terça-feira, dezembro 1, 2020

    Resultados da pesquisa por 'violências'

    Boas de parir: mulheres negras e violências reprodutivas

    “Quando o médico se aproximou de mim disse, agora com essas mulheres aqui vocês não terão nenhum problema. O parto é rápido e sem dor. Igualzinho a cavalos. . Eu sentia dor do mesmo jeito que as mulheres brancas . Além disso, esse médico não sabe do que ele tá falando. Ele nunca deve ter visto uma égua. Quem disse que elas não sentem dor? Só porque ela não chora?”. Tony Morrison, em O olho mais azul. Por Emanuelle Goes, Da Catarinas Aqualtune, avó de Zumbi dos Palmares, foi tema do enredo da Mancha Verde, neste ano (Foto: Miguel Schincariol via getty images) Reprodução, exaustão e resistência são palavras que fazem parte do vocabulário de mulheres negras escravizadas e que permanecem até os dias de hoje: somos vistas como as que suportam tudo, no senso comum e na (pseudo) ciência. Estas características vinculadas às mulheres negras, construídas ...

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    Coletivo de mulheres da UFJF combate violências no ambiente acadêmico

    Grupo formado por docentes, alunas e funcionárias promove escuta, acolhimento, apoio e atenção às vítimas de assédio moral, sexual, estupro e diversas outras violências contra a mulher  Por Flávia Lopes para o Portal Geledés    Foto: Divulgação/Coletivo "Marielle Franco" - Mulheres UFJF A universidade aparece como um sonho. Que exige estudo, dedicação e muito empenho. Um ambiente que muito possivelmente vai orientar os rumos de sua profissão, de sua vida. Mas para mais de 40% das mulheres esse ambiente tão almejado pode se transformar em um espaço de medo e opressão. É o que mostra pesquisa do Instituto Avon/Data Popular realizada em 2015, com 1.823 alunos de graduação e pós-graduação de todo o país. Segundo o levantamento, 42% já sentiram medo de sofrer violência no ambiente universitário e 36% já deixaram de fazer alguma atividade na universidade por medo de sofrer violência. Combater essa preocupante realidade é ...

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    Drags queens fazem fotos inspiradas no barroco com imagens religiosas contra o racismo, homofobia e violências; veja imagens

    Os olhos de sofreguidão de Vanusa Alves, mulher trans e artista transformista, se voltaram para o passado através de uma fotografia. Na figura de Anastácia, escrava que viveu em Minas Gerais no século XVIII, ela encontrou a inspiração para expressar sua vontade de gritar contra as agruras do dia a dia de quem nasceu identificada com um gênero que não é o seu. por Jorge Gauthier no Correio 24h A imagem de Vanusa faz parte do especial fotográfico Drag Barroca, produzido pelo fotógrafo Ricardo Santiago para a estreia da 7ª edição do concurso Super Talento, que foi lançado ontem, em Salvador, e escolherá até setembro a melhor e mais talentosa drag queen da Bahia de 2017. Foram 15 fotografias que tiveram como tema central uma releitura da arte barroca contextualizada com o combate à homofobia, preconceito racial, violência contra mulher, intolerância religiosa e a situação política do Brasil. O impacto da ...

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    Mulheres e violências: interseccionalidades

    APRESENTAÇÃO Enviado para o Portal Geledés  Esta coletânea reúne trinta e cinco textos dedicados ao estudo, pesquisa, avaliação, combate e prevenção da violência contra as mulheres no Brasil. Trata-se de conteúdos que foram apresentados por [email protected] e [email protected]/[email protected], e discutidos em sessões de conferências e mesas-redondas do III Colóquio de Estudos Feministas e de Gênero (Mulheres e Violências: Interseccionalidades), realizado na Universidade de Brasília (Finatec), no período de 09 a 11 de novembro de 2016. Historicamente, o Colóquio de Estudos Feministas e de Gênero tem natureza interdisciplinar e interinstitucional desde sua origem. Sua meta é ampliar as articulações e diálogos entre [email protected] e [email protected] que compartilham objetivos e compromissos políticos comuns no campo dos estudos feministas e de gênero. No primeiro Colóquio, com o tema Diálogos Interdisciplinares, realizado nos dias 5 e 6 de junho de 2009 em parceria com o Iesb (Instituto de Ensino Superior de Brasília) e a ...

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    Stop Gesture Of Woman Hand Sign Serious Facial Expresion

    Violências invisíveis: dados sobre a violência contra a mulher negra

    12 milhões de mulheres sofreram algum tipo de ofensa verbal em 2016. 5,2 milhões foram assediadas e humilhadas publicamente no transporte público. 4,4 milhões sofreram uma violência física como tapa, chute ou soco. 1,4 milhões foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento. Em 61% dos casos por conhecidos. Em 52% dos episódios nós, mulheres, não fizemos nada. Stop Gesture Of Woman Hand Sign Serious Facial Expresion Por Mafoane Odara e Samira Bueno Do Agora é que são Elas Estes dados, revelados na semana que marca a luta das mulheres pela equidade de gênero, fazem parte da pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e pelo Instituto DataFolha com o apoio do Instituto Avon e do Governo do Canadá. Se a desigualdade de gênero e a gramática extremamente violenta que permeiam as relações sociais no Brasil já ...

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    Luta por terra é apontada entre violências contra negras no Brasil

    Isabela da Cruz cresceu no Quilombo Invernada Paiol de Telha, no Paraná. Aos 26 anos, ela tem a vida marcada pela disputa de terra. Como outras mais de 1,5 mil comunidades, que estão em processo de regularização pelo Incra, o Quilombo Paiol de Telha, que tem mais de 200 anos, ainda não foi demarcado. Por Eliane Gonçalves, da EBC  No dossiê entregue à Corte Interamericana de Direitos Humanos, a luta pela terra é apontada como uma das violências que afetam a vida das mulheres negras no Brasil.   Em 2014, o orçamento para regularização de quilombos somava R$ 30,5 milhões. Para 2017, a previsão é de que chegue a R$ 4 milhões.

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    A situação dos direitos humanos das mulheres negras no Brasil: violências e violações

    Esse Dossiê é o resultado de um trabalho conjunto do Geledés – Instituto da Mulher Negra e Criola – Organização de Mulheres Negras, sob a coordenação de Nilza Iraci e Jurema Werneck. Ele apresenta diferentes formas de violações de direitos humanos de mulheres negras brasileiras e foi apresentado na 157ª sessão da Comissão da OEA – Organização dos Estados Americanos. A violência é um fenômeno complexo e, nas sociedades afetadas pelo racismo patriarcal heteronormativo, atinge de maneira desproporcional às populações de pele escura, com forte marca do sexismo e das fobias LGBT. Apesar de o Brasil ter se empenhado nas últimas décadas em ações de diminuição das desigualdades sociais e de enfrentamento da violência contra a mulher, elas não impediram o aumento de 54.2% dos assassinatos de mulheres negras entre 2003-2013, o aumento do encarceramento feminino e a continuidade das violações de direitos das mulheres negras. por Geledés Instituto da ...

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    #tambéméviolência: mulheres se mobilizam para que Maria da Penha inclua (de fato) todas as violências

    O Brasil é o 5º país que mais mata mulheres no ranking de feminicídio da ONU. Como se não bastasse, 3 em cada 5 mulheres sofrem, sofreram ou sofrerão violência dentro de um relacionamento afetivo. Há, contudo, ainda as violências que não deixam marcas visíveis, e que, por isso, são mais difíceis de serem denunciadas. É para conscientizar e oferecer caminhos práticos para ajudar essas mulheres que foi criada a campanha #tambéméviolência. por Hypeness Trata-se da violência psicológica, moral, patrimonial, física e sexual. A maioria das violências físicas são precedidas por esse tipo de agressão, por isso a importância de tal conscientização. O primeiro passo, portanto, para trabalhar a mudança nessa dura realidade é falar sobre o tema, oferecendo meios e maneiras para que a vítima possa buscar auxílio, apoio e a assistência jurídica ou emocional necessária. Pra tal, no dia 27 de setembro a ONG Artemis – que trabalha pela autonomia feminina e pela prevenção e ...

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    ‘Vermelho Chumbo’ destaca atualidade de violências típicas da ditadura militar

    O espetáculo “Vermelho Chumbo”, cujo enredo aborda aspectos ocultos da ditadura militar no Brasil, estreia neste sábado (17), às 19h, na Casa Antuak, no bairro de Dois de Julho, em Salvador (clique aqui e leia). Resultado do trabalho realizado pela primeira turma de alunos formados do curso de teatro profissionalizante do Centro Cultural Ensaio, a montagem teve seu texto construído coletivamente, a partir de processo de pesquisa. “Dentro do projeto de criação, os meninos começaram a levar uma série de materiais. E ai eu coloquei a possibilidade de que o texto fosse feito por nós, em um trabalho colaborativo. Então, neste sentido, eles que criaram o texto, a base de músicas, notícias da época e depoimentos, abordando também alguns temas específicos, como racismo, baseado no movimento negro da década de 70”, explica Daniela Chávez, professora de improviso e teatro contemporâneo, responsável também pela direção do espetáculo. Encenada por Alex Moura, Amanda ...

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    Lançamento – Dossiê sobre a situação dos direitos humanos das mulheres negras no Brasil: Violências e Violações

    As organizações Criola (Rio de Janeiro) e Geledés (São Paulo) e a AMNB – Articulação de Mulheres Negras Brasileiras lançaram, no  domingo, 11∕09, ás 11:00h (Ala Mar Vera Cruz 1-2) durante o 13º Fórum da AWID – Construindo o Poder Coletivo, o Dossiê sobre a situação dos direitos humanos das mulheres negras no Brasil: Violências e Violações. por Maria Sylvia para o Portal Geledés O dossiê, que foi elaborado sob a coordenação de Jurema Werneck e Nilza Iraci, expõe diferentes formas de violações de direitos humanos de mulheres negras brasileiras e foi apresentado na 157 sessão da Comissão da OEA – Organização dos Estados Americanos. O dossiê traz informações, a partir de dados governamentais, que demonstram a persistência do racismo na sociedade brasileira e seus impactos na vida das mulheres negras. Os dados expostos informam que houve crescimento no número de assassinatos de mulheres negras, enquanto houve diminuição de assassinatos ...

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    Agora é com eles – Promotoras Legais Populares da Restinga convocam os homens para falar sobre violências contra as mulheres

    A rede de enfrentamento contra a violência de gênero ainda é composta, em sua maioria, por profissionais homens. São policiais, escrivães, peritos, delegados, promotores, juízes, entre outros que trabalham desde o primeiro momento da denúncia. Para saber o que eles pensam sobre os diferentes tipos de agressões sofridas pelas mulheres, as Promotoras Legais Populares do bairro Restinga realizam a atividade “A violência contra as mulheres na boca dos homens”, no próximo dia 23, às 18h, Centro de Promoção da Infância e da Juventude (CPIJ-Rua Mississipi, 130, Restinga). A atividade tem o apoio da ONG Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos. Do Themis Segundo a organização do evento, a proposta é debater sobre as melhorias que independem de orçamento para fazer a rede funcionar de acordo com a teoria.  As promotoras Legais Populares também ressaltam que uma mulher em situação de violência precisa em primeiro lugar se sentir amparada. “Para ...

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    Feminismo negro: violências históricas e simbólicas

    É fundamental explicitar as grandes distâncias que ainda separam homens e mulheres e negros e brancos no Brasil. O retrato das desigualdades no Brasil mostra como racismo e sexismo são elementos estruturantes que mantém as violências históricas contra a população negra. por Djamila Ribeiro* no Ponte FOTO: Daisy Serena Para a compreensão desses fenômenos é necessário evidenciar a relevância de um conceito muito pouco discutido e disseminado no Brasil: a interseccionalidade. Esse conceito vem sendo desenvolvido por mulheres negras ativistas há mais de um século e recebeu maior atenção quando a crítica e teórica estadunidense Kimberlé Crenshaw o utilizou como centro de uma tese, em 1989, para analisar como raça, gênero e classe se interseccionam e geram diferentes formas de opressão. “A interseccionalidade é uma conceituação do problema que busca capturar as conseqüências estruturais e dinâmicas da interação entre dois ou mais eixos da subordinação. Ela ...

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    FOTO: Daisy Serena

    A perspectiva do feminismo negro sobre violências históricas e simbólicas

    Este artigo foi escrito como texto-base para participação no debate de lançamento do livro Bala perdida: a violência policial no Brasil e os desafios para sua superação, em 29 de julho de 2015: “Violência policial: causas, efeitos e soluções”.  * * * Por Djamila Ribeiro, no Boi Tempo FOTO: Daisy Serena É fundamental explicitar as grandes distâncias que ainda separam homens e mulheres e negros e brancos no Brasil. O retrato das desigualdades no Brasil mostra como racismo e sexismo são elementos estruturantes que mantém as violências históricas contra a população negra. Para a compreensão desses fenômenos é necessário evidenciar a relevância de um conceito muito pouco discutido e disseminado no Brasil: ainterseccionalidade. Esse conceito vem sendo desenvolvido por mulheres negras ativistas há mais de um século e recebeu maior atenção quando a crítica e teórica estadunidense Kimberlé Crenshaw o utilizou como centro de uma tese, em 1989, ...

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    Não existe bala perdida. Sobre as prováveis violências policiais no Brasil

    Este artigo foi escrito como texto-base para participação no debate de lançamento do livro Bala perdida: a violência policial no Brasil e os desafios para sua superação, em 29 de julho de 2015: “Violência policial: causas, efeitos e soluções”. Nele, proponho uma discussão, a partir da sociologia, sobre o papel da violência do Estado nas relações sociais e nas estratégias de transformação política. Ele pode ser lido como uma continuidade daquilo que, com o cientista político Renato Moraes, desenvolvi no capítulo “As lógicas do extermínio”, do livro. Nesse sentido, o artigo trata menos as “causas” da violência policial e mais seus “efeitos” e “soluções”, como diz o título do debate. * * * Por João Alexandre Peschanski. do Blog Boi Tempo A expressão violência policial está na base de uma questão clássica da sociologia política: Como as pessoas se localizam em relação ao Estado? Há um princípio de estratificação, uma tecnologia política de divisão social, que se funda a ...

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    Legislativo paulista instala comissão para investigar violências na USP

    Após a retirada de três comissões parlamentares de inquérito (CPIs), propostas por partidos da base do governo de São Paulo, foi instalada hoje (2) a CPI, proposta pela oposição, que vai apurar as violações a direitos humanos e abusos cometidos dentro das universidades paulistas. A CPI da Universidade de São Paulo (USP), como ficou conhecida, foi protocolada e espera pela publicação, no Diário Oficial do Estado,que informa sobre a retirada das CPIs e indicação dos nove membros da nova comissão. Por Elaine Patrícia Cruz, do Agência Brasil Para o deputado estadual Adriano Diogo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo e propositor da CPI, o acordo costurado pelos partidos para que as demais CPIs fossem retiradas da pauta e dessem lugar à CPI da USP foi inédito na Casa. “É uma tremenda responsabilidade. Tem que instalar a CPI, logo em seguida vem o recesso, mas acho ...

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    Violência, violências – Por: Roberto Amaral

    A direita precisa da violência das ruas para exercer a violência que lhe é própria "A discussão da violência na política não é trivial. Ela se justifica e pode até ser um imperativo moral, quando se vive numa ditadura desumana. Revoltar-se contra o nazismo era o que deveria fazer qualquer ser humano decente. Mas a violência deixa de ter cabimento quando há Estado de Direito e, além do mais, democrático, com o governo eleito pelo povo – como hoje acontece no Brasil." Renato Janine Ribeiro. Valor Econômico, 17/2/2014. A violência, como conceito descontextualizado, é prima-irmã da barbárie e, deste ponto de vista, é moralmente indefensável, embora seja, do ponto de vista estratégico – da guerra, por exemplo – não só aceitável, como legitimada, ao ser disciplinada por tratados, pelas convenções de Genebra de 1949 e seus protocolos de 1947, aos quais, por sinal, o Brasil aderiu. Vale lembrar, ainda, a ...

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    DOSSIÊ “Violências na Universidade: discriminações e suas manifestações”

    CHAMADA PARA ARTIGOS - EDIÇÃO ESPECIAL PRAZO PRORROGADO.   Por palavras ou ações físicas, a violência tem se alastrado e proliferado no campo acadêmico brasileiro. Humilhações, discriminações e agressões estão fazendo parte do cotidiano de milhares de alunos e profissionais em universidades brasileiras, quer seja por classe social, cor ou etnia, sexo, gênero ou sexualidade. Até que ponto o preconceito tem afetado direta e indiretamente aqueles que permeiam pelas universidades brasileiras? Até onde a intolerância tem sido à força de ataques covardes e cruéis? Como a universidade brasileira vem se transformando em um público apático perante demonstrações de preconceito social, machismo, racismo e homofobia em pleno século XXI? A Revista Três Pontos faz saber que está aberta ao recebimento de artigos para avaliação e publicação em sua edição especial, que teóricos e/ou empíricos reflitam sobre as expressões de machismo, racismo, homofobia e outras formas de preconceito enfrentadas em universidades brasileiras. Esse ...

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    Suzana Varjão – ‘Micropoderes, macroviolências’

    Micropoderes, macroviolências é uma narrativa sobre a "guerra de lugares" – ou a "guerra das raças" – da sociedade brasileira. Uma história contada a partir do noticiário sobre violência dos três principais jornais impressos de Salvador. Nesta perspectiva, a obra recompõe a atmosfera de uma cidade ainda dividida entre casas-grandes e senzalas, que a autora denomina de bolhas e vãos. Tomando por base o pensamento de teóricos como Michel Foucault, Pierre Bourdieu e Stuart Hall, a autora relaciona os sentidos de violência física e simbólica para traçar um panorama da exclusão social e do racismo. Sobre a autora - Suzana Varjão é mestre em Cultura e Sociedade pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. Escritora e jornalista, recebeu 27 prêmios de reportagem, a maioria deles pela defesa dos direitos humanos. Após vinte anos em A Tarde, dez dos quais editando o Caderno 2, dedicado ao noticiário sobre artes ...

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    ayabas

    Piauí – Mulheres, Feminismo Negro e as Violências Contemporâneas

    "Construir a cidadania como exercício libertário do agir de mulheres e homens na transformação do mundo e na transformação de suas vidas neste mundo" O AYABÁS – Instituto da Mulher Negra do Piauí tem a honra de convidar-lhe para um café da manhã formativo como parte das atividades comemorativas os 2 anos do AYABÁS. Data: 06/09/2011 Horário: 08 as 18h. Local: Memorial Zumbi dos Palmares – Av. Miguel Rosa, S/N Ilhotas   O AYABÁS – Instituto da Mulher Negra do Piauí; Organização negra que nasce no dia 06 de Setembro de 2009, inicialmente como Grupo de Mulheres Negras e atualmente AYABÁS. AYABÁS, organização política de mulheres negras que tem por missão institucional a luta contra o racismo, sexismo, eliminação das desigualdades, valorização e promoção das mulheres negras, em particular, e da comunidade negra em geral em a honra e alegria de convidar-lhe para as comemorações do seu segundo aniversário com ...

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    congo

    No Congo, casas para denunciar as violências sexuais

    Por Elise VincentDe Goma (Congo) Barbárie cotidiana Duas mulheres, uma com o filho no colo, ambas vítimas de estupro, esperam por tratamento em hospital de Bukavu, no Congo Todos os dias, em Goma, mulheres chegam para relatar uma paz como ela não se pretende. Relatos em voz baixa, com mímicas dos golpes, o sutiã ou a saia levantados para mostrar os ventres e os seios feridos. Muitas vezes elas chegam sozinhas, das cidades vizinhas, e os relatos se encadeiam, nos quartos escuros. Aqui, são chamadas de "casas de escuta". As mais cuidadas têm uma cama e uma cortina. Outras são barracos de madeira com teto de lona, possuem somente um banco, uma mesa baixa com uma toalha branca. Zawadi tem 23 anos e as palavras daquela que traduz por ela: "Eu não conheço essa paz da qual sempre se fala". A palavra que ela não diz é "estupro". O último ...

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