segunda-feira, maio 25, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Feminismo Negro'

    Luíza Mahin: um mito libertário no Feminismo Negro

    Programa Luíza Mahin, mãe do poeta, advogado e abolicionista Luiz Gama - figura entre os grandes nomes celebrados pelo movimento negro brasileiro. Teria sido uma das líderes da maior revolta escrava ocorrida no Brasil - o Levante dos Malês - bem como participado de inúmeras revoltas de escravos ocorridas em Salvador nos anos de 1830. Entre as feministas negras, Mahin tem sido exaltada como referencial de luta e recebido diversas homenagens. Enviado por  Dulci Conceicao via Guest Post  para o Portal Geledés (Foto: Alberto Henschel - Negra com Turbante - 1870)Inscrições a partir do dia 23/02, às 14h. Data 28/03/2015 a 28/03/2015 Dias e Horários Sábado, 16h às 18h. Local Rua Dr. Plínio Barreto, 285 4º andar do prédio da FecomércioSP Bela Vista - São Paulo/SP Valores Grátis. Inscreva-se   Saiba mais sobre Luiza Mahin ** Este artigo é de autoria de colaboradores ou articulistas do PORTAL GELEDÉS e não representa ideias ...

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    Escritoras afrocubanas en el siglo XIX. Antecedentes del feminismo negro en Cuba

    Varias personas me han preguntado por el libro que Inés María Martiatu (Lalita) dejara inédito al morir y que ganó la mención del Premio Extraordinario de Estudios sobre la presencia negra en América y el Caribe de Casa de las Américas en el 2012. ¿Y las negras qué? Pensando el afrofeminismo en Cuba es el título de ese volumen que continua sin publicarse y que sin dudas, cuando salga a la luz publica, iluminará muchos espacios de la historia de las mujeres negras y mestizas en la cultura nacional y también “ennegrecer” el feminismo de la Isla, el cual sigue siendo contado por voces blancas y con discursos blanqueados. Gracias al intelectual Alberto Abreu Arcea, les puedo compartir el siguiente fragmento de ¿Y las negras qué?, el cual versa sobre  las escritoras afrocubanas en el siglo XIX. Una oportunidad invaluable de volver a leer a nuestra Lalita. Bajar fragmento de ¿Y las negras qué? ...

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    feminismo- negro

    O Feminismo surgiu para que Margarida pudesse ser mais! E o Feminismo Negro, para que Margarida pudesse ser ela mesma! – Por: Mariana Barbosa

    "'Margarida era rosa, bela, cheirosa e grampola Tipo casa das camélia, gostosa! Bromélia, toda prosa, a me enlouquecer Bela, tipo um ipê, frondosa É um lírio, causa delírios, mire-a Vicio é vigiar, chique como orquídeas Cabelos como samambaia e xaxim flor Perto dela as outras são capim, pô Girassol, violeta, beleza violenta Passou aqui como se o mundo gritasse Arrasa bi! Flor de laranjeira ou primavera inteira São flores e mais flores, todas as cores da feira, irmão... Não apenas uma organização de mulheres; mas um movimento filosófico e político que tem por objetivo a garantia de uma sociedade equânime por meio do empoderamento de mulheres. Historicamente tratadas na esfera privada, pois fomos alocadas da porta de nossas casas para dentro, o feminismo é a oportunidade e o meio de trazer porta-à-fora as pendências que uma história de opressão nos deixou. Como margaridas, estivemos sempre na posição de expectadoras de ...

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    Dani Costa Russo/Divulgação

    Feminismo negro: sobre minorias dentro da minoria – Por: Jarid Arraes

    As necessidades das mulheres negras são muito peculiares e sem que seja feita uma profunda análise do racismo brasileiro, é impossível atender às urgências do grupo Por Jarid Arraes A origem O Feminismo Negro é um movimento social e um segmento protagonizado por mulheres negras, com o objetivo de promover e trazer visibilidade às suas pautas e reivindicar seus direitos. No Brasil, seu início se deu no final da década de 1970, a partir de uma forte demanda das mulheres negras feministas: o Movimento Negro tinha sua face sexista, as relações de gênero funcionavam como fortes repressoras da autonomia feminina e impediam que as ativistas negras ocupassem posições de igualdade junto aos homens negros; por outro lado, o Movimento Feminista tinha sua face racista, preterindo as discussões de recorte racial e privilegiando as pautas que contemplavam somente as mulheres brancas. O problema da mulher negra se encontrava na falta de ...

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    carolina-maria-de-jesus

    Feminismo negro: por que me toma? – Por Paula Libence

    No dia 25 de julho, celebra-se o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. A data foi escolhida em virtude do 1º Encontro de Mulheres Negras da América Latina e do Caribe, realizado em julho de 1992, na cidade de Santo Domingo, na República Dominicana. O último dia do evento aconteceu no dia 25 de julho, quando foi criada a Rede de Mulheres Negras da América Latina e do Caribe, para a troca de informações, o estreitamento das relações e promoção de ações conjuntas de luta e resistência da mulher negra. E por ter sido uma data de decisões tão importantes, o dia 25 de julho foi escolhido como Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Dia de comemorar e de ampliar parcerias, dar visibilidade à luta, às ações, promoção, valorização e debate sobre a identidade da mulher negra. E devido a tudo isso, eu decidi escrever hoje ...

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    feminismo negro

    Por que um feminismo negro? – por Mara Gomes

    Tenho a impressão que essa discussão sobre feminismo, geralmente, se limita apenas a algumas mulheres. Não que seja um feminismo limitado, um feminismo classista, obviamente não, porque a idéia central do feminismo é igualdade, igualdade essa que deve ser de gênero e também entre mulheres. Mas então por que um feminismo negro se esse feminismo deve englobar todas mulheres? O feminismo tem seu inicio, como um movimento social, na época de XVIII e XIV quando as mulheres buscavam a igualdade de direitos civis, principalmente o direito ao voto, essa época era chamada de primeira onda feminista. Nesse momento as lutas eram centradas nos EUA e Inglaterra e a mulher negra não se incluía assiduamente nessa discussão, porém não significa que não existiam negras feministas nessa época. A exemplo de Sojourner Truth e Harriet Tubman, além de outras, no século XIX a luta dessas mulheres negras era por uma liberdade diferente. ...

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    feminismo-negro

    Diáspora africana y Feminismo Negro: el caso de Brasil

    Es interesante analizar el proceso que se ha vivido en Brasil durante los años sesenta por parte de las mujeres afrodescencientes. Sobretodo por el hecho de ser una excolonia portuguesa, y ver cómo la cuestión relacionada con género y afrodescendencia ha tenido un protagonismo, tanto en Brasil como en la diáspora en general. Será la propia diáspora africana la que definirá los feminismos negros, y sus reivindicaciones, ya que a pesar de ser afrodescendientes y de tener en común la cuestión de raza, sus vivencias y su relación al tema de la raza son muy diferentes. La discriminación entre las mujeres africanas y las brasileñas no es la misma y los problemas concretos de las mujeres no son iguales. Pero sí tienen una cosa en común, y es el hecho de que el feminismo occidental no responde a las necesidades y problemas planteados por ambos feminismos. Se han necesitado muchas ...

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    simbolo-feminista3

    Mais Feminismo Negro

    A identidade que construímos ou que, erroneamente, nos é construída, perpassa pelos valores da sociedade em que vivemos e pela forma como ela foi edificada. O movimento feminista clássico, apesar de ter muitos méritos, não foge às relações racistas que tanto impregnaram e continuam a impregnar o nosso país. por Michele Sodré O local reservado às mulheres negras dentro do feminismo, por muito tempo, foi secundário. As nossas especificidades e as nossas pautas quase nunca eram levadas para o centro do debate. As principais bandeiras feministas, como liberdade para circular nos espaços públicos e para trabalhar na rua, nunca fizeram parte da realidade das mulheres negras. Sempre trabalhamos nas ruas, sempre nos lançamos ao mercado informal em busca de sobrevivência. Já conhecíamos o trabalho fora de casa desde a escravidão. Então, é importante expor a que mulher a maioria das bandeiras feministas se referem: a mulher branca de classe média. ...

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    Paulina Chiziane by Otávio de Souza

    O feminismo negro de Paulina Chiziane

    O feminismo negro de Paulina Chiziane (*) Se a literatura escrita por mulheres já é um mundo diferente, abordado por ângulos que romancistas e contistas homens dificilmente vêem, imaginemos, então, o que pode ser o mundo visto por uma mulher africana, moçambicana, ainda mais se é governado por costumes e tradições que nos soam estranhos. Esse estranho e mágico mundo é o que oferece em seus livros Paulina Chiziane (1955), a primeira romancista negra de Moçambique. Adelto Gonçalves - Para João Craveirinha, pela amizade e pelos subsídios fornecidos para este ensaio.   Se a literatura escrita por mulheres já é um mundo diferente, abordado por ângulos que romancistas e contistas homens dificilmente vêem, imaginemos, então, o que pode ser o mundo visto por uma mulher africana, moçambicana, ainda mais se é governado por costumes e tradições que nos soam estranhos. Esse estranho e mágico mundo é o que oferece em ...

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    ayabas

    Piauí – Mulheres, Feminismo Negro e as Violências Contemporâneas

    "Construir a cidadania como exercício libertário do agir de mulheres e homens na transformação do mundo e na transformação de suas vidas neste mundo" O AYABÁS – Instituto da Mulher Negra do Piauí tem a honra de convidar-lhe para um café da manhã formativo como parte das atividades comemorativas os 2 anos do AYABÁS. Data: 06/09/2011 Horário: 08 as 18h. Local: Memorial Zumbi dos Palmares – Av. Miguel Rosa, S/N Ilhotas   O AYABÁS – Instituto da Mulher Negra do Piauí; Organização negra que nasce no dia 06 de Setembro de 2009, inicialmente como Grupo de Mulheres Negras e atualmente AYABÁS. AYABÁS, organização política de mulheres negras que tem por missão institucional a luta contra o racismo, sexismo, eliminação das desigualdades, valorização e promoção das mulheres negras, em particular, e da comunidade negra em geral em a honra e alegria de convidar-lhe para as comemorações do seu segundo aniversário com ...

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    feminismo

    O feminismo negro como perspectiva

      O movimento de mulheres negras no Brasil tem início no período colonial, quando as mesmas criavam estratégias de sobrevivência ao regime escravocrata e lideravam diversos movimentos de libertação do povo negro, como as rebeliões nas senzalas, os cuidados espirituais, as fugas, a formação dos quilombos, a compra de alforrias, o trabalho na cidade e a estruturação de suas famílias. Por Jaqueline Lima Santos Na segunda metade do século XX, com a intensificação dos movimentos feministas pela ampliação e reconhecimento dos direitos das mulheres, as mulheres negras encontravam dificuldades de incluir sua pauta política nestes espaços que, liderado pelas brancas que tinham como referência o feminismo europeu e realizavam práticas racistas, se negavam a reconhecer as diferenças intra-gênero e tratavam a categoria mulher como homogênea e universal. Esta prática de anular a existência da mulher negra como grupo social com identidade e necessidades peculiares se estende até os dias de ...

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    Coletividades negras se reúnem em manifestação no 8 de março, em São Paulo|Foto: Tuane Fernandez/Mídia Ninja

    Negras e negros estão mais próximos do feminismo do que brancos no Brasil, aponta pesquisa

    Datafolha também mostra que quase metade dos homens evangélicos apoiam o movimento Por Vitória Régia da Silva* no Gênero e Números Coletividades negras se reúnem em manifestação no 8 de março, em São Paulo|Foto: Tuane Fernandez/Mídia Ninja As pretas são as brasileiras que mais se consideram feministas, entre as mulheres que declararam adesão à causa política. Entre os homens, quase metade dos praticantes de religiões evangélicas declaram apoio ao movimento. Esses são alguns resultados da primeira pesquisa do Datafolha direcionada para o tema, divulgada neste domingo (14/04). As mulheres que se autodeclararam feministas representam 47% das pretas, 37% das pardas e 36% das brancas ouvidas no levantamento. No geral, 38% das brasileras se consideram feministas, enquanto 52% dos homens dizem apoiar o feminismo. “Se por um lado vivemos um momento mais conservador e reacionário, a pesquisa mostra que tivemos transformações na percepção e identificação com o feminismo. O ...

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    Feminismo, empoderamento negro e criação literária: veja os melhores momentos da Flica

    Evento foi realizado entre os dias 11 e 14 de outubro, na cidade de Cachoeira Por Isadora Sodré Do Ibahia Quatro dias intensos de imersão literária, empoderamento, feminismo, política e sentimento: é assim que a oitava edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) pode ser definida. Durante os quatro dias do evento, realizado entre 11 e 14 de outubro em Cachoeira (BA), mais de 35 mil pessoas puderam aproveitar as palestras, eventos, atrações musicais e, é claro, o clima encantado da cidade cachoeira. De acordo com o coordenador geral da Flica, Emmanuel Mirdad, a Flica 2018 foi além da expectativas. "Todos os espaços tomados, lotados, filas, gente querendo participar, o que nos faz perceber que a ampliação tem que vir com certeza para que a gente possa atender o maior número de pessoas", disse. Quanto à nova curadoria, já que este é o último ano de Tom Correia no cargo, Mirdad ...

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    Feminismos negros e a renovação política do “Dia Internacional das Mulheres”

    Este artigo integra o “Dossiê Feminismo e Política”, do Blog da Boitempo, por ocasião do “Dia Internacional das Mulheres”. A propósito, que outras palavras mais poderiam ser ditas na ambiência desta efeméride? Que fios puxar de um novelo entrelaçado que tece a história das mulheres, particularmente das mulheres negras? O que abordar em tempos de franco retrocesso na legislação brasileira no que diz respeito às questões de gênero, com medidas retrógradas, para dizer o mínimo, que avançam em velocidade de cruzeiro?* Onde afixar a história do feminismo negro na contemporaneidade? Qual o legado e quais as perspectivas que as mulheres negras vêm aportando para a política, em escalas local, regional e global? Por Rosane Borges Do Blog da Boitempo As respostas a essas questões, ainda que parciais e provisórias, solicitam a tarefa de situarmos a trajetória dos feminismos negros no Brasil e no mundo, delineada por mulheres de várias matizes e ...

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    Declaração das Mulheres Negras reunidas no Fórum de Feminismos Negros dentro do 13o Fórum da AWID na Bahia, Brasil 5 e 6 de setembro de 2016

    1. Nós, mais de 200 feministas negras de todos os continentes e em todas nossas diversidades, reunidas no Fórum de Feminismos Negros, sob o lema “os caminhos que percorremos juntas”; Enviado para o Portal Geledés 2. Desafiando nossas próprias fronteiras e as que se opõem a nosso crescimento como feministas felizes, saudáveis e orgulhosas e realizando nossos sonhos mais ousados de libertação para nós, nossa terra e territórios e as vidas que defendemos na diversidade de nossa negritude e nossas capacidades e identidades escolhidas; 3. Durante estes dois dias conversamos sobre o futuro, a construção dos feminismos negros globais, a transformação da justiça global, a defesa de nossos territórios, comunidades, povos, resiliência, resistência, o colonialismo, a guerra, os direitos sexuais e reprodutivos, o racismo, o sexismo, o patriarcado, a diversidade sexual, identidades de gênero, arte, violências, alianças transnacionais, aliança intergeracional, entre muitos outros temas; 4. Reconhecendo nossa espiritualidade ancestral e nossa identidade cultural como um dos pilares fundamentais para a defesa de nossos direitos individuais e coletivos; 5. ...

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    Termina o Fórum Feminismos Negros

    Está terminando o Fórum Feminismos Negros na Bahia. O evento contou com a presença de mulheres negras de diversas nacionalidades. Por Natália Sena para o Portal Geledés Foram dois dias de musica, dança, militância e diversidade de gênero. O Fórum Feminismos Negros é um espaço que traz feministas negras que estão na linha de frente da luta global por justiça social. É espaço para que feminismos negros e afrodescendentes possam se encontrar com diversos setores, regiões e identidades de toda a diáspora, a fim de explorar, dialogar, debater e compartilhar as interseções de nossas lutas e ativismos. Neste segundo dia o dialogo inicial foi como o feminismo negro se vê como uma comunidade e de que forma podemos lutar em comunidade. Palestrantes como Jurema Werneck , Manbo Madame Evonne Auguste , d’bi young anitafrika , Aissatou Cisse ,Miriam Miranda , Mildred Apenyo destacaram o quanto é importante o feminismo negro ...

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    O 1º Fórum Feminismos Negros começou

    Aconteceu nesta segunda (05) o primeiro dia do Fórum Feminismos Negros na Bahia, o evento conta com a presença de mulheres de diversas nacionalidades. por Natalia Sena para o Geledés O Fórum Feminismos Negros é um espaço que trás feministas negras que estão  na linha de frente da luta global por justiça social. É espaço para que feminismos negros e afrodescendentes possam se encontrar com diversos setores, regiões e identidades de toda a diáspora, a fim de explorar, dialogar, debater e compartilhar as interseções de nossas lutas e ativismos. Nesta primeira sessão mulheres como Po Kimani , Kai Barrow , Annette Davis ,Charo Minas Rojas , Agness Chindimba,  Thenjiwe McHarris , Mariama Sonko, Wanelisa Xaba , Maria Creuza de Oliveira e outras, compartilharam a forma  que desenvolvem cada trabalho em diferentes países e de diferentes formas, assuntos como a inclusão de de mulheres negras deficientes no feminismo negro, territorialidades, artivismo, empoderamento, direito das mulheres e educação da população negra foram debatidos. O Fórum Feminismos Negros ocorrerá até esta terça-feira (6) , no Resort ...

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    Fórum Feminismos Negros

    Junte-se a um espaço co-criado de múltiplos feminismos que reconhecem as interseções de raça, classe e outras opressões. Do Awid Esse espaço tem como intenção conectar feminismos negros e afro-descendentes, de muitas regiões do mundo, para celebrar a contribuição dos feminismos negros para a construção de conhecimentos, a prática e as lutas pela autodeterminação e justiça, além de fortalecer a solidariedade e o poder coletivo. Esse espaço tem como intenção conectar feminismos negros e afro-descendentes, de muitas regiões do mundo, para celebrar a contribuição dos feminismos negros para a construção de conhecimentos, a prática e as lutas pela autodeterminação e justiça, além de fortalecer a solidariedade e o poder coletivo. Objectivos Convocar uma rede dinâmica de ativistas feministas negras/os, pesquisadoras/es, educadoras/es, artistas, escritoras/es e profissionais do setor cultural comprometidas/os em explorar, celebrar e ampliar diversas vozes e perspectivas; Facilitar um diálogo profundo e compartilhar conhecimentos, ferramentas e estratégias para a ...

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    Ayalla Salvador

    Feminismos negros e a renovação política do “Dia Internacional das Mulheres”

    Este artigo integra o “Dossiê Feminismo e Política”, do Blog da Boitempo, por ocasião do “Dia Internacional das Mulheres”. A propósito, que outras palavras mais poderiam ser ditas na ambiência desta efeméride? Que fios puxar de um novelo entrelaçado que tece a história das mulheres, particularmente das mulheres negras? O que abordar em tempos de franco retrocesso na legislação brasileira no que diz respeito às questões de gênero, com medidas retrógradas, para dizer o mínimo, que avançam em velocidade de cruzeiro?* Onde afixar a história do feminismo negro na contemporaneidade? Qual o legado e quais as perspectivas que as mulheres negras vêm aportando para a política, em escalas local, regional e global? Por Rosane Borges Do Blog da Boi Tempo As respostas a essas questões, ainda que parciais e provisórias, solicitam a tarefa de situarmos a trajetória dos feminismos negros no Brasil e no mundo, delineada por mulheres de várias matizes ...

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