Resultados da pesquisa por 'racismo estrutural'

    Will Smith e o racismo estrutural

    Ontem, o perfil Gina Indelicada no Instagram postou uma foto do ator Will Smith ao lado de seu filho, Jaden, na Copa do Mundo. Não demorou muito para que os internautas fizessem uma infinidade de comentários em tom de deboche a respeito da aparência do jovem. Dizendo considerá-lo magro e abatido, começaram a escrever que ele parecia "um cracudo", "um mendigo" ou "um dos vendedores de água que trabalham na porta do estádio". Por Mariana Motta Do Brasil247 Foto: Instagram A conduta de associar a imagem de um jovem negro à condição de usuário de drogas ou de alguém em situação de rua tem nome: racismo estrutural. As pessoas podem argumentar que não pensaram essas coisas por mal, mas pensaram. E pensaram porque a sociedade está acostumada a ver uma enorme quantidade de pessoas negras marginalizadas enquanto pouquíssimas delas ocupam espaços de poder. É evidente que não ...

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    arquivo pessoal

    “O racismo estrutural opera dentro da USP”

    A Universidade de São Paulo (USP), a maior universidade pública da América Latina, é racista e elitista, segundo a Pesquisa Interações na USP, realizada pelo Escritório USP Mulheres e coordenada pelo professor Gustavo Venturi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. O professor Gustavo Venturi, o entrevistado dessa semana da coluna GeledésnoDebate, vai além ao afirmar que os sentimentos declarados pelos alunos da USP demonstram que o racismo estrutural atua também no ambiente universitário. Marcos Santos A pesquisa, divulgada no dia 25 de junho, ocorreu com a participação da Rede Não Cala da USP, além dos coletivos feministas, negros, indígenas e LGBT e dentro do programa Impacto 10x10x10 do movimento #HeForShe da ONU Mulheres. Geledés - Como surgiu a ideia de fazer esse estudo e qual dinâmica adotada? Em 2013, fui procurado por alguns alunos que militavam em coletivos feministas e LGBT, ...

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    Aumento do encarceramento feminino revela racismo estrutural nas prisões

    Livro "O Que é Encarceramento em Massa" discute tema com base em intelectuais negras como Sueli Carneiro e Angela Davis Por Norma Odara, do Brasil de Fato Segundo Anuário Brasileiro de Segurança pública, em 2014 607.731 pessoas estavam presas no Brasil / Arquivo/Agência Brasil "O Que é Encarceramento em Massa" é o nome do livro da série Feminismos Plurais, que discute a fusão entre aprisionamento, seletividade penal e racial no Brasil e feminismo negro. A obra tem como base as teorias de inteletuais negras como Sueli Carneiro e a estadunidense Angela Davis. A pesquisadora em Antropologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), Juliana Borges, que também foi secretária-Adjunta da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres da Prefeitura de São Paulo, em 2014  recebeu o convite da filósofa Djamila Ribeiro para abordar o tema sobre segurança pública no livro. Na obra, a autora alerta para o ...

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    Ações Afirmativas no MP: sinalizações para o enfrentamento ao racismo estrutural?

    O Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou, na terça-feira última, 13 de junho, por maioria, duas propostas de resolução que instituem, respectivamente, reserva aos negros de 20% das vagas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos no CNMP e de ingresso nas carreiras do Ministério Público brasileiro. O procedimento administrativo teve como parte interessada a organização Educafro e contou com manifestação da Articulação Justiça e Direitos Humanos – JusDh. Por Allyne Andrade e Sheila de Carvalho Do Justificando A adoção da resolução, em especial, no Ministério Público é mais uma fronteira transposta no campo de democratização do sistema de justiça. Informações prestadas pelos Ministérios Públicos locais ao CNMP demonstram a flagrante ausência de representatividade negra na carreira. A título de ilustração, o Ministério Público do Rio de Janeiro declarou que, entre 910 promotores, apenas quatro são negros. O MP do Distrito Federal alegou ter dez negros entre seus ...

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    Campanha “30 dias por Rafael Braga” denuncia racismo estrutural no Brasil

    Atividades culturais e rodas de conversa serão usadas para dialogar com população; lançamento ocorre nesta quinta em SP Por Norma Odara, do Brasil de Fato Foto: Mídia Ninja Racismo estrutural, seletividade penal, guerra às drogas, tráfico e politização da Justiça: a história de Rafael Braga, desde sua prisão até as condenações, é vista por militantes do movimento negro e ativistas de direitos humanos como uma das mais emblemáticas para demonstrar a falha do sistema judicial brasileiro quando se trata da população negra. Para expor essa realidade e debater essas questões, organizações e voluntários iniciam, nesta quinta-feira (1º), em São Paulo, a ação "30 dias por Rafael Braga".O lançamento oficial começa às 19h, na Ação Educativa (Rua General Jardim, 660, próximo ao metrô Santa Cecília), em São Paulo (SP). As atividades se estenderão até o final do mês e pretendem reunir psicólogos, criminalistas e jornalistas para a realização de ...

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    Meus Olhos Coloridos e o Racismo Estrutural

    “Só por hoje Vou deixar meus cabelos em paz Durante 24 horas serei capaz De tirar Os óculos escuros modelo europeu que uso Enfrentar a claridade Só por hoje”( SOBRAL, 2014:16) por Juliana Costa enviado via Guest Post para o Portal Geledés “Deixe o diferente participar da sua vida” é a única frase que pode ser salva na mensagem de ano novo da UFJF, pois permite uma série de reflexões, dentre elas, qual significado de diferente? Sabemos conviver com o diferente dos padrões que a sociedade nos oferece? Que o cabelo “bom”, “ideal”, é o liso, por exemplo. Sabemos que são sutis as ideologias racistas em nossa sociedade que se manifestam por discursos verbais ou não. A imagem da mensagem primeiro permite compreender a ideia do “a parte de”, “de fora do lugar”, a mulher negra assujeitada às mãos brancas e masculinas que esticam uma mecha de seu cabelo... E o ...

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    Brasil: negros ainda sofrem racismo estrutural, institucional e interpessoal

    Brasil: negros ainda sofrem racismo estrutural, institucional e interpessoal

      Conclusão é do Grupo de Trabalho da ONU sobre Afrodescendentes que encerrou visita de 10 dias ao país nesta sexta-feira; mas especialistas admitem que Brasil tem feito mais nos últimos 10 anos para promover maior inclusão da população negra. Mônica Villela Grayley, Um grupo de cinco especialistas da ONU afirmou que os negros do Brasil ainda estão sofrendo com racismo. A declaração é do Grupo de Trabalho sobre Afrodescendentes da organização que encerrou uma visita oficial, de 10 dias, ao país nesta sexta-feira. Sociedade Civil Eles se reuniram com representantes de governos e da sociedade civil no Recife, em Salvador, São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. As peritas Mireille Fanon-Mendes-France e Maya Sahli falaram a jornalistas, na sede do Centro de Informação da ONU no Rio de Janeiro. Mireille Fanon-Mendes-France lembrou a precária situação das prisões brasileiras e a situação dos presidiários negros. Ela citou a falta de ...

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    “Morra de inveja!”: Como funciona o racismo estrutural – por Flávia Simas

    Deu vontade de contar uma história pra vocês: uns anos atrás eu fui prestar um concurso em Brasília. Nem me lembro mais qual era o concurso, só sei que era na minha área, mas isso não é relevante. Eu fui com uma amiga da faculdade de Letras que, além de ter trabalhado comigo por anos, era uma pessoa que eu tinha em alta estima. Nesse dia, dividimos o mesmo quarto de hotel. Quando eu estava me arrumando, ela pegou um pente, e o que aconteceu naquele momento foi TÃO surreal que eu nunca mais me esqueci: ela começou a pentear o cabelo lisíssimo dela e, enquanto o pente deslizava, ela me perguntava 'e aí, tá morrendo de inveja?'. Eu fiquei sem ação na hora. Demorei alguns segundos para conseguir ACREDITAR que ela estava me perguntando aquilo. Respondi, então: 'não, não estou com inveja, pq eu gosto do meu cabelo, não ...

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    infancia sem racismo

    Infância negra, racismo estrutural e novos cenários na América Latina

      As condições de vida das populações negras na América Latina se caracterizam pela pobreza e pela exclusão social e política, determinadas pela discriminação étnica e o racismo estrutural.  Nesse contexto, as consequências das violações de direitos são especialmente prejudiciais no período da infância e adolescência, mesmo reconhecendo variações entre os diferentes países. As múltiplas privações que caracterizam a vida de grande parte das crianças e adolescentes negros/as geram impactos diversos. Quatro em cada dez crianças não têm garantido o acesso à água potável e em vários países da América Latina uma grande quantidade desses sujeitos reside em casas sem instalações adequadas de saneamento. Além disso, estima-se que oito em cada dez crianças negras são afetadas por algum tipo de privação no acesso aos equipamentos necessários para a implementação do direito à informação. No contexto educativo, apesar dos avanços significativos, os/as negro/as dividem com os/as indígenas os mais baixos índices de escolarização ...

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    racismo

    Maceió faz encontro nacional sobre racismo estrutural

    O Ciclo de Conversas Negras visa à união de esforços em prol da sociedade inclusiva. Jornalistas, pesquisadores, educadores, representantes de órgãos federais, estaduais e municipais e da sociedade civil participam de um ciclo de debates que visa a união de esforços para o enfrentamento do racismo estrutural. Trata-se do I Ciclo de Conversas Negras: “Agosto Negro ou O Que a História Oficial Ainda não Conta” a ser realizado, entre os dias 24 e 26 de agosto, em Maceió. A iniciativa, do Projeto Raízes da África, conta com 150 vagas para inscrições, e tem como perspectiva estimular e valorizar atividades acadêmicas focadas na temática do negro no Brasil e incentivar o ensino da História da África na rede de ensino pública e privada. A iniciativa, fruto da interlocução entre o movimento social negro e diversas instituições, dentre elas a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial/Seppir, o Ministério de Educação/Secad, ...

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    Image processed by CodeCarvings Piczard ### FREE Community Edition ### on 2015-10-09 14:29:05Z | http://piczard.com | http://codecarvings.com

    Da esquerda à direita não se olha o racismo como problema estrutural

    O ator José de Abreu, semana passada, foi atacado por um casal desses que compõe a massa abduzida pelo mantra dos meios de comunicação que apoiam o golpe contra a atual presidente, o famigerado #ForaPt. Eles alegam que pessoas que tem um direcionamento político pautado na ideologia esquerdista, não devem usufruir dos subprodutos do sistema capitalista. Por Joice Berth, do Jusrificando  Cabe lembrar que a abordagem agressiva do casal e que foi revidada à altura pelo ator e sua esposa é o efeito provocado pelo insistente caso de marginalização de um partido que, segundo a mídia, seria o precursor da corrupção no país. Cabe também lembrar que esse efeito está sendo reproduzido em todos os meios sociais e sempre direcionado a pessoas que comungam da cartilha política esquerdista e isso não é de hoje. Em outros tempos, quem se posicionava de forma destoante do sistema político que comanda o país era acusado de terrorista ...

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    ONU: racismo no Brasil é estrutural e institucionalizado

    Peritos da entidade concluíram o relatório afirmando que o “mito da democracia racial” ainda está presente na sociedade brasileira e que boa parte dela ainda “nega a existência de racismo” no Brasil de Fato O racismo no Brasil é "estrutural e institucionalizado" e "permeia todas as áreas da vida". A conclusão é da Organização das Nações Unidas (ONU), que publicou nesta sexta-feira (12) seu informe sobre a situação da discriminação racial no país. Os peritos da entidade concluíram o relatório afirmando que o “mito da democracia racial” ainda está presente na sociedade brasileira e que boa parte dela ainda “nega a existência de racismo”. "O Brasil não pode mais ser chamado de uma democracia racial e alguns órgãos do Estado são caracterizados por um racismo institucional, nos quais as hierarquias raciais são culturalmente aceitas como normais", destacou a ONU. Os técnicos da entidade estiveram no país entre os dias 4 ...

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    Racismo no Brasil é “estrutural e institucionalizado”

    ONU revela estudo sobre a discriminação no país. Campanha para eleições não aborda interesses dos negros. A Organização das Nações Unidas (ONU) concluiu que o racismo no Brasil é “estrutural e institucionalizado” e “permeia todas as áreas da vida”, informa o portal UOL. Num estudo publicado na última sexta feira pela ONU, os especialistas concluem que o “mito da democracia racial” ainda existe na sociedade brasileira e uma parte “nega a existência do racismo”. O documento surge num momento em que o racismo no Brasil volta a ser tema de discussão. Recentemente a equipa de futebol Grémio de Porto Alegre foi excluída da Taça do Brasil devido ao comportamento racista dos seus adeptos no jogo contra o Santos, no dia 28 de Agosto. Outro caso é o de uma jovem negra do estado Minas Gerais que publicou no Facebook uma fotografia em que posa com o seu namorado branco. A jovem foi vítima de ...

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    Grupo da ONU reconhece racismo como problema estrutural da sociedade brasileira

    Grupo da ONU reconhece racismo como problema estrutural da sociedade brasileira

      Isabela Vieira, Rio de Janeiro – O Grupo de Trabalho das Nações Unidas (ONU) sobre Afrodescendentes apontou hoje (13), ao encerrar visita de dez dias ao Brasil, um grande contraste entre a precariedade da situação dos negros e o elevado crescimento econômico do país. A comitiva das Nações Unidas esteve em cinco cidades, reuniu-se com autoridades e representantes da sociedade civil, visitou favelas e quilombos. Em comunicado à imprensa, os especialistas da ONU destacaram que, entre negros e brancos, existem desigualdades de acesso à educação, à Justiça, à segurança e a serviços públicos. O grupo identificou também racismo “nas estruturas de poder, nos meios de comunicação e no setor privado”. Segundo os representantes da ONU, apesar de serem metade da população brasileira, os negros estão “subrrepresentados e invisíveis”. “Os afro-brasileiros não serão integralmente considerados cidadãos plenos sem uma justa distribuição do poder econômico, político e cultural”, disseram a francesa ...

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    Leila Lopes O racismo o exerccio estrutural do terrorismo em grande escala

    O racismo é o exercício estrutural do terrorismo em grande escala

    por Arísia Barros A pretexto de contextualizar sua impressão sobre a eleição da angolana Leila Lopes que venceu o concurso Miss Universo 2011,derrotando oitenta e oito concorrentes, o Sr. Roberto Cavalcanti, em seu blog, refaz a rota dos navios negreiros e confabula com as múltiplas facetas do racismo, como parte integrante da democracia brasileira e da livre expressão do pensamento. Em qual parágrafo, inciso preciso da constituição brasileira está escrito que o racismo é crime? O racismo nas terras descobertas por Cabral é na verdade o exercício estrutural do terrorismo em grande escala. Constantemente tem desenvolvido a habilidade de torturar, assassinar mulheres, crianças, homens, [email protected] as sistemáticas agressões sociais e predatórias. O apartheid é o código institucionalizado do racismo nacional. O estado brasileiro faz-de-conta que o desarranjo social que o racismo provoca não altera o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Enquanto isso o povaréu faz da rejeição racial uma ideologia ...

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    Divulgação

    Racismo climático

    O que o antirracismo pode ensinar ao campo das mudanças climáticas? A pergunta é respondida em um produto/publicação do DESAFIO LAB, criado pelo Perifa Connection. O "LAB PerifaConnection: Clima e Periferias" é uma iniciativa em parceria com o iCS com o propósito de ser uma formação em questões climáticas, meio ambiente e sustentabilidade para 15 comunicadores e ativistas que vivem nas periferias do Rio de Janeiro, principalmente negros, mulheres e LGBTs. O recado inicial já deixa claro: “Impactos climáticos têm gênero, cor e lugar. O racismo é estrutural. As periferias e as populações tradicionais querem ser agentes em um mundo com menos emissões, e não apenas resultados de impactos ou metas”. Segundo o documento, que aborda intimamente o conceito de justiça climática, o enfrentamento do tema só acontecerá com propriedade quando houver a incorporação do pensamento antirracista como protagonista de políticas e modelos de um mundo de baixo ou zero ...

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    Getty Images

    O racismo destrói as entranhas do Brasil

    O racismo estrutural existe sim, e corrói as entranhas da vida brasileira há muito, muito tempo.Tempo demais. É inaceitável que continuemos assim. Nossa sociedade paga um alto preço pela normalização do racismo e isso é inadmissível; e fazemos quase nada para estancar esta ferida que sangra todos os dias: quando um menor é assassinado à queima-roupa, uma mãe perde seu filho para o tráfico, milhares de negros são demitidos, crianças negras são violentadas, povos quilombolas perdem suas terras, mães negras são insistentemente desrespeitadas em seus trabalhos como domésticas em casas de patroas brancas, e tantos outros fatos horrorosos que crescem exponencialmente. Todos os dados estatísticos apontam para números desfavoráveis e mais elevados quando consideradas as populações negras. Em que ponto estas questões não incomodam cada cidadão brasileiro, pode ser considerado um mistério desafiador, mas que não deve ser ignorado. Não deveríamos jamais voltar para nossas casas, sentar confortavelmente nos sofás, ...

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    Luísa Semedo (Reprodução/Facebook)

    Negar o racismo é racismo

    Enquanto se continua a pôr em causa se há racismo, se há racismo estrutural ou se a sociedade portuguesa é racista anula-se o espaço para a responsabilização, para a reflexão e discussão sobre a mudança, e silenciam-se as vozes das pessoas vítimas de racismo, as suas vivências e as suas propostas para o progresso da Igualdade entre todas e todos os cidadãos em democracia. Negar o racismo é distração e sabotagem. Após a execução racista de Bruno Candé Marques começou desde logo a cantiga usual: “agora tudo é racismo”, “isto não é racismo”, “o idoso só estava mal disposto”, “acordou do lado errado da cama” ou “talvez se tenha enganado porque vê mal” (verdadeiro comentário). Excluindo o negacionismo deliberado e oportunista, utilizado como arma política e chamariz mediático de profissionais do racismo como André Ventura, este nível delirante de negação é perturbador e é também um sintoma do racismo estrutural ...

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