segunda-feira, janeiro 25, 2021

Tag: literatura moçambicana

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Premiado escritor moçambicano, Ungulani Ba Ka Khosa vem ao Brasil participar de eventos culturais e lançar seu novo livro

O autor estará presente nas cidades de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Salvador Por Jorge Filholini, para o Portal Geledés  Ungulani Ba Ka Khosa (Foto: Divulgação) O premiado escritor moçambicano virá ao Brasil em novembro para realizar o lançamento de sua obra Gungunhana: Ualalapi e As mulheres do Imperador, publicada pela Editora Kapulana, além de participar de eventos pelo país sobre a sua trajetória literária. O autor estará presente nas cidades de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Salvador. O livro é composto por duas obras em um só volume. As duas obras têm o imperador Gungunhana como elo. Na primeira história, publicada em 1987, Ualalapi recebe a missão de matar o rei Mafename, a mando de seu próprio irmão Ngungunhane (Gungunhana) que se torna, assim, o imperador de Gaza. Este imperador é famoso pela resistência que opôs aos portugueses nos finais do séc. XIX, mas a ...

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Publicado pela Penalux, livro ‘Os Ângulos da Casa’ marca a estreia da poeta moçambicana Hirondina Joshua no Brasil

O livro Os Ângulos da Casa marca a estreia da poeta moçambicana Hirondina Joshua no Brasil. Publicada pela editora Penalux e com a apresentação do escritor Mia Couto, a obra dialoga com diversos temas complexos, como sexualidade, afetividade e erotismo. Do Livre Opinião A “Casa”, destacada na poesia, é representada pela escritora como o espaço psíquico, o interior e os sentimentos e os ângulos a maneira de pensar, de observar, o ponto de vista. Para o escritor moçambicano Mia Couto, um dos autores atuais mais representativos na literatura africana, o estilo surrealista de Hirondina convida os leitores a um grande passeio poético. “Trata-se de uma visita a um cotidiano que sendo familiar nos é estranho, porque nele se fala o idioma a que ela chama de ‘a língua dos céus’”. Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, o valor da obra se encaixa no propósito da Penalux de investir na ...

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Primeiro Prémio Eduardo Costley-White para moçambicano Lucílio Manjate

Rabhia, a obra preferida do júri presidido por Mia Couto, mapeia uma capital e um país compostos por várias camadas, entre as quais o passado colonial e a guerra civil. Por Hugo Pinto Santos Do Publico O escritor moçambicano Lucílio Manjate é o primeiro vencedor do Prémio Eduardo Costley White – que deve o seu nome ao poeta e escritor homónimo (1963-2014), figura maior da literatura moçambicana –, com o romance Rabhia. O prémio de dez mil euros, criado pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e organizado em parceria com a editora Edições Esgotadas, que assegura a publicação do livro, destina-se a promover jovens autores africanos de língua portuguesa e recebeu nesta primeira edição candidaturas de 34 escritores oriundos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Rabhia, a obra preferida pelo júri presidido por Mia Couto e composto por Isabel Lucas (jornalista e crítica literária do ...

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Novelas brasileiras passam imagem de país branco, critica Paulina Chiziane escritora moçambicana

Brasília - "Temos medo do Brasil." Foi com um desabafo inesperado que a romancista moçambicana Paulina Chiziane chamou a atenção do público do seminário A Literatura Africana Contemporânea, que integra a programação da 1ª Bienal do Livro e da Leitura, em Brasília (DF). Ela se referia aos efeitos da presença, em Moçambique, de igrejas e templos brasileiros e de produtos culturais como as telenovelas que transmitem, na opinião dela, uma falsa imagem do país. por Alex Rodrigues "Para nós, moçambicanos, a imagem do Brasil é a de um país branco ou, no máximo, mestiço. O único negro brasileiro bem-sucedido que reconhecemos como tal é o Pelé. Nas telenovelas, que são as responsáveis por definir a imagem que temos do Brasil, só vemos negros como carregadores ou como empregados domésticos. No topo estão os brancos. Esta é a imagem que o Brasil está vendendo ao mundo", criticou a ...

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10 obras fundamentais da Literatura africana de língua portuguesa

por Sandro Brincher Literatura africana de língua portuguesa Já li em alguma antologia que toda seleção é ingrata. Ora, não é preciso lembrar que o objetivo das listas e das antologias não é nem justiça, nem equilíbrio. Elas refletem, afinal de contas, uma opinião em um determinado tempo sob certas influências teóricas ou metodológicas. O objetivo de toda lista – e aqui me refiro a uma lista bibliográfica – é oferecer um panorama de leitura, um primeiro empurrão, um norte aos interessados num determinado assunto. Proponho-me então, mui injusta e desequilibradamente, a apresentar uma lista pessoal de dez obras fundamentais das chamadas Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. Outra questão que se faz importante é essa pluralização do objeto: literaturas. Cada país da chamada lusofonia (o conjunto de países onde se fala Português) – termo que, vale frisar, não agrada a muita gente – tem sua própria história de colonização, suas ...

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Escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa discute papel do negro na literatura mundial

A Biblioteca de São Paulo, espaço cultural do Governo de São Paulo administrado em parceria com a Poiesis - Organização Social de Cultura, promoverá um bate-papo sobre "O negro na literatura internacional" com o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa, no dia 20 de novembro, das 15 às 17 horas. A mediação do encontro ficará a cargo de Carmen Tindó, doutora e professora de Literaturas Africanas na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Durante o evento, realizado no mesmo dia em que se celebra a Consciência Negra, Ungulani falará sobre a influência do negro na cena literária. "Nunca procurei a cor num escritor, mas identidades, fluxos literários representativos de parcelas deste mundo cada vez mais global", conta o escritor, quando perguntado sobre seus autores negros de referência. Na África, por exemplo, os espaços literários têm as línguas árabe, francesa, inglesa e portuguesa como grandes meios de expressão e tenta-se navegar ...

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Angola e Moçambique Experiência Colonial e Territórios Literários

Resenha: Adriana Graciano Rita Chaves é uma potente voz no cenário acadêmico brasileiro. Raríssima combinação de excelência tanto em sua prática docente quanto de pesquisadora reitera a relevância de seu trabalho e a agudeza de seus olhares no impecável Angola e Moçambique Experiência Colonial e Territórios Literários publicado pelo Ateliê Editorial em 2005. A autora integra o corpo docente da Universidade de São Paulo onde leciona Literaturas Africanas de Língua Portuguesa e dirige o Centro de Estudos Portugueses. Além de ser pesquisadora associada do Centro de Estudos Afro-Asiáticos da Universidade Candido Mendes, também atuou como professora na Universidade Eduardo Mondlane durante dois anos. Sua obra inclui A Formação do Romance Angolano e a co-organização de Portanto... Pepetela, Literaturas em Movimento - Hibridismo Cultural e Exercício Crítico e Brasil/África: Como se o Mar Fosse Mentira. A breve, mas nem por isso menos precisa, apresentação de Benjamin Abdala Junior antecipa os pontos cardeais da trajetória percorrida pela professora ...

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