terça-feira, julho 14, 2020

    Resultados da pesquisa por 'mídia '

    Divulgação

    Jornalistas baianxs oferecem 2ª edição de minicurso sobre semiótica e racismo na mídia brasileira

    A Semiótica como ferramenta de análise do racismo midiático é o tema do minicurso Racismo e Mídia no Brasil: uma abordagem semiótica, cuja segunda edição acontecerá nos dias 11 e 12 de julho.  A primeira edição do curso teve 300 pré-inscritos e vagas esgotadas em três dias. Com emissão de certificado e carga horária de 4h, o minicurso é composto por duas aulas na modalidade à distância, em uma plataforma de reunião on-line. A proposta é uma iniciativa dxs jornalistas Bruna Rocha e Cássio Santana, pesquisadorxs do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas (PósCom) da Universidade Federal da Bahia (UFBA).      O minicurso tem o objetivo de fornecer, de maneira introdutória, instrumental teórico-metodológico para a análise de discursos midiáticos a partir de uma perspectiva antirracista. Tomando como ponto de partida uma discussão sobre noções gerais de Semiótica, estudos da imagem e Análise do Discurso, pretende-se fomentar um olhar crítico ...

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    Foto: Daniel Arroyo/Ponte Jornalismo

    Mídia negra: Conheça 5 blogs, sites e portais antirracistas

    O primeiro jornal oficial brasileiro foi criado em 1808, o Gazeta do Rio de Janeiro. A principal finalidade do meio era difundir os interesses da Coroa Portuguesa. Desde então, foram se conformando os grupos midiáticos familiares que permanecem até hoje no Brasil, com a formação dos veículos de comunicação atrelada ao pensamento das classes dominantes. O fato da mídia ter sido conformada dessa maneira no Brasil implicou em uma predominância do formato de comunicação comercial, visando o lucro e de caráter elitista, racista e machista. Por outro lado, no contraponto dessa mídia comercial, surge a imprensa negra, a comunicação popular e outros grupos que se propõem a trazer uma nova perspectiva sobre a realidade da população brasileira. Na série de dicas do Brasil de Fato Pernambuco de hoje, listamos cinco sites, blogs e portais organizados por pessoas negras e que se propõem a trazer notícias, artigos, reflexões e uma outra ...

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    Imafem teriradao do site GSHOW

    BBB20: feministas liberais, monstrualização de corpos negros e hierarquização identitária na mídia de massa

    Muito foi falado sobre as ações e comentários racistas voltados ao ator Alexandre da Silva Santana (vulgo Babu Santana), homem negro e favelado, na 20ª edição do reality show Big Brother Brasil (BBB20) realizado pela Rede Globo. Tais falas e atitudes tiveram como protagonistas Marcela Mc Gowan, participante do programa autodeclarada feminista e assim qualificada pela mídia, e suas melhores amigas no reality, Gizelly Bicalho e Ivy Moares -- todas mulheres brancas associadas, sobretudo no começo do programa, com discursos pelo fim da opressão contra mulheres e em prol dos chamados empoderamento e liberdade femininas.   O tema e as análises a seu respeito chamaram nossa atenção por mobilizarem questões que, ao nosso ver, merecem ser ainda mais verticalizadas (o que nos propomos a fazer aqui), considerando: 1) a relação entre Big Brother Brasil, um produto midiático de massa, e a realidade de seus participantes, realizadores e espectadores; 2) a porosidade ...

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    O GatoMÍDIA está mexendo na forma como os jovens moradores da favela veem a favela

    Fundado por Thamyra Thâmara, mulher negra e moradora do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, o GatoMÍDIA é uma rede, de mais de 130 colaboradores, que oferece residências de aprendizado, com foco em comunicação e tecnologia, em favelas cariocas desde 2013. Além de pulverizar conhecimento e preparar jovens para o mercado de trabalho, o projeto os estimula a recriar suas realidades e almejar futuros melhores voltando os olhos para a ancestralidade Por Natacha Cortêz, Da Revista Marie Claire Isys, Jon, Thamyra, João e Andressa (Foto: Joyce Piñeiro) O ano era 2016 e Isys Maciel Soares, moradora do Complexo da Penha, conjunto de favelas na zona norte do Rio de Janeiro, tinha 15 anos e os cabelos alisados devido a uma série de progressivas. Naquela altura da vida, a adolescente não sentia orgulho algum de suas origens. Nem ao menos se entendia como negra. Foi quando ...

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    O ‘novembrismo’ da mídia

    Cobertura do mês da Consciência Negra mostra quão racista somos e precisa ser ampliada Por Flavia Lima, Da Folha de S.Paulo Carvall Na grande imprensa, o mês da Consciência Negra se consolidou como o período de se divulgarem dados sobre desigualdade entre negros e brancos. O "novembrismo" não é necessariamente ruim, mas a concentração dos temas na ocasião traz frustração para quem gostaria de se ver representado e de ter seus problemas discutidos o ano todo. Ao mesmo tempo, é um período em que se dá grande visibilidade aos mecanismos de exclusão da sociedade brasileira. Com a ajuda de órgãos oficiais de pesquisa e universidades, dados sobre a inserção dos negros em diferentes áreas mostram de forma eloquente quão racista somos. Num histórico rápido da relação entre a população negra e a imprensa, é possível dizer que os negros passaram a maior parte do século 20 ...

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    Contratação de Produção de Conteúdos Multimídia

    Contratação de Produção de Conteúdos Multimídia Do Baobá  Foto: rawpixel.com Objetivo do Termo de Referência Contratação de jornalista multimídia para redação de conteúdo sobre projetos financiados por meio de edital, além de captação e produção de foto e vídeo, para construção de um vídeo de até 3 (três) minutos sobre o edital Negras Potências. Clique aqui para download do documento completo. Prazos para envio das propostas: de 08 de novembro a 15 de novembro de 2019, 23h59min, horário de Brasília

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    6º Curso de Extensão Mídia, Violência e Direitos Humanos lança edital

    O Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos Suely Souza de Almeida (Nepp-DH) da UFRJ publica edital para seleção de alunos para o VI Curso de Extensão Mídia, Violência e Direitos Humanos. Do CFCH Imagem retirada do site CFCH O curso tem o objetivo de servir como um espaço de diálogo horizontal entre a Universidade e moradores de favelas e periferias, comunicadores populares, lideranças comunitárias, integrantes de movimentos sociais e profissionais com atuação em favelas e periferias. A proposta é refletir acerca das representações da violência, em seus recortes de classe, étnico-racial e de gênero, e propor alternativas a elas. O formato das aulas será de mesas temáticas, em que estarão presentes professores, pesquisadores, ativistas e demais especialistas nos temas a serem abordados. As 13 aulas acontecem de 5 de agosto a 11 de novembro, das 17h às 20h, no Auditório do Nepp-DH, localizado no ...

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    Como a mídia ajudou a construir o “mito” que ameaça a democracia

    Décadas de discurso anti-política, anti-PT e em prol da intolerância forjaram o caminho para que fascistas chegassem onde estão Por Helena Martins Do Carta Capital Foto: Blue Bus Nos últimos dez anos, o crescimento de candidatos de extrema-direita e, inclusive, fascistas marcou e transformou o cenário político em diversos países. Da França à Colômbia, dezenas sofreram com o avanço conservador. Aqui, seguimos caminho semelhante, com o pêndulo da consciência social tendendo radicalmente à direita. Um fenômeno tão profundo só pode ser explicado por múltiplos fatores. Entre eles, é inegável o papel da permanência da cultura machista, racista e homofóbica. E do estímulo ao individualismo que, em contexto de aumento do desemprego e da desigualdade, transforma o outro – como o imigrante ou os setores atendidos por políticas sociais – em inimigo. A permanente crise econômica é acompanhada pela busca de respostas fáceis, ainda que falsas. A esquerda ...

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    STF debate descriminalização do aborto, mas mídia não discute o tema

    Enquanto a luta das mulheres chegou ao topo das discussões virtuais, imprensa fez cobertura pontual da maior audiência pública da história da Corte Por Camila Nóbrega, Olivia Bandeira e Vanessa Galassi* Do Carta capital Encerradas as audiências no dia 6, o tema desapareceu dos portais de notícia na Internet (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) Aborto. Palavra conhecida, que faz parte do cotidiano, mas circula no Brasil principalmente pela via do sussurro e da peregrinação em busca de escassa informação. Nos meios de comunicação, o termo costuma aparecer pela via da criminalização, nas páginas policiais, ou em tom de tragédia, em narrativas de casos individuais, por meio de entrevistas com rostos não revelados, vozes alteradas, envolto em tabus. Desde a última sexta-feira, dia 3 de agosto, no entanto, o debate sobre a descriminalização do aborto ganhou espaço, principalmente na Internet, por meio de uma enxurrada de posts e hashtags ...

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    Foto: André Wanderlei

    “Não sofro com a discriminação racial, mas aproveito o espaço da mídia para denunciar, combater. E vejo isso como uma missão”, afirma a atriz Zezé Motta

    Aos 74 anos, a atriz e cantora Maria José Motta de Oliveira, mais conhecida como Zezé Motta, está a todo vapor, em plena gravação de dois novos filmes: “Intervenção”, de Rodrigo Pimentel, com direção de Caio Cobra, sobre a rotina dos policiais nas Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) do Rio de Janeiro, e o longa “M8 - Quando a morte socorre a vida”, dirigido pelo cineasta Jeferson De e inspirado em livro de mesmo nome do escritor Salomão Polak. foto de André Wanderlei Zezé Motta não para. Em abril deste ano, lançou o CD “Missão”, em que solta a voz no samba. Com dezenas de filmes, novelas e peças, ao completar 50 anos de carreira no ano passado, a Xica da Silva de Cacá Diegues recebeu inúmeras homenagens. E as honrarias continuam. Neste mês, a atriz foi a escolhida para ser a homenageada do 1º. Festival ...

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    Alma Preta organiza curso de mídias negras em São Paulo

    Atividade, que será realizada em 9 de junho no Lab Hacker, recebe especialistas em veículos de imprensa voltados à comunidade afro-brasileira Por Amauri Eugênio Jr., do  Alma Preta As inscrições para o curso de mídias negras, atividade organizada pelo Alma Preta, estão abertas. A formação será realizada em 9 de junho (sábado), das 9h às 16h, no Lab Hacker (rua Alfredo Maia, 506, Luz, São Paulo). O curso é voltado para interessados e entusiastas em movimentos organizados na produção cultural afro-brasileira, e tem como objetivo explicar o panorama político, histórico e técnico sobre mídias negras sob o ponto de vista histórico. A imprensa negra sempre foi política e combativa ao racismo, e assim permanece. Os jornalistas da imprensa negra sempre fizeram um contraponto à atuação da imprensa hegemônica no que diz respeito à violência discursiva contra a população negra. Serão abordados aspectos históricos, no que diz respeito à mídia negra ser um dos ...

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    Comunicação é direito essencial para o empoderamento das mulheres, destacam brasileiras sobre tema emergente ‘Mulheres e Mídia’ na CSW 62

    Para comunicadoras e especialistas, é imprescindível que países e os meios de comunicação invistam em ações de formação e acesso das mulheres ao direito humano à comunicação. Questões foram abordadas com base nas Conclusões Acordadas da CSW 47, cujas conclusões estiveram sob revisão durante a CSW 62 no ONU Mulheres Encerramento da 62ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown Mulheres e a mídia é uma das 12 áreas de preocupação do Plano de Ação de Pequim e foi o tema de revisão da 62ª Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres (CSW 62), que se encerrou em 23 de março, em Nova Iorque. O tema foi discutido entre as pautas de revisão das Conclusões Acordadas na 47ª sessão da CSW, realizada em 2003. Violência contra mulheres jornalistas e nos meios de comunicação e digitais, políticas de acesso ...

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    Mídia e diversidade sob a ótica de três mulheres negras

    A Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) marcou o início do ano letivo convidando três mulheres negras para falarem sobre Mídia e Diversidade Por Vinicius Mansur, da Carta Maior  A Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) marcou o início do ano letivo convidando três mulheres negras para falarem sobre Mídia e Diversidade. A mesa aconteceu na manhã dessa segunda-feira (26) no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), no campus da Praia Vermelha, na cidade ainda abalada pela execução de sua vereadora, Marielle Franco (PSOL). Palestraram a historiadora, coordenadora do Grupo Intelectuais Negras e blogueira (Preta Dotora), Giovana Xavier; a  gestora de redes, ativista e colunista da Mídia Ninja, Dríade Aguiar; e a jornalista de economia, colunista de O Globo e conselheira da Anistia Internacional Brasil, Flavia Oliveira; mediadas pela fundadora do Portal FavelaEmPauta, Daiene Mendes. Lugar ...

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    Três mulheres cariocas, periféricas e negras produziram 3,6 milhões de tuítes que produziu o maior acontecimento político da mídia social no país

    Três mulheres cariocas, periféricas e negras são os principais nós da rede de 3,6 milhões de tuítes que produziu o maior acontecimento político da mídia social no país por JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO E KELLEN MORAES no Piauí Folha Omaior acontecimento político-digital no Brasil foi liderado por três mulheres de três gerações diferentes. Os quatro disparos que atingiram Marielle Franco na noite de 14 de março ecoaram muito além do bairro do Estácio, onde ela foi executada, ou da cidade do Rio de Janeiro, onde era vereadora. Romperam fronteiras ao deflagrarem 3,573 milhões de tuítes. Nas 42 horas seguintes, mobilizaram 400 mil usuários do Twitter em 54 países e 34 idiomas. Mas os três nós que amarraram essa rede global têm muito em comum: são mulheres, cariocas, periféricas e negras. “Nunca vi nada igual”, admira-se Fabio Malini, coordenador do Laboratório de Estudos de Internet e Cultura, o Labic, da Universidade ...

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    Arquivo pessoal da entrevistada

    No ‘Diversidade em ciência’ (rádio USP) Rosângela Malachias fala sobre mídia e etnia

      Por Ricardo Alexino Ferreira para o Portal Geledés  Arquivo pessoal da entrevistada No ‘Diversidade em Ciência’, Ricardo Alexino Ferreira entrevista a jornalista e pesquisadora Rosângela Malachias, que irá falar sobre mídia e etnia. Rosângela Malachias é professora adjunta da Faculdade de Educação, da Baixada Fluminense, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e tem pós-doutorado realizado na Cátedra Unesco, na Universidade Metodista de São Paulo, linha Comunicação Cidadã nos espaços situados em regiões midiáticas. Atualmente, Malachias desenvolve também a pesquisa “Escravidão Negra no Brasil: representações midiáticas, racismos e resistências transculturais”, na UERJ. Em seu doutorado, na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, pesquisou “Os ...

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    A mídia amiga e o criminoso silêncio

    Desde a eleição de Dilma Rousseff, em 2014, até o golpe, em 2016, a mídia tradicional brasileira percorreu os mesmos caminhos da oposição ao governo petista: para não dizer em outras palavras que ela, a mídia, era a própria oposição disfarçada como veículo de conteúdo jornalístico. O discurso midiático, tantas vezes citado pelos parlamentares da então oposição, representava muito mais do que munição; o que na biologia se chama de simbiose; de conchavo, para a política; para muitos uma deflagrada campanha de conspiração que atingiu o seu alvo com a defenestração de Dilma. Por Mailson Ramos enviado para o Portal Geledés  Este interim (2014-2016) é apenas um recorte da declarada oposição da mídia tradicional aos governos petistas. Os editoriais dos grandes jornais estão espalhados pela internet e mostram como os chefes de redações, porta-vozes dos proprietários destes grupos, viam os governos de Lula e Dilma. Num período em que a oposição ...

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    Mídia hegemônica destaca quando negro é responsabilizado pelo racismo

    O antropólogo Antonio Risério e a ex-consulesa da França, Alexandra Loras, por vias distintas, responsabilizam negras e negros pelo racismo, ao associar as bandeiras e reivindicações do movimento negro a posições autoritárias que dizem combater. E, não por acaso, os dois ganham destaque na mídia hegemônica. Por Dennis de Oliveira*, do Quilombo  Dois fatos impactaram o movimento negro nestes dias. Um foi o artigo publicado pelo prof. Antonio Risério, no caderno Ilustríssima, da Folha de S. Paulo, em que ele faz críticas a determinado setor do movimento negro que considera a miscigenação como genocídio, estendendo esta crítica a todo o movimento. Outro foi a entrevista concedida pela ex-consulesa da França, Alexandra Loras, em que ela considera que as críticas que militantes do movimento negro fizeram a sua exposição em que pessoas famosas brancas têm seus rostos pintados de preto são oriundas de uma “síndrome de capitão do mato”. O que une estas ...

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    Após morte de grávida, major Denice sobe o tom: ʹFeminicídio não é invenção midiáticaʹ

    Durante entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta terça-feira (19), a comandante da Operação Ronda Maria da Penha, major Denice Santiago, subiu o tom e voltou a chamar atenção para a gravidade do feminicídio. O caso mais recente é o de Daiane Reis Mota, de 26 anos. Ela estava grávida e, a um dia do parto, foi morta pelo marido em Serrinha. Por Gabriel Nascimento, do Metrô1 Foto: Tácio Moreira/Metropress "Feminicídio é a qualificação de um crime bárbaro. É o crime que vai indicar que a pessoa foi morta porque ela era mulher. Ela não foi morta porque estava andando na rua e foi assaltada ou se envolveu em uma briga. Foi morta porque era mulher", declarou a oficial. De acordo com a major, as mulheres que são vítimas de abusos precisam denunciar os casos o quanto antes. "Começa com um grito, uma batida de mão na mesa. É necessário contar, recorrer", acrescentou. ...

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    Verdadeiros culpados pelo tráfico de drogas são protegidos da mídia brasileira

    Carl Hart, neurocientista e especialista em drogas: "mídia brasileira esconde os verdadeiros responsáveis pelo tráfico" Do Pragmatismo Politico  O Brasil continua atraindo holofotes. Outrora pela Copa do Mundo e Olimpíadas, agora pelo o caos político e a violência generalizada, uma diretamente ligada a outra, inclusive. A situação é tão ruim, as políticas públicas são tão equivocadas, que o Rio – especialmente – virou um lugar em que todo bom pesquisador de política de drogas precisa fazer pelo menos uma peregrinação na sua carreira. Para o professor de neurociência da Universidade Columbia, Carl Hart, esta já é a sexta. Desta vez, Hart se encontrou com jovens que integram o Movimentos – um grupo de jovens de várias favelas e periferias do Brasil que acredita que uma nova política de drogas é urgente e precisa ser discutida com eles, que sofrem o impacto direto da “guerra às drogas”. O papo foi no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio de Janeiro, na última sexta feira (08). “Nós somos a população que mais morre em circunstância ...

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    Charlottesville: Mídia brasileira evita palavra “nazistas” e escolhe “supremacistas”

    Por Ivan Longo Do Revista Fórum Não é à toa. No protesto absurdo de Charlottesville (EUA), manifestantes gritavam contra negros, judeus, LGBTs, imigrantes e exaltavam a “superioridade” branca. No Brasil, todos esses valores são disfarçados pelo antipetismo que essa mesma mídia ajuda a alimentar. Se chamarem, então, os “supremacistas” americanos de nazistas, teriam que chamar muito cidadão de bem de verde e amarelo de nazista também. Aí já é demais O protesto, no entanto, tinha uma voz uníssona: contra negros, judeus, LGBTs, pela “pátria” e exaltando a superioridade branca – elementos que fazem parte da base fundadora da ideologia nazista. Neste sentido, a manifestação de Charlottesville tinha caráter, sim, neonazista. Em artigo, o deputado federal Rogério Correia fez o alerta: “Reivindicavam a ‘supremacia branca’, daí serem chamados de ‘supremacistas’ pela mídia. São mais do que isso: são racistas. Fascistas. Neonazistas. Charlottesville merece mais do que o repúdio. De nós, brasileiros, serve ...

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