quinta-feira, outubro 15, 2020

    Tag: Africanos e suas lutas

    Foto: AFP Gett Images

    Amílcar Cabral: ideólogo e pedagogo da revolução

    Se eu pudesse, fazia uma luta só com livros, sem armas.       - Amílcar Cabral   No dia 20 de janeiro de 1973 completará 47 anos do assassinato de um dos maiores líderes que surgiu no continente africano: Amílcar Cabral, revolucionário guineense que idealizou e pavimentou caminhos para a independência de Guiné-Bissau e Cabo Verde.  Amílcar Cabral nasceu em 1924, Bafatá, Guiné-Bissau. Durante a infância, apresentou elevado desempenho escolar e conquistou uma bolsa de estudos para cursar Engenharia Agrônoma, no Instituto Superior de Agronomia - ISA. Aos 21 anos, mudou-se para Lisboa onde estava localizado o ISA, assim, deu início a graduação que terminaria em 1952. Concorrente ao curso participou de intensos debates políticos com outros estudantes que demonstravam preocupação acerca da colonização europeia. O centro da inquietude dos pensadores estava relacionado à degradação da cultura africana, com forte influência das escolas, conforme explica Cabral (1978): Toda a ...

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    Astrid Prange (Foto: DW/ P. Boll)

    Mandela e o meu mundinho hipócrita

    Como correspondente de jornal de esquerda, a colunista denunciava o apartheid social do Brasil. Quando a babá dela resolveu engravidar, ela no início ficou irritada – e depois viu seu mundinho hipócrita ruir. No centésimo aniversário de Nelson Mandela eu me pergunto: o que eu fiz para combater o racismo e o apartheid dentro de mim? Ou na sociedade e no país onde vivo? Quando Mandela foi eleito o primeiro presidente negro da África do Sul, em 1994, eu morava no Brasil. E estava grávida da minha segunda filha. Com filho, as coisas mudam. De repente, eu comecei a enxergar o apartheid social no Brasil de um outro ângulo. Nos primeiros meses da minha gravidez, nadei numa onda de euforia. As pessoas me cumprimentavam, achavam a minha barriga "linda" e me tratavam com muito carinho. Foi uma experiência maravilhosa, pois, na Alemanha, a gravidez muitas vezes é vista como problema. ...

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    Herói do Mali que salvou criança vai receber nacionalidade francesa

    Mamoudou Gassama salvou uma criança de quatro anos de cair de uma varanda, ao escalar a pulso quatro andares no norte de Paris. O ato heroico do jovem de 22 anos, um “sem papéis” vindo do Mali, valeu-lhe um encontro com o Presidente francês, a regularização, a hipótese de ter cidadania francesa e um lugar nos bombeiros. no RPT  “Não pensei em mais nada, pensei em salvá-lo e graças a Deus, salvei-o”. As palavra são de Mamoudou Gassama, em entrevista à BFMTV. Uma forma simples de descrever o que milhares chamam de ato heroico deste jovem. Gassama parou junto a um edifício onde uma pequena multidão de pessoas se aglomerava porque no quarto andar do edifício estava uma criança pendurada numa varanda, prestes a cair. Eram 20h00 de sábado. Thibault Camus/Pool via Reuters Mamoudou apressou-se a fazer o que poucos teriam imaginado fazer: subiu quatro ...

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    24 anos após genocídio em Ruanda, racismo e discurso de ódio aumentam

    800 mil pessoas foram assassinadas no país africano; Dia Internacional de Reflexão sobre o Genocídio de 1994 contra os Tutsi em Ruanda é marcado neste 7 de abril; secretário-geral António Guterres está muito preocupado também com o aumento da xenofobia ao redor do mundo. Este sábado, 7 de abril, é o Dia Internacional de Reflexão sobre o Genocídio de 1994 contra os Tutsi em Ruanda, com a ONU lembrando que os Hutus também foram mortos. Cerca de 800 mil pessoas foram assassinadas no massacre, que começou no dia 7 de abril e durou aproximadamente 100 dias. Tragédia monumental O secretário-geral da ONU explica ser uma data para “lembrar todas as pessoas assassinadas e refletir sobre o sofrimento dos sobreviventes, que mostraram que a reconciliação é possível mesmo depois de uma tragédia monumental”. Na mensagem sobre o dia internacional, António Guterres afirma que “Ruanda aprendeu com a tragédia” e a comunidade ...

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    O Desing Afrofuturista de ‘Black Panther’

    Para seus trajes extraordinariamente detalhados, Ruth E. Carter estudou as roupas de tribos Masai,  Lesoto e outras tribos africanas. E uma impressora 3-D também foi a peça chave. por Malena Ryzik no New York Times  Ryan Coogler - foto: ComicBook Como você vestiria uma rainha africana? Para Ruth E. Carter, designer de fantasias para "Black Panther", o processo envolveu um chapéu Zulu e uma impressora 3-D. Nos seus 30 anos no cinema, Ruth Carter, fez carreira colocando imagens da História Afro-Americana e da cultura contemporânea nas telas, desde o cânone de Spike Lee até "Selma" e o recente remake de "Raizes". Para o grande sucesso da "Black Panther da Marvel", Ela conseguiu imaginar uma realidade alternativa futurista africana - composta de tribos diversas e intocada pelos colonizadores. "Eu realmente queria esse filme", ​​disse Carter, de 57 anos. Ela não sabia muito sobre o universo Marvel quando ...

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    Cineasta africano Idrissa Ouedraogo morre aos 64 anos

    Idrissa Ouedraogo teve reconheciemento internacaional Do Correio Braziliense Idrissa Ouedraogo era considerado o maior cineasta de Burkina Faso (foto: AFP / Bertrand GUAY) Nascido em Burkina Faso, o cineasta Idrissa Ouedraogo morreu aos 64 anos. Ele foi um dos grandes nomes do cinema africano e ficou conhecido internacionalmente. A morte foi uma consequência de uma doença contraída por ele, segundo foi afirmado pela União de Cineastas de Burkina Faso. Tamanha era a sua importância no país que o próprio presidente de Burkina Faso, Roch Marc Christian Kabore, divulgou um comunicado, no qual enviava condolências à família do cieneasta e à comunidade cinematrografica. "A África perde um dos seus melhores embaixadores no domínio da cultura ", diz a mensagem. Sobre a carreira de Idrissa Ouedraogo Idrissa Ouedraogo estudou na universidade pariense Sorbonne e lá se graduou no Instituto de Altos Estudos Cinematográficos. Porém, antes mesmo do conhecimento acadêmico, o ...

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    “Uma ferramenta de resistência identitária” chamada Djidiu

    Ao longo de um ano, vários afrodescendentes reuniram-se em Lisboa para dizer poesia e partilhar a experiência de ser negro. A associação Afrolis edita agora algumas dessas vozes em formato de livro. O lançamento é esta terça-feira, no Museu do Aljube. Por Joana Gorjão Henriques Do Publico Carla Fernandes fundou a o audioblogue Afrolis e dinamizou as sessões Djidiu que deram origem ao livro agora editado ENRIC VIVES-RUBIO Quando tudo isto começou, em Março de 2016, praticamente nenhum dos intervenientes tinha livros publicados. Chegavam às sessões e diziam poemas escritos de propósito para o evento, poemas que estavam na gaveta, poemas que estavam encravados. Quase dois anos depois, eis que a primeira frase deste texto já não se aplica. O Djidiu – a Herança do Ouvido, uma espécie de clube de poetas negros que tinha como objectivo produzir conhecimento sobre a condição dos afrodescendentes em Lisboa, passou dessas ...

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    (Foto: AFP/Gett Images)

    Amílcar Cabral e a cultura africana como resistência

    Na história do continente africano surgiram diversas vozes que se levantaram contra o colonialismo e variadas formas de opressão presentes nos países que o compõe. Thomas Sankara, Patrice Lumumba, Léopold Sédar Senghor, Steve Biko e tantos outros deixaram ensinamentos que não envelhecem, mesmo havendo sido elaborados num outro contexto. Amílcar Lopes Cabral é uma dessas vozes, nasceu em 1924, na cidade de Bafatá, Guiné-Bissau. E foi brutalmente assassinado por alguns dos seus companheiros no dia 20 de janeiro de 1973, em Guiné - Conacri, apoiados pela PIDE - Polícia Internacional e de Defesa do Estado. Este recorte biográfico situa-se no reconhecimento da contribuição de Cabral aos movimentos de libertação africanos, especialmente, em Cabo Verde e Guiné-Bissau. Cabral era filho de cabo-verdianos e passou a infância em São Vicente, Cabo Verde. Por causa do elevado desempenho escolar, aos 21 anos, foi contemplado com uma bolsa de estudos para cursar Engenharia Agrônoma ...

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    Os africanos que propuseram ideias iluministas antes de Locke e Kant

    RESUMO Os ideais mais elevados de Locke, Hume e Kant foram propostos mais de um século antes deles por Zera Yacob, um etíope que viveu numa caverna. O ganês Anton Amo usou noção da filosofia alemã antes de ela ser registrada oficialmente. Autor defende que ambos tenham lugar de destaque em meio aos pensadores iluministas. por DAG HERBJORNSRUD; tradução CLARA ALLAIN; ilustração FABIO ZIMBRES na Folha de São Paulo Os ideais do Iluminismo são a base de nossas democracias e universidades no século 21: a crença na razão, na ciência, no ceticismo, no secularismo e na igualdade. De fato, nenhuma outro período se compara à era do Iluminismo. A Antiguidade é inspiradora, mas está a um mundo de distância das sociedades modernas. A Idade Média é mais razoável do que sua reputação sugere, mas ainda assim é medieval. A Renascença foi gloriosa, mas em grande medida graças ao seu resultado: ...

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    Lançamento do Curta “O lá e o aqui” sábado, 16 de setembro

    O lançamento do documentário “O lá e o aqui” irá te apresentar o curta-metragem que traz o relato de jovens estudantes vindos de países africanos para o Brasil e mostra suas percepções sobre as questões raciais, traça um paralelo entre expectativas e realidades. por Flávia Lopes via Guest Post para o Portal Geledés VEJA A PROGRAMAÇÃO: Visita Guiada (de 10h à 10h30) Daremos início ao evento com Luiza Marmello, cantora dos grupos Jongo da Serrinha e Razões Africanas e uma das Coordenadoras do Espaço, que fará uma visita guiada a Casa de Jongo, realizando uma contextualização histórica desta manifestação cultural e do local escolhido para este acontecimento. Oficina de Jongo (de 10h30 à 12h) Vivência com toques e canto do Jongo ministrado por Luiza Marmello, seguido de introdução aos passos desta dança centenária com a orientação da cantora e dançarina Lazir Synval. integrante dos grupos Jongo da Serrinha e Razões Africanas. ...

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    Ele foi adotado em um orfanato em Zimbábue, virou um gênio na Inglaterra e agora pode ser deportado e perder sua vaga em Oxford

    A história do jovem Brian White é a história da superação de dificuldades e desigualdades – e de como tais injustiças parecem perseguir os que lutam para superá-las. Do Hypeness White nasceu no Zimbábue e, ainda bebê, foi abandonado em um orfanato. Aos 6 anos de idade foi adotado por um pai inglês e uma mãe zimbabuana. Quando a família decidiu voltar à Inglaterra, a imigração não concedeu ao pequeno White a cidadania inglesa, e um longo e tortuoso processo para sua estadia definitiva no país teve início. Ele então tinha 15 anos. Brian e sua mãe Enquanto o processo caminhava, White investia em sua vida escolar e acadêmica – com um afinco e uma capacidade exemplar. Aos 21 anos, o estudante conseguiu quatro notas máximas em sua avaliação, conquistando assim uma vaga na universidade de Oxford, uma das melhores e mais tradicionais do mundo. Mesmo tendo superado tantos obstáculos, ainda havia um grande ...

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    Felwine Sarr na luta pela representação de África

    Os africanos devem dominar a narrativa sobre si próprios e definirem os termos em que as suas instituições e economia operam. O economista senegalês vem ao Teatro Maria Matos, em Lisboa, falar de Afrotopia. Nem afropessimista, nem afroeufórico: Felwine Sarr é afro-realista. Por JOANA GORJÃO HENRIQUES, do Publico  Felwin Sarr organizou em Dacar os Ateliers de la Pensée, onde reuniu pensadores africanos da diáspora ELISE DUVAL No ano passado, o economista senegalês Felwine Sarr (n.1972) organizou os Ateliers de La Pensée, um espaço de reflexão em forma de workshops que juntou dezenas de pensadores em Dakar e Saint-Louis. Co-criados com o filósofo e referência do pensamento pós-colonial, o camaronês Achille Mbembe, os Ateliers foram um enorme sucesso e irão repetir-se este ano, em Novembro, conta ao PÚBLICO por telefone. “Nestes últimos anos houve um renascimento dos artistas africanos. Os africanos não estão muito envolvidos na produção do discurso sobre eles próprios, com ...

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    Ahmed Kathrada, durante cerimônia de sepultamento do amigo e ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, em 2013 — Foto: Odd Andersen / Pool / Arquivo / Reuters

    Morre ex-companheiro de cela de Mandela, o veterano da luta contra apartheid Ahmed Kathrada

      O Veterano da luta contra o apartheid Ahmed Kathrada, companheiro de cela de Nelson Mandela na prisão de Robben Island, morreu nesta terça-feira (28) em Johannesburg, aos 87 anos, informou a fundação que leva seu nome. Ahmed Kathrada foi vítima de complicações após uma cirurgia, segundo a fundação. Deputado e conselheiro do presidente Mandela em seu único mandato à frente da África do Sul, entre 1994 e 1999, Kathrada integrou o primeiro círculo de dirigentes históricos do Congresso Nacional Africano (ANC). Conhecido por “Tio Kathy”, Kathrada, de 87 anos, estava hospitalizado desde o início de março. Nesta segunda (27), sua condição se deteriorou rapidamente, após ser afetado por uma pneumonia. Kathrada dedicou sua vida a lutar contra a injustiça racial do governo da minoria branca. Ele também foi um dos mais altos líderes do Congresso Nacional Africano (ANC) a criticar o governo do presidente Jacob Zuma, como acusações de ...

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    Brasileiros se surpreendem com o racismo na África do Sul

    O que você sabe sobre a África do Sul? Provavelmente que é um país que sofreu com a segregação racial do apartheid, ou que é um ótimo lugar para fazer safaris e também o local de origem do líder que ensinou ao mundo uma lição de coexistência, Nelson Mandela. Mas como será a África do Sul atual? Também uma ex-colônia europeia, será que tem os mesmos problemas que o Brasil?  por Amanda Lourenço, correspondente da RFI Brasil na África do Sul, no RFI Muitos brasileiros se surpreendem ao passar uma temporada no país. A expectativa nem sempre corresponde à realidade, tanto positiva quanto negativamente. André Girasol, estudante de Araraquara, São Paulo, veio para ficar seis meses. “Achei aqui mais seguro que o Brasil. Nunca tive problemas com assalto na África do Sul, achei super seguro. Conheço pessoas que foram assaltadas aqui, mas nunca com arma, só tentando roubar o que elas ...

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    Coleção revela continente africano como você nunca viu

    É raro encontrar projetos que retratam a África para além dos estereótipos como fome, pobreza e passividade. Para mudar a visão dos brasileiros sobre o continente africano e apresentar a relação que há entre o Brasil e a África, a jornalista Flora Pereira e o designer Natan Aquino criaram em 2012 o projeto Afreaka. A iniciativa ganhou colaboradores e passou a atuar em diversas frentes como educação, produção cultural e comunicação. por Aline Ramos no Ondda A novidade deste ano é que em fevereiro o grupo lançará uma coleção de livros que apresenta o continente africano de uma maneira diferente e inovadora. Com conteúdo apurado em 15 países africanos, a coleção “Afreaka: África sem estereótipos” busca estabelecer diálogos entre a cultura brasileira e as produções culturais da África contemporânea, apresentando, em artigos e entrevistas, um continente protagonista, inovador e sócio-culturalmente ativo, distante da imagem estereotipada das grandes mídias. A coleção contará ...

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    Kiriku famosa lenda africana de bebê guerreiro vai virar série de livros

    "Kiriku", a lenda do recém-nascido guerreiro que salvou toda uma aldeia de uma feiticeira má virou filme, espetáculo de teatro, já foi traduzido para mais de 50 países e, agora, vai virar uma série de livros. Do Catraquinha  A editora brasileira Viajante do Tempo vai lançar, no próximo dia 19 de novembro, os livros "Kiriku e a feiticeira" e "Kiriku e o colar da discórdia", ambos inspirados no filme "Kiriku e a Feiticeira", produção franco-belga de 1998, dirigida por Michel Ancelot. O lançamento será feito durante a Feira e Livros do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. A história é referência em cultura africana, e sua abordagem permite trabalhar com as crianças temas de suma importância, como senso de comunidade, costumes sociais, preconceitos, escravização, respeito, alteridade e tolerância. Imagem: Reprodução/Catraquinha Sobre a história Kiriku ou Kiriku e a Feiticeira é um longa-metragem de animação franco-belga de 1998 dirigido por Michel Ocelot. O diretor do filme, ...

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    Ilha de Gorée, no Senegal, é destino para conhecer história de escravidão

      por Marcelo Leite de Gorée Senegal no UOL Num romance hoje meio esquecido, "A Segunda Morte de Ramón Mercader", o escritor Jorge Semprún conta da obsessão de um personagem com a luz da praia capturada pelo pintor Vermeer no quadro "Vista de Delft". Sua narrativa produziu efeito quase sobrenatural neste leitor, que passou a admirar um quadro que nunca tinha visto. Foram ao menos duas décadas de espera até reencontrar, em visita fortuita à Mauritshuis de Haia (Holanda), o objeto daquela paixão juvenil e sinestésica -uma imagem sublime impressa na mente por meras palavras. Diante daquele metro quadrado de óleos luminosos sobre a tela, lágrimas de reconhecimento subiram aos olhos. Dos trajes senegaleses à pintura das casas antigas, Gorée oferece uma explosão de cores realçadas pela luz intensa do sol Mais duas décadas e essa lembrança ressurgiu ao desembarcar noutra praia, esta sim de areia e sol, na ilha ...

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    Samia Yusuf Omar a atleta somali que morreu cruzando o Mediterrâneo por um sonho olímpico

    A corredora somali Samia Yusuf Omar não faz parte do primeiro time de refugiados que estreou nesta Olimpíada no Rio. Em 2012, tentou cruzar o Mediterrâneo em um bote de borracha, que naufragou. Determinada, tinha atravessado o deserto rumo à Líbia e tentava chegar à Itália, em busca de um técnico. Seu sonho era continuar treinando e correndo. no BBC Samia participou da Olimpíada de Pequim em 2008, representando seu país nos 200 metros rasos. Com a escalada dos conflitos e o avanço da pobreza na Somália, porém, manter os treinos e mesmo ter o que comer se tornou impossível. Partiu rumo à perigosa e longa jornada para a Europa. Agora sua história de superação e tragédia virou livro em quadrinhos e ganhou o mundo. "Espero que este livro mostre às pessoas que refugiados não são apenas números", disse à BBC Brasil o ilustrador alemão Reinhard Kleist, autor de Der ...

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    Colagem com as fotos de James C. Lewis

    16 fotos incríveis de Reis Africanos por James C. Lewis

    Veja estas supreendentes recriações de 16 famosos reis africanos famosos trazidos à vida pelo fotógrafo James C. Lewis. Uma viagem para a memória onde a fotografia atende educação. Brilhantemente feito com a finalidade de esclarecer-nos sobre a grande história e reinos na África. E eu amei-lo completamente. (Foto: James C. Lewis) Hannibal Barca (247 aC - 183 aC) foi um comandante militar cartaginês Africano, geralmente considerado um dos maiores comandantes militares da história. Também creditado por ter grandes vitórias contra o Império Romano com seus valentes guerreiros que marcharam para a batalha sobre as costas dos grandes elefantes!   Mais tarde, ele foi derrotado pelo Império Romano e voltou a Cartago, Norte de África, onde ele foi eleito para o "Office of Suffete", que foi o mais alto funcionário nomeado em Carthage naquela época. NOTA: Ao contrário das descrições incorretas passadas através da história, Hannibal não era ...

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