sexta-feira, abril 16, 2021

Resultados da pesquisa por 'transsexuais'

Portal Transempregos divulga oportunidades para travestis, transsexuais e crossdressers

Os preconceitos sofridos por travestis, transsexuais e crossdressers não se limitam à vida pessoal: estendem-se também ao mercado de trabalho. Para ajudar estas pessoas que têm dificuldade em conseguir emprego, foi lançado o site Transempregos, que divulga oportunidades específicas para este público. por André Nicolau no Catraca Livre O portal publica vagas divididas entre emprego, estágio e freelance, em empresas comprometidas com a diversidade sexual. Há oportunidades em cargos como recepcionista, assistente de mídias sociais, estagiário de assessoria de imprensa, auxiliar de cozinha, entre outros. Transempregos.com Guia LGBT no Mundo do Trabalho Afim de estreitar o abismo existente entre públicos minoritários e o mercado de trabalho, foi  lançado em janeiro deste ano, no Rio de Janeiro, o guia Promoção dos Direitos Humanos de Pessoas LGBT no Mundo do Trabalho. Realizado pela Organização das Nações Unidas, o projeto apresenta dez compromisso e desdobramentos que empresas e empregadores podem desenvolver para driblar o preconceito ...

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Universidade-de-Oxford

Universidade de Oxford muda regras de vestimenta por causa de transsexuais

Sob a nova regulamentação, estudantes em exames e provas ou ocasiões formais não deveram mais usar uma roupa específica para cada sexo. Ou seja, homens poderão fazer testes de saia, e mulheres poderão ir de ternos a cerimônias da universidade A Universidade de Oxford, uma das mais renomadas e tradicionais do Reino Unido, reescreveu suas restritas regras sobre o código de vestimenta dos alunos, por causa de reclamações de que as leis seriam injustas para estudantes transsexuais. Sob a nova regulamentação, estudantes em exames e provas ou ocasiões formais não deveram mais usar uma roupa específica para cada sexo. Ou seja, homens poderão fazer testes de saia, e mulheres poderão ir de ternos a cerimônias da universidade. As leis, que devem entrar em vigor na semana que vem, são resultado de uma reclamação do próprio sindicato da universidade. Jess Pumphrey, diretora da sociedade de gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais da ...

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Foto: Divulgação

Agência Iyabá reposiciona o imaginário da mulher não-branca através da cultura com a campanha “E Eu Não Sou Mulher?”

São Paulo, março de 2021 – A Agência Iyabá promove nos dias 17, 18, 23 e 25 de março a campanha “E eu não sou uma mulher?”. O projeto propõe conversas honestas sobre os caminhos para o desenvolvimento e gestão das vidas profissionais e pessoais de mulheres não-brancas, apesar do conjunto de opressões de raça, classe e gênero que lhe são atribuídas pela sociedade. Mulheres essas que protagonizam suas carreiras nas mais diversas áreas da comunicação, empreendedorismo e economia criativa que se encontram para uma conversa sincera sobre seus processos de construção de trajetórias, desenvolvimentos de carreiras e rumos para um futuro próximo. Eliane Dias, Dani Rodrigues, Assucena Assucena, Cris Guterres, Dani Mattos, Ciça Pereira, Priscila Gama, Sueide Kintê, e Renata Machado Tupinambá são as convidadas. E os temas abordados são: Empresariamento Artístico, Comunicação e Inovação, Comunidades e Territórios, Autocuidado e Espiritualidade. Os encontros acontecem em plataforma online fechada e ...

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Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

A importância da proteção de defensores e defensoras de direitos humanos 

Em março de 2018, vi minha vida mudar a partir de um grave crime contra a democracia brasileira, contra nossa família e contra milhares de mulheres negras do Brasil: o assassinato de minha irmã, Marielle Franco. Imediatamente vi minha vida mudar, sei que já falei sobre isso aqui mas, o que antes era apenas uma noção de luta por justiça social e feminismo, passou a ser o centro da minha vida. A luta por justiça, não apenas pela minha irmã e por Anderson, mas por todas as pessoas vítimas de qualquer tipo de violência, em especial, as mulheres negras. Sabendo a exposição que eu enfrentaria a partir desse dia e entendendo o legado amplo que Marielle deixou, eu e minha família criamos o Instituto Marielle Franco, que hoje, desenvolve um importante trabalho com atenção para a articulação de proteção de defensoras de direitos humanos mulheres negras, LGBTQIA+ e de periferias. ...

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Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

Em defesa da vida e dos direitos políticos de mulheres negras LGBTQIA+

O ano legislativo mal teve início e alguns dias atrás novos episódios de violência política contra mulheres negras eleitas tomaram conta dos noticiários e das redes. Por isso, inicio este texto dizendo que minha ideia era escrever sobre outro tema na coluna de hoje, mas infelizmente, a inércia do estado brasileiro em proteger e dar respostas para nossas mulheres negras eleitas que estão vivendo sob ameaça constante,, me faz retornar ao mesmo tema com o qual nós, do Instituto Marielle Franco trabalhamos durante toda a eleição: a grave situação da violência política contra mulheres negras no Brasil. Na madrugada do dia 26 de janeiro, Ana Carolina Iara, mulher negra intersexo, covereadora da Bancada Feminista do PSOL em São Paulo, sofreu um revoltante atentado em sua casa. Um carro branco disparou contra a casa da co-vereadora algumas vezes durante a madrugada. Carol Iara, como é conhecida, estava em casa junto à ...

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Divulgação

Agência Iyabá reposiciona o imaginário da mulher preta através da cultura em curso online gratuito

São Paulo, novembro de 2020 – A agência Iyabá promove em novembro RE(ORÍ)ENTAR – Novas imaginários. O projeto propõe reposicionar o imaginário da mulher negra, das mulheres não-brancas, e das relações sociais que as perpassam através de um trabalho de repolitização da mulher não-branca através da cultura. A primeira ação acontece dias 19 e 20 de novembro, das 19h às 00h, e consiste em projetar no centro de São Paulo textos, poemas e pensamentos de escritoras negras brasileiras como forma de resgate do protagonismo das mulheres negras em própria história, contada sempre por outras pessoas e por outras óticas. A ação busca disseminar a ideia de que resgatar, entender e contar nossa própria história é um devir revolucionário. Nos dias 25, 26 e 27 de novembro, das 19h às 20h, acontece a segunda etapa do projeto. Um curso voltado para profissionais não-brancas do setor cultural e da economia criativa, ou ...

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(Foto: Bruno Santos/ Folhapress)

Legados e Riquezas

Em uma realidade hiperpolarizada, Maria Alice Setubal, 69, é daquelas pessoas difíceis de rotular. Mas há quem tente. Quando vai falar com empresários, ela tem que ouvir que é "idealista" e "ongueira". Por outro lado, parte da esquerda já a tachou como "agente do mercado financeiro". Herdeira do Itaú, ela não gosta de ser chamada de banqueira, afinal, só veio a ter um cargo três anos atrás no maior banco da América Latina: foi chamada para fazer parte do comitê de diversidade de lá, por ter uma extensa experiência com inclusão social em sua carreira como educadora e filantropa. Neca, como é conhecida, é doutora em psicologia da educação e mestre em ciências políticas. Misturando esses elementos, ela participou de duas campanhas de Marina Silva (2010 e 2014), ajudou no programa de governo de Fernando Haddad (2012) e foi fundadora do partido Rede Sustentabilidade (2015). "Só volto para a política ...

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A comunicadora e historiadora Giovanna Heliodoro, de 23 anos, é da Zona Norte de Belo Horizonte (Foto: Isabela Leite)

‘Espero que no futuro as mulheres possam tomar posse do que é seu’, diz a afrotransfeminista Giovanna Heliodoro

Desde o início da pandemia, especialistas alertam que as mulheres estão entre os grupos mais vulneráveis aos efeitos da crise gerada pela Covid-19. Por isso, na semana de 10 a 15 de agosto, Celina publica uma série de matérias e entrevistas em que 11 brasileiras — todas entre 18 e 24 anos, pertencentes a regiões e classes sociais diferentes — contam como veem o futuro de sua geração. Elas refletem sobre seus sonhos, preocupações e expectativas, revelando como o novo coronavírus atinge as vidas das jovens mulheres brasileiras. Leia a entrevista com Giovanna Heliodoro: A historiadora e comunicadora Giovanna Heliodoro, de 23 anos, mora na Zona Norte de Belo Horizonte. Mulher negra e travesti, ela pesquisa sobre questões de gênero e é afrotransfeminista. Há oito meses, Giovanna, que costumava trabalhar como freelancer, teve sua carteira assinada pela primeira vez e passou a atuar em uma empresa de marketing digital. No ...

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GETTY IMAGES

18 anos de cotas na UNEB: Travessias para educação antirracista na Bahia

“Vou aprender a ler pra ensinar os meus camaradas”, na letra da canção Yáyá Massemba, composta por Roberto Mendes e Capinam, o plano construído por gerações de negros no Brasil ficou registrado. A canção inicia com o lamento sobre a noite “no porão do navio negreiro”. De lá, do “fundo do cativeiro”, a estratégia de planejar o futuro dos seus foi amplamente utilizada por homens e mulheres em momentos difíceis, e lhes permitiram a construção de redes de apoio e solidariedade em irmandades, associações, terreiros e cantos de trabalho, que foram fundamentais para o acúmulo do pecúlio, com o qual compraram a alforria. Não foi incomum, durante o período escravocrata, que as mulheres negras investissem na compra da liberdade de seus filhos, antes das suas. A tática projetava um futuro diferente para os filhos e previa que as próximas gerações ocupariam outros lugares na sociedade racialmente hierarquizada do Brasil. A ...

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(Foto: Reprodução/ Fundo Baobá)

Programa já é: Educação para equidade racial

Educação é um dos quatro eixos nos quais a missão estratégica do Fundo Baobá para Equidade Racial está focada. E não podia ser diferente: o racismo no ambiente escolar é um dos mais severos gargalos à equidade racial do Brasil. Se liga nos números: no ensino fundamental tem quase o mesmo percentual de entre crianças brancas e negras de 6 a 10 anos (96,5% e 95,8%, respectivamente). Na faculdade, a matemática é outra: na média, só 25,2% dos jovens entre 18 e 24 anos cursam ou concluem o ensino superior, segundo o IBGE. Só que o percentual de jovens de cor ou raça branca que frequentam ou concluem o ensino superior (36,1%) é praticamente o dobro do percentual de jovens pretos ou pardos (18,3%) na faixa de 18 a 24 anos. Por trás desses números tem muita história: tem escola pública fraca, tem dificuldade para chegar – e para pagar ...

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Ilustração: Stephanie Pollo

Para compreender os oportunismos do fascismo

O fascismo não se realiza sem a dominação dos corpos das mulheres No último dia 15 de maio, um grupo de moradores desceu as ruas do Complexo do Alemão carregando cinco cadáveres enrolados em lençóis e papelão.Era o “saldo” de uma operação policial que havia começado com tiros e granadas às 6 horas da manhã e que deixou para trás os corpos e o desespero das famílias . Três dias depois, em outro município do Estado do Rio, João Pedro, de 14 anos, foi atingido com um tiro nas costas. Ele estava em casa e foi morto por um policial, também durante uma operação. Em Recife, Mirtes Renata teve que ir trabalhar e levar o filho, que estava sem aulas desde o início da Pandemia. Ao descer com os cachorros da casa, a patroa não teve paciência com o menino de 5 anos. Deixou Miguel sozinho no elevador e ele ...

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“Sigam as elefantas: mulheres em tempos de pandemia”

Na selva africana, os caminhos para evitar caçadores e predadores, o conhecimento da memória coletiva, os alarmes e saudações da manada são liderados pela elefanta mais velha. É ela quem transmite aos animais sob seu comando a segurança para seguir adiante, quem dá o alerta para recuar, quem reconhece o perigo e decide o que fazer, para onde ir. Ela é a mais velha, a mais sábia, a liderança inconteste que abre os caminhos para que todos sigam em segurança. Ela nunca se esquece e nada teme. As mulheres gregas desenhavam os perfis de seus amados na parede a partir da sombra projetada enquanto dormiam para que não fossem esquecidos depois de morrerem na guerra. Beatriz Galindo, a Latina, dama de companhia de Isabel de Castilha, a rainha católica, para não perder a guarda dos filhos quando ficou viúva, se tornou freira e assim, na prática, foi a primeira mulher ...

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Por um feminismo de baderna, ira e alarde

Neste 8M, ocuparemos politicamente as ruas e as nossas casas, em festa e protesto. Não queremos flores, parabéns e elogios — mas sacudir uma ordem social irrespirável, que tem a mesma cara dos machos rivalistas e opressores Por SOS Corpo, no Outras Palavra  Arte: Rafael Werkema/CFESS O feminismo veio para ocupar tudo! Não tem como conter essa forma de ver, pensar e transformar o mundo. O pensamento feminista foi fundamental para que a democracia ganhasse demandas reais em espaços do cotidiano, foi fundamental para compreendermos que ele é uma forma de organizar a vida social. Nós mulheres não só denunciamos as declarações sexistas de políticos ou escrachamos os machos que se esfregam “nelas” no metrô ou no carnaval. É mais que isso: o feminismo revelou que o espaço “privado” imposto a nós mulheres, à família e à casa nada tinha de privado, mas representou e representa ...

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Washington Dias afirma que maioria dos gays negros luta por sobrevivência Foto: Henrique Gomes Bastista / O Globo

Ativistas afro-LGBTI alertam para preconceito duplo e cobram políticas públicas específicas

'Enquanto os gays brancos lutam por matrimônio e igualdade, a realidade para a imensa maioria dos negros gays é lutar pelo sobrevivência', diz diretor da rede Afro LGBT Por Henrique Gomes Batista, do O Globo Washington Dias afirma que maioria dos gays negros luta por sobrevivência (Foto: Henrique Gomes Bastista/O Globo) “Já não basta ser negra? Ser também sapatona é fogo”. A frase, segundo Bárbara Alves, diretora do coletivo Lesbi Bahia e integrante do Fórum Baiano LGBT, é mais comum que se imagina. E traduz um preconceito dentro de um outro movimento social. Questões como estas mostram a necessidade de criar políticas públicas que tratem destas duas dimensões desta população: ser negro e LGBTI. — Há questões diferentes. Enquanto os gays brancos lutam por matrimônio e igualdade, a realidade para a imensa maioria dos negros gays é lutar pelo sobrevivência — afirmou Washington Dias, diretor da ...

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Parada do Orgulho Gay em Berlim em 2017; projeto de lei propõe a proibição à "terapia de conversão" no país — Foto: REUTERS/Fabrizio Bensch

Ministério da Saúde da Alemanha quer proibir ‘terapia de conversão’ de gays

A proposta é punir os responsáveis pela 'terapia de conversão' com menores de idade; pena pode ser até um ano na prisão. Do G1 Parada do Orgulho Gay em Berlim em 2017; projeto de lei propõe a proibição à "terapia de conversão" no país — Foto: REUTERS/Fabrizio Bensch O Ministério da Saúde da Alemanha protocolou um projeto de lei para proibir a “terapia de conversão” para menores de idade neta segunda-feira (4). Há um movimento global para terminar com essas práticas, cujo propósito é mudar a orientação sexual ou de gênero das pessoas. O texto foi proposto pelo parlamentar Jens Spahn, que é gay. A proposta é punir os responsáveis pela “terapia de conversão” com menores de idade, ou por coação, ou por ludibriar ou ameaçar maiores de 18 a fazerem esses procedimentos. A pena pode ser de até um ano na cadeia. Fazer propaganda ou ...

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21% das equipes de tecnologia do Brasil não têm nenhuma mulher

A ausência de representatividade também é percebida em outros recortes: 32,7% das equipes não têm nenhuma pessoa negra e 50,4% não contam com profissionais “não heterossexuais” No Época Negócios NO LEVANTAMENTO, 21% DOS ENTREVISTADOS RESPONDERAM QUE EM SUAS EQUIPES NÃO HÁ NENHUMA MULHER E 32,7% DISSERAM NÃO TRABALHAR COM NENHUMA PESSOA NEGRA (FOTO: PEXELS) Mais da metade da população brasileira é formada por mulheres e 27% da população é composta por mulheres negras, segundo o IBGE. Mesmo assim, o mercado de tecnologia é marcado pela pouca diversidade e a falta de representatividade. Entre os profissionais de área, predominam homens (68,3%) e pessoas brancas (58,3%). O fato é apontado pela pesquisa “Quem Coda o Brasil”, realizada pela PretaLab (iniciativa que estimula a diversidade no universo das tecnologias), em parceria com a consultoria global de software ThoughtWorks. Segundo o levantamento, 21% dos entrevistados responderam que em suas equipes ...

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Guia internacional elege o Brasil como o menos recomendado ao turismo LGBT

O País, que já foi considerado o melhor destino gay, perde confiança do segmento que é o mais rentável do mundo Por Alexandre Putti, O GayCities, um guia internacional de turismo LGBT, colocou o Brasil em 1º lugar dos países que não devem ser visitados. O site soltou uma nota nesta semana enumerando os motivos que transformaram o Brasil em um destino perigoso para gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais. Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil “Em 2017, 445 LGBTs morreram por crime de ódio; em 2018, as estatísticas mostram que 167 pessoas trans foram assassinadas . Também em 2018, Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro que defendia os direitos LGBTs, foi assassinada no que testemunhas descreveram como um assassinato planejado, com dois ex-policiais presos como suspeitos”, diz a nota. O site cita o presidente Jair Bolsonaro como um dos motivos do aumento da violência contra a ...

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Por mais literaturas insurgentes na estante

Quando fui convidada a escrever este artigo, minha surpresa não foi pouca por alguns motivos. Sou uma sapatão preta, candomblezeira, filha e neta de alagoanas, cria da periferia da zona oeste de São Paulo. E embora disserte aqui de maneira fluida a respeito das identidades que me atravessam, nem sempre foi assim, principalmente porque, quando em raras ocasiões falava, eu não era ouvida quanto menos lida naquela época em que decidi espalhar minhas ideias por aí. Uma pessoa como eu precisa ter coragem pra adentrar certos ambientes e não calar diante de determinadas situações, e eu devo a minha ousadia àquelas muitas que vieram antes de mim e às que se encontram hoje ao meu lado, que lutaram e lutam avidamente pra que eu estivesse aqui, ocupando este espaço com o fim de elevar algum tom em nossas vozes. Por Cecília Floresta, Do Cult A escritora ...

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Erica Malunguinho: a deputada estadual Janaína Paschoal saiu em defesa da parlamentar (Alesp/Divulgação)

Erica Malunguinho abrirá processo após fala transfóbica de deputado do PSL

Durante sessão nesta quarta-feira (3), Douglas Garcia disse à colega que "expulsaria uma transexual do banheiro debaixo de tapa" Por Clara Cerioni, do Exame  Erica Malunguinho: a deputada estadual Janaína Paschoal saiu em defesa da parlamentar (Alesp/Divulgação)  A deputada estadual Erica Malunguinho (PSOL), primeira mulher transexual a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), afirmou que abrirá um processo interno, junto com outros partidos, contra o deputado Douglas Garcia (PSL). Durante sessão nesta quarta-feira (3), o parlamentar disse à colega que “expulsaria uma transexual do banheiro debaixo de tapa”. “Se um homem que se acha mulher entrar no banheiro em que estiver minha mãe ou minha irmã, tiro o homem de lá a tapa e depois chamo a polícia”, afirmou Douglas Garcia. Sua fala foi repreendida pela deputada Janaína Paschoal, que prestou solidariedade à parlamentar do PSOL. “A gente pode defender as ideias de uma maneira mais cautelosa, de uma forma ...

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imagem- Tweeter

O racismo, a moda, e a diversificação dos padrões de beleza: o exemplo de Iman, top model Somali dos anos 70/80

imagem- Tweeter por Joana Passos1 no Scielo RESUMO: Muito do trabalho desenvolvido por pensadoras feministas dos anos 70 aos anos 90 teve por objectivo denunciar a forma como a sociedade patriarcal não respondia as várias necessidades das mulheres nela inseridas. Nos anos 90, o debate feminista diversificou-se em termos geopolíticos, incluindo questões de raça, religião e multiculturalismo. Ao mesmo tempo, promoveram-se estilos de vida alternativos, normalizando diferentes modelos de género. É no âmbito desta última prática que se coloca a questão de figuras precursoras. Quem mudou a noção do que é socialmente aceitável? Quem estabeleceu novas possibilidades? A minha investigação centra-se no mundo da alta costura, esfera com um forte apelo internacional, promovendo ideais de beleza e elegância. O caso de estudo que proponho constitui uma história de superação de padrões racistas na moda. A minha comunicação explora a carreira de Iman, modelo Somali que se tornou uma ...

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