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Uma conversa de Marielle com Deus

Pai da vereadora assassinada no Rio relata a angústia de nove meses de espera por uma resposta

Por ANTÔNIO FRANCISCO DA SILVA NETO, do El País 

Márcia Foletto / Agência O Globo

Nove meses se passaram do dia 14 de março, período em que eu e Marinete aguardamos por uma resposta sobre o bárbaro e covarde assassinato de Marielle Franco, nossa filha. Nove meses também foi o tempo em que aguardamos com grande ansiedade e torcida, no ano de 1979, o nascimento de Marielle.

Fico imaginando como seria uma conversa dela, antes de nascer, ainda no ventre de sua mãe, com Deus.

Senhor, aqui estou nesse espaço pequeno, confortável e protegido por esta mulher que vai ser a minha mãe, que me dá carinhos e afagos. Ela conversa comigo, me leva à igreja e me leva à faculdade, pois estamos estudando Direito. Em breve seremos formadas Bacharel em Direito. Que mulher maravilhosa, forte, vibrante, quando nascer e crescer quero ser como ela.

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