Tag: #vidasnegrasimportam

    Reprodução/Instagram

    Lewis Hamilton participa de protesto antirracista em Londres

    O hexacampeão da F-1 Lewis Hamilton foi às ruas de Londres neste domingo (21) para participar de manifestações contra o racismo. O inglês de 35 anos, único piloto negro na principal categoria do automobilismo, se juntou aos manifestantes que protestam desde a morte de George Floyd, americano negro que morreu após ser sufocado por um policial branco em Minneapolis, nos Estados Unidos, no dia 25 de maio.   Ver essa foto no Instagram   Went down to Hyde Park today for the peaceful protest and I was so proud to see in person so many people of all races and backgrounds supporting this movement. I was proud to be out there acknowledging and supporting the Black Lives Matter movement, and my black heritage. I was so happy to see people of all ages, sporting Black Lives Matter signs and saying it just as passionately as I was. I was also ...

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    Criança participa de marcha no Central Park West em celebração ao Juneteenth em Nova York (Foto: Reuters/Andrew Kelly)

    ‘Juneteenth’, o dia da emancipação dos escravos nos EUA 

    Washington, 19 Jun 2020 (AFP) - O chefe do exército da Confederação, Robert Lee, encerrou a Guerra da Secessão nos Estados Unidos assinando a rendição em 9 de abril de 1865, mas foram necessários dois meses para que os escravos de Galveston, no Texas, fossem informados de que finalmente eram homens livres. Essa data, 19 junho de 1865, foi batizada como "Juneteenth", uma contração da palavra junho e do número 19 em inglês. Também é conhecida como o "Dia do Jubileu" ou o "Dia da Liberdade". O presidente americano Abraham Lincoln havia decretado a libertação dos escravos dois anos e meio antes, ao assinar em 1o de janeiro de 1863 a proclamação da emancipação. Mas o Texas, que como território do sul fazia parte da Confederação, foi o último estado a libertar os escravos. Em Galveston, os escravos receberam a notícia com a chegada das tropas da União, comandadas pelo ...

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    Lanchonete da rede Wendy’s é incendiada após protesto contra racismo e brutalidade policial em Atlanta (Reuters)

    Morte de homem negro causada pela polícia de Atlanta foi homicídio, diz legista

    A morte reanimou os protestos em Atlanta depois de dias de manifestações mundiais contra o racismo e a brutalidade policial desencadeadas pela morte do afro-norte-americano George Floyd sob custódia da polícia de Mineápolis no dia 25 de maio. Uma autópsia realizada no domingo mostrou que Brooks, de 27 anos, morreu devido à perda de sangue e aos ferimentos internos causados por duas feridas de tiros, disse um investigador do instituto médico-legal em um comunicado, que acrescentou que a forma de sua morte foi homicídio. O encontro fatal de Brooks com a polícia aconteceu depois que um funcionário de um restaurante Wendy’s de Atlanta telefonou às autoridades para dizer que alguém havia adormecido no carro na faixa de drive-through. Registrado pela câmera corporal do policial e por uma câmera de vigilância, o encontro pareceu amistoso a princípio, já que Brooks aceitou um teste com bafômetro e falou sobre o aniversário da ...

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    Foto: SILVIA IZQUIERDO / AP

    Um problema de cor

    Vidas negras importam? Não no Brasil, mostram os números e a realidade No último país do continente a abolir a escravidão, o desbalanço entre as raças começa cedo. A depender da cor de sua pele, uma mulher grávida pode ter duas vezes mais risco de morrer no parto. Nascidos, os bebês correm o dobro de risco de perecer antes do primeiro ano de vida. Também se reflete na morte. Os dados mais recentes sobre a diferença entre a expectativa de vida entre negros e brancos, de 2011, sugerem que os primeiros vivem em média cinco anos a menos. Estão mais sujeitos a mortes evitáveis, aquelas que se pode prevenir por ações efetivas dos serviços de saúde. Reflete-se também nas novíssimas doenças: a morte pelo coronavírus, indicam os dados preliminares, cresce desproporcionalmente conforme a tez do paciente. E também aos assassinatos. Apesar da tendência de queda nos números globais do morticínio ...

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    "Vou seguir contribuindo com mais esforços e maneiras de ajudar. Continuem a dizer seus nomes!", finalizou (Foto: Kevin Winter/Getty Images)

    ‘Continuem a dizer seus nomes’, diz Timberlake sobre negros mortos nos EUA

    O cantor Justin Timberlake lamentou a morte de cinco pessoas negras nos Estados Unidos em uma publicação em seu perfil no Instagram na noite de ontem. "O sistema precisa mudar. Ele nos mostrou repetidamente que os negros nos EUA não estão seguros", disse o cantor. "Vou seguir contribuindo com mais esforços e maneiras de ajudar. Continuem a dizer seus nomes!", finalizou. Na publicação, Timberlake começou falando de Rayshard Brooks - "ele não deveria estar morto" -, baleado no estacionamento de um restaurante em Atlanta na última sexta-feira (12). Em seguida, o cantor lembrou os casos de Riah Milton e Dominique Fells, duas mulheres transgênero mortas no país, e Robert Fuller, encontrado pendurado em uma árvore na Califórnia. Timberlake também falou do caso de Breonna Taylor - "ainda estamos esperando justiça" -, uma mulher de 26 anos que foi morta em março por policiais em meio ao cumprimento de um mandado ...

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    Eu nos quero vivos

    Quando eu era criança minha mãe me definia como curiosa, acho que foi o adjetivo que ela encontrou para descrever alguém que queria saber demais. Na verdade eu só busco encontrar um sentido nas coisas, sempre – talvez seja aí que eu fracasse, vai saber. De qualquer forma, depois de dias sem conseguir dizer nada – eu não conseguia respirar – ouvi por aí que agora George Floyd se tornou um mártir Em 2018, aqui no Brasil, foi Marielle Três tiros na cabeça Mártir. Essa palavra fez algo vivo revirar dentro de mim. Não está certo. Por que mártires? Para que? A serviço de quem? A quem beneficia tirar o horror da morte dos nossos corpos e reduzi-los a mártires? Ser mártir justifica uma morte nossa que não tem sentido. É o puro horror daquilo que não cabe em nenhuma categorização porque não tem que caber. Tem que acabar. Eu ...

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    “As pessoas querem ser escutadas” , diz Cherizar Crippen, líder do Black Lives Matter

    Cherizar Crippen é uma das jovens negras líderes do movimento Black Lives Matter (BLM) que está fazendo ferver os Estados Unidos em protestos antirracistas em 50 Estados do país, espalhando a pólvora da indignação pelo mundo, após o assassinato de George Floyd, em Minneapolis. Cherizar é ativista em sua cidade Greensboro, na Carolina do Norte, e o afro-americano Marcos Deon Smith, foi morto pela polícia em 2018. Cherizar, que veio ao Brasil representando o BLM em duas ocasiões, com uma delegação em 2017, e no Fórum Social Mundial, em 2018, conversou com a coluna Geledés no debate após participar de protestos em Greensboro. A jovem estudou no Centro de Pesquisa e Educação Highlander, uma escola de treinamento em liderança em justiça social, e hoje trabalha em cinco organizações diferentes, todas ligadas ao Black Lives Matter. “Meu trabalho inclui advocacia juvenil, comunicação, logística, educação popular, facilitação de estratégias emergentes, coordenação”, conta ela. Nesta ...

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    © REUTERS/Brendan McDermid

    Apoio a movimento antirracismo cresce após morte de George Floyd, diz pesquisa

    O apoio dos americanos ao movimento contra o racismo "Black Lives Matter" (vidas negras importam) aumentou desde o início dos protestos pela morte de George Floyd e superou 50% nas últimas duas semanas, revela uma pesquisa. Floyd, um ex-segurança de 46 anos, morreu no dia 25 de maio depois de ter o pescoço prensado contra o chão pelo joelho de um policial em Minnesota. As imagens e a voz estremecida de Floyd foram compartilhadas na internet e causaram comoção e revolta, com uma onda de protestos que se espalhou por dezenas de cidades dos EUA e outras partes do mundo. Segundo levantamento da agência de pesquisas online Civiqs com mais de 106 mil pessoas, a maioria (53%) é favorável ao "Black Lives Matter", uma diferença de 28 pontos percentuais para os que são contrários. Em 24 de maio, antes da morte de Floyd, a margem era de 17 pontos percentuais ...

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    Tasos Katopodis / Getty Images

    Posicione-se!

    Desde o assassinato de George Floyd, temos visto toda uma movimentação nas redes sociais em defesa das vidas negras, onde as pessoas estão postando imagens, usando hashtags, escrito textos, etc e tudo isso é muito legal e importante. Mas é necessário que essa atitude vá além das redes sociais e não estou falando sobre confrontos físicos, mas sobre mudança de comportamento. Aliás, se fôssemos expressar em palavras os confrontos que têm ocorrido nos EUA, seria exatamente assim: CHEGA! ESTAMOS CANSADOS! "NÃO CONSEGUIMOS MAIS RESPIRAR (adaptado)." Cansados de sorrisos amarelos, de pedidos de desculpas, de "não era essa minha intenção", "eu não fiz por mal", "somos todos iguais", "tenho até amigos negros", "a moça que trabalha lá em casa…", de pessoas falando da NOSSA vivência, de pessoas querendo dizer onde é o nosso lugar e todas as outras justificativas para esconder e fazer perpetuar o preconceito e o racismo. Se você ...

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    iStockphoto

    Pele alva e pele alvo: porque jovens negros continuam sendo vítimas preferenciais da violência

    Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicados em 2019, mostram que houve um aumento de 19% de mortes por agentes policiais, em relação ao ano anterior da pesquisa, sendo que desse montante 99% são homens. O viés racial é evidente: 75% são negros e, entre eles, 78% são jovens e filhos. Esta reportagem é uma reflexão sobre a alta letalidade de jovens negros por causas violentas – justamente, um dos temas priorizados pelo Fundo Baobá no eixo Viver com Dignidade. “Com a experiência escravista, naturalizamos o controle físico sobre os negros e negras em nossa sociedade, de modo que é trivial que um jovem negro seja enquadrado na esquina de sua casa ou mesmo que seja morto barbaramente sem que haja qualquer tipo de consequência política ou social”, destaca Felipe Freitas, doutor em Direito e Sociedade, Conflito e Movimentos Sociais, pela Universidade de Brasília (UnB), e membro do Conselho Deliberativo do ...

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    EDUARDO MUNOZ ALVAREZ/AFP/Getty Images

    Doze dias que abalaram os Estados Unidos

    Deflagrados pelo assassinato de George Floyd pela polícia e alimentados pela relutância das autoridades de Minneapolis em prender e processar os três cúmplices do assassino, os protestos de multidões varreram os estados Unidos como intensidade inédita desde os anos 1960. Em mais de 150 cidades, os afro-americanos e seus aliados encheram as ruas, enfrentando a pandemia de covid-19 e a violência da polícia. Desafiaram séculos de desigualdades de raça e classe, exigindo liberdade de justiça para todos e colocando em xeque uma estrutura de poder racista e corrupta, baseada em repressão violenta. 1. Brechas nas defesas do sistema: Depois de dez dias seguidos na ruas, a indignação popular contra a injustiça sistemática abriu diversas brechas no muro de defesa do sistema. As autoridades legais do estado de Minnesota, onde Floyd foi morto, foram forçadas a prender e indiciar todos os policiais envolvidos, por homicídio de segundo e terceiro graus. Surgiu ...

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    Cornel West (Getty)

    Caso George Floyd: ‘Os EUA são um experimento social falido’, critica filósofo

    Ele foi professor em Yale, Princeton e na Universidade de Paris. Atualmente leciona em Harvard. Escreveu mais de 20 livros sobre questões de raça, herança africana e democracia. West fala de forma provocadora e, nesta entrevista à BBC, compartilha sua visão do que chama de "experimento social falido" nos Estados Unidos, o "legado da supremacia branca" e sua posição enfática em relação ao presidente Donald Trump e à linguagem que o presidente usou para se referir aos manifestantes que saíram às ruas após a morte de George Floyd. Floyd, um homem negro de 46 anos, morreu em 25 de maio em Minneapolis depois que um policial branco pressionou o joelho sobre o pescoço dele por mais de 8 minutos. O evento provocou protestos em dezenas de cidades dos EUA e reviveu o debate sobre o racismo no país. A seguir, veja um resumo de uma entrevista que West deu à ...

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    (Jonathan Alcorn/AFP/)

    Nike anuncia doação de US$ 40 milhões a organizações que combatem racismo

    A Nike anunciou hoje que vai doar um montante de US$ 40 milhões (quase R$ 200 milhões na cotação de hoje) para apoiar iniciativas que combatem o racismo racial. Em um comunicado, a empresa afirmou que o valor será repassado ao longo de quatro anos a organizações que têm como foco a justiça social, a educação e a igualdade social nos Estados Unidos. "O racismo sistêmico e os eventos que têm se desdobrado nos Estados Unidos ao longo das últimas semanas servem com um lembrete urgente da mudança contínua que nossa sociedade precisa. Nós sabemos que vidas negras importam. Nós temos que nos educar mais profundamente sobre os problemas enfrentados pela comunidade negra e entender o enorme sofrimento e a tragédia racial sem sentido que o preconceito cria", disse o presidente da Nike, John Donahoe, no comunicado. A iniciativa vem em meio aos protestos contra o racismo que vêm acontecendo ...

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    (Foto: INSTYLE.COM/BONNIN STUDIO / STOCKSY)

    Como falar com sua família branca sobre racismo – Black Lives Matter

    Como falar com sua família branca sobre racismo. Ser aliado significa ter conversas desconfortáveis. Aqui está como começar. Eventos recentes nos Estados Unidos me deixaram refletindo sobre as inúmeras maneiras pelas quais posso me sair melhor como aliado quando se trata de apoiar a comunidade negra e derrubar os sistemas inerentemente racistas em nosso país. Uma grande parte de ser um aliado não é apenas assumir a responsabilidade por si mesmo e não ser racista, mas trabalhar ativamente para desmantelar o racismo quando você o vê - em outras palavras, conversando com as pessoas em sua vida que ainda fazem comentários ignorantes em resposta ao notícias ou que possuem crenças prejudiciais. 13º O documentário de Ava DuVernay de 2016 explora a criminalização de afro-americanos e o boom da prisão nos EUA. Disponível para transmitir na Netflix. Ou seja, pessoas como meu pai, um homem branco conservador em uma cidade rica que ...

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    Como de costume, Michael Jordan acompanhou o jogo dos Hornets da primeira fila (Foto: Getty Images)

    Michael Jordan doará R$ 497 milhões a organizações engajadas na causa antirracista

    Maior jogador de basquete de todos os tempos e seis vezes campeão da NBA com o Chicago Bulls, Michael Jordan anunciou na tarde dessa sexta-feira, que doará, através de sua marca Jordan Brand, US$ 100 milhões (cerca de R$ 497 milhões) a organizações engajadas na causa antirracista. O auxílio será concedido ao longo dos próximos 10 anos com a intenção de garantir igualdade racial, justiça social e maior acesso à educação.   Ver essa foto no Instagram   Black lives matter. This isn't a controversial statement. We are you. We are a family. We are a community. Michael Jordan and Jordan Brand are committing $100 million over the next 10 years to protecting and improving the lives of Black people through actions dedicated towards racial equality, social justice and education. #JUMPMAN Uma publicação compartilhada por Jordan (@jumpman23) em 5 de Jun, 2020 às 1:37 PDT A doação acontece cinco dias ...

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    Pessoa segura um cartaz com os dizeres 'Black lives matter' ("vidas negras importam", em português) durante um protesto na sexta-feira (29) em Detroit, no Michigan, pela morte de George Floyd. (Foto: Seth Herald/AFP)

    Vidas negras importam! Mas por que precisamos afirmar o óbvio?

    Quando um homem branco, a serviço do Estado, assassina brutalmente um homem negro, sob os olhos do mundo inteiro; quando, mais uma vez, incontáveis tiros da polícia terminam com a vida de uma pessoa negra em uma favela; não é mais possível silenciar as vozes que gritam, no Brasil e no mundo: Vidas Negras Importam! Mas, por que é necessário afirmar que vidas negras importam, já que isso é óbvio? Porque, assustadoramente, não é tão óbvio para muitos brancos, nem para as estruturas racistas da nossa sociedade. A vida – e a morte – de pessoas negras é banalizada na sociedade ocidental, há mais de 500 anos. “A carne mais barata do mercado é a carne negra”, lembra-nos a artista brasileira Elza Soares. Vidas negras são banalizadas quando um agente do Estado mata uma pessoa negra, sem que ela esteja apresentando nenhuma ameaça. A isso chamamos Genocídio da População Negra ...

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    Imagem retirada do site Universa

    Como colaborar com o ‘Vidas Negras Importam’ sem silenciar o movimento

    Os protestos que se espalharam pelos Estados Unidos por causa da morte de George Floyd –segurança de 46 anos, negro, asfixiado publicamente por um policial na cidade de Minneapolis em 25 de maio– ganharam o mundo. Para além da imensa atenção midiática que o movimento #BlackLivesMatter (#VidasNegrasImportam, no Brasil) recebeu a nível global, temos, na mesma proporção, uma onda de adesão a esses discursos nas redes sociais. A princípio, o apoio massivo a essas iniciativas pode parecer uma excelente notícia para o movimento –que precisa muito mesmo de visibilidade. O problema é quando a adesão não passa de ostentação vazia de virtudes e acaba atrapalhando quem, de fato, está se articulando para denunciar atos de racismo. Bom exemplo disso foi a viralização de fotos pretas acompanhadas pela hashtag #blackouttuesday. O objetivo era promover, nas redes sociais, uma espécie de apagão como pausa para reflexão em respeito e solidariedade às vidas ...

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    Jurema Werneck (Foto: Acervo Geledés Instituto da Mulher Negra/ Alma Preta)

    Opinião: As vidas de George Floyd e João Pedro importam

    A cena chocante do segurança George Floyd, 46, sendo asfixiado pelo policial Derek Chauvin na cidade de Minneapolis, noroeste dos Estados Unidos, é uma grave violação de um direito humano fundamental: a vida. Mais grave ainda perceber que a história se repete e a vítima continua sendo negra. Não só na megapotência norte-americana, como também no Brasil. A cada 23 minutos, morre um jovem negro no nosso país, segundo levantamento feito pela Anistia Internacional na campanha Jovem Negro Vivo. A comoção pelo assassinato de George tomou as ruas em protestos nos estados Minnesota, Geórgia, Kentucky, Nova York, Califórnia, Ohio e Colorado. E ainda que sejam legítimas as manifestações e a indignação tenham razão de acontecer, vimos uso excessivo da força por agentes do Estado contra manifestantes. Jornalistas que praticam o direito à liberdade de expressão e reunião foram presos por simplesmente fazer seu trabalho e o presidente dos Estados Unidos, ...

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    “Nos EUA, houve um aumento nas taxas de detenção entre negros e latinos, o que me levou à uma nova pesquisa” diz Natalie Byfield

    Natalie Byfield, de 59 anos, socióloga e professora associada do Departamento de Sociologia e Antropologia da Universidade St. John, em Nova York, deu uma palestra na quarta-feira 28 na FFLCH (USP), São Paulo, sobre um tema que vem há anos pesquisando: a abordagem policial na cidade nova-iorquina e suas consequências para a população negra. A socióloga debruça-se sobre questões como a hegemonia, especificamente a construção e reprodução das desigualdades no mundo ocidental moderno e a resposta da justiça social a elas. Seu trabalho centra a subjugação da negritude em seus exames de opressão e desigualdades sob o capitalismo. Natalie também explora a resistência que contesta essa subjugação. Como ela mesmo contou à coluna Geledés no debate, seus estudos começaram quando era repórter e realizou a cobertura jornalística do caso Central Park Five, que ficou internacionalmente conhecido por ser marcado pela ausência de evidências sobre a culpabilidade de cinco adolescentes negros ...

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    “Mercado de trabalho desperdiça oportunidade por não dar as mesmas possibilidades para trabalhadores negros”, diz especialista

    O racismo chegou no Brasil pelo mar. Atracou por aqui conduzindo navios que carregaram, por quase quatro séculos, cerca de 5 milhões de pessoas (famílias inteiras negras). Arrancadas de seus países de origem, tiveram suas histórias e raízes negadas para servir à corte portuguesa, mas especialmente aos grandes proprietários brasileiros, da maneira mais violenta que existe: escravizados. Com forte acento na efetivação do mercado transatlântico de escravos, o Brasil foi o país que mais importou africanos no período da escravidão, um título que, além de vergonhoso, reverbera pelos séculos da história do país até hoje em todos os campos. Há uma série de esforços internos de vários países e destes em coletivo com vistas a equiparar os direitos negados às populações negras por meio de pressão internacional com tratados construídos desde 1945 compondo um amplo arcabouço de direitos humanos. Mais especificamente falando de equidade racial, estão a Convenção Internacional sobre a ...

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