segunda-feira, agosto 10, 2020

    Tag: Literatura africana

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    Oyinkan Braithwaite, autora de “Minha irmã, a serial killer”, participa de eventos literários no Brasil

    A escritora nigeriana participa da Flipelô e da Balada Literária Por Jorge Ialanji Filholini, enviado para o Portal Geledés    Autora do aclamado Minha irmã, a serial killer, thriller psicológico finalista do Booker Prize 2019, a nigeriana Oyinkan Braithwaite vem ao Brasil para participar da Festa Literária do Pelourinho (Flipelô), em Salvador, dia 9, no Teatro SESC-SENAC Pelourinho (Largo do Pelourinho, 19 – Pelourinho), às 18h00, e da Pré-Balada Literária, em São Paulo, no dia 12, às 19h30,  no Centro Cultural b_arco (R. Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426 – Pinheiros), ao lado do escritor Geovani Martins. Com um enredo ambientado na Nigéria, Braithwaite conta a história assustadora sobre duas irmãs com temperamentos e atitudes bem diferentes uma da outra. Korede é amargurada, mas pragmática. Sua irmã mais nova, Ayoola, é a filha favorita e, possivelmente, com sérios distúrbios comportamentais. Seus três últimos namorados aparecem mortos. Um livro com humor peculiar e ...

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    Kalaf Epalanga (Foto: Pluma)

    “Continuamos nos tratando como os colonizadores nos tratavam”, diz escritor angolano Kalaf Epalanga

    Atração da Flip neste ano, o músico, escritor e cronista falou com a GQ sobre kuduro, literatura, democracia, imigração e até Leandro e Leonardo Por FELIPE BLUMEN, do GQ Kalaf Epalanga (Foto: Pluma) "Eu me apresento como escritor porque geralmente isso afugenta os curiosos", brinca o angolano Kalaf Epalanga ao começar esta entrevista enquanto se preparava para participar da programação oficial da Flip, a festa literária de Paraty-RJ, que vai até o próximo domingo (14). "E também depende da circunstância. Se estou no meio de um monte de músicos, sou músico; se estou com escritores, sou escritor. Mas tudo para mim parte da escrita, eu escrevo canções e ser escritor é a coisa mais próxima daquilo que sinto", diz.   A confusão vem dos muitos apelidos que o angolano radicado na Europa Kalaf Epalanga Alfredo Ângelo ganhou: músico, poeta-cantor, cronista, agitador cultural. Não à toa. Autor ...

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    Brincadeiras de países africanos Marilia Pirillo/Editora Melhoramentos

    Livro infantil reúne brincadeiras de 20 países africanos

    Gadidé, Surumba-Surumba, Chakyti-Cha, Corrida de Três, Osani, A Serpente e Nngapi são algumas das brincadeiras que aparecem neste livro cheio de diversidade por Renata Penzani no Lunetas Vivemos em geografias diferentes, mas estamos sentados na mesma varanda“. A frase é do escritor moçambicano Mia Couto, e diz respeito a algo que intuitivamente já sabemos, mas nem sempre nos lembramos: todos as pessoas, não importa onde esteja, têm em comum a sua humanidade, e estamos todos integrados por uma linguagem universal, o brincar. Sensibilizar as crianças sobre isso é a proposta do recém-lançado livro infantil “Kakopi, kakopi! Brincando e jogando com as crianças de vinte países africanos” (editora Melhoramentos, 2019), escrito por Rogério Andrade Barbosa, e ilustrado por Marilia Pirillo. A obra é uma continuação de “Ndule Ndule – Assim brincam as crianças africanas“. A partir de um mapa da África, os pequenos leitores ficam sabendo quais são as brincadeiras mais ...

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    (David Pattinson/.)

    Kalaf Epalanga: imigração, kuduro e literatura

    Convidado da Flip, autor fala sobre 'Também os Brancos Sabem Dançar', que conta a história do estilo musical a partir de narrativa sobre temas identitários Por Erich Mafra, da Veja  (David Pattinson/.)   Convidado da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2019, que acontece na cidade fluminense entre 10 e 14 de julho, o angolano Kalaf Epalanga se tornou conhecido em seu país por seu trabalho na música – a literatura veio depois –, à frente da banda de kuduro Buraka Som Sistema, em hiato desde 2016. Em seu primeiro livro lançado no Brasil, Também os Brancos Sabem Dançar (Todavia), o músico e escritor mistura suas memórias, ao relembrar o episódio de quando foi detido por chegar, sem passaporte, à fronteira entre Suécia e Noruega, e a história do gênero musical kuduro e da dança quizomba. A VEJA, o autor falou sobre imigração, música e o curioso título de seu livro, ...

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    Ayobami Adebayo, jovem escritora nigeriana, vai participar da Flip 2019

    Autora de 'Fique comigo', ela foi aluna de Chimamanda Ngozi Adichie e Margaret Atwood; livro entrou na lista de melhores de 2017 do 'New York Times' e do 'Guardian'. Evento será em julho. Do G1 A escritora nigeriana Ayobami Adebayo, que vai participar da Flip 2019 — Foto: Divulgação/Flip A escritora nigeriana Ayobami Adebayo, que foi aluna das celebradas Chimamanda Ngozi Adichie e Margaret Atwood e teve seu livro "Fique comigo" (Harper Collins) na lista de melhores de 2017 dos jornais "The New York Times" e "The Guardian", vai participar da 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), informou a organização do evento neste sábado (4). A Flip 2019 acontece entre 10 e 14 de julho. "A escrita de Ayobami Adebayo é viva e cativante, o livro é desses que você não consegue largar. É uma história muito comovente e emocionalmente forte sobre relações familiares. Essa ...

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    Leitura de autores como o queniano Thiong’o ajudam a descolonizar nossa visão eurocêntrica

    Resta em nossa educação um misto de preconceito e prepotência acerca do que é “cultura de qualidade” ou “cultura superior”. A resistência às literaturas africanas é reflexo dessa educação colonizada Por Gustavo Brito, Do Jornal Opção O queniano Thiong’o é um dos mais importantes escritores africanos de língua inglesa (Foto: Daniel Anderson) Os anos de colonização do continente Africano são o principal motivo para o estranhamento expresso na pergunta: “por que não Literatura Africana?”. De fato, apesar de a literatura produzida em África ter traços de irmandade continental devido, sobretudo, ao laço de expropriação e exploração que une os povos da terra, é impossível tratar o assunto no singular. São Literaturas Africanas. Outro efeito pós-colonial, advindo da imensa massificação cultural à qual somos submetidos, é permitir que ainda hoje se confunda um continente com um país; os países africanos vão muito além das savanas míticas povoadas ...

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    Kapulana publica a obra ‘Minha irmã, a serial killer’, da nigeriana Oyinkan Braithwaite

    Chega ao Brasil o aclamado livro Minha irmã, a serial killer (Kapulana, 184 pp, R$ 44,90), da escritora nigeriana Oyinkan Braithwaite. Elogiada pela crítica internacional, a obra estará nas livrarias do país no dia 8 de abril. Por  Jorge Filholini para o Portal Geledés  A obra estará nas livrarias do país no dia 8 de abril (Divulgação/Kapulana) Na obra, ambientada na Nigéria, Braithwaite conduz com maestria literária um thriller psicológico que conta a história assustadora sobre duas irmãs com temperamentos e atitudes bem diferentes uma da outra. Korede é amargurada, mas pragmática. Sua irmã mais nova, Ayoola, é a filha favorita e, possivelmente, com sérios distúrbios comportamentais. Seus três últimos namorados aparecem mortos. Um livro com humor peculiar e ácido, cheio de suspense e drama, que prendem a leitura a cada capítulo. Os direitos de adaptação para cinema foram adquiridos pela produtora Working Title, do Reino Unido. Oyinkan Braithwaite Divulgação Oyinkan ...

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    Foto: António Escrivão/Angop

    Escritor angolano Manuel Rui Monteiro lança “Kalunga”

    Dois anos depois do “As Acácias e os Pássaros”, o escritor angolano Manuel Rui Monteiro lança, no dia 3 de agosto, em Luanda, na sede da União dos Escritores Angolanos (UEA), o romance “Kalunga”. África 21 Digital com Angop Foto: António Escrivão/Angop Trata-se de um romance que, como os anteriores mas agora com mais intensidade, resgata a humanidade dos seres humanos para além das suas contradições e das relações estruturais, neste caso a contradição entre colonizadores e colonizados. “Kalunga”, na opinião do crítico Boaventura de Sousa Santos, o prefaciador, é o melhor de todos os romances que o autor já escreveu: “o mais complexo, o mais sedutor, o mais difícil.” Boaventura de Sousa Santos considera que o autor resgata a humanidade, não só as forças e grandezas como também as fraquezas e misérias. Manuel Rui nasceu no Huambo a 4 de novembro de 1941. Licenciado em Direito ...

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    “O caminho de casa” Premiado romance de Yaa Gyasi acompanha descendentes de duas irmãs africanas

    Nascida em Gana, a escritora americana Yaa Gyasi causou um burburinho no mercado editorial quando surgiu com seu primeiro livro, “O caminho de casa” (recém-lançado no Brasil pela Rocco), gerando uma disputa que ultrapassou a barreira de 1 US$ milhão para ver quem o publicaria. E a expectativa não foi à toa, já que o romance rendeu à autora de 27 anos o prêmio PEN/Hemingway de melhor romance de estreia. O épico acompanha a trajetória de descendentes de duas meio-irmãs ganesas, Effia e Esi, de meados do século XVIII até os dias de hoje, passando pelos calabouços da costa africana, pelos campos de plantação dos estados sulistas e pela Guerra Civil americana. Enquanto uma se casa com um senhor de terras britânico, a outra é vendida como escrava para os EUA. Em entrevista por e-mail para O GLOBO, Yaa conta os motivos que a levaram a escrever o ambicioso livro, ...

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    Leitura de autores como o queniano Thiong’o ajudam a descolonizar nossa visão eurocêntrica

    Resta em nossa educação um misto de preconceito e prepotência acerca do que é “cultura de qualidade” ou “cultura superior”. A resistência às literaturas africanas é reflexo dessa educação colonizada Por Gustavo Brito Do Jornal Opção Os anos de colonização do continente Africano são o principal motivo para o estranhamento expresso na pergunta: “por que não Literatura Africana?”. De fato, apesar de a literatura produzida em África ter traços de irmandade continental devido, sobretudo, ao laço de expropriação e exploração que une os povos da terra, é impossível tratar o assunto no singular. São Literaturas Africanas. Outro efeito pós-colonial, advindo da imensa massificação cultural à qual somos submetidos, é permitir que ainda hoje se confunda um continente com um país; os países africanos vão muito além das savanas míticas povoadas por animais ferozes e povos famintos. Se assumirmos a produção literária como uma das características fundamentais da maturidade artística e intelectual ...

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    Uma das principais vozes da literatura africana atual

    Uma das convidadas da Flip, escritora nascida em Ruanda virá pela primeira vez ao Brasil Do O Tempo Quando viu as primeiras imagens do genocídio que vitimou 800 mil pessoas em Ruanda, seu país natal, em 1994, Scholastique Mukasonga vivia na França há dois anos. Mais de duas décadas tinham se passado desde que ela fora obrigada, aos 18 anos, a abandonar a família em Nyamata, a cerca de 30 quilômetros da capital, Kigali, e cruzar a pé a fronteira com o vizinho Burundi, na madrugada, para evitar ser deportada. Ao ver as imagens da barbárie contra o seu próprio povo, da etnia tutsi, e intuir o destino dos seus familiares – todos tutsis que tinham sido transferidos para Nyamata pelo governo da etnia hutu, na década de 1960 –, ela compreendeu que não podia deixar a memória deles desaparecer junto às suas vidas. Scholastique precisava escrever. Nascia, da tragédia, ...

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    Livro reúne ideias dos principais pensadores africanos do século 20

    Para o professor José Rivar Macedo, organizador da obra, todo o conhecimento produzido pelo Ocidente sobre a África corresponde a 'formas de predação em diversos níveis'   Por Paulo Henrique Pompermaier, da Cult  O político, intelectual e escritor senegalês Léopold Sédar Senghor (Foto: Serge Philippe Lecourt) Com o “modesto” objetivo de apresentar as principais linhas de pensamento de autores africanos, o livro O pensamento africano no século XX, que será lançado na próxima quinta (9), reúne textos de dezesseis especialistas brasileiros que apresentam um panorama geral da intelectualidade africana do século 20. “Conforme apontaram estudiosos eminentes, o conhecimento produzido pelo Ocidente sobre a África correspondeu a formas de predação em diversos níveis, e a restituição da autonomia plena implica na devolução aos africanos de sua capacidade de resolver seus próprios problemas, de gerir suas riquezas, de conhecer o seu passado, discutir o seu presente e esboçar as linhas de seu futuro”, ...

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    Marlon James escreve “a Guerra dos Tronos africana”

    O vencedor do Man Booker Prize 2015 lança o primeiro volume de "The Dark Star Trilogy" em 2018 O seu primeiro livro, John Crow"s Devil, foi rejeitado por 78 editoras. Marlon James acabaria por vê-lo publicado em 2005 e, ao terceiro livro, A Brief History of Seven Killings (Breve História de Sete Assassinatos, publicado em português pela Relógio d'Água), vencia o Man Booker Prize 2015, tornando-se assim no primeiro jamaicano a receber aquele que é um dos mais importantes galardões literários. Fonte: DN Agora, o escritor que chegou ao Minnesota, Estados Unidos, com 200 dólares no bolso na altura em que escrevia o seu segundo romance, está mergulhado num projeto que começara antes ainda de receber o prémio: a trilogia de fantasia épica The Dark Star Trilogy, referida pela editora, a Riverhead Books, como "a Guerra dos Tronos africana". E, de facto, James é um fiel leitor da saga de George ...

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    Kiriku famosa lenda africana de bebê guerreiro vai virar série de livros

    "Kiriku", a lenda do recém-nascido guerreiro que salvou toda uma aldeia de uma feiticeira má virou filme, espetáculo de teatro, já foi traduzido para mais de 50 países e, agora, vai virar uma série de livros. Do Catraquinha  A editora brasileira Viajante do Tempo vai lançar, no próximo dia 19 de novembro, os livros "Kiriku e a feiticeira" e "Kiriku e o colar da discórdia", ambos inspirados no filme "Kiriku e a Feiticeira", produção franco-belga de 1998, dirigida por Michel Ancelot. O lançamento será feito durante a Feira e Livros do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. A história é referência em cultura africana, e sua abordagem permite trabalhar com as crianças temas de suma importância, como senso de comunidade, costumes sociais, preconceitos, escravização, respeito, alteridade e tolerância. Imagem: Reprodução/Catraquinha Sobre a história Kiriku ou Kiriku e a Feiticeira é um longa-metragem de animação franco-belga de 1998 dirigido por Michel Ocelot. O diretor do filme, ...

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    Professora cria projeto para debater questões de gênero em escola de SP

    Por que, nas escolas, as filas são separadas entre meninos e meninas? E por que é 'natural' que, nas aulas de educação física, as meninas joguem vôlei, enquanto os meninos jogam futebol? Por Ana Carla Bermúdez Do Uol Refletindo sobre questões como essas, Mayla Rosa Rodrigues, professora da Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Frei Francisco Mont'Alverne, na Vila Domitila, zona leste de São Paulo, percebeu como a escola costuma reforçar práticas desiguais que acontecem na sociedade. "Os meninos são muito mais incentivados a desenvolver atividades físicas e muito mais elogiados pelo seu desenvolvimento em matérias como matemática, enquanto as meninas brincam de como "ser mamãe" e são mais incentivadas a se desenvolver em matérias linguísticas", conta a professora. A partir disso, Mayla passou a analisar com um olhar mais crítico os livros didáticos e livros de literatura infantil –e encontrou neles também uma repetição de estereótipos, "seja quando apresentam meninas apenas ...

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    Lopito Feijóo fala sobre literatura africana na casa de cultura do Campo Limpo dia 22/09

    O escritor Lopito Feijóo encontra-se no estado brasileiro de São Paulo onde vai participar de duas conversas sobre literaturas africanas na festa literária da zona Sul, que decorre naquela cidade desde o passado dia 12 até o próximo sábado. no Jornal da Angola Na casa de cultura do Campo Limpo, o escritor angolano aborda numa primeira mesa, “A actualidade literária nos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP) e amanhã no mesmo local, às 18 horas, a conversa tem como tema “Os escritos afro brasileiros,  a literatura dos PALOP e o seu enquadramento  no continente africano”. A festa literária da zona Sul de São Paulo, sob o lema “Gente que lê une e transforma”, acontece em todos os meses de Setembro e nesta edição conta com a participação de renomados intelectuais e artistas da América Latina, do Brasil e do continente africano. A iniciativa comporta várias actividades como conversas e ...

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    Livro “Áfricas Ocultas” gera debate em Luanda

    O Centro Cultura Brasil-Angola promoveu um debate em torno dos desafios da nova produção da literatura contemporânea africana, durante o projecto “Café Literário”, com o escritor Gabriel Ambrósio. por Kátia Ramos no Jornal de Angola Durante o debate, no qual o escritor apresentou o livro “Áfricas Ocultas”, Gabriel Ambrósio afirmou ter feito uma investigação profundo sobre as várias realidades africanas no período em que frequentava os estudos, transcrito as conclusões da pesquisa nas 266 páginas do livro.   Para o escritor, a maior ambição do livro é de incentivar os leitores a importarem-se com as tradições africanas, no sentido da mesma servir de estudo e desta forma manter o legado deixado pelos nossos antepassados. Gabriel Ambrósio, manifestou o seu descontentamento pelo facto do Continente africano ser um gigante desconhecido na Europa, Ásia e outras parte do mundo em que já viajou. Para o autor, “Áfricas Ocultas” aborda vários aspectos sócio-religiosos do ...

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    Os principais escritores literários africanos

    A literatura africana reflete a história do continente tão rico e diversificado. Conheça alguns dos escritores literários africanos consagrados Por Débora Silva no Estudo Prático A cultura africana reflete a antiga história daquele continente tão rico e diversificado, e a literatura produzida na região é apenas uma das comprovações de tanta riqueza. A literatura africana contemporânea tem as suas raízes no movimento denominado negritude, tendo como inspiração as revoltas de caráter anticolonialista; já as obras escritas após a independência das colônias africanas têm como pano de fundo a realidade dos governos totalitários e revoluções. Wole Soyinka (Nigéria) Wole Soyinka é um escritor africano nascido em Abeokuta, na Nigéria Ocidental. É vencedor do Prêmio Nobel de Literatura do ano de 1986, pela perspectiva cultural ampla presente em sua obra. Suas obras incluem “Os intérpretes” (1980) e “É melhor partires de madrugada” (2008). Chimamanda Ngozi Adichie (Nigéria) Chimamanda é uma escritora africana nascida em ...

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    Foto: DR

    John Bella defende bolsa de criação para escritores infantis

    Luanda- O escritor angolano John Bella advogou no sábado, a implementação de uma bolsa de criação para os escritores que publicam obras infantis, bem como a publicação obrigatórias das obras e maior simbiose entre as escolas, escritores e associação de escritores. Foto: DR Em declarações à Angop no âmbito do Dia Mundial da Literatura Infantil, que hoje se assinala, o escritor é de opinião que a literatura infantil tem baixado de produção e qualidade por falta de incentivo e de humildade de muitos novos talentos que não procuram se aconselhar e aprender com os mais rotulados nas lides literárias. De acordo com o escritor, embora muita coisa positiva tenha sido já feita, a literatura infantil actualmente está estagnada, não se comparando com os anos dourados como as décadas de 80 e 90, onde apareceram escritores e com talentos. “Muitos dos escritores da nova geração escrevem obras sem ...

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    ‘Eu sou da fronteira entre culturas’, diz Mia Couto

    Moçambicano lança seu primeiro romance histórico e reflete sobre a memória Por Leonardo Cazes Do O Globo O moçambicano Mia Couto escreve sempre no limiar entre culturas, a portuguesa e a dos povos originários do seu país. Em “Mulheres de cinzas” (Companhia das Letras), seu primeiro romance histórico que abre a trilogia “As areias do imperador”, o escritor aborda o encontro violento das linhagens que formam a identidade de Moçambique. A história se passa no final do século XIX, período em que o sul do país foi palco de confrontos entre os colonizadores lusos e as tropas de Ngungunyane, último líder do segundo maior império do continente comandado por um africano. A trama é conduzida por dois narradores: Imani, a adolescente da tribo VaChopi educada pelos jesuítas, e o sargento português Germano de Melo, republicano degredado após participar de revoltas contra a monarquia. São os dois lados da confluência entre ficção ...

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