Tag: filosofia africana

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    Ouvindo a voz da filosofia africana

    Sempre que ouvimos sobre filosofia, remetemos normalmente a uma em específico: A filosofia europeia. Ao decorrer da vida acadêmica, temos um acesso de livros didáticos que unicamente mostram essa espécie de filosofia em particular. Ao nos debruçarmos sobre o livro “Fundamentos de Filosofia”, de Gilberto Cotrim e Mirna Fernandes, percebemos a carência de filósofos de diferentes culturas, nacionalidades e etnias. Por Bianca Alves Martins, Diélly Nara Teixeira Lima e Débora Vieira Costa, estudantes do Instituto Federal do Ceará- Campus Boa Viagem, cursantes do 1° ano do ensno médio. Orientado pelo professor, mestre, em Filosofia, Rafael Menezes para o Portal Geledés Cheikh Anta Diop - Imagem: Comic Republic Dentre estas filosofias silenciadas notamos a filosofia africana. O filósofo Cheikh Anta Diop nos traz diversos caminhos para chegar a uma conclusão efetiva sobre a existência da filosofia africana. Nesta discussão trabalharemos sobre alguns dos argumentos expressos em seu ...

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    Sophie Oluwole: Filósofa nigeriana que ajudou a colocar o pensamento iorubá no mapa

    Sophie Oluwole foi uma figura pioneira na filosofia africana e a primeira pessoa em seu país, a Nigéria, a obter um PhD no assunto. Christine Manby e Peyvand Khorsandi para o site Independent no  Pensar Contemporâneo Sophie Oluwole (Imagem retirada do site thenationonlineng.net) Obras como a Filosofia e Tradição Oral de 1997 e a Feitiçaria, Reencarnação de 1992 e a divindade de Deus atestam sua missão de corrigir os pressupostos que sustentavam o sistema de ensino colonial – criado pelos ingleses – sob o qual Sophie Oluwole foi ensinada. “Eles diziam que os africanos não podiam pensar”, disse Oluwole ao jornal Punch, “que não éramos pensadores, que éramos primitivos”. Eu me senti desafiada e disse que ia descobrir se realmente não podíamos pensar. Eu queria provar que eles estavam errados. Quando criança, mesmo na escola secundária, a palavra filosofia era alheia a Oluwole. Aos olhos dos mestres coloniais, não havia filosofia ...

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    Filosofia africana: a luta pela razão e uma cosmovisão para proteger todas as formas de vida

     Em suas Lições sobre a Filosofia da História, Hegel diz que a África não tem interesse histórico próprio e é um local em que os homens “vivem na barbárie e na selvageria, sem se ministrar nenhum ingrediente da civilização”. A África, para Hegel, não é um lugar habitado pela História nem pela Razão (“os africanos são crianças eternas, envoltos na negrura da noite sem a luz da história consciente”, diz ainda). Tratada hoje como um preconceito datado e anacrônico, a visão hegeliana sobre a relação do continente africano com a razão permanece viva na prática filosófica do presente, avalia o professor de Filosofia Jean Bosco Kakozi, natural da República do Congo, que esteve em Porto Alegre nesta última semana para fazer uma conferência na 6a Semana da África na UFRGS. por Marco Weissheimer no Sul 21 Doutor em Filosofia e Ciências Humanas, Kakozi tem pós-doutorado em Direito (na área de direitos humanos) ...

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    Ilustração: Romulo Arruda

    A crítica de Marcien Towa às doutrinas de identidade africana

    O presente trabalho propõe tematizar a crítica que o filósofo Marcien Towa realizou sobre a questão da identidade africana. Sobre tal questão, o autor parte de duas concepções que consistiram primordiais no desenvolvimento da filosofia africana contemporânea: a alma negra de Blyden e a negritude de Senghor. A crítica a tais concepções tem como objetivo evidenciar que a tentativa de encontrar uma essência para a população africana invariavelmente não atenta para a diversidade de identidades no continente africano. Com isso, uma das implicações é a exigência para refletir sobre a fronteira entre natureza e cultura que propicia a construção da filosofia africana enquanto capaz de realizar um diálogo com outras formas de pensamento. Palavras-chave: Alma negra, identidade africana, Marcien Towa, negritude. Marcien Towa (Ilustração: Romulo Arruda) no Textos Diaspóricos Este trabalho pretende tematizar a crítica realizada pelo filósofo Marcien Towa sobre a questão da identidade africana. ...

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    Cinco pensadores modernos africanos que tratam de identidade, língua e regionalismo

    Esta matéria contém links que levam a outras páginas, inclusive em outros idiomas, caso você queira se aprofundar no assunto. Do Global Voices A filosofia africana é geralmente negligenciada no estudo de Filosofia, sem que se saibam claramente as razões para isso. Alguns argumentam que o fato de ela estar estreitamente vinculada às suas tradições orais tornaria difícil compartilhar a sua extensa história com uma audiência mais ampla. Outros argumentam que a sua natureza afrocêntrica a faria menos atraente para o resto do mundo. O filósofo nigeriano K.C. Anyanwu define a filosofia africana como “aquela que se interessa na maneira que o povo africano, do passado e do presente, entende o seu destino e o mundo no qual vive”. Apesar de em grande parte permanecer um mistério para os outros países, a filosofia africana é uma disciplina sólida, enriquecida por séculos de pesquisa, que datam desde a filosofia do Egito antigo, até o pensamento pós-colonial moderno. ...

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    Ubuntu: A Filosofia Africana Que Nutre O Conceito De Humanidade Em Sua Essência

    Uma sociedade sustentada pelos pilares do respeito e da solidariedade faz parte da essência de ubuntu, filosofia africana que trata da importância das alianças e do relacionamento das pessoas, umas com as outras. Na tentativa da tradução para o português, ubuntu seria “humanidade para com os outros”. Uma pessoa com ubuntu tem consciência de que é afetada quando seus semelhantes são diminuídos, oprimidos. – De ubuntu, as pessoas devem saber que o mundo não é uma ilha: “Eu sou porque nós somos”. Do Portal Raízes Eu sou humano, e a natureza humana implica compaixão, partilha, respeito, empatia – detalhou em entrevista exclusiva ao Por dentro da África, Dirk Louw, doutor em Filosofia Africana pela Universidade de Stellenbosch (África do Sul). Dirk conta que não há uma origem exata da palavra. Estudiosos costumam se referir a ubuntu como uma ética “antiga” que vem sendo usada “desde tempos imemoriais”. Alguns pesquisadores especulam sobre ...

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    Ana Branco/Ag. O Globo

    Roteiros para o ensino de filosofia africana e afrodiaspórica

    Filósofo, professor e pesquisador, Renato Noguera propõe, em livro coeditado pela FBN, mudanças no ensino da disciplina nas escolas No CEERT Ana Branco/Ag. O Globo Desde que foi promulgada a Lei 10.639, que tornou obrigatória a inclusão dos conteúdos de História e Culturas Afro-Brasileira e Africana em todos os níveis de ensino no país, em 2003, muito se discute sobre a aplicação dela. O livro O ensino de filosofia e a lei 10.639, do professor Renato Noguera, produzido pela Pallas Editora em coedição com a Fundação Biblioteca Nacional, defende mudança de paradigmas: descolonizar o pensamento e desfazer a ideia de que a filosofia seja uma aventura exclusiva da cultura ocidental. O livro foi um dos ganhadores do Edital de Coedições para Autores Negros, da Biblioteca Nacional em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, do MinC. O professor lembra que a produção africana ...

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