terça-feira, julho 7, 2020

    Tag: violência racial e policial

    Coronel Marcelino Fernandes, ex-corregedor da Polícia Militar de São Paulo 17.mai.2018 (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

    João Doria incentivou policiais militares ao confronto, diz ex-corregedor 

    Em meio à série de denúncias de casos de violência policial nas últimas semanas, cresceu também nos últimos meses o número de pessoas mortas por policiais militares no estado. Para o coronel Marcelino Fernandes, que chefiou até fevereiro deste ano a Corregedoria da corporação — órgão responsável por investigar possíveis irregularidades de policiais militares —, a situação é fruto direto de ações e de discursos do governador João Doria (PSDB). Doria foi eleito governador de São Paulo nas eleições de 2018 afirmando que, durante sua gestão, a polícia iria "atirar para matar". No dia em que foi eleito, prometeu "os melhores advogados" aos policiais que matam no estado. Depois, elogiou ação da polícia com 11 suspeitos mortos e afirmou que a redução da letalidade policial seria algo que poderia acontecer, mas sem obrigatoriedade. A política de segurança do governador causou alta na letalidade policial. "Três fatores foram preponderantes para o ...

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    'Sem Descanso' participará do San Francisco Black Film Festival em junho/ Divulgação

    ‘Sem Descanso’, premiado documentário de Bernard Attal, divulga trailer

    O documentário mostra como Geovane, um jovem morador da suburbana de Salvador, Brasil, foi levado, em 2014, por uma viatura da Policia Militar em pleno dia. Depois de uma investigação conduzida pelo próprio pai e pelo jornal local, o corpo foi encontrado esquartejado e sete policias foram indiciados. A polícia brasileira é uma das mais violentas no mundo. As vítimas são principalmente os jovens negros da periferia das cidades. Os casos são raramente elucidados e as famílias ficam na ignorância do destino dos seus filhos. Mas o pai de Geovane se recusou a descansar até descobrir o paradeiro do seu filho. A narrativa, de caráter investigativo, costura a trama e a procura das raízes históricas e sociológicas da violência policial. O documentário foi produzido pela Santa Luzia e tem distribuição da Livres Filmes. Nas palavras do diretor Bernard Attal, “a violência policial no Brasil alcançou tal nível que se pode falar hoje de um ...

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    © iStock

    África quer investigação ao “racismo sistémico” e violência policial

    O texto do projeto, consultado hoje pela agência AFP, está a ser distribuído entre diplomatas para consulta, antes de um debate urgente sobre o assunto no Conselho dos Direitos Humanos, que se realiza na quarta-feira em Genebra. O debate teve como pano de fundo os protestos que abalaram os Estados Unidos desde a morte em Minneapolis de George Floyd, um homem negro de quarenta anos que foi asfixiado por um polícia branco em 25 de maio. No projeto de resolução, o grupo de países africanos condena veementemente "as práticas raciais discriminatórias e violentas das agências de aplicação da lei contra africanos e pessoas de origem africana e o racismo estrutural endémico no sistema de justiça penal nos Estados Unidos e noutras partes do mundo". Exige a criação de uma comissão de inquérito internacional independente, uma estrutura de alto nível normalmente reservada para crises graves, como o conflito sírio. O objetivo ...

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    Logo/Divulgação

    Sobre os protestos do Vidas Negras Importam e outras demonstrações em massa contra o racismo sistemático e a brutalidade policial

    Um chamado desesperado pela mãe que partiu há tempos. Alcançando desde as entranhas mais profundas da frágil humanidade. Respirando com dificuldade. Implorando por compaixão. O mundo inteiro escutou o lamento trágico. A família das nações viu seu rosto pressionado contra o duro pavimento. Dor insuportável em plena luz do dia. Um pescoço esmagado sobre um joelho e o peso da história. Um gigante gentil, desesperadamente se agarrando à vida. Ansiando por respirar livremente. Até seu último suspiro. Como líderes africanos de alto nível das Nações Unidas, as últimas semanas de protestos contra a morte de George Floyd pelas mãos da polícia nos encheram de indignação pela injustiça do racismo que continua generalizado em nosso país anfitrião e no mundo inteiro. Não há palavras para descrever o profundo trauma e sofrimento intergeracional que é resultado da injustiça racial perpetrada através dos séculos, particularmente contra pessoas de ascendência africana. Apenas condenar expressões ...

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    Arte ilustrativa: Pixabay

    MPF cria grupo de trabalho para discutir racismo, letalidade policial e reparação à população negra

    A Câmara de Controle Externo da Atividade Policial e Sistema Prisional do Ministério Público Federal (7CCR/MPF) instituiu nesta sexta-feira (12) o grupo de trabalho interinstitucional Racismo, Letalidade Policial e Direito da População Negra Vítima de Violência Estatal à Reparação. A iniciativa visa a elaboração de diagnóstico acerca do impacto da letalidade policial na população negra, considerando suas especificidades e vulnerabilidades no contexto sócio-histórico brasileiro, a fim de nortear a atuação do MPF e fomentar o debate público sobre o problema. Além de buscar estratégias para aprimorar o trabalho do MPF no enfrentamento do racismo policial, o GT pretende discutir propostas de medidas jurídicas de reparação à população negra vítima de violência estatal, promover atividades em parceria com instituições do sistema de justiça, entidades da sociedade civil e movimentos sociais, a fim de incluir a pauta na agenda pública e criar um fórum de diálogo permanente sobre a temática. Composição – ...

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    Helicóptero da polícia sobrevoa o Complexo de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro.CHRISTOPHE SIMON / AFP

    STF suspende operações da PM em comunidades do Rio durante pandemia

    O ministro do Edson Fachin do STF (Supremo Tribunal Federal) concedeu no início da noite de hoje (5) uma liminar proibindo operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro durante a pandemia de COVID-19. A decisão do ministro responde ao pedido realizado na semana passada por uma coalização de organizações da sociedade civil e movimentos sociais, motivado por uma série de operações violentas da PM, incluindo a que resultou na morte do adolescente João Pedro Mattos, de 14 anos, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio. Em sua decisão, Fachin determina que, “sob pena de responsabilização civil e criminal, não serão realizadas operações policiais durante a epidemia do COVID-19, salvo em hipóteses absolutamente excepcionais, que devem ser devidamente justificadas por escrito pela autoridade competente, com a comunicação imediata ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro”. “Em um contexto em que protestos antirracistas eclodiram em diversas partes do mundo, ...

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    Police officers kneel during a rally in Coral Gables, Florida, on Saturday in response to the death ... [+] EVA MARIE UZCATEGUI/AFP VIA GETTY IMAGES

    In Some Cities, Police Officers Joined Protesters Marching Against Brutality

    As protests sparked by George Floyd’s death entered their chaotic fifth day, social media filled with images and video of police officers using batons, tear gas and rubber bullets to quell crowds⁠—but some squads joined in with Saturday protesters to express their stance against police brutality and to show solidarity with the anti-racism movement. KEY FACTS “We want to be with y’all, for real. I took my helmet off, laid the batons down. I want to make this a parade, not a protest,” Genesee County Sheriff Chris Swanson was seen telling protesters in Flint, Michigan, before he joined the assembled crowd to march, eliciting cheers. Officers in Camden, New Jersey, helped carry a banner reading “Standing in Solidarity,” and seemed to join in with the crowd chanting, “No justice, no peace!” In Santa Cruz, California, Police Chief Andy Mills took a knee with protesters in the pose made famous by ...

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    Thiago Amparo (Arquivo Pessoal)

    Negros queimam mito da democracia americana

    Os EUA estão em chamas. Não são somente os prédios que ardem ali. Nas ruas de Nova York, Minneapolis, Atlanta e tantas outras cidades construídas, literalmente, sobre os ossos de escravizados, negros e negras queimam o mito fundante de um país livre e igual. “Os ideais fundadores da nossa democracia eram falsos quando foram escritos. Foram os negros americanos que lutaram para torná-los realidade”, escreveu no ano passado Nikole Hannah-Jones. Reencena-se a violência racial como espetáculo. Hoje e outrora. 1921, Tulsa, Oklahoma. Aviões particulares jogam bombas sobre comércios na chamada Black Wall Street, destruindo dezenas de quarteirões e matando centenas de pessoas negras. 1963, Birmingham, Alabama. Bombas contra líderes de direitos civis eclodem. Protestos são massacrados pela polícia. Uma foto brutalmente icônica mostra um policial com o joelho enforcando uma mulher negra. Semelhança sombria com a cena de George Floyd sendo assassinado em Minneapolis no último dia 25. Da prisão ...

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    Jovem com cartaz durante o enterro de João Pedro (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)

    É preciso dar um basta ao genocídio dos negros

    Nesta terça-feira (26) lembramos, revoltados, a memória de João Pedro Matos Pinto, 14, assassinado na casa da família, no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo (RJ). No último dia 18, ele brincava com primos quando agentes das polícias Federal e Civil alvejaram o imóvel e o atingiram. Ao completar uma semana dessa morte brutal, nos unimos à dor desta família negra brasileira: a professora Rafaela Pinto, mãe; o autônomo Neilton Pinto, pai; e Rebecca, a irmã de 4 anos. O crime bárbaro é mais um a confirmar a necropolítica do Estado brasileiro. A rotina de violentas operações em favelas e periferias não foi interrompida nem na mais mortal pandemia que o país já viveu. João Pedro e os primos obedeciam à orientação de distanciamento social do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), e da Organização Mundial de Saúde para se protegerem da Covid-19. Mas, para eles, assim como para inúmeras ...

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    Bianca Regina de Oliveira Imagem: Reprodução

    Jovem de 22 anos é baleada na cabeça enquanto dormia na Cidade de Deus

    Uma jovem de 22 anos foi baleada na cabeça na manhã de hoje na Cidade de Deus, favela da Zona Oeste do Rio. Bianca Regina de Oliveira foi ferida dentro no barraco de madeira onde vivia na localidade do Brejo, área mais pobre da favela, logo depois de acordar. No momento dos disparos, policiais militares acompanhavam uma ação do Instituto Estadual do Ambiente (INEA) no Centro de Treinamento do Vasco da Gama, localizado próximo à comunidade. A corporação nega que os agentes tenham feito disparos. Em um vídeo divulgado pelo conselheiro tutelar de Jacarepaguá, Jota Marques, o namorado da vítima, identificado apenas como Júnior, relata como Bianca foi baleada. As imagens foram feitas na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da comunidade. Bianca foi socorrida na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Cidade de Deus e depois foi transferida para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, Zona Sul do Rio. ...

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    Imagem: Reprodução/Facebook/OAB-SP

    Nota da OAB-SP sobre a morte do jovem João Pedro no Complexo do Salgueiro

    Nota de repúdio A OAB São Paulo, por meio de suas Comissões de Igualdade Racial e Direitos Infantojuvenis, vem manifestar sua mais profunda indignação, reprovação e repúdio pela ação da polícia federal e civil, no Complexo do Salgueiro, que causou a morte de João Pedro Mattos Pinto, uma criança negra de 14 anos por um tiro de fuzil, enquanto brincava na sala de sua casa, no último dia 18 de maio. Os detalhes sórdidos e a crueldade da atuação da polícia após João Pedro ser baleado estão sendo denunciados pelos familiares e noticiados na grande mídia. É absolutamente inadmissível que, em meio a essa crise pandêmica e à extrema necessidade de que as pessoas estejam em isolamento social, comunidades inteiras, e a família de João Pedro em particular, tenham que viver essa dramática situação. Infelizmente, para as pessoas que vivem nestas comunidades, os direitos e garantias fundamentais elencados nos artigos ...

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    LOS ANGELES, CA - OCTOBER 22: The Lakers' LeBron James #23 during their game against the Spurs at the Staples Center on​ Mon. Oct. 22, 2018. The Spurs defeated the Lakers 143-142 in overtime. (Photo by Hans Gutknecht/Digital First Media/Los Angeles Daily News via Getty Images)

    LeBron James denuncia assassinato por racismo: «Estamos a ser caçados»

    O assassinato de Ahmaud Arbery, cujas imagens vieram a público esta semana, não deixa qualquer dúvida a LeBron James: é um crime de ódio. "Estamos, literalmente, a ser caçados todos os dias/todas as vezes que deixamos o conforto das nossas casas! Nem dá para um homem ir correr! WTF, estão a brincar comigo? Sinto muito Ahmaud (descansa no paraíso)", denunciou Lebron James no seu Instagram. Ahmaud Arbery, um jovem negro de 25 anos, foi assassinado no passado dia 23 de fevereiro, no entanto, com a divulgação das imagens, o crime voltou a estar na ordem do dia, com várias manifestações apelando à justiça. No vídeo, vê-se dois homens (pai e filho) a perseguir e alvejar Ahamaud Arbery, que não resistiu aos ferimentos.   Ver essa foto no Instagram   We’re literally hunted EVERYDAY/EVERYTIME we step foot outside the comfort of our homes! Can’t even go for a damn jog man! ...

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    Já podemos falar sobre luto e genocídio da população negra e periférica

    Quando eu era criança já tinha muito medo de morrer, é verdade, eu sempre tive muito medo. Nunca lidei muito com a morte, a morte sempre foi um grande problema que precisei enfrentar algumas vezes, perdendo família e amigos. Era sempre como se a gente, um pedaço da história, se fosse. Eu sei que não é assim, a morte gera ensinamentos, mas outras mortes nos geram ainda mais ódio ao Estado. Por Mariana Belmont, Da UOL (Foto: Inês Bonduki/UOL) Já perdi amigos que foram mortos pelo Estado, pelo tiro e pela falta de comida ou atendimento decente em qualquer pronto-socorro, de qualquer periferia deste país. Meu amigo, seu amigo, meu irmão, seu irmão, seu pai, sua mãe, seu filho ou qualquer pessoa que vive em situação de pobreza e vulnerabilidade extrema no Brasil. É triste? Absurdamente. Vivemos tempos ainda mais difíceis, ainda mais dolorosos, sabendo que ...

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    Maria Carolina Trevisan (Foto: André Neves Sampaio)

    Violência policial contra negros é denunciada à OEA

    Há cem dias, a Polícia Militar de São Paulo entrou no baile funk da DZ7, em Paraisópolis, e causou um tumulto que provocou a morte de nove jovens. Na última sexta (6), a Corregedoria da PM concluiu que os policiais devem ser absolvidos e usou a excludente de ilicitude para justificar o que considerou como legítima defesa, ou seja, os 32 policiais não devem ser responsabilizados pela ação que resultou nessas mortes. Por Maria Carolina Trevisan, enviado para o Portal Geledés Maria Carolina Trevisan (Foto: André Neves Sampaio) O órgão ignora que os policiais não seguiram o protocolo sigiloso de controle de distúrbios civis da Força Tática, ao qual o UOL teve acesso com exclusividade. Também não considera outras irregularidades na conduta dos PMs no socorro às vítimas, que tinham entre 14 a 23 anos. A maioria era negra. A violência policial contra a população negra ...

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    Moradores contestam a versão, e a Corregedoria não confirmou que disparos teriam sido feitos por bandidos - Igor Carvalho

    PM admite mortes em Paraisópolis e ao mesmo tempo culpa os pais dos jovens

    Corregedoria da PM-SP também citou legítima defesa como excludente de ilicitude No Brasil de Fato   Moradores contestam a versão, e a Corregedoria não confirmou que disparos teriam sido feitos por bandidos - Foto: Igor Carvalho   Ouça o áudio: A Polícia Militar de São Paulo (PM-SP) concluiu que agentes da corporação foram responsáveis pela morte de nove pessoas durante o Baile da 17 em Paraisópolis, na Zona Sul paulistana, no final de 2019. O relatório final da Corregedoria da PM-SP culpou a ação policial desencadeada na madrugada do dia 1º de dezembro, mas falou em legítima defesa como excludente de ilicitude para pedir que os agentes não sejam punidos. O Ministério Público Federal (MPF) solicitou novas diligências. No documento, obtido pelo jornal Folha de S. Paulo, o capitão Rafael Oliveira Casella, presidente do Inquérito Policial Militar (IPM) que investiga o caso, afirma que ...

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    Rebeca foi morta por uma bala perdida aos 19 anos neste sábado (29) no Rio — Foto: Reprodução/TV Globo

    Jovem de 20 anos morre vítima de bala perdida no Rio

    Rebeca Nunes dos Santos foi atingida na cabeça quando ia para o trabalho neste sábado (29), na estrada Grajaú-Jacarepaguá. No G1 Rebeca foi morta por uma bala perdida aos 19 anos neste sábado (29) no Rio — Foto: Reprodução/TV Globo Rebeca Nunes dos Santos, de 20 anos, foi morta neste sábado (29) atingida por uma bala perdida na Estrada Grajaú-Jacarepaguá, a caminho do trabalho. De acordo com testemunhas, houve troca de tiros quando uma cabine da Polícia Militar foi atacada na via, que liga a Zona Norte à Zona Oeste. A corporação diz que não revidou. Rebeca foi encontrada perto de um ponto de ônibus, em frente a um bar, em Cachoeira Grande. O corpo foi reconhecido por tios, que foram até o local. Ela deixa um filho de dois anos. "É um absurdo o que aconteceu. Vai ser mais uma na estatística. É mais um ...

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    Geledés

    O assassinato como política pública

    Ao reforçar capacidade letal de suas polícias, lideranças políticas apostam que seu eleitorado aceita ser protegido através do extermínio. Por Evandro Cruz Silva, do Diplomatique Geledés Em agosto de 1970 a revista Veja estampou em sua matéria de capa uma inédita investigação acerca dos grupos conhecidos como “Esquadrões da Morte”. Os anos duros da ditadura militar brasileira carregavam consigo um experimento já consagrado em outras experiências autoritárias: a formação de grupos armados para a execução sumária de pessoas tidas como indesejadas. À época, tais pessoas compunham dois grupos principais: a dissidência política de esquerda e os chamados “bandidos”, categoria em expansão no noticiário popular e que viria a representar as camadas pobres dos mercados ilegais. A matéria do semanário trazia como destaque as investigações jornalísticas que demonstravam tanto a ligação orgânica entre os Esquadrões e as corporações policiais do Rio de Janeiro e São Paulo quanto ...

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    O ator e professor de artes cênicas Lucas da Silva Nascimento Foto: Retirada do site Extra

    Justiça concede liberdade a professor preso após filmar abordagem de PMs no Rio

    O professor de artes cênicas, Lucas da Silva Nascimento, de 31 anos, preso neste domingo na Lapa, no Centro do Rio pode ser solto a qualquer momento. Ele teve liberdade provisória concedida, após a audiência de custódia realizada nesta segunda-feira na Central de Audiência de Custódia, em Benfica, na Zona Norte do Rio. Por Marcos Nunes, do Extra  O ator e professor de artes cênicas Lucas da Silva Nascimento Foto: Retirada do site Extra A informação foi confirmada pelo advogado Aldo Júnior, que defende Lucas. Segundo Aldo, uma cópia da prisão em flagrante chegou à central e a audiência pôde ter sido feita ainda nesta segunda-feira. A liberdade foi concedida pelo juiz de plantão Pedro Ivo Martins Caruso D'ippólito. — Foi uma vitória. O juiz entendeu que a prisão era desnecessária e excessiva — afirmou o advogado de Lucas. Entenda o caso Lucas Nascimento foi preso ...

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    Policial apontou arma contra estudantes em escola estadual em São Paulo ... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/noticias/2020/02/19/corregedoria.htm?cmpid=copiaecola

    Diretora de escola onde PMs agrediram alunos pede afastamento do cargo

    A diretora de uma escola estadual de São Paulo onde dois jovens foram agredidos por policiais militares na noite de ontem pediu afastamento do cargo na manhã de hoje. Por Ana Carla Bermúdez, do UOL Imagem retirada do site UOL A mulher ocupava o cargo na condição de diretora designada —quando profissionais da rede estadual, como professores, são chamados a ocupar o cargo de direção sem ter realizado um concurso específico para isso. Com o pedido de afastamento, ela voltará a ocupar o cargo de professora que tinha antes em outra unidade de ensino da rede estadual. A confusão teve início dentro da Escola Estadual Emygdio de Barros, no Rio Pequeno, zona oeste da capital, após a PM ter sido acionada pela diretora para retirar um jovem de 18 anos da unidade de ensino. Segundo a escola, ele não estaria matriculado e se recusava a sair ...

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    Raull Santiago é agredido por policiais do choque na Avenida Brasil

    O comunicador e midiativista Raull Santiago acaba de ser agredido em uma bliz de policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar-RJ na noite desta quarta-feira (19) enquanto se dirigia para casa de sua mãe para comemorar o próprio aniversário. Raull estava na companhia de Lana Souza, cofundadora do Coletivo Papo Reto, Thiago Purificação e Ricardo Fernandes, que havia sido abordado inicialmente. Por Renato Silva, do Favela em Pauta Imagem retirada do site Favela em Pauta Enquanto Ricardo era abordado e sofria de abuso policial, quando o agente de segurança acessava indevidamente seu telefone celular, Raull Santiago resolveu transmitir a ação através de seu perfil no Twitter. SOS, POLICIAIS DO CHOQUE ALTAMENTAMENTE VIOLENTOS NOS PARARAM NO MEIO DA AV BRASIL. ESTÃO SUFOCANDO O TIAGUINHO E RICARDO, APONTARAM FUZIL PARA NÓS MANDARAM ESPERAR A FRENTE E TÃO LÁ SUFOCANDO OS MLK https://t.co/P02Dcz6sNO — Santiago, Raull. (@raullsantiago) February ...

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