segunda-feira, julho 6, 2020

    Tag: tecnologia

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    Por que faltam mulheres negras no mercado de tecnologia?

    O setor de Tecnologia e Inovação se torna mais relevante a cada dia, no entanto, a diversidade segue sendo um problema na área. A Sputnik Brasil conversou com Silvana Bahia, que coordenou o Pretalab, uma pesquisa que mapeou e discutiu a presença de mulheres negras e indígenas no mercado de tecnologia brasileiro. Do Sputnik News © Olabi/Safira Moreira O projeto PretaLab nasceu em 2016 com dois objetivos, segundo conta Silvana Bahia. Em 1º lugar, queria mostrar às pessoas onde estão as mulheres negras e indígenas dentro do mercado de tecnologia e inovação. E em 2º lugar, criar uma campanha que incentivasse a presença de mais mulheres desses grupos sociais na área. "A gente lança a PretaLab querendo mapear, encontrar mais mulheres, e duvidando que não tinham mulheres negras, ou que não tem mulheres negras trabalhando, lidando com tecnlogia. A intenção era mostrar que existiam essas mulheres e dizer que ...

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    imagem: video vidas negras ONUmulheres

    Mulheres negras usam tecnologia para enfrentar racismo

    A campanha Vidas Negras da ONU Brasil conversou com três mulheres negras que enfrentam as desigualdades raciais usando ciência e tecnologia. no ONU Mulheres imagem: video vidas negras ONUmulheres Lana de Souza trabalha numa plataforma que recebe vídeos registrando abusos de agentes do Estado. Juliana Marques, da Rede Umunna, participa de uma iniciativa criada para difundir informação quantitativa e qualitativa sobre a presença de mulheres negras em espaços de tomada de decisão. Silvana Bahia lidera um projeto cujo objetivo é estimular a entrada de mais mulheres negras nas diferentes áreas de tecnologia.  A campanha Vidas Negras da ONU Brasil conversou com três mulheres negras que enfrentam as desigualdades raciais usando ciência e tecnologia. Lana de Souza trabalha numa plataforma que recebe vídeos registrando abusos de agentes do Estado. Juliana Marques, da Rede Umunna, participa de uma iniciativa criada para difundir informação quantitativa e qualitativa sobre ...

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    Sexo com robôs: insípido, inodoro e indolor

    O interesse dos homens pelos novos robôs sexuais é a última etapa de uma longa história de desumanização das mulheres, que começou na escravidão e foi perpetuada pela pornografia. Mas qualquer sugestão de que isso seja aceitável deve ser rejeitada pelas nossas democracias Por Kathleen Richardson Do Época Negocios (ILUSTRAÇÃO: MARCEL LISBOA) O filme Substitutos (2009) se passa em uma sociedade futurista na qual os seres humanos permanecem em suas casas, mas se relacionam com o mundo, e entre si, por meio de avatares robóticos. É um mundo onde as doenças sexualmente transmissíveis não existem mais, porque os robôs não podem contraí-las, e os seres humanos não fazem mais sexo. No futuro imaginado em Substitutos, os humanos não têm mais nenhum tipo de relacionamento interpessoal – a não ser aqueles mediados por máquinas. Será que o filme nos diz algo sobre o rumo que nossas sociedades contemporâneas ...

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    Pesquisa: 51% das mulheres na área de tecnologia já sofreram discriminação

    O site de recrutamento Catho divulgou hoje uma pesquisa, realizada em colaboração com a UPWIT, sobre as condições de trabalho de mulheres na área de tecnologia. De acordo com o levantamento, realizado com mais de 1.000 profissionais do setor entre janeiro e fevereiro de 2018 (632 homens e 396 mulheres), mais da metade das mulheres da área (51%) disseram já ter sofrido discriminação em seu ambiente de trabalho por causa de gênero. Por Gustavo Sumares Do Olhar Digital (Foto: Olhar Digital) Dentre todas as entrevistadas, apenas 11% disseram acreditar que a diversidade de gênero é uma prioridade nas organizações onde trabalham. 46,6% delas acreditam que as oportunidades de crescimento em suas empresas são ruins ou péssimas, e apenas 3% consideram que essas oportunidades são excelentes. O site de recrutamento Catho divulgou hoje uma pesquisa, realizada em colaboração com a UPWIT, sobre as condições de trabalho de mulheres na área ...

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    A geração smartphone, que bebe menos álcool, faz menos sexo e não está preparada para a vida adulta

    Jovens que cresceram na era dos smartphones estão menos preparados para a vida adulta, segundo uma pesquisa americana. Da BBC  Jovens da Geração Smartphone são menos rebeldes, mais solitários e menos felizes   A chamada "geração smartphone", daqueles que nasceram após 1995, vem amadurecendo mais lentamente que as anteriores. Eles são menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos. Suas conclusões estão no recém-publicado livro iGen: Why Today's Super-Connected Kids are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy - and Completely Unprepared for Adulthood (iGen: Por que as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes - e completamente despreparadas para a vida adulta, em tradução livre), com os resultados de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens americanos e entrevistas em profundidade. Em entrevista à ...

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    E se os computadores aprenderem a ser racistas?

    Parece ficção científica, mas isso já está acontecendo. O cenário atual é de redes sociais reproduzindo livremente conteúdo de ódio por Paulo Rogério Nunes no Meio Mensagem Segundo Nelson Mandela, ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, as pessoas “aprendem” a odiar. Em um mundo cada vez mais hiperconectado, a pergunta que fica é: e as máquinas podem aprender a ser racistas? Estamos caminhando para uma nova, e ainda mais assustadora, fase do racismo? Parece ficção científica, mas isso pode já estar acontecendo. O cenário atual é de redes sociais reproduzindo livremente conteúdo de ódio, comunidades marginalizadas por plataformas de mobilidade urbana, tecnologias que não reconhecem pessoas de pele negra e banco de imagens que reforçam estereótipos. E pode ainda ficar pior quando a automação, machine learning e a inteligência artificial ficarem ainda mais populares. Um relatório publicado em 2016 pelo Citibank, em parceria com a Universidade ...

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    Goose Island defende a inclusão das mulheres na tecnologia e ciências

    A Goose Island Sisterhood, confraria de mulheres que estimula o engajamento em temas diversos e cria cervejas especiais, com a renda revertida integralmente para instituições que defendam causas importantes para o gênero, acaba de lançar seu segundo rótulo. Enedina, uma homenagem à primeira engenheira negra do Brasil, terá 100% da renda revertida para o coletivo Maria Lab. no Homem Cerveja “Após o sucesso da Carolina, primeira cerveja que criamos juntas para ajudar o coletivo de mulheres negras Di Jejê, em discussão com as participantes da Confraria que atuam em áreas de tencologia e ciências, achamos que este era o momento de darmos luz à disparidade da mulher neste universo”, explica Beatriz Ruiz, gerente de conhecimento cervejeiro da Ambev e criadora da confraria. Enedina Alves Marques foi a primeira mulher a ter graduação em Engenharia no estado do Paraná, formada pela Universidade Federal do Paraná, e primeira engenheira negra do Brasil. ...

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    A jornada da mulher no mundo da tecnologia

    Acontece neste sábado o Mulheres Líderes na Tecnologia, evento promovido pela UPWIT (Unlocking The Power of Women for Innovation) em parceria com o Coletivo Mola e Cia de Talentos. Com 8 horas de duração e tendo como espaço o inspirador CUBO, o encontro tem como proposta oferecer mentoria e orientação de carreira para mulheres que estão em busca de oportunidades no ramo de tecnologia e aprimoramento às estratégias das empresas para a contratação de mais mulheres para as suas áreas de TI. Do Medium  Dessa forma, o evento acontecerá em dois momentos: no período da manhã será realizado o Painel Mulheres Líderes na Tecnologia, onde as participantes conhecerão a trajetória de mulheres inspiradoras no mundo da tecnologia, como Nina Silva, que possui 15 anos de experiência com TI e atualmente é gerente de projetos na Honda e participante do SAP Global Committee; Juliana Glasser, programadora e maker, fundadora da Carambola ...

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    FaceApp é acusado de “clarear” usuários e se desculpa por racismo

    A popularidade pode ter um gosto amargo. E o aplicativo FaceApp vem "provando" desta máxima. Um dos assuntos virais desta semana, o app, disponível para Android e iOS, tem uma média de 700 mil downloads diários. O aplicativo usa redes neurais para modificar imagens - envelhece, rejuvenesce e faz até Monalisa mostrar os dentes. A polêmica está em um dos filtros do FaceApp. no Notícia a Cada Minuto Antes intitulado "hot" (sexy, em português livre), o recurso teve o nome mudado para "spark" (brilho). A função é a mesma: deixa o fotografado com a pele mais branca. Posts com frases como "O FaceApp é divertido, até você notar que é racista", começaram a pipocar nas redes sociais. Desenvolvedora do app, a Wireless Lab OOO, se desculpou, por Twitter e pela Apple Store, por ter criado "Inteligência Artificial racista". "Nossas desculpas por este problema inquestionavelmente sério. É um efeito colateral indesejável ...

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    “Quantas mulheres negras você conhece trabalhando com tecnologia e inovação?”: #PretaLab!

    Outro dia, assistindo ao Tedx da Rapper Preta Rara “Eu empregada doméstica” fiz algumas reflexões sobre as possibilidades que nós mulheres negras e indígenas temos no mundo do trabalho. Assim como a Preta Rara, sou filha e neta de mulheres que trabalharam a vida inteira como empregadas domésticas e também contrariei as estatísticas quando não me tornei uma. Fiquei pensando em como é difícil sonhar ser algo que você nem imagina que é possível. Por Sil Bahia Do Agora e que são Elas Ter exemplos que inspiram e ampliam repertórios e as possibilidades é parte importante da nossa educação e influencia o lugar que aspiramos ocupar no mundo. Desde que, há um ano, comecei a trabalhar no Olabi, organização referência na promoção da descentralização do fazer tecnológico, venho percebendo como isso influenciou outras meninas e mulheres negras a me procurar e pensar que atividades ligadas a esse universo poderiam ser um ...

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    Google lança novas ferramentas tecnológicas e novos produtos a nível mundial

    Presidente da Google Brasil, Fábio Coelho, anunciou 12 lançamentos em evento realizado em São Paulo Foto: Reprodução/A Critica Por Cinthia Guimarães Do A Critica O brasileiro é apaixonado por Internet e o Brasil é um dos mais importantes mercados do mundo no uso da tecnologia e produção de conteúdo para a web. Foram essas afirmações que o presidente do Google Brasil, Fábio Coelho, usou para anunciar 12 lançamentos de novas ferramentas das empresas e programa de investimento, durante o evento Google For Brasil, realizado na manhã desta quarta-feira (22), em São Paulo, no auditório do Parque do Ibirapuera. Entre os anúncios estão o assistente do Google em português  (semelhante ao Siri, da Apple), o app Allo de compartilhado de arquivos (concorrente do WhatsApp), o Busca, aperfeiçoamento do mecanismo mais utilizado do Google, de forma a oferecer aos usuários de assuntos de interesse com fonte; Cultura Institute, lançamento ...

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    É hora de desligar o celular

    Desconectar é um direito. Desconectar do trabalho, desconectar do celular. Daí a necessidade de reconhecer o direito a desconectar Por JOSEBA ELOLA, do El Pais Hipnotizados. De cabeça baixa. Absortos com a tela, pulando de uma conversa do WhatsApp para outra, num esforço para responder às mensagens que se amontoam. Checando a bolinha vermelha do Facebook, o email, o Snapchat, a última curtida no Instagram. Pendentes também do grupo de mensagens instantâneas que o chefe inventou de criar para passar instruções a qualquer momento, na hora que for, tanto faz, vamos estar sempre aí, disponíveis, acessíveis, localizáveis, preparados para vestirmos o macacão do funcionário disposto. Essa é a norma que aparentemente se impôs na cultura trabalhista (e das relações sociais) sob a luz das novas tecnologias; algo sobre o que, talvez, não tivemos muito tempo para refletir. É possível viver assim? É conveniente? A hiperconectividade se instalou sem regras de etiqueta, ...

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    7 empreendedores negros transformadores no mundo dos negócios e da tecnologia

    Para honrar os homens e as mulheres negras que estão abrindo o caminho para um futuro melhor, destacamos o trabalho de indivíduos merecedores que estão se esforçando para tornar o mundo um lugar mais e inclusivo para as gerações vindouras. Destacamos sete empreendedores no mundo dos negócios e tecnologia que estão inovando e mudando. Esperamos que você admira seu ativismo. no HuffPost Brasil Porter Braswell e Ryan Williams | Co-fundadores da Jopwell Porter Braswell e Ryan Williams são dois empresários que tomaram a decisão incrivelmente ousada de deixar seus empregos em Wall Street para fundar uma empresa que tem o potencial de mudar a diversidade no mundo corporativo. A plataforma criada pela dupla, Jopwell, fez parceria com algumas das empresas mais bem sucedidas dos Estados Unidos para ajudar pessoas negras a encontrarem estágios e empregos competitivos no mundo corporativo. O programa de recrutamento, lançado em 2014, ajudou milhares de minorias a ...

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    Cabe às mulheres parar de reclamar e mostrar que ‘podem fazer’, diz executiva da Amazon

    A americana Teresa Carlson se tornou uma das mulheres mais importantes no mundo da tecnologia sem saber o que era programação. Por Ingrid Fagundez, da BBC Nos anos 1990, quando recebeu a primeira proposta para trabalhar na área, em uma pequena empresa de softwares, sua resposta foi direta: "Não sei nada sobre tecnologia, sou uma burocrata do papel". Semanas antes da oferta, Carlson fazia a reabilitação de pacientes com derrames ou outros problemas prejudiciais à fala. Era especialista em distúrbios de comunicação, mas não estava satisfeita no posto. "Sentia que estava no (filme) Feitiço do Tempo, todos os dias eram iguais. Então disse: vou mudar de carreira. Escrevi um currículo e mandei para um amigo." Anos depois, a empreitada deu certo. Vice-presidente global de Setor Público da Amazon Web Services (plataforma de computação na nuvem oferecida pela Amazon) e com passagem pela Microsoft, ela foi reconhecida como uma das "Pessoas ...

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    André Rebouças (1838-1898)

    Negros na Ciência e na Tecnologia

    Ciência Negra para a descolonização do saber "Negro é arte, é cultura Negra é fé... Axé! Negro tem talento Tem bravura" texto de Carlos Machado, Ilustração de Márcio Mariano no  O Menelick O refrão contagiante da música Batuque, A Força de Uma Raça, samba-enredo da Escola de Samba Leandro de Itaquera no carnaval paulistano de 1992, sempre vinha em minha mente quando eu pensava sobre a influência negra na sociedade brasileira, e esta composição me fazia pensar: nós, negros e negras, influenciamos o Brasil apenas na música e no esporte? Qual é o papel da ciência dentro de uma cultura? A importância de refletir sobre as perguntas acima é que sem saber das respostas que elas suscitam, podemos compreender muito pouco do mundo em que vivemos. A quase totalidade dos nossos pensamentos, de nossas convicções e também dos nossos valores, se inscreve nas grandes visões do mundo já elaboradas e estruturadas ao ...

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    PLP2.0 Vencedor do prêmio Oi tela viva móvel 2016 na categoria Utilidade Pública

    O Geledés Instituto da Mulher Negra e Themis Gênero e Justiça e Beelive Creative Developers agradecem a todos que apoiaram e fizeram parte da construção da solução, que o projeto PLP2.0 vencedor do Google Social Award Brasil 2014, foi escolhido como melhor aplicativo de 2015 na categoria utilidade pública, por escolha do júri. O PLP2.0 foi finalista em duas categorias e ganhou na categoria utilidade pública, por escolha do júri, isso significa que especialistas avaliaram o aplicativo e ele foi considerado o melhor na sua área publicado em 2015. Conheça os vencedores do 8º Prêmio Oi Tela Viva Móvel Em cerimônia na noite desta terça-feira, 3, durante o 15º Tela Viva Móvel, foram anunciados os vencedores do 8º Prêmio Oi Tela Viva Móvel. Confira abaixo a lista dos ganhadores em cada uma das dez categorias: Categoria: Educação Voto popular: TIM Kids Criar, da FS Escolha do júri: PlayKids Stories, da Movile ...

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    Reduzindo a disparidade de gênero na indústria da tecnologia

    Acabo de voltar do encontro anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, onde líderes do mundo inteiro se reuniram para discutir as implicações de uma nova revolução industrial. Esta quarta revolução industrial (depois das provocadas pelo motor a vapor, pela eletricidade e pelos eletrônicos) está usando a tecnologia digital para revolucionar quase todas as partes de nossas vidas num ritmo sem precedentes, de carros que andam sozinhos a assistentes baseados em inteligência artificial. Por Susan Wojcicki, no HuffPost Brasil  Uma das maiores implicações, detalhada no relatório The Industry Gender Gap (a disparidade de gênero na indústria, em tradução livre), é o prejuízo que essa revolução pode causar para o progresso das mulheres, pois elas têm pouca representação no setor de tecnologia. As forças de mercado estão transformando indústrias, favorecendo habilidades técnicas, e as mulheres respondem por apenas 26% dos empregos. Pior ainda, elas só tendem a conquistar um emprego de CTEM ...

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    Em tempos de constante conectividade, tecnologia tornou-se ferramenta para "atacar mulheres e meninas", alertou a ONU

    Conectadas e violentadas: como a tecnologia é usada para perpetrar abusos contra mulheres

    Quando a atriz britânica Emma Watson fez campanha a favor da igualdade entre gêneros na ONU (Organização das Nações Unidas), ela não sabia que estava tornando a si própria um alvo da perseguição por uma turba global. Por Valeria Perasso, do UOL Tampouco sabia a desenvolvedora de jogos Zoe Quinn que ela seria vítima de abusos por entrar num mundo predominantemente masculino --a campanha de ódio, chamada "Gamergate", começou quando seu ex-namorado a acusou de ter conseguido uma boa cobertura da mídia de um de seus jogos ao oferecer favores sexuais. O que veio depois foi um assédio misógino de outros jogadores online, inclusive com ameaças de estupro e morte. De forma similar, a atriz americana Jennifer Lawrence tornou-se vítima de um "crime sexual" depois que fotos em que estava nua foram vazadas e distribuídas pelo mundo digital. Como estes, há muitos outros exemplos: em tempos de constante conectividade, a tecnologia virou ...

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    Elas são a prova: a Campus Party é lugar de mulher, sim!

    Muita gente ainda acha que Campus Party é um lugar só de homens e nerds. Pelo pouco tempo que já passei aqui, posso afirmar pra vocês que as coisas andam bem mudadas. Sim, há muitos nerds, como também tem muita gente que não entende nada de computador e vem pela "zoeira" e pelo café ilimitado. Por Maria Cazé Do Brasil Post Outro erro é achar que não tem mulher na Campus, ou criar um estereótipo em cima delas. Cada vez mais, o universo feminino vem se interessando por jogos, programação, design e conseguindo seu espaço no mercado de trabalho. E são mulheres muito bem resolvidas, sim, obrigada! Mulheres que trazem seus filhos e que deixam o marido em casa, mulheres solteiras, mulheres que acompanham seus namorados, mulheres de todos os tipos que vem se aventurar no mundo de possibilidades que a Campus tem para oferecer.      

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    Viva a igualdade, com diversidade

    Na última segunda, Demi Getschko, um dos pioneiros da internet no Brasil e atualmente diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), responsável pelos censos nacionais de internet e pelo financiamento de pesquisas sobre o tema no Brasil, publicou no Estadão o texto "Viva a diferença!", sobre questões de gênero no setor de Tecnologias da Informação. Entre os argumentos centrais, Demi afirma que "sobrevivemos e evoluímos darwinianamente para nos tornarmos o que somos. Fatores culturais são importantes e é vital sua revisão cuidadosa, mas isso não passa por ignorar a biologia." Por Coding Rights Do Brasil Post Tal argumento é utilizado para refutar campanhas que visam a "distribuição igual nas ocupações entre sexos", o que Demi considerou "errado" e "perigoso", por tender à homogenia. Mas, na percepção de muitas e muitos, essas afirmações também podem ser consideradas "erradas" e "perigosas". Demi é um pensador respeitado e que, por ...

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