segunda-feira, maio 25, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Feminismo Negro'

    Monique Evelle, voz do feminismo negro, cria rede de formação social de jovens da periferia: ‘Ocupar espaços’

    Monique Evelle, 22, fundou o 'Desabafo Social' em Salvador, aos 16 anos. Voz do feminismo negro, ela é uma das 10 que fazem a diferença na Bahia. Por Danutta Rodrigues, do G1  Filha única, organizada e dorme religiosamente oito horas por dia. Monique Evelle, 22 anos, nasceu e cresceu no Nordeste de Amaralina, em Salvador, bairro estigmatizado pela violência. Cursou o ensino fundamental em colégio particular, mas terminou os estudos em escola pública. Como uma das poucas negras em sala de aula, aos 16 anos criou o Desabafo Social para verbalizar tudo que sentia. A organização, que atua na área dos Direitos Humanos, conta com uma equipe de 96 pessoas espalhadas por 13 estados do Brasil. Essa é apenas uma parte da história de uma jovem considerada uma das 10 mulheres que fazem a diferença na Bahia e está entre as 30 ...

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    Eventos promovem feminismo negro com rodas de samba e de conversa

    "Empoderadas do Samba" ocupa espaço ainda prioritariamente masculino e reúne nos quatro cantos da cidade pesquisadoras, comunicadoras e ativistas pelo empoderamento da mulher negra por Xandra Stefanel, especial para RBA “O samba é uma das nossas resistências”, afirma Renata Martins, cineasta e idealizadora do projetoEmpoderadas do Samba, que começa neste domingo, 30 de outubro e leva às quatro regiões de São Paulo, até 3 de dezembro, atividades públicas que promovem diálogos e reflexões sobre a mulher no samba paulista e o feminismo negro. O projeto que nasce no ano em que o samba comemora o seu centenário é resultado do encontro entre o Samba Sampa, criado pela jornalista Maitê Freitas, e a web-série Empoderadas, de Renata Martins. “Um dia, numa conversa, pensamos que podíamos unir os dois projetos: o Samba Sampa que é um projeto multimídia que tem as rodas de samba paulistas, suas histórias, personagens, poéticas e liturgias como ...

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    O “Empoderadas do Samba” leva feminismo negro às rodas de samba de SP

    No ano em que o Samba comemora o seu centenário, acontece de 30 de outubro a 3 de dezembro ciclo de diálogo e reflexão sobre a mulher no samba de São Paulo, durante o projeto Empoderadas do Samba. Idealizado pela jornalista Maitê Freitas e pela cineasta Renata Martins, o Empoderadas do Samba nasce do encontro dos projetos Samba Sampa e Empoderadas (web-série). Ao todo, serão quatro atividades públicas de intervenção e reflexão nas rodas de samba de São Paulo sobre o feminismo negro, nos quatro distritos: sul, norte, leste e oeste. Do TNM Realizado com o patrocínio do VAI -Programa de Valorização à Iniciativas Culturais da Secretaria Municipal de Cultura, o projeto inédito reúne em sua equipe técnicas e entre as convidadas mulheres negras pesquisadoras, comunicadoras, ativistas no feminismo e empoderamento da mulher negra. Nesta edição especial, o Empoderadas do Samba pretende fazer a cada encontro uma intervenção feminista nas rodas – onde a presença ...

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    MC Carol, Karol Conka, Solange e uma conversa sobre o feminismo negro

    Na última quinta-feira (6), MC Carol e Karol Conka se declararam “100% feminista”! Se você ainda precisava ter certeza, é porque não conhece muito bem a carreira ou a trajetória de vida dessas mulheres incríveis. Ambas são mulheres negras, que saíram do subúrbio de suas cidades – Carol é de Niterói e Conka, de Curitiba – e resolveram soltar a voz no funk e no rap, de longe os meios mais machistas da cena musical brasileira. Essas mulheres poderosas não são de poucas ideias: suas músicas vêm cada vez mais carregadas de discursos políticos, principalmente sobre pautas como feminismo e negritude. Por Carla Silva, do Portal It POP Carol Bandida sempre teve postura de mulher independente, que não leva desaforo para casa e não se rebaixa diante de ninguém. Inclusive faz seu namorado, que é o maior otário, lavar suas calcinhas. Deixa muito claro para o mundo que é linda e ...

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    Larissa Delsanto canta o poder do feminismo negro em Mulher Preta

    Larissa Delsanto, capixaba, fã de Destiny’s Child, é uma das milhares de meninas pelo Brasil que se viram pressionadas, da infância à vida adulta, a alisar seus cabelos crespos para atingir os padrões estéticos estabelecidos por uma sociedade racista. No entanto, em 2015 ela se libertou desta prisão, tirou toda a química do cabelo para que ele crescesse de maneira natural e criou um canal no YouTube para ajudar garotas que também estivessem passando por essa transição capilar. Por Roberta Lessa, do Café Radioativo O que libertou Larissa, no entanto, chocou sua família e seus amigos. Essa reação negativa fez com que ela sentisse revolta e precisasse de uma forma de expressar os sentimentos de toda uma vida que a levaram a essa decisão. O meio encontrado por ela foi a poesia do rap: Larissa criou versos por cima de uma batida que gostava e gravou uma faixa. Depois da aprovação dos ...

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    UNITED STATES - CIRCA 2000:  Michelle Williams, Beyonce Knowles, and Kelly Rowland (l. to r.), of the R&B trio Destiny's Child, are on hand at the T.J. Martell Foundation dinner at the Hilton Hotel.  (Photo by Richard Corkery/NY Daily News Archive via Getty Images)

    Beyoncé é tema de curso sobre feminismo negro e questões raciais em universidade norte-americana

    Que tal estudar e curtir a Queen B ao mesmo tempo? A Universidade do Texas, nos Estados Unidos, criou um curso chamado “Mulheres Negras, Beyoncé & Cultura Popular”, que visa abordar temáticas sobre feminismo negro, questões raciais, empoderamento feminino e cultura africana. Do PoP A novidade foi proposta pela professora Kinitra D. Brook, que usa o álbum “Lemonade” em suas aulas. Em entrevista ao site Mic, ela explica que a ideia surgiu a partir do programa de estudos “Lemonade Syllabus”, disponível na internet pela educadora Candice Benbow, que reúne diferentes referências e trabalhos que explicam toda a representatividade presente no último álbum de Beyoncé. “Os estudantes percebem que esses grandes tópicos estão interconectados. Todos conseguem se juntar para falar de Beyoncé, mas em um mês de aula nós já focamos em muito mais. (…) Eu gosto muito da Beyoncé porque ela conseguiu envolver nesses assuntos muitas pessoas que normalmente não ...

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    As novas vozes do feminismo negro

    Conectadas pelas redes sociais, negras brasileiras compartilham seu ativismo, organizando eventos e debates que reúnem multidões Por Mônica Nobrega Do Estadão Não foi só o reconhecimento de anos de esforço de uma atleta cheia de talento e sem recursos. Foi também mais um basta. A judoca Rafaela Silva conquistou na segunda a primeira medalha de ouro do Brasil na Olimpíada do Rio. Mulher negra de 24 anos, imediatamente tratou de lembrar às câmeras que a vitória foi uma resposta aos ataques racistas que recebeu após ser desclassificada na Olimpíada de Londres, quatro anos atrás. A atleta aproveitou os olhares do mundo para repudiar o racismo sem amenizar as palavras. Disse que “o macaco que tinha que estar na jaula hoje é campeão”. A agora campeã olímpica quase desistiu do esporte como consequência de ofensas racistas. Hoje, engrossa o coro de uma geração de mulheres negras que cansou de relevar não só ...

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    Feminismo negro: sobre minorias dentro da minoria

    As necessidades das mulheres negras são muito peculiares e sem que seja feita uma profunda análise do racismo brasileiro, é impossível atender às urgências do grupo A origem O Feminismo Negro é um movimento social e um segmento protagonizado por mulheres negras, com o objetivo de promover e trazer visibilidade às suas pautas e reivindicar seus direitos. No Brasil, seu início se deu no final da década de 1970, a partir de uma forte demanda das mulheres negras feministas: o Movimento Negro tinha sua face sexista, as relações de gênero funcionavam como fortes repressoras da autonomia feminina e impediam que as ativistas negras ocupassem posições de igualdade junto aos homens negros; por outro lado, o Movimento Feminista tinha sua face racista, preterindo as discussões de recorte racial e privilegiando as pautas que contemplavam somente as mulheres brancas. O problema da mulher negra se encontrava na falta de representação pelos movimentos ...

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    Foto: Paul Morigi via Getty Images

    Curso online de feminismo negro

    Formação online sobre feminismo negro será dividida em quatro módulos Por Pedro Borges Do Alma Preta  O Coletivo Di jejê oferece um curso online sobre o histórico do feminismo negro no Brasil. Os encontros virtuais começam a partir do dia 28 de junho e se estendem até 3 de julho. O número de vagas é de 30 pessoas e todos inscritos receberão um certificado ao final das aulas. A programação está dividida em quatro módulos. Enquanto a primeira conversa propõe a reflexão “O que é ser mulher negra?”, o segundo debate coloca em pauta a pergunta “Por que um feminismo negro?”. O terceiro questionamento suscita a discussão “Movimento Nacional de Mulheres Negras: as demandas das mulheres negras ou as mulheres negras demandam?”. O último momento apresenta os “princípios epistemológicos do feminismo negro no Brasil”. Jaqueline Conceição, organizadora da atividade e integrante do Coletivo Di jejê, explica o porquê da escolha de ...

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    Curso On Line: A história do Feminismo Negro no Brasil

    Já divulgamos aqui no Blog alguns cursos de nosso parceiro,o Coletivo Di Jejê,esse curso: A História do Feminismo Negro no Brasil,abriu duas turmas devido ao grande número de pessoas interessadas. Do Rap e Filosofia Devido ao grande interesse de pessoas de outros estados e regiões distantes,o Coletivo resolveu realizar uma nova modalidade desse curso,em formato EAD (Ensino a distância),possibilitando que o alcance seja muito maior,confira a baixo a programação desse curso. Para contemplar as irmãs e os irmãos de outros estados, vamos fazer uma edição on line do curso A historia do Feminismo Negro no Brasil. Um dos processos que temos vivenciado no Brasil, é a permanente sensação que nos falta senso histórico. Frequentemente, nas rodas de conversas, debates e formações sobre feminismo negro, temos tido muita dificuldade em entender o desenvolvimento dessa corrente teórico e politica que é o chamado feminismo negro. Para responder a essa demanda, o Coletivo ...

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    Foto: Sergio Zalis/Globo

    Taís faz um debate sobre feminismo negro em Mister Brau

    Fiquei muito feliz em poder trazer o feminismo negro para o debate na TV aberta. Tenho muito orgulho de podermos usar ‪#‎MisterBrau‬ e a nossa arte para levantar alguns temas que precisam ser discutidos. Muito obrigada pelo carinho nas redes sociais quando a cena foi ao ar. Amo vocês! Estamos juntas SEMPRE! O movimento de cada uma de nós é fundamental!!

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    Marcha do Orgulho Crespo, julho de 2015, São Paulo

    A presença colorida do feminismo negro

    Com rodas de samba, saraus, plenárias e manifestações, pretas costuram amplas alianças e, recordando Zumbi e Lélia Gonzalez, preparam-se para desaguar sua força em Brasília Por Inês Castilho | Imagem: Larissa Isis, do Outras Palavras “Estamos em marcha!” Com esse grito de guerra, milhares de mulheres negras brasileiras realizarão no dia 18 de novembro, em Brasília, a “Marcha das Mulheres Negras –e Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver”. Passados vinte anos do reconhecimento oficial de Zumbi, que originou a comemoração de 20 de novembro, e da morte de Lélia Gonzalez,  teórica pioneira do feminismo negro, as pretas retomam em 2015 a ação política nas ruas. Com sua presença marcante, demandam o empoderamento político da mulher negra, o fim do machismo, do racismo e da discriminação racial, da lesbofobia, bifobia e transfobia, e do preconceito e discriminação de qualquer natureza. Colocam-se contra a intolerância religiosa, pelo respeito e ...

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    A presença colorida do feminismo negro

    Com rodas de samba, saraus, plenárias e manifestações, pretas costuram amplas alianças e, recordando Zumbi e Lélia Gonzalez, preparam-se para desaguar sua força em Brasília Por Inês Castilho Do Outras Palavras “Estamos em marcha!” Com esse grito de guerra, milhares de mulheres negras brasileiras realizarão no dia 18 de novembro, em Brasília, a “Marcha das Mulheres Negras –e Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver”. Passados vinte anos do reconhecimento oficial de Zumbi, que originou a comemoração de 20 de novembro, e da morte de Lélia Gonzalez,  teórica pioneira do feminismo negro, as pretas retomam em 2015 a ação política nas ruas. Com sua presença marcante, demandam o empoderamento político da mulher negra, o fim do machismo, do racismo e da discriminação racial, da lesbofobia, bifobia e transfobia, e do preconceito e discriminação de qualquer natureza. Colocam-se contra a intolerância religiosa, pelo respeito e preservação das religiões de ...

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    Exposição sobre o feminismo negro será aberta na Uenf, em Campos, RJ

    Exposição de fotos conta a história da ativista Lélia Gonzalez. Evento acontece 14 a 23 de outubro. Do G1 A exposição “Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da história” será aberta às 18h30 desta quarta-feira (14) na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Evento segue até o próximo dia 23. Lélia Gonzalez foi historiadora, antropóloga e filósofa. Nascida em Belo Horizonte, em Minas Gerais, Lélia foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU). Como educadora, ativista e intelectual, contribuiu para a formação de uma consciência crítica em relação aos preconceitos que mantêm mulheres negras em desvantagem na sociedade. Lélia viveu entre 1935 e 1994 e escreveu diversos livros e artigos entre 1975 e 1990. Lélia Gonzalez é tema da exposição(Foto: Alberto Jacob / Agência O Globo) A abertura da exposição da fotobiografia acontecerá no miniauditório ...

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    Na origem de um feminismo negro

    Nova obra destaca, entre sonho e história, figura mítica de Dandara, líder guerreira de Palmares Por Mauricio Ayer, do Outras Palavras  Guerreiras negras, líderes rebeldes em luta pela liberdade. Quantas terá havido na história do Brasil de cuja existência não tivemos notícia? Quantas não chegaram a existir porque este modo de ser não fazia parte das possibilidades de uma garota? E por que não contamos histórias de heroínas assim – das que existiram e das que poderiam ter existido – para inspirar nossos meninos e meninas? Certamente perguntas como estas participaram do processo de criação das narrativas de Lendas de Dandara, da poeta Jarid Arraes (Liro Editora Livre, Ilustrações de Aline Valek). Dandara, a companheira de Zumbi, faz parte da mitologia do quilombo de Palmares. Não há evidência histórica de que ela tenha realmente existido, e no entanto sua personagem medrou no saber popular como uma guerreira valente e hábil, capoeirista, ...

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    Feminismo negro: violências históricas e simbólicas

    É fundamental explicitar as grandes distâncias que ainda separam homens e mulheres e negros e brancos no Brasil. O retrato das desigualdades no Brasil mostra como racismo e sexismo são elementos estruturantes que mantém as violências históricas contra a população negra. por Djamila Ribeiro* no Ponte FOTO: Daisy Serena Para a compreensão desses fenômenos é necessário evidenciar a relevância de um conceito muito pouco discutido e disseminado no Brasil: a interseccionalidade. Esse conceito vem sendo desenvolvido por mulheres negras ativistas há mais de um século e recebeu maior atenção quando a crítica e teórica estadunidense Kimberlé Crenshaw o utilizou como centro de uma tese, em 1989, para analisar como raça, gênero e classe se interseccionam e geram diferentes formas de opressão. “A interseccionalidade é uma conceituação do problema que busca capturar as conseqüências estruturais e dinâmicas da interação entre dois ou mais eixos da subordinação. Ela ...

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    FOTO: Daisy Serena

    A perspectiva do feminismo negro sobre violências históricas e simbólicas

    Este artigo foi escrito como texto-base para participação no debate de lançamento do livro Bala perdida: a violência policial no Brasil e os desafios para sua superação, em 29 de julho de 2015: “Violência policial: causas, efeitos e soluções”.  * * * Por Djamila Ribeiro, no Boi Tempo FOTO: Daisy Serena É fundamental explicitar as grandes distâncias que ainda separam homens e mulheres e negros e brancos no Brasil. O retrato das desigualdades no Brasil mostra como racismo e sexismo são elementos estruturantes que mantém as violências históricas contra a população negra. Para a compreensão desses fenômenos é necessário evidenciar a relevância de um conceito muito pouco discutido e disseminado no Brasil: ainterseccionalidade. Esse conceito vem sendo desenvolvido por mulheres negras ativistas há mais de um século e recebeu maior atenção quando a crítica e teórica estadunidense Kimberlé Crenshaw o utilizou como centro de uma tese, em 1989, ...

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    A supreendente ascensão do feminismo negro

    Marcha do Orgulho Crespo. Virada Feminista. Oficinas de Tranças e Turbantes. Julho das Pretas. Multiplicam-se iniciativas que afirmam: democracia feminista será preta, pobre e periférica – ou não será Por Inês Castilho | Imagem Paulo Ermantino, do Outras Palavras São evidentes os sinais de maturidade e crescimento da onda do feminismo negro. Nas ruas já se fazem notar os cabelos crespos ou trançados e turbantes coloridos, na contracultura do alisamento que marcou os penteados femininos, das brancas inclusive, nos últimos tempos. Décadas de luta do movimento negro, somadas às políticas públicas inclusivas nas universidades dos últimos anos, à multiplicação de saraus pela periferia e de blogueiras negras na rede já exibem frutos. Neste segundo semestre, eventos se sucedem com grande velocidade em São Paulo: da primeira Virada Feminista, 4 e 5 de julho na Zona Norte, à 1ª Marcha do Orgulho Crespopelo dia da Mulher Negra, Latino-americana e Caribenha, 25 de julho, em preparação à Marcha sobre ...

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    Quem tem medo do feminismo negro?

    O feminismo negro começa a ganhar força a partir da segunda onda do feminismo, entre 1960 e 1980, por conta da fundação da National Black Feminist, nos EUA, em 1973 e porque feministas negras passaram a escrever sobre o tema criando uma literatura feminista negra. por Djamila Ribeiro Do Lugar de Mulher Porém, gosto de dizer que, bem antes disso, mulheres negras já desafiavam o sujeito mulher determinado pelo feminismo. Em 1851, Sojourner Truth, ex escrava que tornou-se oradora, fez seu famoso discurso intitulado “E eu não sou uma mulher?” na Convenção dos Direitos das Mulheres em Ohio. Dentre alguns questionamentos, ela diz: “Aquele homem ali diz que é preciso ajudar as mulheres a subir numa carruagem, é preciso carregar elas quando atravessam um lamaçal e elas devem ocupar sempre os melhores lugares. Nunca ninguém me ajuda a subir numa carruagem, a passar por cima da lama ou me cede ...

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