terça-feira, dezembro 1, 2020

    Tag: Rocinha

    Não vamos desistir!

    Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo. (Paulo Freire) Por Marcos Barros, do FavelaDaRocinha.com Foto: Reprodução/FavelaDaRocinha.com 29 de junho de 2017: O Pré-Vestibular Comunitário da Rocinha perde um de seus alunos para a violência: Renan Neves foi assassinado ao sair do curso e ir para casa. 17 de setembro de 2017: Sete alunos do Pré-Vestibular Comunitário da Rocinha são impedidos de fazer o segundo exame de qualificação para o vestibular da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – Uerj – surpreendidos por uma guerra na favela, às 6h da manhã. Soubemos que além de nossos alunos, outros cinco moradores da Rocinha de um pré-vestibular que fica na Gávea e de outras pessoas que estudaram por conta própria ou em outros pré-vestibulares também tiveram seus sonhos de buscar uma vaga na Uerj adiados por causa dessa guerra que não é nossa. A Uerj se ...

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    Moradores fazem manifestação contra fechamento da biblioteca da Rocinha

    Moradores da Rocinha fizeram um ato nesta quarta-feira (28) contra o fechamento da Biblioteca Parque C4 Rocinha. A passeata começou às 16h em frente à biblioteca e seguiu até a passarela, com a participação de moradores, artistas e produtores culturais. Fonte: Jornal do Brasil por, Davison Coutinho O fechamento da biblioteca é resultado da crise que afeta o estado do Rio de Janeiro e o contrato com a organização social que a administra se encerra no fim deste mês. A biblioteca foi inaugurada em 2012 pelo então governador Sergio Cabral. O espaço é uma reivindicação antiga dos moradores e atendia diversos leitores, estudantes e grupos culturais, oferecendo diversas atividades culturais. Mais uma vez, a população é quem paga a conta. Por culpa da corrupção de um governo que afundou o estado, os moradores da Rocinha vão pagar pelos vestidos, jóias, lanchas, mansões e guardanapos que nunca usaram. O movimento #SOMOSC4 divulgou o seguinte ...

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    Britânico cria escola de inglês gratuita na Rocinha

    Jody King, 30 anos, nascido em Newcastle, na Inglaterra, abriu na Rocinha a “Favela Phoenix“, escola gratuita que dá cursos de inglês para 20 moradores da favela. Segundo reportagem do jornal Fala Roça, a meta de Jody é atender 40 pessoas nos próximos meses com a introdução de aulas à noite. Morando no Brasil há 3 anos, Jody percebeu a baixa qualidade do ensino público, e pensou em um projeto que poderia beneficiar os moradores da comunidade que o recebeu tão bem. “Eu tinha o apoio de amigos e familiares na Inglaterra, que poderiam ajudar financeiramente o projeto na Rocinha. Eu queria fazer uma escola de Inglês porque eu falo inglês nativo e iria beneficiar os moradores”, conta ele Por Michel Silva, do Brasil 247  Seja a mudança que você quer ver no mundo. Inspirado no pensamento de Mahatma Ghandi, o britânico Jody King, 30 anos, decidiu criar o “Favela ...

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    Tuberculose na Rocinha expõe o Brasil que estacionou no século XIX

    Favela do Rio de Janeiro tem uma das maiores taxas de incidência da doença no país Por FELIPE BETIM, do El Pais O sol forte que ilumina o Rio de Janeiro não chega na casa de Maria Irenice Silva, moradora da favela da Rocinha de 30 anos. Ela vive com a pequena Maria Victoria, sua filha de dois anos, em um cubículo no chamado “beco dos malucos”, onde a sombra é permanente e a única iluminação vem das lâmpadas automáticas instaladas do lado de fora —inclusive ao meio-dia de um sábado de agosto. Sua casa é térrea, embaixo de várias outras, e fica no final da descida dessa estreita passagem. O forte cheiro de mofo, que cobriu todas as paredes ao longo dos anos, talvez décadas, se mistura com o da vala de esgoto que corre do lado de fora. O teto é baixo. A única janela, minúscula, está fechada com uma ...

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    Eleita da cidade maravilhosa: carioca da Rocinha é a nova rainha do RIO450

    Rafaella Lemes é a musa oficial das comemorações do aniversário de 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, que acontece em março de 2015. Por Karyn Mota Do Ego Representando o bairro da Rocinha, a modelo Rafaella Lemes, de 22 anos, venceu na noite deste sábado, 17, o concurso Rainha Rio450, que aconteceu no Centro Cultural João Nogueira, no Méier, na Zona Norte do Rio. As candidatas do Complexo do Alemão, Beatriz Madalena, e do Méier, Adriana Vilarde, ficaram em 2º e 3º lugar, respectivamente. Em entrevista à imprensa, Rafaella se mostrou emocionada com a vitória. "Durante a preparação para esse concurso, aprendi tanta coisa que eu já tinha ouvido, mas que não fazia sentido na minha cabeça. É um sonho pegar esse legado de rainha, representando o Rio, representando a Rocinha, onde eu nasci e sempre morei." Candidata da Rocinha é coroada como Rainha Rio450 (Foto: Roberto Teixeira / EGO) ...

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    Artigo revolta morador da favela da Rocinha

    O infeliz artigo de Silvia Pilz, em que ela humilha e estigmatiza a população que na última década começou a ter acesso a serviços antes reservados às elites, causa revolta em muitas pessoas. Davison Coutinho, 24, morador e líder comunitário da Rocinha, criticou o texto da jornalista: "Essa senhora reprova e exclui o outro apenas por não ser da mesma classe social que ocupa e, por isso, faz declarações ignorantes. Em meio aos problemas de guerra que vivemos no mundo, precisamos de mais tolerância e amor e não perder tempo lendo ofensas intolerantes e discriminatórias. Não toleramos mais um país ou uma cidade partida por preconceitos" Do Brasil247 A jornalista Silvia Pilz publicou ontem em seu blog o artigo "O plano cobre", onde ela destila todo seu preconceito contra as classes populares que nos últimos anos começaram a ter acesso aos serviços de saúde antes reservados às elites. Seu artigo atiçou a fúria ...

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    Rocinha repudia comportamento de Bolsonaro e seu fascismo

    Rocinha repudia comportamento de Bolsonaro e seu fascismo

    Um dos problemas mais graves de violência no Brasil é o estupro, Segundo a Secretaria de Políticas para as Mulheres, uma mulher sofre violência a cada 12 segundos no país. Com tamanha violência, como pode um parlamentar ironizar essa violência contra mulher? Por Davison Coutinho As mulheres, aliás ninguém, merece um individuo como este como nosso representante. Em um lugar onde deveriam se valer as leis, um parlamentar não pode ter uma conduta que fere a dignidade das pessoas, com esse discurso de ódio, preconceituoso e machista que desrespeita a Constituição Federal. Segundo o Ipea, mais da metade das vítimas de estupro no Brasil são menores de 13 anos, ou seja são crianças que são violentadas, um assunto grave que precisa ser tratado com muito respeito e que destrói a vida de muitas mulheres que são vitimas de agressores que não sabem respeitar uma mulher, assim como muitos outros sujeitos. O ...

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    A vez do morro

    A vez do morro

    Xandra Stefanel Jovens de comunidades combatem a exclusão simbólica dos mapas oficiais e digitais e se inserem na cartografia das cidades “A Rocinha é considerada bairro desde 1993, só que quando você olha no Google não tem nenhuma rua registrada, só aquelas ruas da entrada. Não tem a Laboriaux, não tem a rua da Caxopa, ruas tradicionais que todo mundo conhece. A Rocinha é conhecida internacionalmente e não tem nada no Google?”, questiona o jovem jornalista comunitário Michel da Silva, morador desta que é uma das maiores e mais populosas favelas do Brasil, na zona sul do Rio de Janeiro. A vez do morro Em tempos que as ferramentas de busca pela internet e os sistemas de posicionamento global (ou GPS, da sigla em inglês) fazem cada vez mais parte do cotidiano de milhares de pessoas, o fato de não “existir” no mapa reforça o sentimento ...

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    amarildo

    Onde está Amarildo? por Eliane Brum

    O fato de o ajudante de pedreiro ser visto como “boi” pode ter ajudado a fazer do seu desaparecimento um protesto. Os conhecidos chamavam Amarildo de “boi”. Porque fazia a proeza de carregar dois sacos de cimento nas costas, apesar de magro e quase baixo, em seu pouco mais de 1,70 metro de altura. Porque era também quem carregava os doentes nas costas, tirando-os de dentro da favela e vencendo as escadarias da Rocinha. De todas as descrições de Amarildo, é a do boi a mais marcante, a infinitamente repetida. É como boi que o enxergavam. Boi, não touro. E esta, talvez, seja parte da tragédia. A que começou muito antes do derradeiro crime. Passei quase duas semanas sem acesso à internet, telefone ou qualquer notícia, numa viagem de trabalho. Não vi o Papa. Quando voltei, descobri que precisava saber onde estava Amarildo. Que, para muitos, o Papa não tinha ...

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