segunda-feira, julho 13, 2020

    Tag: poesia erótica

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    Sangue

    por Adriana Graciano para o Portal Geledes Seu sexo no meu sexo Meu sexo no seu sexo Arrebatados pelo paradoxo dessa transcendência física dessa nova familiaridade desse olhar sem véu dessa nova nudez Meu sexo no seu sexo Seu sexo no meu sexo Redefinindo o espaço que ocupávamos em nós

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    Luiz Silva (Cuti)

    Poesia Erótica nos Cadernos Negros

    O erotismo está presente na literatura da antigüidade até nossos dias. Sua manifestação se dá segundo determinado meio social concebe, de forma predominante, o corpo. Mesmo nos períodos de forte repressão, como a chamada Idade Média européia, em que aprendemos ter sido de predomínio da igreja católica, houve significativa manifestação do erotismo. Por exemplo, as cantigas de escárnio e maldizer portuguesas são alguns testemunhos de transgressão do moralismo dominante naquele período. no Quilombhoje:Poesia Erótica nos Cadernos Negros Quando vemos que hoje o acesso a filmes, revistas, livros, utensílios e serviços sexuais é tão simples, mediatizado pelo dinheiro, podemos nos perguntar: o que resta à arte, em termos de abordagem do erotismo? Antes de nos aventurarmos pelos caminhos desta resposta, coloquemo-nos outra, mais precisa, ao que pretendemos tratar aqui: a poesia acompanhou tal disseminação informativa e excitante do sexo? É preciso estabelecer que o erotismo é uma transgressão baseada no desejo impedido ...

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    mermaid

    Os cinco sabores, por Adriana Graciano

    por Adriana Graciano Primeiro gosto de tocá-lo com os olhos Depois cheiro suas intenções Leio seus sonhos Como seu sexo Ouço seu cheiro Vejo sua fome Danço sua febre Bebo seu calor Devoro seus pudores Degusto seu (de)leite Escrevo sua cor Pinto seu gosto Mas, sereia que sou, Só canto para quem me cavalga (os mares)

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    Quando R goza, por Adriana Graciano

    por Adriana Graciano Quando R goza Meu coração quase se esquece de como bater Antes de reaprender aquela batida que sempre conheceu mas julgava perdida Meus olhos (abertos ou não) vêem em cores que só conheço em sonho Meus ouvidos e sentidos se comportam com a reverência e entrega De quem ouve uma sinfonia amada pela milésima inédita vez Quando R goza Minha primavera eclode E morro minha pequena morte

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