quinta-feira, março 4, 2021

Tag: Marina

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Cúpula da Rede deixa partido denunciando que ele se tornou mercadoria à venda

Sete coordenadores do Rede Solidariedade em São Paulo saíram do partido em protesto à adesão de Marina à candidatura de Aécio Neves. São eles os coordenadores executivos Valfredo Pires e Marcelo Pilon; os coordenadores de comunicação Emílio Franco e Renato Ribeiro; os coordenadores de finanças Gérson Moura e Marcelo Saes e o coordenador de organização Washington Carvalho. No manifesto divulgado dizem que: ""Um apoio, explícito ou velado, por parte da Rede a qualquer um dos candidatos finalistas reforça o argumento daqueles que acusam a sigla de ser mais do mesmo, de ser só uma nova roupagem para a velha e corrupta política que tanto nos dispusemos a combater". Na parte mais dura do manifesto: "As nossas esperanças de um Brasil mais justo, mais ético e mais sustentável mostraram-se como mercadorias, à venda por promessas que não surtirão resultados a médio e a longo prazo", ressaltou.   Da Folha Apoio a ...

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65 organizações repreendem Marina: “Não aceitamos BC independente”

65 entidades do movimento popular, sindical, estudantil, ambiental e cultural enviam recado para Marina Silva: “Não à independência do Banco Central” Uma frente de 65 entidades do movimento popular, sindical, estudantil, ambiental e cultural, lançou uma plataforma política aos candidatos à Presidência da República. A plataforma tem 22 pontos, com propostas para o aprofundamento das mudanças em diversas áreas, como reforma do sistema político, mudanças na política econômica e fortalecimento da educação e saúde pública. As organizações signatárias deram um sinal à candidata Marina Silva e registraram na plataforma que não aceitam a independência do Banco Central e querem o fim do superávit primário. Assinam o documento a Associação Brasileira de ONGs (Abong), a Central de Movimentos Populares do Brasil (CMP), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Fórum do Movimento Ambientalista, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) e a União ...

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Marina mexe em mais um vespeiro popular: a CLT

Citando "o professor Gianetti", chefe de sua equipe econômica, candidata do PSB promete "atualizar" a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT); Marina Silva não explicou, porém, qual será o sentido a mudança; "Ainda não temos essa resposta", disse ela em encontro com empreendedores, em São Paulo; pelo manual ortodoxo de Eduardo Gianetti, garantias trabalhistas são um peso para o desenvolvimento; entre janeiro e agosto, País criou 701 mil empregos com base na CLT; depois de atacar pré-sal, Marina põe as mãos sobre novo vespeiro de alta sensibilidade; plataforma é popular? A candidata Marina Silva, do PSB, enfiou as mãos em mais um vespeiro popular. Depois de questionar a prioridade dada pelo governo à exploração do pré-sal e reafirmar, por meio do coordenador Walter Feldman, que pretende mudar o modelo de partilha do petróleo brasileiro em benefício das empresas estrangeiras, agora ela escolheu um novo alvo: a CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas. ...

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Carta de Mãe Beata de Yemonja a Marina Silva

Prezada Marina Silva, pretensa candidata à presidência da Republica Brasileira, num país, com vários grupos raciais e étnicos, eu acho que a Senhora deveria informa-se melhor ou procurar ser mais humilde e segura das suas ações. Como uma boa política, que diz que é, uma grande potencia política, sugiro que seja mais humilde e procure outra maneira de profetizar a sua fé e não atacar os seus irmão e aqueles pretende dirigir, se eleita for. Quando a Senhora diz que as religiões afro não são religião e sim seita. Eu como uma iyalorixa do Candomblé, uma mulher negra muito feliz; pois eu tenho dignidade o amor e humildade, digo que não. Quando dizem que o Candomblé é seita por que cultua satanás. E nós não cultuamos satanás. Cultuamos Olorum, Obatalá, Ododuá e Exú, que é o grande dinamizador. Cultuamos os inquices e os vodunces que são deuses como Dafé e ...

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A banqueira, a professora e o sindicalista – Por: Paulo Moreira Leite

Em campanha por Marina na imprensa internacional, Neca Setubal expressa visão preconceituosa sobre Lula Olha só o que disse Neca Setubal em entrevista à agência Bloomberg. — Como Lula, Marina é uma pessoa do povo mas seguiu por outro caminho. Escolheu a educação, sempre valorizou a educação, conseguiu formar-se professora, enquanto Lula escolheu ser um sindicalista. (*) Pois é, meus amigos. Enquanto Lula “escolheu” ser sindicalista, Marina “sempre valorizou a educação.” Lembra o tempo em que diziam que Lula não tinha diploma? Não vamos fazer o culto a personalidade de ninguém mas vamos aos fatos. Apoiado numa imensa mobilização popular, Lula construiu o PT, onde Marina ingressou cinco anos depois. Também construiu a CUT, da qual ela foi vice presidente no Acre — mais tarde. Em 1994, Marina se elegeu senadora, na chapa do PT, negociada por Lula. Curou-se do envenenamento por mercúrio no hospital público de Santos, cidade governada ...

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“Dez anos são suficientes pra corrigir uma desigualdade gerada há séculos?”

Babalorixá e antropólogo Rodney de Oxóssi contesta posição de coordenadora da campanha de Marina Silva que defendeu um “horizonte máximo” de dez anos para o sistema de cotas no Brasil. “Traçar um tempo limite para as cotas raciais é o mesmo que extingui-las”, afirma Por Jarid Arraes Apesar de ser a única presidenciável negra nas eleições de 2014, Marina Silva não conta com muito apoio do movimento negro brasileiro, que, ao contrário, faz duras críticas ao seu plano de governo e engajamento político contra o racismo. Em entrevista para a BBC Brasil, na última sexta-feira (12), a coordenadora nacional de promoção da igualdade racial da campanha de Marina Silva fez declarações que repercutiram de modo negativo entre os militantes negros. Segundo Valneide Nascimento, as cotais raciais devem ter no máximo 10 anos de duração. Para o babalorixá e antropólogo Rodney de Oxóssi, traçar um tempo limite para as cotas raciais é ...

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Dilma comenta choro de Marina: ‘Quem não quer ser criticado não pode ser presidente’

Tatiana Farah BELO HORIZONTE. Candidata à reeleição pelo PT, a presidente Dilma Rousseff voltou a criticar sua principal adversária, Marina Silva (PSB), ao dizer que um presidente da República tem de resistir à pressão. Em discurso dirigido a movimentos negros em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, Dilma afirmou que quem não quer ser criticado "não pode ser presidente". Mais tarde, ao responder a jornalistas sobre a adversária ter chorado com os ataques petistas, a presidente disse que não é contra o choro. — Um presidente da República sofre pressão 24 horas por dia. Se a pessoa não quer ser pressionada, não quer ser criticada, não quer que falem dela, não dá para ser presidente da República — disse Dilma, a uma plateia que gritava em diversos momentos "não vai ter Marina". Em entrevista coletiva, a presidente disse que, embora não seja contra o choro, um presidente deve ...

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‘Tivemos medo de errar’, diz coordenadora de Marina sobre política para religiões afro

A coordenadora nacional de promoção da igualdade racial da campanha de Marina Silva diz que sua equipe errou ao não detalhar políticas para religiões como o candomblé e a umbanda – questões consideradas de primeira importância por representes da militância afrobrasileira. “Como Marina, sou protestante e não tinha um acúmulo de conhecimento sobre políticas específicas para religiões de matriz africana”, diz Valneide Nascimento dos Santos, em entrevista exclusiva à BBC Brasil. Filiada ao PSB há 17 anos – “meu primeiro, único e último partido” -, Santos demonstrou diversas vezes admiração pelo ex-presidente Lula, criador de políticas como o Brasil Quilombola (destinado a comunidades tradicionais) e das cotas para estudantes negros em universidades. “Se vai ser melhor que o de Lula, não sei. Queremos que seja no mínimo igual”, afirma. Em conversa por telefone, a coordenadora de campanha adianta que a política de cotas raciais de Marina deve ...

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Marina Silva – de mulher negra seringueira ao conservadorismo das elites - Por: Dennis de Oliveira

Marina sofre resistência entre afrodescendentes

“Brasileira nata, nascida em Rio Branco – AC, no dia 08/02/1958, do sexo feminino, cor/raça preta”, diz o documento do Tribunal Superior Eleitoral que oficializa a candidatura de Marina Silva à presidência. Em 2010, quando disputou o Planalto pela primeira vez, Marina disse querer ser “a primeira mulher negra, de origem pobre, presidente da República Federativa do Brasil”. Quatro anos depois, ela aparece, segundo o Ibope, na liderança de intenções de voto entre eleitores brancos, mas atrás de Dilma Rousseff entre os negros e pardos. Apesar de ser a única entre os três principais candidatos a dedicar um capítulo inteiro do programa de governo à população negra, a ex-senadora não é percebida como representante dessa parcela dos eleitores.   Evangélica, filha de mãe mestiça e pai negro, Marina é analisada com desconfiança por professores universitários, institutos de pesquisa, coletivos, organizações sociais e ativistas ouvidos pela BBC Brasil. As críticas mais ...

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Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) – nota de esclarecimento

O Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), é uma rede de articulação de mais de quatrocentas entidades, grupos e coletivos de luta pelos Direitos Humanos e atua há 32 anos para consolidar e promover a garantia dos Direitos Humanos no Brasil, desenvolvendo lutas e resistindo a políticas conservadoras que promovem violações dos direitos humanos. O MNDH na sua trajetória tem articulado e proposto mecanismos políticos e jurídicos, mecanismos para políticas públicas e para a democracia ampla para garantia da universalidade e indivisibilidade e interdependência dos direitos humanos. O MNDH recentemente citado pela candidata Marina Silva no jornal folha de São Paulo no último dia 03 de setembro vem manifestar sua surpresa e discordância com a afirmação da candidata de que utilizam em seu programa as propostas do Movimento Nacional de Direitos Humanos, sendo que os dirigentes do Movimento jamais foram procurados ou tiveram quaisquer tratativas para a utilização das suas propostas no ...

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Agro pede para Marina mudar trecho do programa

Setor faz pressão para que a candidata do PSB, Marina Silva, mude promessa de criar índice de produtividade agrícola para facilitar desapropriação para reforma agrária; tema é considerado como "fora da realidade" e "contrassenso"; presidente da Associação Brasileira do Agronegócio, Luiz Carlos Correa Carvalho, diz que "história parece a do bode que colocam na sala, para retirar em seguida, quando a situação se torna insuportável"; Marina vai ceder assim como fez com Malafaia? 247 – Ao escolher o deputado Beto Albuquerque como vice de sua chapa à Presidência, Marina Silva levantou um sinal de trégua com o setor do agronegócio e demonstrou deixar antigas rixas da época de ministra para trás. A conturbada relação, no entanto, esbarrou em um novo impasse. O setor agora condiciona o apoio à candidata a uma mudança em seu programa de governo. Marina promete de rever indicadores de produtividade agrícola para facilitar desapropriação para reforma agrária. A questão foi ...

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Alan Marques/Folhapress

Finalmente a desigualdade foi colocada no centro do debate eleitoral

por : Paulo Nogueira Finalmente a desigualdade foi colocada no centro do debate eleitoral. O maior desafio do próximo presidente é tirar o Brasil da abjeta condição de um dos campeões mundiais em iniquidade social. Gosto de citar Rousseau: a sociedade ideal é aquela em que não há extremos de opulência e miséria. Houve avanços nisso nestes anos de PT no poder. Mas, por conta de tantos compromissos pela governabilidade, tais avanços ficaram aquém do que a situação pede. Melhor, exige. A ênfase na inclusão veio – finalmente – de Dilma. Marina tem dito que vai chamar as “pessoas boas” para governar com ela. Ela citou até Serra. Bons são aqueles com compromisso com inclusão social, respondeu Dilma. Descontado o fato de que a própria Dilma se cercou de muitas pessoas sem qualquer compromisso com inclusão, a colocação é perfeita. “Inflação alta e crescimento baixo” é uma expressão idiota, cínica ...

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Marina Silva morreu abraçada a Feliciano

O fim patético de uma candidatura que surgiu como promessa de renovação. Marina Silva faleceu politicamente hoje, 15 de maio, vítima de si própria. Morreu abraçada ao irmão evangélico Marco Feliciano. RIP. As três linhas acima resumem o fato político mais importante do dia. Num erro de avaliação impressionante, Marina Silva, numa viagem ao Recife, tomou a defesa de Feliciano. Disse que ele estava sendo atacado, em boa parte, por ser evangélico. Vou repetir. Disse que ele estava sendo atacado, em boa parte, por ser evangélico. Ora. Feliciano, desde que irrompeu do anonimato, tem repetido barbaridades homofóbicas e racistas em sucessivas e despudoradas odes à intolerância e ao fanatismo. Quando já achávamos que ele tinha esgotado o estoque de obscurantismo agressivo, eis que aparece um vídeo no qual ele diz que Deus assassinou John Lennon porque não gostou de uma coisa que Lennon disse. E com todo esse passivo brutal ...

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A cor sumiu

Cousas futuras

No próximo mês de agosto começará a coleta de dados do Censo Demográfico de 2010. Segundo o IBGE, esses dados revelarão em profundidade o perfil da população e as características de seus domicílios e servirão de base para "todo o planejamento público e privado da próxima década". Beleza. O atacante Neymar do Santos e a candidata à presidência da República Marina Silva, cada qual a seu modo, revelaram aos jornais nos últimos dias suas dificuldades para responder a uma pergunta do questionário básico do Censo de 2010: "Qual a sua cor ou raça?". Afinal, vieram a público dizer que, como o racismo ou o preconceito não os alcançou ainda, sentem-se pouco à vontade para assumir uma identidade negra. Não sabemos como serão orientados a proceder os duzentos e trinta mil recenseadores em processo de seleção no IBGE, quando confrontados com moradores que manifestem as vacilações dessas celebridades. São vacilações altamente ...

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A cor sumiu

Quem sofreu é que sabe, me tire dessa.

O correspondente de "O Globo" em Washington, Fernando Eichenberg, escreveu ( edição de25.04.10, p. 10) que Marina Silva estava tendo por lá "tratamento de candidata negra". Referia-se a alusões da imprensa norte-americana à visita da candidata do PV à Presidência do Brasil.   O diabo é que o comentário da candidata, na matéria do correspondente de "O Globo", faz crer que sua vivência brasileira é de uma singularidade extremada: "Nunca me senti sofrendo preconceito por ser negra ou mulher". Não sofri, não sou, estão falando de outra pessoa, de outras vivências.   Mas "outras vivências" não votam? Em princípio, nenhum candidato quer perder poder. Marina talvez nos diga, na terra de Obama, que não percebe movimento significativo na sociedade brasileira que legitime qualquer referência sua a uma identidade de mulher negra.   Mas sua liderança poderia, caso assumisse a identidade negra no processo eleitoral, alargar limites, vencer obstáculos partidários e ...

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