Tag: Educação

    Cida Bento (Foto: Carolina Oms/Believe.Earth)

    Reivindicações do movimento negro beneficiam outros segmentos na educação

    Política é revolucionária por reivindicar equidade num sistema alimentado por desigualdades Por Cida Bento, da Folha de São Paulo Cida Bento (Foto: Carolina Oms/Believe.Earth) “Eu não quero ser tratado como alguém que usurpou a vaga de um estudante branco, como costuma ocorrer aqui na universidade. Por isso não disputei uma oportunidade pelo sistema de cotas.” Essa foi a resposta de um dos estudantes negros pesquisados por Oliveira, em 2017, em São Paulo, na sua dissertação de mestrado, em que buscava entender por que alguns jovens que poderiam concorrer pelas cotas não o fizeram. Assim, neste novembro, Mês da Consciência Negra, quero destacar o desconhecimento sobre o efeito “democratizante” das ações afirmativas no ensino superior. Não é comum as pessoas se atentarem ao fato de que os programas de ações afirmativas no ensino superior implementados no Brasil a partir da ação do movimento negro vêm beneficiando outros ...

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    Arte: Romulo Arruda

    Dia da Consciência Negra: sete projetos de alunos que estão valorizando a cultura negra

    Dia 20 de novembro é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra, data marcada pela morte de Zumbi de Palmares, considerado símbolo da resistência contra a escravidão. Hoje, mais de 300 anos após o seu falecimento, a data ressalta a importância de refletir sobre a posição dos negros na sociedade e a constante luta contra a discriminação racial e desigualdades sociais. Diante da importância da data, o programa Criativos da Escola apresenta sete projetos transformadores de estudantes do ensino fundamental ou médio que promoveram a valorização da cultura negra. Por Juliana Oliveira, enviado  para o Portal Geledés Um desses projetos foi protagonizado por um grupo de alunos estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental ao 2º ano do Ensino Médio da Escola Municipal Milton Pessoa, também integrantes das Associações Quilombolas do Livramento e Águas Claras, de Triunfo (PE), que ao perceberem práticas racistas, a negação da identidade e o desconhecimento ...

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    Aos 16, ela tem bolsa em colégio de elite e ensina método a meninas negras

    A estudante Isabelle Cristina compartilha suas ideias com uma plateia formada por 80 meninas do ensino médio que estão na sede do Google em Belo Horizonte. Após contar a elas sobre as participações em prêmios e viagens internacionais, ela apresenta um vídeo sobre o futuro da humanidade. Quando termina a apresentação, uma das garotas da plateia levanta a mão. "Quantos anos você tem?", pergunta. Com um sorriso tímido, Isabelle responde: "16". A resposta gera silêncio. Um sonoro "estou chocada" é ouvido no auditório. Por Marcos Candido, Do Universa Getty Images/iStockphoto A surpresa não é à toa. Aos 16 anos, Isabelle já é uma importante liderança negra para meninas pobres de São Paulo. Nascida no Grajaú, uma das regiões mais pobres na capital paulista, ela lidera o projeto "Meninas Negras". A iniciativa conecta e usa tecnologia, como o Hangouts do Google ou o Skype, para incentivar meninas ...

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    Divulgação/Tide Setubal

    Como gênero e raça influenciam a vida acadêmica de alunos e professores?

    Neste episódio de Vozes Urbanas, Márcia Lima, professora do departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da Universidade de São Paulo (USP), e membro do Conselho Consultivo da Fundação Tide Setubal, fala sobre como gênero e raça afetam o desempenho e a vivência de alunos e professores negros na universidade, no que diz respeito à baixa representatividade acadêmica e aos temas que eles são condicionados a pesquisar em tais espaços. Da Fundação Tide Setubal   Leia Também: Desigualdades no acesso às universidades e no mercado de trabalho ‘A inclusão não termina com o ingresso’, diz socióloga da USP Racismo e insulto racial na sociedade Brasileira

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    Jadson Oliveira de Jesus, 21, estuda engenharia do Insper; bolsista, ele afirma que a ênfase de sua mãe em sua educação desde a primeira infância o ajudou a superar barreiras impostas a meninos pretos, mas que além disso precisou de sorte - Bruno Santos/Folhapress

    Desigualdade racial transparece em notas de meninos negros, mostra pesquisa

    Aumento da renda tem impacto menor no desempenho do grupo, diz estudo Por Érica Fraga, da Folha da S.Paulo A enorme desvantagem educacional de meninos pretos que vivem em São Paulo em relação a garotos brancos da mesma faixa etária é ainda maior se ambos pertencerem a famílias de nível socioeconômico mais elevado. Isso significa que, embora a renda dos pais tenha grande impacto sobre o desempenho escolar das crianças no Brasil, parte desse poder de alavanca é perdida dependendo da combinação entre gênero e cor da pele do aluno. A conclusão —reforçada por outros dados— é de um estudo inédito da Fundação Tide Setubal, com foco nas notas de alunos do 5º ano do ensino fundamental em língua portuguesa, na rede pública da capital paulistana, que será divulgado nesta semana. A análise da intersecção entre renda, cor e sexo dos alunos mostra que há um padrão de desempenho escolar ...

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    01/11/2019 Crédito: Ed Alves/CB/D.A Press. Brasil. Brasilia - DF. Cidades. Especial Conciencia Negra. Na foto Keilla Vila, professora de Historia.

    Professora trabalha autoestima de alunos negros e combate o racismo em sala

    A professora Keilla Vila Flor encanta os alunos com ensinamentos que vão além dos livros didáticos. O olhar crítico sobre o racismo e a crença de que é possível construir um mundo mais justo são lições tão importantes quanto as previstas no conteúdo programático Por Hellen Leite, do Correio Braziliense 01/11/2019 Crédito: Ed Alves/CB/D.A Press. Brasil. Brasilia - DF. Cidades. Especial Conciencia Negra. Na foto Keilla Vila, professora de Historia. A professora conhecida entre os alunos pelas camisetas de super-heróis e pelos turbantes coloridos acorda cedo. O despertador do celular é programado para apitar todos os dias às 5h30. Quarenta e cinco minutos mais tarde, ela sai de casa, em Águas Claras, toma o ônibus entre 6h20 e 6h25 e, em 25 minutos, está na escola onde ensina história para crianças e adolescentes, em Taguatinga. Aos 23 anos, Keilla Vila Flor vai e vem cotidianamente comprometida ...

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    O que levar e não levar para a prova do Enem

    A primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 acontece neste domingo (3) e trará redação, questões sobre linguagens e ciências humanas. Por Giorgia Cavicchioli, Da Uol Foto: Getty Images O segundo dia da prova vai acontecer no próximo domingo (10) e vai trazer questões sobre ciências da natureza e matemática. Para ambos os dias, você precisa lembrar o que pode e o que não pode ser levado para dentro da sala. Por isso, o UOL preparou um guia para não correr nenhum risco. Documento obrigatório Não esqueça seu documento de identificação com foto em nenhum dos dias da prova. É obrigatório que você apresente a sua carteira de identidade antes de entrar na sala em que você irá fazer a prova. Os documentos aceitos para a prova são: RG, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), passaporte e carteira de trabalho. Se você perdeu seus ...

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    Direito de imagemLETÍCIA MORI/BBC Image caption Letícia Chagas é a primeira presidente negra do Centro Acadêmico de Direito da USP

    Da escola pública ao Direito na USP: a primeira presidente negra do Centro Acadêmico, um dos mais antigos do Brasil

    Quando a estudante Letícia Chagas entrou na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), no ano passado, reparou que o Centro Acadêmico da faculdade era presidido por um homem branco. Por Leticia Mori, do BBC Letícia Chagas é a primeira presidente negra do Centro Acadêmico de Direito da USP (Foto: LETÍCIA MORI/BBC) "Foi impactante para mim ver que, mesmo sendo uma chapa de esquerda, o presidente era como todos os homens que estavam ali, igualzinho. Para ele aquele espaço já estava dado", diz ela, hoje com 19 anos. O Centro Acadêmico XI de Agosto (o 'Onze', como é conhecido pelos alunos), é um dos mais antigos e mais importantes centros acadêmicos do Brasil, fundado em 11 de agosto de 1903. Em seus 116 anos de história, teve entre membros diversas personalidades que depois se tornaram nomes conhecidos, como os ex-presidentes Michel Temer e Jânio ...

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    Getty Images

    Por que busca ‘mulher negra dando aula’ no Google leva à pornografia

    Mais uma vez o racismo que objetifica e sexualiza pessoas negras foi escancarado. Tudo começou com uma busca simples feita no Google, que revelou como mulheres negras são entendidas pelos algoritmos da plataforma de busca. Do Hypeness Quem denunciou isso foi a relações-públicas Cáren Cruz, de Salvador (BA), que fazia pesquisa para produzir uma apresentação corporativa em uma empresa. Ela expôs o caso no dia 01 de outubro em postagem no Facebook. A pesquisa “mulher negra dando aula” no Google Imagens exibe resultados pornográficos, com cenas de sexo explícito. O mesmo não acontece quando se busca “mulheres dando aula”⁣ ou “mulheres brancas dando aula”. “Eu desenvolvo consultoria de RP para empresas e estava preparando uma apresentação. Uso um programa de criação para isso mas, no banco de imagens deles, quando digitava ‘mulher dando aula’, só apareciam brancas. E eu queria, na verdade, me representar ali, queria uma imagem mais realista”, ...

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    Getty Images/iStockphoto

    Por uma educação antirracista

    Só haverá uma educação antirracista se ela for inclusiva em todos os níveis, para promover o pertencimento a outros grupos sociais “Esse ato de fala, de “erguer a voz”, não é um mero gesto de palavras vazias: é uma expressão de nossa transição de objeto para sujeito – a voz liberta.” – bell hooks Por KAREN LUISE V. B. DE S. PINHEIRO, da Carta Capital  Getty Images/iStockphoto Comemorações do mês de outubro colocam evidência crianças, adolescentes, professores e alunos. Por isto, permito-me refletir sobre onde todos eles se conectam, propondo a construção de uma agenda para as instituições de ensino, considerando o peso que a questão racial possui no ambiente escolar, tornando-o responsável pela perpetuação ou superação de desigualdades. A história do não-pertencimento Tempos atrás participei de um curso e quando estava em sala de aula, eu e meus colegas, fomos questionados sobre qual professor havia ...

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    Rede de cursinhos gratuitos leva alunos negros da periferia à universidade

    Débora Dias, de 21 anos, moradora do bairro de Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo, interrompeu um ciclo que se perpetuava há pelo menos três gerações: bisavó, avó e mãe foram empregadas domésticas e a universidade parecia uma realidade distante. Por Helaine Martins de Ecoa, Da Uol Débora Dias entrou em universidade pública após o cursinho da Uneafro (Imagem: Arquivo pessoal) Em 2016, no entanto, Débora conheceu a Uneafro, uma rede de cursinhos comunitários voltada para alunos de escolas públicas de periferia, principalmente negros e negras, e percebeu que poderia não apenas entrar na universidade como também se sentir merecedora de ocupar aquele espaço. "Eu conseguia dentro do cursinho me sentir pertencente. Além das aulas convencionais e preparatórias para o vestibular, havia o engajamento político, e foi tudo muito importante para eu conseguir me reconhecer enquanto mulher negra e uma pessoa que poderia, de fato, ...

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    Getty Images/iStockphoto

    De 70 adolescentes grávidas a zero: como a educação sexual mudou a realidade de uma escola na Colômbia

    No país onde algumas farmácias chegam a negar aos jovens anticoncepcionais, um professor conseguiu por meio de aulas de educação e cidadania romper com um panorama desolador Por Elisa Silió Debiles, do El País Getty Images/iStockphoto Quando em 2010 o professor Luis Miguel Bermúdez chegou à escola Gerardo Paredes, em um bairro problemático de Bogotá (Colômbia), o panorama era desolador. Em média 70 adolescentes, ignorantes no que se referia ao sexo, viam todos os anos seu futuro travado por uma gravidez não desejada, fruto muitas vezes de uma relação violenta. De modo que Bermúdez, que se doutorou com uma tese sobre o assunto, colocou mãos à obra e em 2014 mudou o programa do colégio. Hoje o finalista do Global Teacher Prize 2017 (prêmio ao melhor professor do mundo) se orgulha de que as meninas educadas nesse formato não são mães, ainda que recebam gestantes que ...

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    Crédito: Germano Lüders/EXAME

    UNICEF e parceiros lançam curso que ajuda a enfrentar a exclusão escolar

    Qualificar o trabalho de gestores e de técnicos municipais visando à garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Esse é o objetivo do curso a distância Busca Ativa Escolar na Prática, que será lançado na quarta-feira (23), às 16 horas, por meio de uma transmissão ao vivo no canal do YouTube do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no Brasil. No Nações Unidas Brasil Foto: Germano Lüders/EXAME O curso contribui para a implementação da estratégia Busca Ativa Escolar, que tem como objetivo apoiar estados e municípios no enfrentamento da exclusão escolar, fenômeno que atinge, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNADC/IBGE), cerca de 1,9 milhão de meninas e meninos brasileiros entre 4 e 17 anos. O curso é dividido em módulos, de acordo com as funções desempenhadas por cada ator na Busca Ativa Escolar, e aborda diversos temas importantes para qualificar ...

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    Colóquio KÀWÉ 2019

    O Kàwé/Neab - Núcleo de Estudos Afro-Baianos Regionais da Uesc, socializa a realização de seu Colóquio 2019. Nesta edição privilegiamos a interface linguagem/africanidades, em discussões relativas à literatura infantil e suas linguagens. Estarão conosco escritores, ilustradores, contadores de histórias, produtores culturais e professores, comprometidos com a dimensão estética e político-identitária das literaturas produzidas e dirigidas para a criança e jovem negros. Participe das oficinas, palestras, mesa-redondas, conversas com escritores e lançamentos de livros! Da UESC O evento é aberto a comunidade geral e acadêmica. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas on line e no local do evento. Consulte a programação. Divulgação/UESC

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    https://www.revistaeducacao.com.br/por-um-sus-da-educacao/

    Por um SUS da educação

    Presidente de fundação com origem na família dos principais acionistas do banco Itaú defende um sistema unificado que aproveite melhor os recursos do MEC Por Eduardo Marini, da Revista Educação Para Neca Setubal, a formação dos professores é a maior dívida do Estado e dos governos com a educação brasileira (foto: Tiago Queiroz) Qualidade do ensino público, cultura, geração de oportunidades para jovens carentes e redução das desigualdades educacionais são temas que mobilizam as atenções da socióloga Maria Alice Setubal. Mestre em Ciências Políticas, doutora em Psicologia pela PUC-SP, herdeira e acionista do banco Itaú, Neca, como é conhecida, optou por dedicar seu preparo e energia ao enfrentamento dos desequilíbrios que condenam gerações de brasileiros à violência, à falta de oportunidades e aos desníveis de aprendizado. Presidente do conselho consultivo da Fundação Tide Setubal, fundada em 2006, ela detalha, nesta entrevista a Educação, os projetos dessa ...

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    Foto: Getty Images

    Enem 2019: Cinco temas de redação que podem cair na prova

    No Enem 2018, 55 redações alcançaram a nota 1000. Do Bem Mais Brasília  Foto: Getty Images No próximo dia 03 de Novembro acontece o primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2019. Além das questões de Linguagens e Códigos e de Ciências Humanas, os candidatos realizarão a importante prova de Redação do exame. Para ajudar os alunos a se prepararem ainda melhor para possíveis temáticas, o Instituto Carlos André, que oferece Específica de Língua Portuguesa e Redação voltadas para o ENEM, levantou algumas sugestões: 1. Desafios do trabalho na contemporaneidade Segundo o Professor Carlos André, a contemporaneidade tem deixado clara a lógica do pensamento acelerado, da ausência de descanso e de uma sociedade do cansaço, na qual as pessoas trabalham mesmo estando em casa. "Este tema também está ligado à síndrome de Burnout, doença que tem sido cada vez mais comum por conta da estafa mental e física, que ...

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    09/10/2019 - Cidades Unicamp Afro - O UnicampAfro consiste em uma programação mensal com diversas atividades acadêmicas e culturais, tendo a sua primeira ação com o Novembro Negro na Unicamp. O objetivo do UnicampAfro é abordar a temática das Africanidades Brasileiras na Unicamp, em uma perspectiva multidisciplinar, destacando a sua influência na construção da identidade brasileira, com debates sobre o racismo institucional e a construção histórica das políticas de igualdade racial no país, tendo como horizonte o tensionamento da concepção etnocêntrica universalista. Foto: Leandro Ferreira/AAN

    Tema africanidades pauta Unicamp

    A Unicamp lançou ontem, no auditório do Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS), o UnicampAfro, que consiste em uma programação mensal Por Francisco Lima Neto, Do Correio Reitor da instituição, Marcelo Knobel, ontem durante lançamento do UnicampAfro, que fomenta a questão (Foto: Leandro Ferreira/AAN) A Unicamp lançou ontem, no auditório do Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS), o UnicampAfro, que consiste em uma programação mensal com diferentes atividades acadêmicas e culturais. A primeira ação desse projeto será o Novembro Negro na Unicamp. O objetivo é abordar a temática das Africanidades Brasileiras na universidade, em uma perspectiva multidisciplinar, destacando a sua influência na construção da identidade brasileira, com debates sobre o racismo institucional e a construção histórica das políticas de igualdade racial no País, tendo como horizonte o tensionamento da concepção etnocêntrica universalista. O evento surgiu a partir da mobilização. "A chamada inicial veio do GGBS, que ...

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    Divulgação

    Vamos falar sobre a questão étnico-racial na formação dos professores?

    Lançamento da Pallas Editora, “A questão étnico-racial na formação de professores”, de Verônica Moraes Ferreira, é o resultado do doutorado defendido pela autora na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), sob orientação da professora Claudia Galian. O objetivo do estudo era perceber como o tratamento conferido às relações étnico-raciais em cursos de Pedagogia pode incidir na formação inicial de professores para lidar com concepções racistas em nossa sociedade. Um livro fundamental em tempos sombrios para a educação e para os negros do nosso país. Enviado para o Portal Geledés  Divulgação/Pallas Editora “Esse tema vinha me incomodando há um tempo. Percebia que muitos docentes apresentavam dificuldades para lidar com essa temática na escola. Eles se mostravam desorientados, apesar de muitos deles chegarem para dar aulas logo após terminarem os seus cursos superiores. Por isso, me questionava acerca da formação que estavam recebendo sobre o assunto ...

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    Para a socióloga Helena Singer, o sucateamento da educação existe para sufocar a capacidade transformadora que as escolas têm. / Reprodução

    “Situação limite”: alunos e professores estão adoecendo nas escolas, avalia socióloga

    Ex-assessora especial do MEC, Helena Singer analisa o projeto de educação cívico-militar do governo Bolsonaro Do Brasil de Fato Para a socióloga Helena Singer, o sucateamento da educação existe para sufocar a capacidade transformadora que as escolas têm. (Reprodução/Brasil de Fato) Após meses de embates políticos com cortes de verbas e projetos para o ensino superior como o programa “Future-se”, no final do mês de setembro o Ministério da Educação (MEC) lançou duas propostas focadas voltadas para a educação básica. Uma delas é o Programa de Escolas Cívico-Militares, que prevê a participação de militares da reserva em atividades educacionais e administrativas das unidades. Outra iniciativa foi um ofício encaminhado às secretarias de Educação do país em que dá orientações sobre o respeito a crenças religiosas, pluralismo de ideias e sobre o veto de propagandas partidárias nas salas de aula. Esses temas remetem ao que é preconizado pelo movimento Escola sem Partido, que pretende ...

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    ISTOCK/JAROSLAV FRANK

    Sobre o desaparecimento da profissão docente

    Para pensar o ofício do professor as pesquisas científicas marcam os seguintes termos: saberes docentes, profissão docente, profissionalização docente, trabalho docente, a formação docente etc.. Por Katya Braghini, do Justificando  ISTOCK/JAROSLAV FRANK A amostragem apresenta uma ideia multifacetada do trabalho da docência da qual deriva uma série de práticas dos professores em relação a sua função social. No geral, esses termos carregam consigo a importância dos professores no processo educativo. Os docentes são marcados como um dos principais atores da história da educação, objeto privilegiado de investigação e, fazemos aqui mais uma análise sobre o trabalho deles. Formalmente os docentes são sujeitos que passam grande parte do seu tempo atuando no ensino como sua ocupação principal, seu modo de vida. Os docentes trabalham sob um sistema de leis e dispositivos que marcam a sua função, acompanhando parâmetros de formação, o que os ligam a cursos, workshops, certificações, ...

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