quarta-feira, setembro 23, 2020

    Tag: IBGE

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    8 de março: Mulheres com nível superior ganham ainda menos do que os homens, diz IBGE

    Completar o nível superior não garante às mulheres a equiparação salarial aos homens. Pelo contrário, revela estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgado nesta segunda-feira, o Dia Internacional da Mulher. A diferença salarial para os homens aumenta no grupamento de mulheres com mais anos de estudo. CIRILO JUNIOR da Folha Online, no Rio "A escolaridade de nível superior não aproxima os rendimentos recebidos por homens e mulheres. Pelo contrário, a diferença acentua-se", informa o estudo "Mulher no mercado de trabalho: Perguntas e respostas", baseada em informações da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) de 2009. No setor comercial, por exemplo, a diferença de rendimento para a escolaridade de 11 anos ou mais de estudo é de R$ 616,80 a a favor dos homens --o que significa 61,9% do que os homens recebem. Já na comparação entre empregados com nível superior, a diferença aumenta para R$ 1.653,70, ou 55,6%. ...

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    Mulheres trabalham menos tempo em casa

    Com mercado de trabalho feminino aquecido e renda em alta, tempo semanal gasto em tarefas domésticas cai 5 horas desde 2001 Vagas em setores como comércio e serviços ganham participação no mercado, e acesso a bens de consumo agiliza trabalho no domicílio   Com mercado de trabalho feminino aquecido e renda em alta, tempo semanal gasto em tarefas domésticas cai 5 horas desde 2001 Vagas em setores como comércio e serviços ganham participação no mercado, e acesso a bens de consumo agiliza trabalho no domicílio   O número de horas que as mulheres dedicam aos afazeres domésticos está diminuindo. A carga horária média empregada em tarefas como a limpeza da casa e o cuidado das crianças e dos idosos passou de 28,9 horas por semana em 2001 para 23,9 horas em 2008, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A mudança se relaciona com o crescimento da participação ...

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    Mulheres ainda se dividem entre a casa e o trabalho, aponta o IBGE

    Mesmo cada vez mais inseridas no mercado de trabalho, as mulheres ainda realizam afazeres domésticos. Do total de mulheres ocupadas, 87,9% cuidam deste tipo de tarefa. Já entre os homens, 46,1% realizam atividades domésticas. Fonte: Folha Online Ao longo da semana, as mulheres dedicam, em média, 20,9 horas para cuidar da casa. Os homens gastam menos da metade disso: 9,2 horas semanais. Os dados fazem parte da Síntese dos Indicadores Sociais 2009, feita com base em dados da Pnad 2008 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).   "Além das pressões exercidas pelo trabalho e da constante necessidade de qualificação profissional, a maioria das mulheres ocupadas ainda tem que se comprometer com a realização das atividades domésticas, principalmente, quando não contam com a ajuda dos homens", assinala o relatório divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).   Entre 1998 e 2008, aumentou a proporção de mulheres com ...

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    Metade dos brasileiros não completou o ensino fundamental, revela IBGE

    Apesar do aumento de 15,1% do número de pessoas de 25 anos ou mais de idade que completaram oito anos de estudo de 1998 a 2008, metade dos brasileiros (50,2%) não concluíram o ensino fundamental. É o que mostra a Síntese de Indicadores Sociais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta sexta-feira. Fonte: Folha de São Paulo  Em 1998, 65,3% das pessoas de 25 anos ou mais idade tinham o ensino fundamental incompleto. Em 2003, essa taxa caiu para 58,6% e, ano passado, atingiu 50,2%.   Especialistas disseram que ao reduzir a proporção daqueles que tinham o ensino fundamental incompleto, nota-se uma melhora dos níveis subsequentes. Porém, a pesquisa do IBGE registra que apenas 21,5% dos entrevistados tinham o ensino médio completo e 9,5% o superior concluido.   A média de estudos no país de pessoas de 25 anos ou mais de idade era de 7 anos ...

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    Dobra percentual de pretos e pardos com ensino superior concluído, mostra IBGE

    A população preta ou parda com ensino superior concluído mais que dobrou entre 1998 e 2008, mas ainda continua muito abaixo da média verificada entre a população de cor branca, informou nesta sexta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na Folha  Apenas 4,7% das pessoas de cor preta ou parda tinham diploma de nível superior em 2008, ante proporção de 2,2% dez anos antes.   Já na população branca, 14,3% tinham terminado a universidade em 2008. Dez anos antes, 9,7% dessa parcela de pessoas tinham nível superior. Já em relação à frequência escolar entre jovens de 18 a 24 anos, 60,3% da população de cor branca estava cursando o ensino superior em 2008, ante proporção de 31,8% observada em 1998.   Entre a população preta ou parda, apenas 28,7% estavam matriculados na universidade no ano passado. Na comparação com 1998, houve avanço significativo, já que naquela época, 7,1% ...

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    IBGE: Percentual de jovens na universidade dobra em dez anos

    Nos últimos dez anos, dobrou a proporção dos jovens matriculados no ensino superior, de 6,9% para 13,9%, revela a Síntese dos Indicadores Sociais, divulgada hoje (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O estudo destaca que, na faixa de 18 a 24 anos, houve aumento da frequência de jovens ao ensino superior em todas as regiões do país entre 1998 e 2008. Fonte: UOL Mesmo assim, segundo o IBGE, o percentual brasileiro é baixo quando comparado ao de países como a França, Espanha e o Reino Unido, onde o índice é superior a 50%, ou ainda em relação ao de algumas nações da América Latina, como o Chile (52%).   O estudo também indica que entre os jovens de 18 a 24 anos caiu de 8,6%, em 1998, para 2,9%, em 2008, a taxa de pessoas matriculadas no ensino fundamental, que deve ser concluído em torno dos 14 ...

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    SPM, Ipea, IBGE e OIT divulgam estudo sobre os impactos da crise econômica na vida das mulheres

    Segundo a análise, de setembro de 2008 a abril de 2009, o mercado passou por um processo de feminização Foi divulgado, hoje (02/07), o Boletim Mulher e Trabalho: A crise econômica internacional e os (possíveis) impactos sobre a vida das mulheres. O estudo é uma parceria entre a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) - no âmbito do Observatório Brasil da Igualdade de Gênero. Seu objetivo é identificar e monitorar os impactos da crise econômica sobre homens e mulheres a partir da análise dos indicadores de mercado de trabalho no período de setembro de 2008 a abril de 2009. As principais conclusões apontam para uma interrupção da feminização do mercado de trabalho no Brasil metropolitano. Há redução nos postos ocupados (queda de 3,1% no nível de ...

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