Resultados da pesquisa por 'violência'

oliciais durante operação contra o tráfico na comunidade do Jacarezinho, no Rio de Janeiro (Foto: Severino Silva/Agencia O Dia)

Chacina do Jacarezinho: pelo fim da violência policial nas favelas 

Nota Pública # 34 - A Comissão Arns vem a público manifestar seu mais veemente repúdio pela operação deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro nesta madrugada, na comunidade do Jacarezinho, zona norte da cidade. Trata-se da investida policial de maior letalidade no Estado desde 1989, com pelo menos 25 mortos já confirmados e tiroteios que prosseguiram, sem trégua, ao longo do dia. É inaceitável que esta chacina aconteça em meio à pandemia que castiga o país há mais de um ano, com cerca de 415 mil mortos. O Supremo Tribunal Federal, ao reconhecer o risco aumentado de violência no período, acolheu a ADPF 635, proposta pelo Partido Socialista Brasileiro com o apoio de organizações da sociedade civil. Assim, ficam suspensas operações policiais nos morros e favelas do Rio, pelo tempo em que a pandemia perdurar, salvo em casos de alta excepcionalidade, mediante informação prévia e com o acompanhamento ...

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Seis mulheres foram mortas em apenas cinco semanas na Suécia, país elogiado por sua igualdade de gênero; algumas mulheres ouvidas pela BBC dizem que não se sentem seguras nas ruas (Foto: Imagem retirada do site BBC)

Violência contra mulheres: como a ‘segura’ Suécia enfrenta onda de assassinatos

Seis mulheres foram mortas em apenas cinco semanas na Suécia, reacendendo debates sobre violência doméstica em um país geralmente elogiado por sua igualdade de gênero. As mortes aconteceram em três regiões diferentes e abrangeram três gerações, mas em quase todos os casos houve um traço comum: a prisão de um homem com quem elas tinham um relacionamento próximo. Dois dos assassinatos ocorreram em plena luz do dia: um no centro de uma cidade rural no sul do país e outro numa estação ferroviária e rodoviária em Linkoping, uma cidade universitária ao sul da capital sueca, Estocolmo. Em Flemingsberg, um subúrbio de Estocolmo de baixa renda repleto de blocos de prédios coloridos, uma mulher foi esfaqueada no apartamento que dividia com quatro filhos pequenos. O homem preso sob suspeita de seu assassinato é alguém que ela conhecia bem. 'Não me sinto tão segura' "Eu acho que essa violência contra as mulheres ...

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Escadaria da rua Cristiano Viana zona oeste de São Paulo, amanheceu com lambe-lambe em homenagem à vereadora Marielle Franco, morta a tiros no Rio (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

“Violência aumenta com mais mulheres nas eleições”, avalia Talíria Petrone

O Brasil registrou, nos últimos cinco anos 327 casos de violência política, sendo 125 assassinatos e atentados, 85 ameaças, 33 agressões, 59 ofensas, 21 invasões e 4 casos de criminalização. Isso sem contar com o período pós eleições municipais de 2020. Em 2019, foi uma ocorrência a cada três dias, segundo dados do relatório "Violência Política e Eleitoral no Brasil", organizado pela Terra de Direitos e pela Justiça Global. E é por causa desses números que a deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) realiza, nesta segunda-feira, (03) a audiência pública Violência política contra mulheres negras. A própria deputada já foi vítima de violência política. Em 2019, enviou uma carta de denúncia à ONU relatando ameaças a sua vida. Em uma delas, a pessoa afirmou que tinha o objetivo de "jogar uma bomba na piranha que o PSOL elegeu". Em documento, ela pediu que o governo brasileiro tomasse medidas concretas para garantir a sua segurança. Talíria ...

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Selo home Monitor da violência mulheres — Foto: Wagner Magalhães/Arte G1

Em média, 10 mulheres são vítimas de violência doméstica por dia na Paraíba

Agressões, ameaças, estupros, violência psicológica. Uma série de violações acontecem com as mulheres diariamente, dentro e fora de casa. Não se trata de algo retórico. Os números mostram que 9.806 crimes contra mulheres foram registrados em todo o ano de 2020, isto é, cerca de 26 crimes por dia são cometidos contra mulheres na Paraíba. Só como registro de violência doméstica, 3.932 casos foram registrados. Isso significa que em média 10 mulheres são violentadas por dia, dentro de casa, na Paraíba. Os números são de registros da Polícia Militar, enviados ao G1 pela Secretaria de Segurança e Defesa Social via Sistema de Informação ao Cidadão. De acordo com o art. 5º da Lei Maria da Penha, violência doméstica e familiar contra a mulher é “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”. No entanto, essa violência ...

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Phumzile Mlambo-Ngcuka (Foto: © Jim Spellman/WireImage)

Violência contra as mulheres e meninas é pandemia invisível, afirma diretora executiva da ONU Mulheres

Com 90 países em confinamento, quatro bilhões de pessoas agora estão se abrigando em casa contra o contágio global do novo coronavírus (Covid-19). É uma medida protetora, mas traz outro perigo mortal. Vemos uma pandemia da invisibilidade crescente, a da violência contra as mulheres. À medida que mais países relatam infecções e bloqueios, mais linhas de ajuda e abrigos para violência doméstica em todo o mundo estão relatando pedidos crescentes de ajuda. Na Argentina, Canadá, França, Alemanha, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos , autoridades governamentais, ativistas dos direitos das mulheres e parcerias da sociedade civil denunciaram crescentes denúncias de violência doméstica durante a crise e aumento da demanda para abrigo de emergência . As linhas de apoio em Singapura e Chipre registraram um aumento de chamadas em mais de 30% . Na Austrália, 40% de trabalhadores e trabalhadoras da linha de frente em uma pesquisa de New ...

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Movimentação de policais militares durante operação no Rio de Janeiro (Foto: Wilton Junior/Estadão)

Ministério Público do Rio cria grupo que mira redução da letalidade e da violência policial

O Ministério Público do Rio de Janeiro criou um grupo de atuação para promover ações voltadas à redução da letalidade e da violência policial no Estado. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira, 23. Em princípio, a iniciativa está programada para durar um ano, mas pode ser prorrogada. Na prática, o grupo vai concentrar as demandas relacionadas ao controle externo das polícias e ao monitoramento da regularidade das operações policiais durante a pandemia, que estão suspensas por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Três servidores e três promotores vão se revezar em regime de plantão, 24h por dia e sete dias por semana. Os promotores devem trabalhar em representações, inquéritos civis, termos de ajustamento de conduta, recomendações, ações civis públicas ou de improbidade administrativa, recebimento de denúncias, registro de notícias de violações de direitos fundamentais durante operações, interlocução com entidades da sociedade civil e órgãos públicos, entre outras ...

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Imagem: Elcio Horiuchi/G1

Grupo de ativistas combate impunidade em casos de violência policial na periferia

Richard, Caique, Rogério... As vítimas da polícia em São Paulo têm nome, mas eles muitas vezes são esquecidos, assim como suas histórias e seus direitos. Só em 2020, 814 pessoas foram mortas por forças policiais no estado. Além de execuções, jovens moradores dos bairros de periferia também sofrem com prisões forjadas e tortura por agentes do estado, independentemente de terem ou não envolvimento com o crime. Com o objetivo de garantir a defesa dessas pessoas e combater a impunidade da violência por agentes do estado, um grupo de ativistas criou em 2017 a Rede de Proteção e Resistência Contra o Genocídio, um movimento que atua em bairros pobres da região metropolitana de São Paulo. Veja o vídeo da matéria aqui São dois grupos principais de atuação. O primeiro é formado por cerca de 40 articuladores, que vivem nas comunidades e são referência para os moradores buscarem apoio quando há ocorrências. ...

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Mulheres indígenas do Movimento das Mulheres Guarani Kaiowá kunhangue Aty em manifestação contra a violência (Foto: Imagem retirada do site O Globo)

‘Na pandemia, esqueceram de proteger as mulheres indígenas’, diz professora sobre violência doméstica nas aldeias

A falta de dados estatísticos e de políticas públicas efetivas dentro da Lei Maria da Penha são fatores que favorecem a invisibilização dos casos de violência doméstica contra mulheres indígenas. Sem a atuação expressiva das autoridades governamentais, movimentos independentes lutam contra o feminicídio e pelos direitos básicos das indígenas. A professora e ativista Kunha Poty Rendy, que atua no movimento das mulheres Guarani Kaiowá kunhangue Aty, do Mato Grosso do Sul, é uma das responsáveis por mapear e promover rodas de conversas sobre o assunto em 15 aldeias do estado. Integrante do movimento desde 2006, ela não imaginava que o aprendizado sobre como buscar ajuda em casos de violência poderia, um dia, valer tanto para si. Há exatos oito anos, Kunha Poty Rendy sofreu as primeiras agressões físicas e psicológicas, que culminaram na tentativa de feminicídio pelo seu ex-companheiro, com quem tem um filho de 9 anos. Hoje, ainda sob constantes ...

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Gabriela Souza (Foto: Reprodução/ Facebook)

Casos Samuel e Saul Klein: violência de gênero também se aprende em casa

Advogando pela busca dos direitos humanos das mulheres há alguns anos, pude perceber que diversos movimentos fazem com que a gente busque justiça contra as injustiças diárias e rompam silêncios. Muitas vezes, o conhecimento de que algo que uma mulher vivenciou é crime aparece quando um caso ganha repercussão na mídia, ou durante um trabalho terapêutico ou por meio de conversas com amigas e familiares. Mas me chama muito atenção quando mulheres que me procuram para ajudá-las a colocar fim a uma determinada situação de abuso percebem que os pais de seus agressores tinham o mesmo comportamento que eles. Aparentemente, a mesma relação que pode ser feita entre Samuel Klein e seu filho Saul. Reportagem da Agência Pública revelou que Samuel, fundador das Casas Bahia morto em 2014, é acusado por vítimas de ter mantido um esquema de exploração sexual de menores. Já Saul Klein, seu filho, está sendo investigado ...

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Imagem: POLONEZ/SHUTTERSTOCK

Mulheres de favelas sofrem com dificuldade de acesso a programas contra violência doméstica

“Para nós, a fala verdadeira não é somente uma expressão de poder criativo; é um ato de resistência, um gesto político que desafia políticas de dominação que nos conservam anônimos e mudos. Sendo assim, é um ato de coragem —e, como tal, representa uma ameaça. Para aqueles que exercem o poder opressivo, aquilo que é ameaçador deve ser necessariamente apagado, aniquilado e silenciado.” (Bell Hooks) Começamos essa prosa com a certeza de sermos porta-vozes daquelas que foram silenciadas por meio de violências. Não queremos dar voz para quem sempre conseguiu gritar, mas, sim, ampliar o acesso desses gritos para além dos muros invisíveis de territórios vulneráveis. Quando se trata de violência contra mulheres, sempre ouvimos falar da Lei Maria da Penha. Apesar de ser um marco na conquista do direito à proteção e ao cuidado, essa lei precisa ser oferecida junto de uma rede de apoio legal, assistencial, psicossocial e ...

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Foto: Editoria de Arte/G1

Senado aprova formulário de registro de violência doméstica e familiar

O Senado aprovou hoje (13) um projeto de lei que cria o Formulário Nacional de Avaliação de Risco. Esse formulário é um instrumento de proteção às vítimas de violência doméstica e familiar e  deve ser aplicado no momento do registro da ocorrência de violência contra a mulher. O projeto teve origem na Câmara, onde foi aprovado e seguiu para o Senado. Agora, vai à sanção presidencial. O formulário é composto por 19 perguntas objetivas e 10 abertas, acompanhado de um gabarito que aponta para três níveis de risco: baixo, médio e elevado. O objetivo é identificar os fatores que indicam o risco de a mulher vir a sofrer qualquer forma de violência no âmbito das relações domésticas para subsidiar a atuação dos órgãos de segurança pública, dentre outros. Ele deve ser aplicado no primeiro atendimento à mulher por profissionais das áreas da assistência psicossocial, jurídica, segurança, saúde e justiça. O ...

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A advogada Luanda Pires é porta-voz da Associação Brasileira de Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexo  (Foto: Imagem retirada do site Universa)

“Leis para violência contra lésbica não funcionam na prática”, diz advogada 

Lesbofobia, lesbocídio, estupro corretivo: esses são nomes de violências cometidas especificamente contra mulheres lésbicas, e o Brasil tem leis que protegem contra esses crimes. Mas, por falta de dados, mapeamento dessas agressões e políticas públicas, ainda é difícil fazer valer esses direitos na prática, segundo a ABMLBTI (Associação Brasileira de Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexo). Em entrevista a Universa, Luanda Pires, advogada especialista em direitos humanos e porta-voz da ABMLBTI, explica quais são as principais ferramentas jurídicas que protegem as vítimas desse tipo de violência. Lei Maria da Penha: reconhece violência doméstica e intrafamiliar contra mulheres lésbicas (e também transexuais); ou seja, pode ser acionada em caso de agressão entre um casal de lésbicas, mas também quando o agressor é outro membro da família, como pai, primo, tio. Lei de Racismo: desde 2019, a lei reconhece também a homofobia, ou seja, criminaliza o preconceito e a violência contra pessoas ...

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Fodé Mané: "Professores estão a ser simplesmente amordaçados"

Aumenta violência contra defensores dos direitos humanos na Guiné-Bissau

Antigo reitor da universidade Amílcar Cabral e advogado, Fodé Mané fez esta constatação após um périplo pelo interior da Guiné-Bissau, na sequência de várias denúncias de ativistas de que estão a ser ameaçados, expulsos ou transferidos dos seus locais de trabalho por defenderem os direitos humanos dos cidadãos. Fodé Mané disse que quando confrontadas com o fenómeno de aumento de violência contra ativistas dos direitos humanos, as autoridades respondem que a população não está a respeitar as normas impostas para evitar o alastramento do novo coronavírus. A região de Quinará, no sul da Guiné-Bissau, "é a zona mais critica", disse Fodé Mané, apontando para "situações inaceitáveis" de violência contra os defensores dos direitos humanos. Protesto contra o Governo em Bissau "Os professores, que são ativistas e líderes de opinião naquela região, estão a ser simplesmente amordaçados com ameaças de despedimento, transferência ou de suspensão por parte dos responsáveis ...

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(Reprodução/Getty Images)

“Leis para violência contra lésbica não funcionam na prática”, diz advogada

Lesbofobia, lesbocídio, estupro corretivo: esses são nomes de violências cometidas especificamente contra mulheres lésbicas, e o Brasil tem leis que protegem contra esses crimes. Mas, por falta de dados, mapeamento dessas agressões e políticas públicas, ainda é difícil fazer valer esses direitos na prática, segundo a ABMLBTI (Associação Brasileira de Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexo). Em entrevista a Universa, Luanda Pires, advogada especialista em direitos humanos e porta-voz da ABMLBTI, explica quais são as principais ferramentas jurídicas que protegem as vítimas desse tipo de violência. Lei Maria da Penha: reconhece violência doméstica e intrafamiliar contra mulheres lésbicas (e também transexuais); ou seja, pode ser acionada em caso de agressão entre um casal de lésbicas, mas também quando o agressor é outro membro da família, como pai, primo, tio. Lei de Racismo: desde 2019, a lei reconhece também a homofobia, ou seja, criminaliza o preconceito e a violência contra pessoas LGBTQIA+. Em caso de homicídio, se ...

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Foto: PAULO PIMENTA

Portugal tem de se empenhar a combater racismo e violência contra mulheres, avisa comissária europeia

A comissária para os Direitos Humanos do Conselho da Europa, Dunja Mijatović, apela às autoridades portuguesas para que se empenhem mais resolutamente no combate ao aumento do racismo no país, assim como na prevenção e combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica. Num memorando publicado esta quarta-feira, a comissária manifesta preocupação face ao aumento do número de crimes motivados pelo ódio racial, assim como do discurso do ódio, visando particularmente os ciganos, os afrodescendentes e as pessoas percepcionadas como estrangeiras em Portugal. E recomenda a implementação de um plano de acção abrangente contra o racismo e a discriminação, exortando as autoridades a condenar firme e publicamente todas as manifestações de discurso do ódio ao mesmo tempo que insta vivamente os políticos para que se abstenham de utilizar ou tolerar retórica racista. Saudando as medidas tomadas para melhorar o quadro jurídico e institucional contra a discriminação, a comissária ...

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Mariana Serrano ganhou indenização de R$ 25 mil após processar agressor
Imagem: Débora Nisenbaum/Arquivo pessoal

Mulheres cobram indenização após violência doméstica: “Ele sentiu no bolso”

A intenção de Maria* ao processar seu ex-marido e pedir indenização após sofrer violência doméstica não era ganhar dinheiro. Ela queria justiça. Levado ao tribunal do júri em 2016, o agressor foi absolvido da denúncia de tentativa de homicídio, apesar de ter sido reconhecida a existência do crime. O caso aconteceu em Novo Horizonte, interior de São Paulo. O advogado que cuidava do divórcio de Maria sugeriu que ela entrasse com um processo por danos morais. Ela ganhou, e o agressor foi condenado a pagar R$ 15 mil, mas recorreu. Há dez dias, o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a sentença. "Foi uma sensação de alívio. Ela sentiu a Justiça sendo feita, o que não aconteceu no tribunal", diz seu advogado, Rodrigo Politano, em entrevista a Universa. Apesar de processos por danos morais serem mais relacionados a casos de calúnia e difamação, também é possível pedir uma ação indenizatória ...

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Reprodução/Twitter

Parlamentares negras e trans e organizações da sociedade civil denunciam a violência política no Brasil à Comissão Interamericana de Direitos Humanos

No próximo dia 23 de março, às 12h, vereadoras negras e transexuais, vítimas da violência  política e eleitoral no Brasil, junto a organizações de direitos humanos, de mulheres negras e  LGBTI+, vão participar da audiência temática da Comissão Interamericana de Direitos  Humanos (CIDH), através da plataforma Zoom, para denunciar os constantes casos de  violência política refletidos em atentados à vida e ataques de ódio, sejam virtuais e/ou físicos.   A audiência, exclusivamente direcionada às denúncias dos casos brasileiros, é o resultado da  articulação das organizações Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA);  Criola; Terra de Direitos; Instituto Marielle Franco; Justiça Global; Rede Nacional de Negras  e Negros LBGT e o Instituto Raça e Igualdade, que protocolaram o pedido de audiência para  visibilizar e reivindicar do governo brasileiro uma atuação coordenada para proteger a vida e  os direitos políticos das candidatas eleitas, diante do fenômeno da violência política e eleitoral.  O caso ...

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Escadaria da rua Cristiano Viana zona oeste de São Paulo, amanheceu com lambe-lambe em homenagem à vereadora Marielle Franco, morta a tiros no Rio (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

Entidades brasileiras participarão de audiência sobre violência política na Corte Interamericana

Um grupo formado por sete organizações, entre elas a Associação Nacional de Travestis e Transexuais, a Rede Nacional de Negros e Negras LGBT e o Instituto Marielle Franco, participará de audiência temática sobre violência política no âmbito da Comissão Interamericana de Direitos Humanos no dia 23. Conversa O objetivo do encontro, segundo as entidades, é fornecer informações à comissão sobre a situação de violação de direitos humanos de grupos específicos e cobrar do governo federal uma atuação coordenada que responda “ao fenômeno da violência política e eleitoral” no Brasil.   Fonte: Folha de São Paulo, por Mônica Bergamo

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Imagem: POLONEZ/SHUTTERSTOCK

Cartilha ajuda mulheres a identificar sinais de perigo de violência doméstica

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, da Assembleia Legislativa do RJ (Alerj), criou um guia que mostra a escalada da violência contra a mulher e como ela deve ficar alerta. A deputada Renata Santos, da comissão, explica o que é o Violentômetro. "Ele não é importante somente para a vítima. Ele é também para parentes e amigos, porque pode medir a gradação da violência, além de incentivar a denúncia. Você mulher, que é vítima de violência, denuncie. Não silencie. O seu silêncio não vai te proteger. Ligue 180", disse a deputada. O que diz a cartilha: Seu relacionamento é sadio quando o seu companheiro: Respeita suas decisões e seus gostos Aceita seus amigos e sua família Confia em você Fica feliz quando você se realiza Se certifica de que vocês estão de acordo nas coisas que vão fazer juntos É considerado violento quando: Te ignora nos dias em ...

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Foto: Editoria de Arte/G1

Mais de 50 mil mulheres pediram medidas protetivas para escapar da violência doméstica em 2020

Só em São Paulo, no ano passado, mais de 50 mil mulheres pediram medidas protetivas contra da violência doméstica. "Você é uma analfabeta! Cala a boca, não te perguntei. Se você não ficar comigo, você vai perder a sua casa, seus filhos e o seu emprego". Eram palavras como essas que duas mulheres vítimas de violência doméstica ouviam dentro de casa. Até que apanharam dos companheiros. "A gente era praticamente recém-casado, eu gostava muito dele e eu vi aquilo como um ato isolado, sabe, uma explosão que não iria mais se repetir né", conta uma das vítimas. Mas o marido fez de novo. "Ele questionou o meu comportamento de não estar mais assim carinhosa, dedicada. Daí gerou uma discussão e uma hora ele me deu um tapa no rosto. Imediatamente eu disse pra ele que eu estava indo na delegacia da mulher fazer uma denúncia. Só que ele não acreditou ...

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