segunda-feira, junho 1, 2020

    Tag: Marcha das Mulheres Negras

    Foto: Marta Azevedo

    Por que marcham as negras

    Mulheres pretas de todo o país vão a Brasília nesta quarta-feira protestar contra o racismo e a violência que as vitimam Por Flávia Oliveira Do O Globo Foto: Marta Azevedo Pela primeira vez na História, mulheres negras vão marchar até Brasília em protesto contra o racismo, a violência, a intolerância religiosa e as más condições de vida que enfrentam desde que o Brasil é Brasil. A data escolhida foi o 18 de novembro, antevéspera do Dia Nacional da Consciência Negra. A expectativa das organizadoras é reunir milhares de manifestantes, que gritarão na Praça dos Três Poderes pelos 54,9 milhões de brasileiras que, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2014), se autodeclaram pretas ou pardas. É mais uma demonstração de protagonismo feminismo, em tempos de campanhas #oprimeiroassédio e #agoraéquesãoelas, da persistente violência de gênero como tema da redação do Enem, de atos e caminhadas contra ...

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    Mulheres negras preparam Marcha nacional para exigir direitos

    “Nosso feminismo se inspira nas guerreiras africanas. Levantar a cabeça é necessário, negras e pretas revolucionárias”. Os versos de rap cantados pela ativista Larissa Borges embalaram hoje (25) a discussão sobre a primeira Marcha de Mulheres Negras, marcada para o dia 18 de novembro, em Brasília. Reunidas na 8ª edição do Festival Latinidades, cerca de 50 mulheres trocaram experiências sobre a identidade negra feminina e as principais demandas desse público, que serão apresentadas na marcha. Do Diário de Pernambuco  “O Movimento de Mulheres Negras, a partir da marcha, inaugura um novo processo de empoderamento e uma nova etapa na agenda política das mulheres negras no Brasil e na América Latina”, avaliou Larissa, que é diretora de programas de Ações Afirmativas da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). A ampliação do protagonismo das mulheres negras, que estão presentes em diversos movimentos sociais, também foi destacada pela historiadora Gisele ...

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    A presença colorida do feminismo negro

    Com rodas de samba, saraus, plenárias e manifestações, pretas costuram amplas alianças e, recordando Zumbi e Lélia Gonzalez, preparam-se para desaguar sua força em Brasília Por Inês Castilho Do Outras Palavras “Estamos em marcha!” Com esse grito de guerra, milhares de mulheres negras brasileiras realizarão no dia 18 de novembro, em Brasília, a “Marcha das Mulheres Negras –e Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver”. Passados vinte anos do reconhecimento oficial de Zumbi, que originou a comemoração de 20 de novembro, e da morte de Lélia Gonzalez,  teórica pioneira do feminismo negro, as pretas retomam em 2015 a ação política nas ruas. Com sua presença marcante, demandam o empoderamento político da mulher negra, o fim do machismo, do racismo e da discriminação racial, da lesbofobia, bifobia e transfobia, e do preconceito e discriminação de qualquer natureza. Colocam-se contra a intolerância religiosa, pelo respeito e preservação das religiões de ...

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    Mulheres negras marcham a Brasilia no dia 18

    Tatiana Oliveira (Comissão Política do Coletivo Quilombação e do Núcleo Impulsor da Marcha das Mulheres Negras) Do Quilombo  A Marcha das Mulheres Negras de 2015 está sendo construída nacionalmente em todos os estados brasileiros. Em São Paulo o Núcleo Impulsor do Estado está mobilizado desde o ano passado e conta com a participação de mulheres de diversos movimentos sociais e organizações sindicais na articulação para a Marcha, inclusive o Coletivo Quilombação. Na última plenária, realizada no dia 3 de outubro, representantes das organizações do interior do estado de São Paulo e das regiões da capital, aprovaram coletivamente nossa Carta de Princípios para a Marcha das Mulheres Negras 2015. Ao longo dessa jornada, muitas ações foram realizadas, tais como: rodas de conversa, debates, palestras, domingos no parque. Além da participação nas manifestações do dia 8 de março, Contra a Redução da Maioridade Penal, à favor da democracia, Contra a Redução dos Direitos ...

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    20 mil mulheres negras marcham para Brasília 18 de novembro.

    Marcha das Mulheres Negras 2015 –  20 mil mulheres negras de todas as regiões do Brasil estarão reunidas, em Brasília, para marchar contra o racismo, a violência e pelo bem viver. Do Mama Press Além das organizações de mulheres negras, a mobilização reunirá integrantes do movimento de mulheres e do movimento feminista – a exemplo daArticulação de Mulheres Brasileiras -, que estão buscando contribuir para que o ato em Brasília, assim como o processo nos estados, fortaleça as organizações de mulheres negras e a luta contra o racismo no Brasil.  A Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver será realizada em Brasília – DF, dia 18 de novembro de 2015, com concentração a partir das 9h no Ginásio Nilson Nelson. Reunirá cerca de 20 mil mulheres de todos os estados e regiões do Brasil para marchar pela garantia de direitos já conquistados, pelo direito à vida ...

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    Integrante do Movimento de Mulheres Negras da Floresta Dandara Francy Júnior (Divulgação)

    Marcha das mulheres negras denuncia preconceito no Norte

    Evento nacional vai debater racismo em Brasília no dia 18 de novembro   Do A Critica O racismo exclui  48% das meninas negras da escola na região Norte do Brasil. Essa é uma das denúncias que serão levadas pela delegação dos Estados da Amazônia para a  Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver que será realizada em Brasília no dia 18 de novembro. A informação foi dada ontem pela ativista do Movimento de Mulheres Negras da Floresta Dandara, Francy Júnior.  “Ainda há uma carga de preconceito racial muito grande na comunidade escolar. Apesar de termos uma lei aprovada para se discutir as relações raciais nas escolas, poucas escolas fazem isso”, disse Francy Júnior.   Na avaliação dela, o debate sobre o racismo e suas consequências principalmente sobre as mulheres negras é muito frágil nas escolas do Amazonas, assim como na região Norte. Um dos ...

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    Porque marcham as mulheres negras?

    Programa O ciclo propõe refletir acerca do papel da mulher negra na sociedade brasileira contemporânea através de aspectos como ancestralidade, estereótipos raciais e de gênero, mobilização social e outros. Do Sesc 13/10 – Desconstruindo imagens estagnadas Os estereótipos acerca das mulheres negras, como a hipersexualização, subalternidade e agressividade, ainda são frequentes nas produções culturais, na mídia e nos veículos de comunicação. Hoje, a partir de marcos legais, da atuação de artistas, produtores culturais e dos movimentos sociais - especialmente as feministas negras - há uma significativa produção de um contradiscurso que visa desconstruir essas imagens estagnadas.   Com Conceição Evaristo e Helena Theodoro. Mediação de Kelly Adriano de Oliveira.   14/10 – Iyalodês em luta pela preservação da ancestralidade As Iyalodês são por excelência as guardiãs da cultura afro-brasileira. São lideranças femininas ligadas - em grande parte, mas não só - às religiões de matriz africana. A partir das vivências ...

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    No AP, cerca de 200 mulheres negras marcharam contra o preconceito

    Caminhada percorreu as principais ruas do Centro de Macapá. Intolerância religiosa foi um dos temas abordados pelas mulheres na marcha. Por Aline Paiva do G1 Cerca de 200 pessoas participaram da segunda Marcha das Mulheres Negras do Amapá que aconteceu na sexta-feira (4). A marcha percorreu as principais ruas do Centro de Macapá com objetivo de mostrar a luta de várias entidades contra a discriminação e a intolerância racial no estado. Suane Brazão, integrante da organização da marcha, o evento reivindicou políticas afirmativas para as mulheres negras do Amapá. Atualmente as mulheres negras somam cerca de 49 milhões, totalizando 25% da população brasileira. "A marcha é um momento para a gente trazer todas as reivindicações do movimento negro, pois tem uma série ações que ainda não foram sistematizadas e precisam ser transformadas em políticas públicas para que possa chegar lá na mulher do quilombo", disse. Maria Nazaré, de 59 anos, da ...

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    Benedita anuncia Marcha das Mulheres Negras em novembro

    A deputada Benedita da Silva (PT-RJ) anunciou, em plenário, a Marcha da Mulher Negra que será realizada no mês de novembro, em Brasília. Na quarta-feira (2), a deputada reuniu-se  com a Ministra da Secretaria das Mulheres, Eleonora Menicucci, que recebeu também a coordenação nacional da Marcha para debater o tema. Do PT na Camara “Chamo a atenção para o fato de  que nós precisamos dar apoio a essa marcha, porque ela já fugiu do âmbito nacional brasileiro. Teremos aqui os países africanos, as mulheres africanas, as latino-americanas. Então, é importante que esta Casa possa, na época dessa marcha, fazer uma homenagem a essas aguerridas mulheres que estarão numa marcha diferente das que nós temos visto até então. Ela não é uma marcha reivindicatória, mas coloca os direitos garantidos e o que ainda teremos que buscar para impedir retrocesso”, disse.

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    Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

    O Samba das pretas em marcha, participe!

    A UNEafro Brasil e o Núcleo Impulsor do Estado de São Paulo da Marcha das Mulheres Negras 2015, convidam a todos os militantes, ativistas e apoiadores de nossa causa, para o Samba das Pretas, que será realizado no sábado, 8 de Agosto, a partir das 12h. Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Do Site da Uneafro-Brasil A atividade é aberta para toda comunidade e tem como finalidade a arrecadação de fundos para a realização da Marcha das Mulheres Negras, no próximo mês de novembro. A feijoada completa sai a R$ 15,00, com direito à Samba de roda de altíssima qualidade. Estão previstas intervenções culturais, capoeira, e muita música. Caso não possa comparecer mas queira contribuir, você pode depositar qualquer valor em conta bancária: BANCO DO BRASIL Agência 3687-0 Conta Corrente 285.085-0 Em nome de: Associação Franciscana de Defesa de Direitos e Formação Popular – AFDDFP Veja a programação: LOCAL: Apeoesp Subsede Itaquera – Rua Colonial das ...

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    Marias Pretas no Mar de Copabana!

    Embalada pela trilha sonora que a DJ Bieta preparou para a nossa Pré-Marcha, flashes de vários momentos que vivi domingo (26 de julho), em Copacabana; olhos marejados com cada detalhe registrado e compartilhado nas redes sociais… o coração pulsa e ainda sinto a energia forte de cada abraço trocado, cada beijo dado nesse grande reencontro de mulheres de várias partes do Rio de Janeiro! Sim, estou tão emocionada com o nosso feito, que desde a noite de domingo, tento expressar o que foi participar da Pré-Marcha de Mulheres Negras, um momento histórico! Por Adriana Baptista Do Blogueiras Negras Arrisco dizer que Copacabana, símbolo internacional da exuberância da natureza do Rio de Janeiro e seus contrastes sociais, foi inundada por Marias Pretas! Tantas que não sou capaz de contar…mil, duas mil, um milhão? não sei! Tantas que nem sei o nome, mas que me reconheço em todas elas! Em seus rostos, suas ...

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    Santa Catarina se prepara para a Marcha das Mulheres Negras

    Axé. Nem morenas, nem mulatas, nem mulheres de cor, elas são negras e gostam de seus cabelos crespos, tranças, turbantes e lenços. Mulheres do movimento negro de Santa Catarina se reuniram em Florianópolis para reafirmar a riqueza da sua arte e cultura e mobilizar para a marcha das Mulheres Negras até Brasília, em 20 de novembro, dia do maior ícone da negritude, Zumbi dos Palmares.  Texto e fotos: Paula Guimarães, no Enredo Conteúdo Criativo  enviado via Guest Post para o Portal Geledés Visibilidade foi a palavra de ordem no encontro “Catarina Marcha” que homenageou aquelas dedicadas à luta contra a discriminação que tem gênero, cor e classe social, em alusão ao Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho. “Seria melhor que não precisássemos de 'dias' destinados às minorias e que todos fossem tratados com equidade”, assinalou Vera Lúcia Fermiano, da Articulação das Mulheres Negras Brasileiras (AMNB). "Buscamos superar estereótipos, acabar com ...

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    Mulheres negras preparam marcha nacional para exigir direitos

    “Nosso feminismo se inspira nas guerreiras africanas. Levantar a cabeça é necessário, negras e pretas revolucionárias”. Os versos de rap cantados pela ativista Larissa Borges embalaram ontem (25) a discussão sobre a primeira Marcha de Mulheres Negras, marcada para o dia 18 de novembro, em Brasília. Reunidas na 8ª edição do Festival Latinidades, cerca de 50 mulheres trocaram experiências sobre a identidade negra feminina e as principais demandas desse público, que serão apresentadas na marcha. Luana Lourenço no Agência Brasil  “O Movimento de Mulheres Negras, a partir da marcha, inaugura um novo processo de empoderamento e uma nova etapa na agenda política das mulheres negras no Brasil e na América Latina”, avaliou Larissa, que é diretora de programas de Ações Afirmativas da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). A historiadora Gisele dos Anjos Santos é uma das organizadoras da marcha em São PauloMarcello Casal Jr/Agência Brasil ...

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    Conexões diaspóricas: mobilização da Marcha das Mulheres Negras no mundo

    Mulheres negras de 21 países da América Latina, Caribe e da Diáspora presentes na Primeira Cumbre de Lideresas Afrodescendientes de las Américas, na Nicaragua assinam documento de apoio a Marcha das Mulheres Negras Brasileiras Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver, que acontecerá dia 18/11, em Brasília.    Carta da Primeira Cumbre de Lideresas Afrodescendientes de las Américas em apoio à Marcha de Mulheres Negras Brasileiras Nós, mulheres afrodescendentes da América Latina, Caribe e da Diáspora, reunidas em Manágua, Nicarágua de 26 a 28 de junho de 2015, na Primeira Cumbre de Lideresas Afrodescendientes de las Américas com representação de 22 países da região, apoiamos a realização da Marcha das Mulheres Negras Brasileiras Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, a ser realizado em Brasília (Brasil), no dia 18 novembro de 2015, com o objetivo de visibilizar as lutas das mulheres negras. A Marcha das Mulheres Negras no ...

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    Mulheres negras e a luta pelo poder

    Minha pele negra é como a cor da noite Retrata a beleza da minha gente Mas segue invisível aos olhos de tantos… Meu corpo marcado, profundamente marcado pela desigualdade, patriarcado, e preconceito racial Meu corpo profundamente marcado samba na perspectiva do horizonte revolucionário.” Edna, A. S Por Anaíra Lobo e Gabriela Silva Do Marcha Mulheres O dia 13 de maio foi marcado pela 1ª Marcha de Mulheres Negras da Bahia, contra o racismo e a violência, e pelo bem viver. Com certeza foi um dia histórico para nós mulheres negras, que estávamos em marcha, lutando pelo fim do genocídio do povo negro, seguindo os passos das nossas ancestrais que protagonizaram a luta pela nossa liberdade. Este dia é considerado o Dia Nacional de Denúncia do Racismo, já que no Brasil tivemos uma falsa abolição da escravatura negra, no qual foi nos dada a carta de alforria, depois de muita revolta ...

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    1ª Marcha de Mulheres Negras “Nós exigimos justiça pela morte dos jovens negros na Bahia”

    No mês de denuncia contra o racismo e com o tema “2015 motivos para marchar contra o racismo, a violência e o fim do genocídio da juventude negra e pelo Bem Viver das mulheres negras”, acontece a 1ª edição da Marcha de Mulheres Negras da Bahia Contra o Racismo e a Violência e Pelo Bem Viver no dia 13 de maio, em Salvador, e são esperadas mulheres negras de todos os territórios da Bahia. A passeata é organizada pela Rede de Mulheres Negras da Bahia e organizações de mulheres negras de todo o Estado. Por Emanuelle Goes, do População Negra e Saúde A Marcha de Mulheres Negras é uma ação estratégica das mulheres negras para denunciar as iniquidades e as múltiplas violências provocadas pelo racismo e sexismo, conquistar visibilidade, reconhecimento social, político, direitos e cidadania plena. Realizada em sua primeira edição, a marcha se apresenta na agenda de consolidação na luta dos diversos ...

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    Essa mulher negra desarmada foi morta pela polícia. Por que não marchamos por ela?

    Texto de Darnell L. Moore. Publicado originalmente com o título: ‘This Unarmed Black Woman Was Shot by the Police, So Why Aren’t We Marching for Her?’ no site Identities.Mic em 21/04/2015. Tradução de Liliane Gusmão para as Blogueiras Feministas. Do Blogueira Feministas  Em 21 de março de 2012, Rekia Boyd, 22 anos, foi alvo de um tiro na parte de trás de sua cabeça e morreu. O detetive da polícia de Chicago, Dante Servin, estava de folga quando perto da 1 hora da madrugada ele se aproximou com seu carro de um grupo de pessoas, Boyd era uma delas. Após um dos indivíduos presentes, Anthony Cross, 39 anos, ir de encontro a Servin segurando algo que o policial pensou ser uma arma, Servin começou a atirar e atingiu Boyd na cabeça. Ela morreu no dia22 de março e Servin foi posteriormente acusado por quatro homícidios culposos, descarga imprudente de uma arma ...

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    Mulheres Negras contra o racismo, a violência policial e a redução da maioridade penal

    Núcleo Impulsor do Estado de São Paulo da Marcha das Mulheres Negras * O mês de abril trouxe a reafirmação cotidiana da importância da Marcha das Mulheres Negras contra o racismo, a violência e pelo bem viver. por: Núcleo Impulsor do Estado de São Paulo da Marcha das Mulheres Negras* do Ceert Enfrentamos nos últimos dias a notícia de alunos da Faculdade de Medicina da Unesp em Botucatu usando uniformes alusivos à Klu Klux Klan durante um "trote"; a divulgação dos laudos confirmando que as mortes de 12 jovens na comunidade Vila Moisés, no Cabula (BA) foram execuções promovidas por PMS; as ameaças à cantora, compositora e deputada estadual Leci Brandão por se manifestar contra projeto que proibia o uso de animais em rituais religiosos; a retirada violenta de jovens e de uma mulher negra - a jornalista Luka Franca - arrastada por PMs do plenário da Assembleia Legislativa durante protesto contra ...

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    Roda de conversa para a Marcha de Mulheres Negras

    A roda de conversa faz parte da construção da Marcha das Mulheres Negras que vai acontecer em Brasília dia 18 de Novembro de 2015. no  COMULHER Comunicação Mulher  via Guest Post para o Portal Geledés Música completa do vídeo: Negras em Marcha de Luana Hansen "A Mulher Negra vai marchar contra os Racistas Pra acabar de vez com a história dos Machistas Pelo fim do Genocídio da Juventude Negra Acontece todo dia não finja que não veja Onde a parcela mais oprimida e explorada da Nação Luta diariamente contra a Criminalização Quer moradia Digna, Educação e Saúde. Pelo Tom de pele ninguém nunca te julgue Cansada de uma Mídia Sexista e Racista Que só promove a Violência física Anônimas,Famosas, Afro- Latinas Brasileiras. São suas as vitórias,Grandiosas Guerreiras. Lutando por suas Terras oh Mulheres Quilombola Trazendo a Ancestralidade em cada Aurora Marchamos Mulher Negra contra o Racismo e Violência Pois todas nós juntas sim ...

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