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‘Meu pai entrou no tráfico para eu virar advogado’

Criança brinca com pipa em rua da favela Jardim Batam, no Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. Foto: Rafael Andrade/Folhapress

NASCI E FUI criado até os 6 anos pela minha avó na favela do Jacarezinho, zona norte do Rio, o 121° IDH entre os 126 listados na cidade carioca. Filho de empregada doméstica, sempre que lembro da infância recordo da minha mãe contando as dificuldades de trabalhar em “casa de madame”, levando pão duro para casa no final do expediente. Meu pai trabalhou na fábrica de tecidos Nova América, que posteriormente virou o Shopping Nova América, famoso pelos outlets, na zona norte carioca. Após isso, ele trabalhou como terceirizado na Petrobras, não sei qual a função, mas me recordo da foto que ele ostentava com alegria onde usava o uniforme da empresa.

por Joel Luiz Costa, do The Intercept

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