Resultados da pesquisa por ' racismo'

    Foto: Guilherme Gandolfi / Levante Popular da Juventude

    Cantora Preta Ferreira denuncia racismo contra companhia aérea: ‘Constrangimento’

    A cantora Preta Ferreira usou seu perfil no Instagram nesta quarta-feira para denunciar um caso de racismo contra a companhia aérea Gol. De acordo com ela, funcionários desconfiaram do pagamento de sua passagem para Salvador, feito por um cartão da empresária que agencia sua carreira, enquanto ela tentava fazer o check-in em Congonhas. Por Louise Queiroga, do Extra  Preta Ferreira (Foto: Guilherme Gandolfi / Levante Popular da Juventude) — Foi um constrangimento ver todos que passavam me olhando ali parada, foi mais um dos choques de todos os dias ver que maioria branca ali não sofreu nenhum tipo de questionamento, não teve nenhum tipo de retaliação e a negra estava sendo questionada por que está ocupando aquele espaço. Isso é muito estrutural no Brasil, mas não me desanima me dá mais força eu mostrar que eu vou continuar ocupando estes espaços, seja no débito ou no ...

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    Foto: Reprodução/Twitter

    Lorenna Vieira é vítima de racismo em agência do Itaú. ‘Não é caso isolado’

    Influenciadora digital conta que foi desbloquear um cartão e sacar dinheiro, mas acabou levada à delegacia pela Polícia Civil por suspeita de fraude por RBA Foto: Reprodução/Twitter A esteticista e influenciadora digital Lorenna Vieira foi vítima de racismo, na última quinta-feira (30), em uma agência do Banco Itaú, no Rio de Janeiro. Ela conta que foi desbloquear um cartão e sacar R$ 1.500, mas acabou levada à delegacia pela Polícia Civil, acusada de fraude. Ela diz que foi tratada como criminosa e afirmou, ainda, que os funcionários do banco não buscaram entender o que havia acontecido antes de chamarem a polícia. “Foram me buscar dentro do banco. Não tinha mais ninguém no banco, não estava entendendo por que da demora e chamaram a polícia pra mim. Me tiraram de lá, falaram que não era eu na identidade, que o dinheiro que estava entrando não era normal. ...

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    A jovem ativista Vanessa Nakate durante uma entrevista em sua casa, em Kampala, capital de Uganda. Foto Isaac Ksamani/AFP

    Onde estamos escondendo o racismo nosso de cada dia?

    A Greta tem nome e todos sabem. Por que Vanessa Nakate é apenas uma ativista africana? Por Andréia Coutinho, do Projeto Colabora Greta Thungberg, Vanessa Nakate e ouros jovens ativistas durante uma Conferência de Imprensa na COP25, em Madri. (Foto Pablo Porlan / Hans Lucas) Desde o flagrante da própria Vanessa Nakate diante do apagamento do seu corpo, voz e representatividade negra no Fórum Econômico Mundial, em Davos, militantes, em uma espécie de catarse, se manifestaram em defesa da ativista ugandesa. Mensagens de revolta, ataques violentos à agência de notícias americana Associated Press e infinitos compartilhamentos de notícias, textos e análises. Ao me deparar com a “fogueira” de informações sobre o ocorrido, um questionamento ecoou dentro de mim: onde estamos escondendo nosso racismo? O caso de Vanessa Nakate veio à tona como um flagrante público da operacionalidade do conceito da raça. Ela estipula como as pessoas ...

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    Prédio da Justiça Federal em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

    Justiça Federal absolve jovem negro acusado de ‘racismo reverso’ em rede social

    Ele era réu pelo crime de racismo, acusado de ter incitado discriminação contra brancos e pregado ódio entre raças. Juiz disse não crer em 'racismo reverso' porque 'nunca houve escravidão reversa'. Por Mariana Oliveira e Fernanda Vivas, do G1 Prédio da Justiça Federal em Goiânia, Goiás — (Foto: Reprodução/TV Anhanguera/Retirada do site G1) O juiz João Moreira Pessoa de Azambuja, da 11ª Vara Federal de Goiás, absolveu um jovem acusado de "racismo reverso" por postar, em uma rede social, conteúdos considerados ofensivos a brancos. Para o magistrado, não existe "racismo reverso" porque "nunca houve escravidão reversa". A decisão foi lançada no processo nesta quarta-feira (29). Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, o jovem Diego Lima criou um post na rede social em julho de 2018, no qual "praticou e incitou a discriminação de raça ou cor, por intermédio do meio de comunicação social (Facebook), tendo ...

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    ‘Amor de Mãe’ choca público com cena de racismo em ação policial; Taís se manifesta

    A novela "Amor de Mãe" exibiu na noite desta segunda-feira (27) a sequência em que o pequeno Tiago (Pedro Guilherme Rodrigues), filho de Vitória (Taís Araujo), foi detido pelos policiais durante um arrastão na praia pelo fato de ser negro. Na ação, o menino é colocado no camburão e implora para encontrar a mãe, mas não é escutado. Por Júnior Moreira Bordalo, do Bahia Notícias  Reprodução / Globo Nas redes sociais, o público repercutiu a sequência do texto da baiana Manuela Dias por abordar o racismo velado da sociedade brasileira. "Que cena Brasil! Globo mostrando o racismo e o abuso de autoridade escancarando, coisa que infelizmente vivemos muito no Brasil. Essa cena de 'Amor De Mãe' foi um tapa na cara da sociedade", apontou um. "Que cena forte Manuela enfiando o racismo na cara de todo mundo plena segunda-feira no horário nobre da maior emissora do ...

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    Atriz Erika Januza fala de racismo Foto: reprodução/vídeo / Fernando Lemos

    Erika Januza fala de racismo em relacionamentos: ‘Ficar escondido, pode; assumir são outros 500’

    Há quem questione o uso da palavra empoderamento, mas ela ainda é a que melhor dá conta de explicar a história que você está prestes a ler. É sobre uma mulher de 34 anos que temia cortar o cabelo e perder, com ele, a proteção que criara contra racismo, pressão estética, rejeição e tantas outras memórias infelizes que lhe foram impostas ao longo da vida. Até que, um dia, descobriu sua beleza em meio aos padrões e se apaixonou pelo que viu. Em relato ao EXTRA, a atriz Erika Januza conta como o processo de decisão de cortar o cabelo curtinho a ajudou a lidar com diversas questões. Por Carla Nascimento, do Extra Atriz Erika Januza fala de racismo (Foto: Reprodução/vídeo / Fernando Lemos) Ao adotar o corte 'Mariazinha', a mineira enfrentou uma série de fantasmas antiaceitação e, de quebra, encontrou a imagem perfeita para viver ...

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    Imagem: Geledés

    Mãe denuncia racismo de segurança de metrô que disse que filhas gêmeas eram ‘bucha 1 e bucha 2’; Concessionária apura

    Caso aconteceu na estação Rodoviária. Meninas têm três anos e desfilam como modelos. Do G1 Imagem: Geledés Uma mulher de 37 anos denunciou nas redes sociais o crime de racismo cometido por um segurança de metrô contra as filhas dela, que são gêmeas e têm três anos, em Salvador. Em entrevista ao G1, a mãe das meninas disse que o homem chamou as vítimas de "Bucha 1 e bucha 2", em referência a lã de aço, usada para lavar pratos. Conforme a mãe das meninas, Sandra Weydee, de 37 anos, o caso aconteceu na noite de sábado (25), por volta das 18h30, na estação Rodoviária. A mulher, que trabalha como técnica de metalúrgica e soldadora, disse que voltava de um passeio com as meninas. "A gente estava no Iguatemi passeando e ia voltar para casa. Tinha três seguranças, dois negros e um branco, ...

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    National flag Portugal wave Pattern loopable Elements

    Até quando haverá racismo contra as mulheres negras em Portugal?

    Na Amadora, uma mulher/mãe/vítima negra foi algemada, sofrendo, sangrando, sendo torturada, como no passado. Oxalá tais imagens fossem apenas fruto de uma ficção. Por Rita Cássia Silva, do  O Público Getty Quando uma mulher negra é espancada por homens brancos que representam, ou não, a Lei, sua alma é torturada cinco séculos atrás, pois seu corpo representa todos os corpos de todas as mulheres negras que foram capturadas em suas terras, que foram traficadas, violadas, feitas corpos escravos para que de seus ventres fossem arrancadas as crianças nascituras escravas para serem vendidas enquanto coisas. Mulheres negras, por vezes queimadas vivas, por outras assassinadas e não enterradas, por outras degoladas, por outras ainda, atiradas ao mar. Mulheres negras que não podiam dar de mamar aos seus próprios filhos, mas que alimentaram homens brancos e mulheres brancas que delas receberam não somente o leite, mas o afeto de ...

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    Sônia Guajajara (Foto: Pablo Albarenga / Mídia NINJA)

    Sônia Guajajara vai à justiça contra Bolsonaro por crime de racismo

    Líder indígena Sônia Guajajara repudiou a fala em que o presidente diz que "cada vez mais o índio é um ser humano igual a nós" No Rede Brasil Atual Sônia Guajajara (Foto: Pablo Albarenga / Mídia NINJA) A líder indígena Sônia Guajajara, coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), anunciou que vai à Justiça contra o presidente Jair Bolsonaro por crime de racismo. Nesta quinta-feira (23), ela publicou nas redes sociais que é preciso “dar um basta” nas falas preconceituosas do presidente. “A Apib entrará na justiça contra Jair Bolsonaro por crime de racismo. Nós, povos indígenas, originários desta terra, exigimos respeito! Bolsonaro mais uma vez rasga a Constituição ao negar nossa existência enquanto seres humanos. É preciso dar um basta à esse perverso!”, publicou Sônia. Em uma transmissão via redes sociais realizada ontem, o presidente falou a respeito da criação do Conselho da ...

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    Adobe

    Qual o lugar da psicologia frente ao racismo?

    “ uma das principais razões por que não sofremos uma revolução de valores é que a cultura de dominação necessariamente promove os vícios da mentira e da negação.” bell hooks (2017) Por Lígia Santos Costa, enviado para o  Portal Geledés  Adobe Nem sempre a psicologia esteve voltada para as questões que afligem a grande massa. Considerada, por muito tempo, uma ciência a serviço de uma elite que fez, por muitas vezes, uso de suas técnicas, para a validação de diferenciações étnicas e sociais, para justificar o uso da força e para subjugar povos e garantir privilégios, ela alcança popularização quando passa a se interessar por assuntos que contemplam as necessidades sociais e isso significa olhar para fora da bolha. É meio aquela pessoa que acorda em um determinado dia e se dar conta de que o mundo não é morno, mas uma “chapa quente” que mais ...

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    “É equivocado, selecionar o universo amostral no Facebook, sem nenhum critério técnico e jurídico", aponta vice-presidente do IDDD / Foto: Igor Carvalho

    Jovem é inocentado após 30 meses preso à espera de julgamento: “Foi racismo”

    Garçom foi acusado de tentativa de homicídio porque aparecia entre contatos de ex-namorada de outro suspeito no Facebook Por Igor Carvalho, do Brasil de Fato “É equivocado, selecionar o universo amostral no Facebook, sem nenhum critério técnico e jurídico", aponta vice-presidente do IDDD / Foto: Igor Carvalho Na casa ao lado, aos gritos, um homem chama pelo vizinho, que não responde. Apressado, Rogério Silva interrompe a entrevista e corre para o portão para repreender o sujeito que brada. “Vai ficar berrando na frente da minha casa?”, pergunta. Quando retorna, se desculpa. “Eu não sou o mesmo cara, fiquei rancoroso e irritado. Hoje, fico bravo por qualquer coisa, não sei o que acontece.” Aos 24 anos, Silva ainda tenta se adaptar à vida nas ruas do Parque Novo santo Amaro, na zona sul de São Paulo. O jovem, que era acusado pelo roubo de dois veículos e ...

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    Phillip Atiba Goff participou de painel mediado por Cara Mertes, da Fundação Ford, durante o Fórum Econômico Mundial. (Foto: Reprodução/ Fórum Econômico Mundial)

    Como o uso de dados pode ajudar a solucionar o racismo

    Phillip Atiba Goff, co-fundador e presidente do Center for Policing Equity, falou sobre a importância do uso de dados na elaboração de estratégias de equidade durante o Fórum Econômico Mundial Por Bruno de Lima, do Época Phillip Atiba Goff participou de painel mediado por Cara Mertes, da Fundação Ford, durante o Fórum Econômico Mundial. (Foto: Reprodução/Fórum Econômico Mundial/Imagem retiradado site Época) Para combater o racismo, primeiro é necessário entendê-lo da maneira certa. É isso que afirma o co-fundador e presidente do Center for Policing Equity, Phillip Atiba Goff. Em painel, realizado durante o Fórum Econômico Mundial, que acontece até dia 24 de janeiro em Davos, o sociólogo falou sobre como a definição errônea de racismo – muito difundida na sociedade – atrapalha a elaboração de políticas que atuem contra esse problema estrutural. Segundo Goff, a definição mais comum é que o racismo é ‘produto de corações ...

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    Foto: Reprodução // Google Street View

    DPU apura denúncia de racismo em agência da Caixa Econômica em Lauro de Freitas

    Em denúncia, cliente diz que foi impedido de entrar no banco que fica no bairro de Itinga, e que recebeu ofensas verbais. No G1 Foto: Reprodução/Google Street View A Defensoria Pública da União (DPU) em Salvador apura uma denúncia de racismo na agência da Caixa Econômica Federal do bairro de Itinga, em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador. De acordo com a DPU, a vítima, de 39 anos, relatou que no dia 9 de dezembro de 2019 foi impedida de entrar na agência do bairro, recebeu ofensas verbais e saiu da agência sem conseguir fazer operações bancárias. A defensoria informou que já enviou um ofício do caso para a Caixa, na última quinta-feira (16), solicitando as imagens da agência para apurar o caso. Na denúncia, o cliente informou que atendeu, mais de uma vez, todos os pedidos feitos pelos seguranças como abrir a mochila ...

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    Foto Natalia de Sena

    Racismo recreativo: atualizando os estereótipos contra as mulheres negras

    No último sábado, 18 de janeiro, o programa Caldeirão do Huck da Rede Globo trouxe como “atração” no quadro Gonga La Gonga a apresentação de um artista regional com uma boneca caracterizada de “nega maluca” - um estereótipo que reforça o lugar da mulher negra ridicularizada.  Os episódios de desqualificação e de racismo em emissoras de TV se repetem o tempo todo, principalmente contra mulheres negras. Recentemente, no SBT, uma mulher negra foi discriminada no ar pelo apresentador Silvio Santos, o que lhe rendeu uma representação junto ao Ministério Público de São Paulo, sob a acusação de racismo. Na edição do reality show A Fazenda, no dia 05/11/19, uma participante negra sofreu ofensas racistas, na forma de injúria, por parte de um produtor da TV Record. Emissoras de TV e de rádiodifusão são concessões públicas, têm disciplina constitucional prevista no art. 221, onde se verifica que essas deverão atender à ...

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    Jurista Silvio Luiz de Almeida explica a gênese do racismo.

    O nazismo no governo Bolsonaro e a escalada do racismo no Brasil

    Teoricamente há uma distinção entre as ideologias de “supremacia branca” e de “superioridade branca”. Essa distinção, aliás, é essencial para distinguir a história das relações raciais no Brasil e países como a Alemanha, EUA e África do Sul. Por Silvio Almeida, do Mídia 4P Silvio  de Almeida  (DIVULGAÇÃO/CHRISTIAN PARENTE) No Brasil, a ideia de “superioridade branca” converteu-se no final do sec. XIX no assimilacionismo. Foi uma saída genial dos intelectuais da época porque dava conta do problema das elites do pós-abolição, que era lidar com a massa de negros livres. Diante da impossibilidade de fazer como nos EUA e defender a “supremacia branca”, o Brasil – um país de negros, indígenas e mestiços – apostou na “superioridade branca”. Daí a aposta no branqueamento como forma de “civilizar” o país. A ideia de superioridade branca teve diferentes versões que vão do “assimilacionismo” (mestiçagem para eliminar o negro) ...

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    André Zanardo

    Quem ri do racismo?

    A serrote 33 traz a seção especial “9 perguntas para o Brasil de hoje”, em que intelectuais como Milton Hatoum, Maria Rita Kehl e Luiz Eduardo Soares refletem sobre questões cruciais no país, da proliferação da violência ao silêncio dos escritores diante do autoritarismo Por ADILSON JOSÉ MOREIRA, da Revista Serrote  Neste ensaio, parte da seção, o advogado e escritor Adilson José Moreira, autor do livro Racismo recreativo, reflete sobre o humor racista e a naturalização da violência racial no Brasil Adilson José Moreira é um dos convidados do lançamento da serrote 33 no dia 5/12, às 19h, no IMS Paulista. Ele conversa com a pesquisadora Juliana Borges, autora do ensaio “A quem interessa lotar as prisões?”, também incluído nesta edição ADILSON JOSÉ MOREIRA (Foto: André Zanardo) As pessoas raramente esquecem episódios de discriminação, principalmente quando são frequentes. A memória deles nos acompanha por muito tempo, como se nos lembrasse de que ...

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    Quando estava no Flu, Yony foi alvo de um dos 59 casos de injúria de 2019 Foto: Alexandre Cassiano

    Racismo no futebol cresce; clubes engatinham na orientação a jogadores

    Casos de injúria nos estádios do país bateram recorde em 2019 Por Rafael Oliveira, do O Globo Quando estava no Flu, Yony foi alvo de um dos 59 casos de injúria de 2019 (Foto: Alexandre Cassiano) A discussão nas redes sociais cresceu. Times, técnicos e jogadores passaram a se posicionar. Mas o racismo ainda é tabu. Ao mesmo tempo que aprenderam a importância de conscientizar suas torcidas, são poucos os clubes que realizaram alguma ação voltada aos próprios jogadores – justamente os principais alvos de injúria no esporte. Em geral, o tema só é abordado depois que um atleta é atacado. Só aí, muitos deles tomam ciência de seus direitos, como o de denunciar as ofensas à arbitragem e de fazer registro na delegacia local. Dos portões para fora, houve um avanço no posicionamento do futebol brasileiro contra manifestações racistas. Os números mostram que o embate ...

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    Carole Edrich Dance Photography

    Confundidas com faxineiras, deputadas negras britânicas denunciam racismo

    Deputada da oposição trabalhista Abena Oppong-Asare contou no Twitter algumas situações de racismo vividas por ela No Carta Capital Deputada inglesa Abena Oppong-Asare (Foto: Carole Edrich Dance Photography) O Parlamento britânico eleito em dezembro é o mais diverso da história do Reino Unido, mas algumas deputadas negras, muitas vezes confundidas com funcionárias encarregadas da limpeza, afirmam que ainda há muito a ser feito e denunciam um racismo latente. A deputada da oposição trabalhista Abena Oppong-Asare iniciou um movimento de protesto ao revelar no fim de semana no Twitter as experiências que viveu desde sua eleição. “No outro dia, eu estava conversando com (outra parlamentar) na frente da Câmara dos Comuns quando um deputado conservador veio direto para mim, me deu sua bolsa e me pediu que a guardasse”, escreveu ela. The other day I was outside the @HouseofCommons chamber talking to @DrRosena and one of the ...

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    https://brasil.elpais.com/smoda/2020-01-11/megxit-machismo-classismo-e-racismo-no-ultimo-drama-real.html

    ‘Megxit’: machismo, classismo e racismo no último drama real

    Os tabloides e o setor reacionário concentram as críticas em culpar Meghan Markle pela decisão dos duques de Sussex de se tornar ‘independentes’ da Coroa. Por Noelia Ramirez, do El País A duquesa de Sussex, Meghan Markle, em 2018. (Foto: CORDONPRESS) “A imprensa britânica teve sucesso em seu aparente projeto de assediar Meghan Markle, duquesa de Sussex, para que vá embora da Grã-Bretanha.” A professora de jornalismo Afua Hirsch, autora de Brit(ish): On Race, Identity and Belonging, publicou quinta-feira o artigo Black Britons Know Why Meghan Markle Wants Out (“negros britânicos sabem por que Meghan Markle quer ir embora”) no The New York Times. Sua coluna criticou a monarquia como “centro simbólico do establishment” responsável pela noção de um Império Britânico “construído com base em uma doutrina de supremacia branca”. Também descreveu o “tratamento racista” que a canadense sofre na mídia britânica desde o anúncio de ...

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    Reprodução/Globo

    “A gente precisa se ver nos lugares”: Iza critica meritocracia e racismo no Domingão do Faustão

    "Por conta da minha profissão, essa questão do assédio, do racismo, não some, né? Ela fica velada", comentou a cantora Na Revista Fórum Imagem: Reprodução/Globo Durante sua participação no Arquivo Confidencial, quadro do programa Domingão do Faustão, da Globo, a cantora Iza falou neste domingo (12), emocionada, sobre o sucesso de sua carreira. Para ela, apesar de ter uma profissão de destaque e ser respeitada em seu meio, o racismo e o preconceito persistem no dia a dia. A cantora também fez críticas à meritocracia e pediu por mais representatividade. “Acho que todas as mulheres aqui já passaram por isso. Quantas vezes a gente é cantada no caminho para o trabalho? E aí, por conta da minha profissão, essa questão do assédio, do preconceito, a questão do racismo, não some, né? Ela fica velada”, comentou a artista. “As pessoas têm aquele receio de se expressarem da ...

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