quinta-feira, maio 21, 2020

    Tag: comunidade

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    Correspondente de guerra

    Todo favelado é correspondente de guerra e, pior, sem poder voltar pra casa, sem poder evitar aquela área Por Ana Paula Lisboa Do O Globo Eu já contei que queria ser jornalista? Antes disso eu quis ser cantora, dançarina do É o Tchan ou telefonista. Na real, pensando agora, todas essas profissões do tempo do sonho também são profissões de comunicação. Jornalismo era desejo, aquilo que a gente cria plano, estratégia. Eu falava muito na infância e teve um tempo que meus pais me chamaram de Gloria Maria, porque eu queria saber de tudo. Nas insônias, eu acompanhava o “Jornal da Globo’’ com a Ana Paula Padrão e logo depois me imaginava sendo entrevistada pelo Jô, ensaiei varias vezes. Eu sempre vi muito jornal por causa da minha avó, que fazia questão de “saber das notícias”, e, nos últimos dias, mesmo sem diploma, me ...

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    Combate a corrupção: em que mãos iremos entregar o Brasil?

    Esse artigo será com diversas questões, para tentar fazer com que as pessoas reflitam e respondam com responsabilidade sobre o que estão buscando para o nosso país. Por Davison Coutinho, do Jornal do Brasil Começo afirmando que as manifestações são legitimas, o povo tem sim que ir às ruas reclamar por seus direitos. Mas, temos que saber que bandeira estamos carregando, sabendo que estamos decidindo sobre o futuro da democracia brasileira. Muitos se dizem contra corrupção e por isso são a favor do impeachment de uma presidenta eleita, democraticamente. Mas será que já se perguntaram em que mãos estamos entregando o Brasil? Seria o vice, Michel Temer do PMDB, o herói que iria de a noite para o dia acabar com a corrupção do país? Vejam bem, como tudo começa errado. Eu sempre assisti nos julgamentos o lugar do juiz e do réu, mas na condução desse processo de impeachment não ...

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    Em nome da mãe, dos filhos e orixás

    O ano era 1950. A ialorixá Severina Paraíso da Silva, ou Mãe Biu de Xambá, decidiu sair do Bairro de Santa Clara (hoje Dois Unidos), ir morar no subúrbio de Olinda e ali começar um processo geopolítico, social e antropológico, ainda que de forma inconsciente. Disposta a reabrir o Terreiro de Santa Bárbara – Ilê Axé Oyá Meguê, da Nação Xambá, depois de ele ter sido fechado em 1938, pelo Estado Novo, e a reagrupar sua família e seus filhos de santo, ela encontrou às margens do Rio Beberibe, no lugar conhecido como Portão do Gelo, um espaço simbólico para apropriação, uso, sobrevivência, exercício da fé; um ambiente ideal para desenhar uma nova cartografia familiar, comunitária e religiosa, que resultou no nascimento do primeiro quilombo urbano de Pernambuco, a comunidade quilombola do Portão do Gelo Nação Xambá, devidamente reconhecida, em 2006, pela Fundação Cultural Palmares. Por: Isabelle Câmara Acompanhada dos ...

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