obteve  votação massiva. Já eleita a vereadora diz:"Não temos escola de ensino médio, nem ...

Leia mais
© Anna Ismagilova/adobe

Pessoas como eu desistem logo…

Tinha 9 anos quando fiz meu primeiro Registro Geral, o RG. Era a concretização do mantra de minha mãe, repetido a cada vez que eu e meu irmão saíamos: “Leva o RG! Se acontecer alguma coisa na rua vão saber que vocês tem pai e mãe”. Criança, me perguntava quem nesse mundo não haveria de ter nascido de pai e mãe. Mas de fato, misteriosamente, nosso pai e nossa mãe importavam mais. Ainda que a “turminha” fosse grande, sempre eram os nossos RGs os que deveriam passar por verificação. Passado o drama da infância, o de fazer saber que tínhamos pai e mãe, veio a adolescência. As meninas da minha idade, quatorze, quinze anos, já sofriam por amor. Eu, ainda sofria para deixar o cabelo “chapado” e encontrar aquela maquiagem que não fizesse o meu rosto destoar de todo o resto do meu corpo. Nessa época, no mundo dos cosméticos, ...

Leia mais
Os três crachás de Jaines Andrades no no Baystate Medical, em Springfield, Massachussetts — Foto: Reprodução/Facebook/Jaines Andrades

Enfermeira é contratada e promovida por hospital onde trabalhou como faxineira há dez anos

Há dez anos, Jaines Andrades trabalhava como faxineira no Baystate Medical, em Springfield, Massachussetts. No final de setembro, ela foi promovida pelo mesmo hospital, mas agora a enfermeira no setor de trauma. Sua história no local começou quando ela trabalhava em uma lanchonete, mas soube da vaga para limpeza no hospital. Segundo Andrades, mesmo sem lidar com pacientes, pareceu uma boa oportunidade para observar o funcionamento de um centro médico e a rotina de atendimento. A enfermeira Jaines Andrades — Foto: Reprodução/Facebook/Jaines Andrades Há cinco anos, ela finalmente conseguiu ingressar no curso de enfermagem, e teve a chance de ser recontratada como enfermeira iniciante, sendo agora promovida a um cargo onde pode atuar inclusive sem a supervisão direta de um médico. Para comemorar, postou em seu perfil no Facebook seus três crachás do hospital, dos três postos que já ocupou ali, e escreveu: “10 anos de ...

Leia mais
Rita de Cássia dos Anjos, professora da UFPR, recebeu o prêmio "Para Mulheres na Ciência" Imagem: Arquivo Pessoal/Rita de Cássia dos Anjos

‘Sempre fui a única preta ali’: caçadora de mistério do Universo é premiada

Caçula de oito irmãos, Rita de Cássia dos Anjos é apaixonada por ciências desde criança. Mas, pobre, só virou cientista porque uma irmã mais velha pagou um cursinho preparatório para ajudá-la a ingressar na universidade, já que conteúdos de física e química eram raros na escola pública. Hoje, ela tenta desvendar os mistérios do Universo estudando a luz que chega até o nosso planeta. Na quinta-feira passada (20), o esforço deu certo, e a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve o trabalho reconhecido com o prêmio "Para Mulheres na Ciência 2020" —programa promovido pela empresa de cosméticos L'Oréal, Unesco Brasil e Academia Brasileira de Ciências (ABC)— na categoria Ciências Físicas, após duas tentativas. O Observatório de Pierre Auger, na Argentina, identificou uma correlação entre a direção de partículas altamente energéticas que chegam na Terra e a direção de algumas starbursts —nome dado a galáxias com taxa elevada de ...

Leia mais
Etiene Martins (Foto: Pedro Vilela/Divulgação)

Forte pra quê?

Quem nasceu e cresceu cercada por mulheres negras muito provavelmente já perdeu as contas de quantas vezes ouviu "Eu sou forte para dor”. Falamos e interiorizarmos esse legado que alguns chamam de resiliência, já eu demorei, mas compreendi que não passa do efeito do racismo na psique negra. Essa fala verbaliza o quanto estamos imersas no racismo estrutural a ponto de naturalizá-lo e muitas das vezes sem perceber o estrago que ele faz na nossa saúde mental. Essa crença coletiva começou com o contexto escravocrata, como uma forma de resistência ao trabalho desumano, aos estupros e outras torturas que essas mulheres foram submetidas. Mesmo passado 130 anos o modelo hierárquico prevalece e o estereótipo da mulher negra forte pra dor se propaga quase que uma característica hereditária. Uma pequena frase que retira mesmo que inconscientemente a humanidade de uma pessoa e demonstra o quanto o racismo altera nossa habilidade de ...

Leia mais

A influencer de beleza sem pernas e braços

Hannah Olateju teve os quatro membros amputados aos dois anos de idade após contrair meningite. Da BBC  Ela conta que cresceu sem ver imagens de pessoas como ela na mídia, lacuna que agora se dedica a preencher. Aos 20 anos, Hannah registra suas experiências de vida nas redes sociais — e se tornou uma influenciadora digital, com mais de 105 mil seguidores no Instagram. Ela usa a plataforma com uma forma de aumentar a autoestima das pessoas. "Acho muito importante que pessoas como eu, e neste caso, me refiro a pessoas que não são vistas como normais, sejam vistas em circunstâncias normais. Por que precisamos mostrar às pessoas que somos iguais a elas", avalia. "A única diferença entre a gente é que eu tenho menos membros. E, provavelmente, cabelo mais comprido. Quem se importa, entende?"

Leia mais
Reunião, em São Paulo, de integrantes da primeira associação nacional “independente” de defesa de pessoas com nanismo - Foto: Bruno Santos/ Folhapress

Pessoas com nanismo se unem para combater piadas e divulgar demandas

Pela 1ª vez, profissionais se organizam sem a tutela de pais para cobrar direitos Por Jairo Marques, da Folha de S.Paulo Eles são fotografados nas ruas, ao lado de suas famílias, aleatoriamente e sem que tenham dado permissão; são hostilizados aos gritos por grupos de jovens em locais públicos; recebem propostas financeiras para serem carregados no colo. E ainda não basta. Passam horas no ambiente de trabalho ouvindo piadas de seus superiores a respeito de suas estaturas e condição física e recebem telefonemas em suas empresas, pedindo orçamentos para serem alugados para festas e eventos. Para chamar atenção e para combater esses e outros absurdos que enfrentam em seus cotidianos, pessoas com nanismo de todo o país estão se organizando em uma associação, a Nanismo Brasil, com o intuito de ampliar o conhecimento de suas demandas, avançar na conquista de direitos e ter melhor visibilidade de suas condições. [caption id="attachment_147485" ...

Leia mais

Jefferson Dionísio, que trabalhou como catador de papelão ‘pula’ mestrado e é chamado para doutorado no exterior

Jefferson Dionísio tem 24 anos e é o primeiro de sua família a completar o ensino superior. Por Andressa Barboza, G1 Santos Jefferson Dionísio de Souza foi ao Chile para cursas doutorado em Filosofia — Foto: Arquivo Pessoal Um jovem de 24 anos da periferia de São Vicente, no litoral de São Paulo, conquistou uma vaga no curso de doutorado em Filosofia em uma universidade no Chile após ter que catar papelão na rua para pagar a passagem de ônibus para estudar. Jefferson Dionísio já começou o curso e, em entrevista ao G1, contou as dificuldades da trajetória. Jefferson é o primeiro da família a cursar uma faculdade. O jovem, que cresceu em um bairro da Área Continental da cidade, diz que sempre estudou em escola pública. Ainda adolescente, começou a trabalhar na Prefeitura de São Vicente por meio do Centro de Aprendizagem e Mobilização Profissional ...

Leia mais
Marcelo Régua

Da África ao Brasil, a corrida de obstáculos para se formar médico

Com discurso contra o racismo e trajes típicos do Togo, estudante de 26 anos ganha as redes sociais ao concluir curso na UFRJ por Ana Paula Blower no O Globo Marcelo Régua Natural do Togo, na África, Fleury Kwegir Johnson chegou ao Brasil em 2011, sem falar português, para estudar Medicina. De acordo com o convênio diplomático que permitiu o intercâmbio, ele tinha que aprender o idioma em sete meses. Caso contrário, seria mandado de volta ao seu país, onde se fala francês. A pressão era grande, mas ele conseguiu. Em sete anos no Rio, atingiu também as notas altas necessárias para ganhar uma bolsa que o ajudou a se manter financeiramente. No último mês, o togolês concluiu mais uma etapa: formou-se em Medicina pela UFRJ. O vídeo de sua colação de grau e a foto do baile de formatura em que aparece em traje típico do ...

Leia mais

Aprovada em 1º lugar em curso na USP diz que trocou escola privada por pública por causa de bullying

Lúcia Puglia fez um ano de cursinho depois de deixar a rede pública. Na rede estadual, aproveitou oportunidade para cursar línguas, mas viu déficit no ensino de exatas. Por Luiza Tenente Do G1 Lúcia foi aprovada em 1º lugar em relações internacionais na USP, entre os cotistas de escola pública. (Foto: Arquivo pessoal) Lúcia Puglia, de 18 anos, foi aprovada em 1º lugar dentre os cotistas de escola pública para o curso de relações internacionais na Universidade de São Paulo (USP), por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Ela conta que saiu de um colégio particular no fim do ensino fundamental, porque não suportava mais ouvir comentários maldosos sobre seus cabelos cacheados. Queria um ambiente mais plural e diverso. E foi no colégio estadual que o encontrou: aprendeu quatro idiomas, participou de grêmio estudantil e organizou movimentos feministas. “Não havia qualquer espaço de respeito às ...

Leia mais

Família “superdotada” tem garoto formado aos 14 e irmão na faculdade aos 11

Com apenas 14 anos, o norte-americano Carson Huey-You se formou no último mês de maio em Física pela Universidade Cristã do Texas. O garoto é o mais jovem a completar uma graduação no estado norte-americano e não pensa em parar por aí. "Já vou começar o curso de pós-graduação e depois quero obter o doutorado em Física", diz, em entrevista ao UOL. por Carlos Oliveira no UOL Carson sempre teve facilidade nos estudos, pulou diversos anos na escola e foi admitido na universidade aos 10 anos. E não é o único fenômeno da família. Seu irmão, Cannan, 11, sonha em ser astronauta e vai começar em setembro uma graduação dupla em astrofísica e engenharia, pela mesma instituição. A mãe dos estudantes, Claretta Kimp, educa os filhos em casa e conta que Carson demonstrou paixão pelos estudos antes mesmo de completar 12 meses. "Percebi logo que ele tinha um dom, porque conseguia ...

Leia mais

Robeyoncé Lima: “Minha vitória é inspiração para as pessoas”

A bacharel em direito de 28 anos é a primeira mulher transexual nordestina a poder usar o nome social na carteira da Ordem dos Advogados do Brasil. Por Débora Stevaux no Claudia Robeyoncé Lima, 28 anos, é a primeira mulher transexual nordestina a poder usar o nome social na carteira da Ordem dos Advogados do Brasil. A pernambucana, bacharel em direito, também é a primeira a ter sido aprovada no Exame da Ordem de Pernambuco. A filial da OAB no estado oficializou a decisão no início do ano. Até então, apenas um caso havia sido registrado no estado de São Paulo. A medida representa um passo em direção à igualdade e aos direitos da população trans, que sofre uma situação de extrema vulnerabilidade social no Brasil, o país que mais mata transexuais no mundo. 

Leia mais

PhD em Harvard, brasileira supera fome e preconceito e soma 56 prêmios na carreira…

"Toda mulher dá a sua vida pelo que ela acredita". A frase é atribuída à Joana D'Arc, a famosa heroína francesa que viveu no século XIV, mas pode muito bem ser usada para resumir a história de uma brasileira que tem o mesmo nome mais de 600 anos depois. Joana D'Arc Félix de Souza, 53 anos, superou a falta de estrutura, a fome e o preconceito para se tornar cientista, PhD em química pela renomada Universidade de Harvard, dos Estados Unidos. Hoje, ela soma 56 prêmios na carreira, com destaque para a eleição de 'Pesquisadora do Ano' no Kurt Politizer de Tecnologia de 2014, concedido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abquim). Desde 2008, ela também é professora da Escola Técnica Estadual (ETEC) Prof. Carmelino Corrêa Júnior, mais conhecida como Escola Agrícola de Franca, cidade do interior de São Paulo, e molda novas gerações a seguirem sua trajetória inspiradora. Trajetória que começou na própria ...

Leia mais

Ninguém a convidou para formatura, então ela decidiu levar sua carta de aceitação em Harvard como parceiro

O que a jovem americana Priscilla Samey viveu recentemente poderia se tornar um trauma de sua juventude: para seu baile de formatura, uma instituição social importantíssima na cultura americana, Priscilla não foi convidada por nenhum rapaz. no Hypeness Os esforços acadêmicos de Priscilla, porém, foram recentemente recompensados por uma grande notícia: ela foi aceita em Harvard, uma das mais prestigiadas universidades do mundo. Ela então decidiu priorizar o que realmente importa, e não se abalar: conforme mostrou em seu Twitter, já que não conseguiu encontrar um homem que a aceitasse, ela levou para o baile a universidade que a aceitou. A internet, é claro, entrou em polvorosa, e parabenizou Priscilla por seus dois feitos: entrar em Harvard e saber muito bem o que é uma vitória de fato, e o que é uma derrota insignificante. Priscilla é a primeira geração americana de sua família filha de pais médicos imigrantes do Togo ...

Leia mais

Ex-faxineira que virou juíza lança livro sobre sua história: ‘É possível concretizar os sonhos’

Adriana Queiroz, de 38 anos, diz que enfrentou vários desafios até chegar à magistratura, entre eles a falta de dinheiro. Com cinco pós-graduações e cursando letras, ela afirma que 'estudo é fundamental'. Por Sílvio Túlio Do G1 A juíza de direito Adriana Maria Queiroz, de 38 anos, lança, no sábado (29), o livro "Dez passos para alcançar seus sonhos - A história real da ex-faxineira que se tornou juíza de direito", em Goiânia. Na obra, ela conta sua trajetória desde o seu primeiro trabalho, como faxineira, até chegar à magistratura, na qual atua desde 2011, em Quirinópolis, na região sul de Goiás. Em entrevista ao G1, a magistrada relata uma infância pobre, passando por desafios que colocaram à prova seus sonhos e por pessoas que a ajudaram até a aprovação no concurso público para juíza. Adriana quer, com o livro, incentivar as outras pessoas a seguirem em busca dos seus sonhos. ...

Leia mais

‘Ela já fez e ainda faz tanto por mim que agora chegou a minha vez’, diz filho que acompanhou mãe no 1º dia de aula

O primeiro dia de aula de dona Marilia Serafim Nascimento foi comemorado por seus quatro filhos, amigos, parentes e... por mais de 60 mil brasileiros. O momento da diarista de 52 anos foi registrado e compartilhado no Facebook pelo filho Vanderson, que não fazia ideia do efeito que a postagem geraria. por Luiza Belloni no HuffPost  "Depois de tirar as fotos, ela pediu para postar no grupo da família no WhatsApp e eu falei que postaria no Facebook também. Aí eu fui pra Igreja e, quando saí, meus amigos começaram a falar que eu estava famoso. Fui ver e tinha milhares de curtidas, comentários e compartilhamentos", disse Vanderson Nascimento ao HuffPost Brasil. "Nem imaginava que meu post teria tanta repercussão." A postagem comemora o primeiro dia de aula de sua mãe, a dona Marília, acompanhada de Vanderson. "Ela já fez e ainda faz tanto por mim que agora chegou a minha vez ...

Leia mais

A menina pobre que viveu em caverna no Brasil e virou escritora de sucesso na Suécia

"Christiana, me prometa uma coisa. Aconteça o que acontecer na sua vida, nunca pare de caminhar", disse certa vez sua mãe, naqueles tempos miseráveis em que ela se chamava Christiana Mara Coelho. Por Claudia Wallin Do BBC Sua primeira casa foi uma caverna no Parque Estadual do Biribiri, reserva natural próxima à cidade mineira de Diamantina. A segunda, uma favela de São Paulo. Mas quando ela tinha oito anos de idade, tudo iria mudar: um dos "pássaros de metal" que ela via voar no céu de São Paulo a levou para a Suécia, ao lado dos pais adotivos. E ela passou a se chamar Christina Rickardsson. A história das duas vidas de Christina se tornou um best-seller na cena literária da Suécia, com título dedicado às palavras da mãe. Sluta Aldrig Gå (Nunca Pare de Caminhar), livro de estreia da autora brasileira que já não fala o português, será lançado no ...

Leia mais

Do Pinheirinho, a maior ocupação da América Latina, à universidade

Em vez dos móveis convencionais, a sala da casa onde Pedro Cerqueira, 20 anos, mora desde o último Natal com os avós abriga um freezer e uma mesa tomada por guloseimas. A pequena mercearia foi improvisada por um motivo inédito na família: juntar dinheiro para o começo da vida universitária do jovem.   Do Diario do Centro do Mundo Aprovado em quatro universidades públicas, ele escolheu o curso de Ciências e Humanidades da Universidade Federal do ABC, a 110 km de onde reside com a família em São José dos Campos, no interior paulista. “A gente nem acredita que ele, filho de uma analfabeta e de um caminhoneiro, conseguiu tudo isso”, conta Maria Nunes da Silva, 60 anos, a avó que criou Pedro e a quem ele chama de mãe. Quando não está no trabalho de faxineira, Maria faz pães para vender na mercearia. Seus clientes são moradores do bairro recém-inaugurado na ...

Leia mais

‘Perdi a vergonha’: aos 42 anos, catadora de lixo aprende a ler com filho de 11 anos

"Mãe, mãe, quer ler comigo? É uma historinha. E tem figuras". "Desmaiada" em uma rede após horas garimpando lixo na rua, para vender, foi assim - aos sussurros de Damião Sandriano de Andrade Regio, 11, o mais novo dos sete filhos - que Sandra Maria de Andrade, 42, começou a decifrar as letras do alfabeto e a despertar para o mundo da leitura. Por Renata Moura, da BBC  AGIL FOTOGRAFIA/BBC BRASILImage caption  Aos 42, Sandra aprendeu a ler e a escrever com o filho Damião, de 11 Até um ano atrás, não sabia ler nem escrever. Em uma casa encravada numa rua de areia em Jardim Progresso, periferia de Natal, no Rio Grande do Norte, ela era o retrato dos 758 milhões de adultos no mundo apontados em um estudo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), na semana passada, como incapazes de ler ...

Leia mais
Página 1 de 5 1 2 5

Últimas Postagens

Artigos mais vistos (7dias)

Twitter

Welcome Back!

Login to your account below

Create New Account!

Fill the forms bellow to register

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist