Tag: literatura negra

    Grafite em homenagem ao escritor brasileiro Machado de Assis, perto da casa em que teria nascido (Foto: Gabriel Monteiro/Agência O Globo)

    Machado de Assis chega aos 180 anos, e jovens o descobrem negro e do morro

    A aula acontece nas ladeiras do Morro do Livramento , ao pé da Providência, no Centro do Rio. É ali, diante de uma casa parcialmente demolida, que Pedro Guilherme Freire explica: antes de virar o Bruxo do Cosme Velho, celebrado na Academia e nos salões, Joaquim Maria Machado de Assis foi um garoto pobre do Livramento. Exatamente como muitos de seus alunos. A iniciativa de Freire, professor do Colégio Estadual Caic Tiradentes, na Zona Portuária , reflete um esforço para reconfigurar a imagem do maior escritor do Brasil. No mês passado, a campanha “ Machado de Assis Real” lançou a “primeira errata feita para corrigir o racismo na literatura brasileira”. E recriou a foto clássica do autor, ressaltando suas feições negras . Também criou um movimento para que as editoras deixem de comercializar livros em que o escritor apareça embranquecido. E saiu a campo para encorajar novos escritores negros . Nascido há 180 anos (a ...

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    5ª Edição da Palavra Preta

    São Paulo recebe, no feriado, a 5a. edição da Palavra Preta - Mostra de Negras Autoras, idealizada por Luedji Luna & batizada por Tatiana Nascimento, co-fundadoras y produtoras das quatro primeiras edições (em salvador e em brasília). em versão pocket, a mostra tem como tema literaturas de autoria negra sexual-dissidente, e convida as autoras Cidinha Da Silva (MG), maré de matos (MG) y Tatiana Nascimento (DF) pra conversar sobre sua produção literária nas terras férteis do Aparelha Luzia. Enviado para o Portal Geledés  O bate-papo das autoras será seguido por debate com perguntas do público e leitura de trechos dos livros delas, que estarão à venda na ocasião. serviço: Palavra preta 5. ed. Especial literatura de autoria negra sexual-dissidente com Cidinha da Silva, maré de matos, Tatiana Nascimento 20/06/2019, quinta-feira, 20h00 Aparelha Luzia (rua apa, 78, santa cecília) Entrada gratuita ** Este artigo é de autoria de colaboradores ou articulistas ...

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    Sinara Rúbia, autora do livro 'Alafiá, a Princesa Guerreira': empoderamento - Cléber Mendes

    Obra retrata princesa negra guerreira para ser referência na literatura

    Livro de professora conta a história de Alafiá contra a escravidão Por Fabio Perrotta Jr., do O Dia  Sinara Rúbia, autora do livro 'Alafiá, a Princesa Guerreira': empoderamento - Foto: Cléber Mendes Sinara Rúbia é uma professora negra de 43 anos. Aos 25, na busca por apresentar referências literárias negras para sua filha, a pequena Sara, então com três anos, sofreu com a escassez do tema na literatura nacional. Foi basicamente ali que nasceu a ideia de criar Alafiá, a princesa guerreira negra que ganhou seu primeiro livro ontem. A escritora conta que a personagem ganhou corpo durante a sua monografia, quando fez uma pesquisa de campo com meninas negras de 5 a 12 anos. O objetivo era ver de que maneira o universo da literatura infantil influenciava na construção da identidade de uma criança negra com a presença hegemônica de personagens brancos com biotipo europeu. ...

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    (David Pattinson/.)

    Kalaf Epalanga: imigração, kuduro e literatura

    Convidado da Flip, autor fala sobre 'Também os Brancos Sabem Dançar', que conta a história do estilo musical a partir de narrativa sobre temas identitários Por Erich Mafra, da Veja  (David Pattinson/.)   Convidado da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2019, que acontece na cidade fluminense entre 10 e 14 de julho, o angolano Kalaf Epalanga se tornou conhecido em seu país por seu trabalho na música – a literatura veio depois –, à frente da banda de kuduro Buraka Som Sistema, em hiato desde 2016. Em seu primeiro livro lançado no Brasil, Também os Brancos Sabem Dançar (Todavia), o músico e escritor mistura suas memórias, ao relembrar o episódio de quando foi detido por chegar, sem passaporte, à fronteira entre Suécia e Noruega, e a história do gênero musical kuduro e da dança quizomba. A VEJA, o autor falou sobre imigração, música e o curioso título de seu livro, ...

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    Martinho da Vila lança em São Paulo livro de crônicas sobre o ano de 2018

    A obra reúne 48 crônicas divididas pelos doze meses de 2018 Por  Jorge Filholini, Para Portal Geledés   (Foto: Reprodução/Facebook) O cantor, compositor e escritor Martinho da Vila realiza o lançamento de seu mais recente livro 2018 - Crônicas de um ano atípico em São Paulo. O evento, que também conta com um bate-papo com Martinho, tendo a mediação do escritor e jornalista Tom Farias, acontece no Sesc Avenida Paulista, na quarta-feira (12), às 19h30. Entrada Gratuita. Publicado pela Editora Kapulana, o livro reúne 48 crônicas divididas pelos doze meses do ano de 2018. Com humor e leveza, Martinho fala da comemoração dos seus 80 anos, da renovação dos votos de casamento com Cléo, da escola de samba Vila Isabel, da cidade do Rio de Janeiro, relembrando alguns de seus sucessos no samba e na literatura. Também aborda fatos marcantes, como o assassinato de Marielle Franco, as eleições presidenciais, a visita ao ex-presidente Lula em ...

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    Capa do livro, que vai ser lançado neste final de semana (foto: Funarte/Divulgação)

    ‘Dramaturgia negra’ reúne 16 obras teatrais de autores negros

    A Funarte vai lançar o livro Dramaturgia negra neste fim de semana, no Rio de Janeiro, durante o Fórum de Performance Negra, e em São Paulo, como parte do Brasil Cena Aberta. Do Correio Braziliense Ao todo, são 16 textos, alguns de escritores premiados, que falam sobre periferia e antepassados dos dramaturgos na África, por exemplo, e misturam narrativas míticas e realistas. A ideia é mostra como é ser negro no Brasil atual. Quem não conseguir comprar a publicação pode encomendar pelo e-mail da Funarte ([email protected]) a partir de segunda-feira (10/6). As peças foram selecionadas e organizadas por Eugênio Lima e Julio Ludemir. Capa do livro, que vai ser lançado neste final de semana(foto: Funarte/Divulgação) Confira a lista de obras e dramaturgos Antimemórias de uma travessia interrompida — Aldri Anunciação Esperando Zumbi — Cristiane Sobral Ialodês — Dione Carlos Vaga carne — Grace Passô Farinha com açúcar ou sobre a sustança ...

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    imagem- sescsp

    O poder da narrativa: O Brasil revisto através dos romances de autoras negras

    Através de aulas expositivas, leituras de trechos selecionados de obras e debates, o curso pretende apresentar e analisar o corpo de romances de autoras negras brasileiras, contextualizando a produção e discutindo suas principais linhas de força. no Centro de Pesquisa e Informação imagem- sescsp Programa: Quantas romancistas negras você já leu?  - Abordagem da condição histórica do gênero através da análise de mapeamento preliminar (abrangendo três séculos) dos romances de autoria negra publicados no Brasil. - Romance e História: gêneros narrativos em trânsito Maria Firmina dos Reis, fundadora da literatura brasileira  - Contexto de publicação, silenciamentos e retomadas - A herança de Firmina, contornos de um cânone Ruth Guimarães, modernista  - Contexto de publicação, rupturas e reconhecimentos - Modernidade colonizada e os fluxos de "Água funda" Carolina Maria de Jesus, branquitude nacional e permanência de círculos  - Pedaços da fome e a enunciação do projeto literário ...

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    Elisa Lucinda lança romance com textos íntimos e inquietantes

    Escrito a partir de anotações no bloco de notas de seu celular, a obra ressalta vozes de sua infância e das mulheres do subúrbio onde cresceu Por  Marina Marques, Da Claudia (Caio Basílio/CLAUDIA) Disparar a liberdade interior em cada leitor. Essa é a vontade da capixaba Elisa Lucinda com Livro do Avesso – O Pensamento de Edite (Malê). A poeta, que é também atriz, jornalista, professora e cantora, lança um romance que gosta de chamar de “fofoca da alma”. “Criei esse livro meio escondida de mim mesma. Eu estava escrevendo Fernando Pessoa – o Cavaleiro de Nada (Record, 2014), mas, ao mesmo tempo, internamente surgia Edite. A pressão com o sufocante prazo de entrega do outro título fez nascer em mim um mundo de poesia”, explica. “Naquela época, estava tão empenhada que tudo que brotava no meu coração e era poesia virava capítulo”, relembra sobre o processo da obra, que foi finalista no Prêmio São ...

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    Kapulana lança livro com crônicas inéditas de Martinho da Vila

    A obra reúne 48 crônicas divididas pelos doze meses do ano de 2018 Por Jorge Filholini, para o Portal Geledés  Kapulana/Divulgação O escritor, cantor e compositor Martinho da Vila publica em maio pela Editora Kapulana o livro 2018 – Crônicas de um ano atípico. A obra reúne 48 crônicas divididas pelos doze meses do ano passado. Martinho descreve com originalidade literária a comemoração de seus 80 anos, da renovação dos votos de casamento com Cléo, da amada e histórica escola de samba Vila Isabel, da cidade do Rio de Janeiro, relembrando alguns de seus sucessos no samba e na literatura. Há crônicas a respeito da sua enorme admiração aos eternos sambistas, assim como a vida artísticas pelos palcos do mundo. No decorrer da obra, Martinho também aborda fatos marcantes ocorridos em 2018, como o assassinato de Marielle Franco, as eleições presidenciais, a visita ao ex-presidente Lula ...

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    Foto: Itamar Vieira Junior, autor de Torto Arado. Divulgação

    Livro premiado em Portugal será publicado pela Todavia no Brasil

    A edição brasileira de Torto arado, de Itamar Vieira Junior, tem previsão de lançamento para agosto No Revista Pessoa Romance de estreia de Itamar Viera Junior, Torto arado venceu o Prêmio Leya 2018 por unanimidade. O júri, presidido pelo escritor português Manuel Alegre, foi formado por 6 profissionais do campo literário. Além de Itamar, apenas outro brasileiro ganhou o prêmio desde a sua criação em 2008: Murilo de Carvalho, autor de Rastro do Jaguar (leia aqui mais informações sobre o concurso literário). Foto: Itamar Vieira Junior, autor de Torto Arado. Imagem retirada do site Revista Pessoa   Torto arado parte de um acontecimento dramático envolvendo duas irmãs, Belonísia e Bibiana, de uma família descendente de escravizados no sertão da Bahia. Na voz principalmente das mulheres dessa família, desfia-se uma história de subjugação, tomada de consciência e enfrentamento da negação sistemática de direitos, em um processo que envolve ...

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    Ayobami Adebayo, jovem escritora nigeriana, vai participar da Flip 2019

    Autora de 'Fique comigo', ela foi aluna de Chimamanda Ngozi Adichie e Margaret Atwood; livro entrou na lista de melhores de 2017 do 'New York Times' e do 'Guardian'. Evento será em julho. Do G1 A escritora nigeriana Ayobami Adebayo, que vai participar da Flip 2019 — Foto: Divulgação/Flip A escritora nigeriana Ayobami Adebayo, que foi aluna das celebradas Chimamanda Ngozi Adichie e Margaret Atwood e teve seu livro "Fique comigo" (Harper Collins) na lista de melhores de 2017 dos jornais "The New York Times" e "The Guardian", vai participar da 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), informou a organização do evento neste sábado (4). A Flip 2019 acontece entre 10 e 14 de julho. "A escrita de Ayobami Adebayo é viva e cativante, o livro é desses que você não consegue largar. É uma história muito comovente e emocionalmente forte sobre relações familiares. Essa ...

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    Kapulana recebe originais em nova edição do “Seja Nosso Autor”

    Autores interessados podem enviar os originais para a Kapulana até 31 de maio Por Jorge Lalanji Filholini, Enviado para o Portal Geledés (Foto: Divulgação) De 29 de abril até 31 de maio, a Editora Kapulana está com inscrições abertas para quem quiser fazer parte de seu catálogo. Os gêneros literários solicitados para esta edição são romances e contos. Pode inscrever mais de uma obra por autor e o custo da publicação é por conta da editora. Escritores brasileiros que quiserem se inscrever devem preencher o formulário presente no site da Kapulana (www.kapulana.com.br), localizado na seção “Seja Nosso Autor”. O catálogo da Kapulana é composto por livros de ficção e científicos, para adultos e crianças, em prosa e poesia. Os escritores são de países como Brasil, Angola, Moçambique, Nigéria, Portugal, Quênia e Zimbábue. EDIÇÃO DE 2018 – Ilha, do brasileiro Marcelo Jucá, foi a obra selecionada na edição ...

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    Machado de Assis em imagem clássica divulgada nos livros e em foto recriada pela campanha "Machado de Assis Real" — Imagem retirada do site G1

    Campanha recria foto clássica de Machado de Assis e mostra escritor negro: ‘Racismo escondeu quem ele era’

    Ação 'Machado de Assis Real' foi criada pela Faculdade Zumbi dos Palmares e pede para que nova imagem seja inserida em cima da antiga nos livros 'para que todas as gerações reconheçam a pessoa genial e negra que ele foi'. Do G1 Machado de Assis em imagem clássica divulgada nos livros e em foto recriada pela campanha "Machado de Assis Real" — Foto: Imagem retirada do site G1    Uma campanha da Faculdade Zumbi dos Palmares recriou a foto clássica do escritor Machado de Assis e pede para que a nova imagem seja inserida no lugar da antiga. O movimento “Machado de Assis Real” explica que a ação é “a primeira errata feita para corrigir o racismo na literatura brasileira”, como cita a página oficial. O site da campanha disponibiliza a nova imagem em diversos formatos para que ela seja inserida em cima da antiga em ...

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    Sueli Carneiro (Foto- Caroline Lima)

    Evento gratuito voltado à literatura afro-brasileira é realizado em Porto Alegre

    12ª Festipoa Literária começa nesta segunda-feira (29) e segue até o dia 6 de maio. Programação está espalhada por diversos espaços da Capital. Do G1  Começa nesta segunda-feira (29) a 12ª Festipoa Literária em Porto Alegre. O evento, voltado à literatura afro-brasileira, é gratuito e ocorre até o dia 6 de maio em diversos espaços da Capital. A abertura oficial está marcada para as 19h, no Salão de Atos da UFRGS​. Sueli Carneiro, homenageada desta edição, participa de uma conversa com a filósofa e ativista Djamila Ribeiro e a jornalista, poeta e editora Fernanda Bastos. Outros nomes integram a programação (veja abaixo). Sueli Carneiro (Foto- Caroline Lima) Filósofa, ensaísta e fundadora do Geledés – Instituto da Mulher Negra, Sueli é um dos nomes mais destacados do feminismo negro no Brasil. "Com todo mundo que a gente conversa, a Sueli é referência para todas elas. A raiz ...

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    montagem-Geledés Instituto da Mulher Negra

    Literatura afrodescendente: uma proposta de diálogo entre Maria Firmino dos Reis e Conceição Evaristo

    montagem-Geledés Instituto da Mulher Negra por Robson Lacerda Dutra1Vanessa Figueiredo2  no e-Scrita RESUMO: Baseados em Úrsula (1859), de Maria Firmina dos Reis, o primeiro romance abolicionista no Brasil, consideraremos a produção literária de gênero, comparando as transformações e permanências sentidas em Insubmissas lágrimas de mulheres(2011), de Conceição Evaristo na literatura e na história do Brasil. Como ponto de chegada, pretendemos observar como a literatura e as artes em geral, têm auxiliado numa nova versão da história a partir dasminorias. Palavras-Chaves: Literatura. História. Maria Firmino dos Reis. Conceição Evaristo. Gênero. Afrodescendant literature: a proposal for dialogue between Maria Firmino dos Reis e Conceição Evaristo  ABSTRACT: Based on Úrsula (1859), by Maria Firmino dos Reis, the first romantic and abolitionist novel in Brazil, we consider gender literary production, comparing transformations and permanencies with Conceição Evaristo’s Insubmissas lágrimas de mulheres (2011) along literature and Brazilian history. As an ending point ...

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    Ngugi wa Thiong'o (Leonardo Cendamo, Leemage)

    Ngugi wa Thiong’o: “Eu quero competir com Cervantes”

    O escritor queniano diz que, aos 81 anos, tem sede de mais literatura. Ele acaba de publicar um romance sobre as nove filhas do patriarca e da matriarca da etnia quicuio Por PEDRO ALONSO, do El País  Ngugi wa Thiong'o (Leonardo Cendamo, Leemage) O escritor queniano Ngugi wa Thiong’o, candidato eterno ao Prêmio Nobel e lenda viva das letras africanas, põe tão alto o nível de sua literatura que diz querer "competir" com gênios como Miguel de Cervantes. Esses pensamentos — e muitos mais — são revelados por um animado e loquaz Thiong’o durante uma entrevista em Karen, o frondoso bairro de Nairóbi assim batizado em memória da romancista dinamarquesa Karen Blixen, que administrou ali uma fazenda de café e imortalizou suas experiências no Quêniano conhecido livro de memórias A Fazenda Africana (Out of Africa). Continue lendo aqui 

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    Lançamento: Exuzilhar, Pra começar e Kuami, de Cidinha da Silva, dia 19/04 no Aparelha Luzia

    Passados 13 anos ininterruptos de publicações e 8 livros de crônicas espalhados pelo mundo, um olhar retrospectivo permite mapear temas e contextos muito presentes na obra da autora. Por Cidinha da Silva enviado para o Portal Geledés Capa do livro "Exuzilhar: melhores cronicas de Cidinha da Silva. Vol. 1" Exuzilhar é o livro de abertura da Série. Africanidades, orixalidade, tensões e diálogos entre tradição e contemporaneidade são os motores deste Exuzilhar, verbo-neologismo que Cidinha da Silva criou em 2010, depois de compreender que o verbo “encruzilhar” poderia ser ainda mais complexo. Pra começar é o segundo livro da Série. Este volume destaca crônicas próximas ao universo de crianças e adolescentes e outros em que pessoas dessas faixas etárias são protagonistas ou narradoras. São textos que pretendem despertar o gosto pela leitura. Capa do livro "Pra começar: Melhores Crônicas de Cidinha da Silva. ...

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    Leitura de autores como o queniano Thiong’o ajudam a descolonizar nossa visão eurocêntrica

    Resta em nossa educação um misto de preconceito e prepotência acerca do que é “cultura de qualidade” ou “cultura superior”. A resistência às literaturas africanas é reflexo dessa educação colonizada Por Gustavo Brito, Do Jornal Opção O queniano Thiong’o é um dos mais importantes escritores africanos de língua inglesa (Foto: Daniel Anderson) Os anos de colonização do continente Africano são o principal motivo para o estranhamento expresso na pergunta: “por que não Literatura Africana?”. De fato, apesar de a literatura produzida em África ter traços de irmandade continental devido, sobretudo, ao laço de expropriação e exploração que une os povos da terra, é impossível tratar o assunto no singular. São Literaturas Africanas. Outro efeito pós-colonial, advindo da imensa massificação cultural à qual somos submetidos, é permitir que ainda hoje se confunda um continente com um país; os países africanos vão muito além das savanas míticas povoadas ...

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    Primeira reimpressão de Um Exu em Nova York a caminho. Agradecemos e celebramos.

    Um Exu em Nova York (Divulgação) E meu primeiro livro de contos, mocinho fofo e querido, disse mesmo a que veio. Sete meses depois de lançado, a querida editora, Cristina Fernandes Warth, me comunica que a primeira edição está quase esgotada. Já estão recolhendo os exemplares derradeiros consignados, vamos reimprimi-lo. Por Cidinha da Silva, para o Portal Geledés  Alegria aqui é mato, celebramos esta pequena-grande vitória. Pequena, em um cenário de números muito maiores que o nosso, tanto no que tange a frequência de reimpressões, quanto ao volume total. Grande porque é a nossa vitória, fruto de muito empenho da minha parte e da editora, de um diálogo franco sobre estratégias de divulgação, de um trabalho honesto, equilibrado, incansável e cúmplice no trato do livro, nosso bem maior, nosso objetivo maior. Queremos então agradecer a todas as pessoas que leram o livro, fizeram comentários, recomendaram aos amigues; que tiveram o ...

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    (Foto- Helena Wolfenson)

    Chimamanda Ngozi Adichie: “O Brasil tem um problema de raça, pessoas negras não têm acesso a posições de poder”

    Em entrevista à Marie Claire, a escritora nigeriana faz uma análise sobre o racismo institucionalizado no Brasil e reflete sobre a guinada à direita: "É importante lembrar que o Brasil é um país de imigrantes. Se tivéssemos essa mesma retórica antes, o presidente do país provavelmente nem estaria lá" no Marie Claire A escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, uma das principais feministas e pensadoras da atualidade, é capa e recheio da edição especial de aniversário de Marie Claire. Nos bastidores, Chimamanda bateu um papo conosco sobre a evolução de suas obras. "Eu aprendi lendo histórias que todos os seres humanos são falhos. Não somos perfeitos e não temos que ser", pontua. (Foto- Helena Wolfenson) "Eu não sabia que era negra até ir para os Estados Unidos. Eu não me entendia como negra porque na Nigéria todo mundo é negro", diz ela, ao refletir sobre ...

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