quinta-feira, agosto 6, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Educação'

    Instituições de ensino superior privado sucatearam seu ensino, realizando centenas de demissões (EBC)

    Pandemia desmascara modelos de negócio da educação privada

    Carreatas de escolas particulares por volta às aulas e demissões em massa nas universidades privadas. Essas ações, em meio à pandemia do novo coronavírus, mostram que parte das instituições de ensino não tem compromisso com a educação, apenas com seu próprio modelo de negócio. A avaliação é do presidente da Federação dos Professores de São Paulo (Fepesp), Celso Napolitano. “Nessa pandemia, algumas questões estão aflorando. Há escolas que estão mostrando que são só atividades de negócios, nada a ver com educação. É a mercantilização do ensino”, afirmou Celso, em entrevista à jornalista Marilu Cabañas, da Rádio Brasil Atual. Volta às aulas A volta às aulas presenciais na educação básica da cidade de São Paulo, proposta pelo prefeito Bruno Covas (PSDB), está em debate na Câmara Municipal. A ideia da prefeitura é retomar as atividades em setembro. Professores, no entanto, são contrários à medida prevista no Projeto de Lei (PL) 452/20. ...

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    Maria Isabel Gonçalves é professora de um colégio público no município de Boninal, na Chapada Diamantina (Foto: Acervo Pessoal)

    Professora baiana vence prêmio mais importante da educação brasileira

    Uma ideia pode mudar o mundo. E foi assim que a professora Maria Isabel dos Santos Gonçalves levou o nome da pequena cidade de Boninal, na Chapada Diamantina, para todo o Brasil. Isso porque ela foi uma das vencedoras do Prêmio Educador Nota 10 - maior e mais importante prêmio da Educação Básica Brasileira e que desde 1998 premia iniciativas feitas por profissionais da educação dentro de sala de aula. Aos 33 anos, Maria Isabel é nascida no povoado de Duas Passagens, a 60km de Boninal, e por lá foi criada. Sem energia elétrica, subindo em árvore e tomando banho de rio. As novelas das 21h eram os causos contados por sua mãe e sua bisavó Iaiá Lia: rezadeira, parteira e líder da região de Umburana que foi a inspiração para o seu projeto vitorioso chamado ‘As filosofias de minha avó: poetizando memórias para afirmar direitos’. "Com 30 anos minha ...

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    Getty Images/iStockphoto

    Fundeb representa mais de 80% da verba de educação de 2.022 municípios brasileiros, aponta estudo

    Levantamento feito pelo Laboratório de Dados Educacionais (LDE) com base em dados da Secretaria do Tesouro Nacional, obtido com exclusividade pela GloboNews, aponta que o dinheiro do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) representa mais de 80% de total investido em educação por 2.022 prefeituras do país. Essas cidades possuem 8,4 milhões de estudantes matriculados. O LDE é um grupo formado por pesquisadores das universidades federais de Goiás (UFG) e do Paraná (UFPR). Os pesquisadores analisaram dados do Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) de 2019. De acordo com o autor do levantamento, Thiago Alves, coordenador do LDE e professor da Universidade Federal de Goiás (UFG), essas pouco mais de 2 mil cidades fortemente dependentes do Fundeb concentram "35% das matrículas ofertadas pelas redes municipais brasileiras, ou seja, mais de 1 a cada 3 matrículas". As redes municipais possuem 23,9 ...

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    Embaixada Copa Lord  (Foto: Marco Santiago/ND)

    Educação matemática no samba que faz escola

    Que as escolas de samba nos presenteiam todo ano com o maior show da terra – como Didi e Mestrinho eternizaram no samba-enredo da União da Ilha do Governador em 1982 – já sabemos. Também sabemos que as agremiações são espaços de resistência e reinvenção, como bem sintetizaram Evandro Salles, Nei Lopes, Clarissa Diniz e Marcelo Campos. Sabemos, ainda, que o samba é um bonito modo de viver, como diz o poeta Nelson Sargento. Mas será que sabemos que as escolas de samba também são potentes espaços educativos, onde se desenvolvem práticas e aprendizagens (matemáticas)? Imagine se, para além do que já é sabido por todos, soubéssemos que uma escola de samba não se chama “escola” à toa? Que lá se aprende música, costura, economia, matemática, solidariedade… Lá se aprende a aprender e a ensinar! Imagine se soubéssemos que o desfile se constrói com gente muito comprometida, ...

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    Divulgação/Steve Biko

    Eu ligo para a Educação: conectando conhecimento

    A campanha do Instituto Steve Biko: Eu ligo para a Educação: conectando conhecimento, vai doar pacotes de dados de internet para que nossxs mais de 100 alunxs negras e negros do curso Pré-Vestibular e do Programa Oguntec possam continuar estudando para o Enem2020 e aprendendo mais sobre ciência e tecnologia, mesmo nesse contexto de pandemia que tem evidenciado, muito mais, as desigualdades entre os alunxs da rede pública e particular de ensino. Como funciona?  A cada R$25,00 (vinte e cinco reais) você doa um pacote de dados para [email protected] [email protected] continuar tendo acesso às aulas remotas ministradas pela Biko nas redes sociais (Instagram, Zoom, Blog da Turma, YouTube, chats e Listas de Transmissão de WhatsApp). Nossos jovens têm demonstrado força e determinação, mas muitxs estão sendo prejudicados pelo acesso limitado à internet ou má qualidade do sinal, problemas identificados a partir de uma pesquisa realizada pela equipe pedagógica do Instituto. ...

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    (Foto: Reprodução/ Fundo Baobá)

    Programa já é: Educação para equidade racial

    Educação é um dos quatro eixos nos quais a missão estratégica do Fundo Baobá para Equidade Racial está focada. E não podia ser diferente: o racismo no ambiente escolar é um dos mais severos gargalos à equidade racial do Brasil. Se liga nos números: no ensino fundamental tem quase o mesmo percentual de entre crianças brancas e negras de 6 a 10 anos (96,5% e 95,8%, respectivamente). Na faculdade, a matemática é outra: na média, só 25,2% dos jovens entre 18 e 24 anos cursam ou concluem o ensino superior, segundo o IBGE. Só que o percentual de jovens de cor ou raça branca que frequentam ou concluem o ensino superior (36,1%) é praticamente o dobro do percentual de jovens pretos ou pardos (18,3%) na faixa de 18 a 24 anos. Por trás desses números tem muita história: tem escola pública fraca, tem dificuldade para chegar – e para pagar ...

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    (Getty Images/Reprodução)

    Desigualdade racial na educação brasileira: um Guia completo para entender e combater essa realidade

    Introdução De caráter estrutural e sistêmico, a desigualdade entre brancos e negros na sociedade brasileira é inquestionável e persiste com a fragilidade de políticas públicas para o seu enfrentamento. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, os negros representam 75,2% do grupo formado pelos 10% mais pobres do país. Se realmente queremos construir uma sociedade igualitária, é necessário compreender qual o papel que cada estrutura socioeconômica desempenha na reprodução do racismo, a fim de desenhar estratégias eficazes para o seu enfrentamento. Nesse cenário, o combate à desigualdade racial na educação é essencial, enquanto elemento indispensável para qualquer mudança, de modo que sem uma educação efetivamente antirracista não é possível pensar em uma sociedade igualitária. Ao longo deste especial, compilamos uma série de informações, dados e análises aqui do Observatório de Educação – Ensino Médio e Gestão para você compreender um pouco mais sobre a ...

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    colagem Geledés

    Educação: Ações durante e pós pandemia são necessárias para evitar evasão

    O provável aumento de índices de evasão escolar tem sido apontado por especialistas como uma das principais consequências desse período prolongado de paralisação das atividades presenciais. Embora as redes de ensino venham buscando, por meio da oferta de atividades de ensino remoto, reduzir os prejuízos na aprendizagem de seus estudantes, o desafio de mantê-los engajados nos estudos é grande. Além da autonomia e disciplina exigidas dos alunos nessa reorganização da vida escolar, a falta de acesso ou o acesso limitado à internet configura-se como um primeiro obstáculo para que a totalidade dos estudantes seja contemplada. Diante desse cenário, especialistas e organizações têm reforçado a importância dos gestores educacionais e escolares desenvolverem ações específicas com foco nos alunos com maior risco de evasão durante esse período. Uma recomendação em comum entre as elaboradas por organismos internacionais como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Unesco e Banco Mundial é ...

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    O professor Carlos Alberto Decotelli, que estava há menos de seis meses na presidência do FNDE. Foto: Divulgação

    ‘Não tenho nem preparação para fazer discussão ideológica, minha função é técnica’, diz novo ministro da Educação

    O professor Carlos Alberto Decotelli, anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira, como o novo ministro da Educação pretende fazer uma gestão pautada no diálogo. Segundo ele, sua gestão será técnica e não há espaço para polêmicas relacionadas à ideologia. Em entrevista ao GLOBO, o ex-presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) afirmou que pretende estabelecer relacionamento estreito com estados e municípios para traçar a retomada das aulas e irá conversar com o Congresso na articulação do Fundeb. Oficial da reserva da Marinha, Decotelli é professor da área de finanças na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e atuou junto ao governo desde a transição, quando participou do plano voltado para a área da educação. Qual será sua prioridade à frente do MEC? São três as prioridades: a primeira é ampliar o diálogo e interlocução para que haja divulgação correta em relação às políticas do MEC; atualizar o cronograma dos ...

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    Imagem retirada do site Lunetas

    Professor(a), a educação antirracista esta entre as suas tarefas históricas?

    Em toda minha memória escolar, dois contextos me marcaram muito: 1.:  todas as situações de racismo explícito, especialmente as chacotas ao meu cabelo. Na época eu usava muito tranças. Tão certo assim, logo quis alisá-lo. Passei guanidina, escovava, passava prancha e até ferro. Tudo isso era muito mais hostil com as meninas pretas retintas, de cabelos crespos. Alguns professores (as) sabiam e não falavam nada, era tudo muito naturalizado como “brincadeira”.  2.: Inquietações nas aulas de história. Para mim era realmente muito difícil entender a revolução francesa, seu ideal "liberdade, igualdade, fraternidade", ao mesmo tempo em que a frança escravizava pessoas negras. Eu me lembro de muitos detalhes desse aula, sentada na frente enquanto quase todos conversavam, e a professora branca não levava a sério as minhas perguntas.  As inquietações em sala se tornaram uma constante. Não se tinha internet, nem acesso a outras fontes como temos hoje. Tudo isso ...

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    Professoras mandam ‘pacotinho de amor’ para famílias e alunos da educação infantil

    Diante da necessidade de continuar o atendimento aos bebês e crianças da unidade escolar em meio ao isolamento social provocado pelo novo coronavírus (acesse a cobertura especial) e a realidade vivida pelas famílias atendidas pelo CEI (Centro de Educação Infantil) Vila Inglesa neste ano, resolvemos nos fazer presentes nas casas das crianças de uma forma diferente: o pacotinho de amor. Clube Porvir: Saiba como avaliar conhecimentos em tempos de pandemiaClique aqui e assine A ideia surgiu durante uma reunião pedagógica online, em que professoras relatavam as dificuldades em lidar com a nova rotina. Uma das educadoras comentou que algo que a deixa feliz é receber livros e encomendas pelo correio. E contou que fica bastante ansiosa quando está para receber esses artigos e, geralmente, quando eles chegam, é uma festa em sua casa, pois fica encantada com todo o carinho com que as pessoas realizam os embrulhos. Pensando em levar ...

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    Egberto Nogueira/VEJA

    Anitta e a deseducação política brasileira

    Acantora Anitta respondeu publicamente, em suas redes sociais, às críticas que vem recebendo, nessas mesmas redes, por ter assumido seu relativo desconhecimento no campo da Ciência Política. O raciocínio da artista não poderia ter sido mais preciso, e uma síntese honesta dele é: “não sei hoje sobre política porque antes não me ensinaram; agora pergunto porque quero aprender para depois decidir melhor meu voto; zombar desse desejo de aprender atrapalha o processo de amadurecimento político pelo qual o Brasil precisa passar”. Sem dúvida nenhuma todo o episódio diz muito sobre a “briga de foice no escuro” que é a política nacional em 2020, briga atiçada de maneira irresponsável, por vários atores, ao longo dos últimos dez anos, pelo menos. Diz muito também, infelizmente, sobre a misoginia, o elitismo e o racismo “nossos” de cada dia.  Contudo, intrincado nesse episódio das agressões a Anitta, há um aspecto basal – primeiro, portanto – ...

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    Editora Rocco/Vashti Harrison

    Representatividade importa: educação antirracista e literatura infantil

    Nasci em 1980. Cresci vendo “Xou da Xuxa” e desenhos protagonizados por personagens brancos. Eu também era uma criança que gostava de ler. Nos meus livrinhos, havia príncipes e princesas. Todos loiros de olhos azuis. Alguns eram diferentes, tinham os olhos verdes, como a apresentadora Angélica. Quando eu desenhava, as personagens eram brancas. As minhas bonecas também eram majoritariamente brancas. Com exceção das bonecas de pano que minha mãe fazia para mim. Essas tinham cabelos escuros e cacheados. Por não ter tido muitos livros protagonizados por personagens negros na minha infância, sou uma adulta que consome literatura infantil. Eu compro todos os lançamentos interessantes, livros escritos por autoras e autores negros como Bell Hooks, Toni Morrison, Maya Angelou, Lázaro Ramos, dentre outros. Dos meus livros infantis favoritos, indico dois lançamentos. O primeiro é Sulwe, escrito pela premiada atriz queniana Lupita Nyong’o, ilustrado por Vaschti Harrison e publicado no Brasil pela ...

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    Vinícius (Reprodução/Instagram)

    Por que o Covid-19 nos obriga a repensar nossa concepção de educação?

    Secretarias, conselhos, universidades, gestores, professores, educadores e especialistas em educação estão se debruçando para encontrarem alternativas pedagógicas com finalidade de dirimir os impactos do isolamento social na aprendizagem, na saúde mental e na alimentação. Todas as alternativas, documentos, propostas e ações são relevantes, necessárias e urgentes, diante do contexto que exige postura ativa e respostas ágeis. No entanto, propostas paliativas não equacionam os problemas estruturais que atravessam as vidas dos estudantes. Por isso, o coronavírus e sua imposição de isolamento social nos obriga ampliar nossa concepção de educação. Não é apenas um problema de conectividade e acesso aos recursos tecnológicos. O contexto apenas descortinou e intensificou o nosso abismo educacional. Como vivem as crianças longe dos olhos docentes? Fome, violência física e simbólica, abusos e outras tragédias reais, estão nos últimos 60 dias, como feridas ainda expostas, e não pode mais ser escamoteadas em planos de aulas, merendas sem valor ...

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    Jocivaldo dos Anjos (Arquivo Pessoal)

    Por que sou contra a Educação a distância durante a Pandemia do Covid – 19?

    “Onde há signo há mediação”. Desta forma, um dos maiores expoentes da educação mundial defendia as formas de educação, Lev Vigotsky. Este conceito amplia o entendimento e também possibilita a inclusão de Educação à distância enquanto possibilidade formativa. No entanto, o entendimento de signo para mediação no processo de ensinagem e aprendizagem necessita de um método de abordagem e uma metodologia de aplicação. Pergunto: as proposições intempestivas de promoção de Educação à distância no Brasil de 2020, em tempos de Covid19, possuem o método e a metodologia necessária a intermediação do signo? Vejamos. Educação à distância não se trata da mesma coisa que ensino à distância. Ensino a distância a gente faz desde há muito tempo e continuará a fazer por muito tempo também. Sem a necessidade de um rigor cientifico e um método testado. Já educação à distância, mesmo também sendo utilizada desde a muito tempo requer um aparato ...

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    Foto: Getty Images / BBC News Brasil

    Comissão Futuros da Educação recomenda planejamento para reduzir desigualdades após COVID-19

    A crise de saúde causada pela COVID-19 resultou no fechamento de escolas e universidades, afetando mais de 90% dos estudantes do mundo. Distúrbios ainda mais drásticos pairam no horizonte, de acordo com a Comissão Internacional sobre os Futuros da Educação (International Commission on the Futures of Education) – comissão independente indicada pela diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, em setembro de 2019. Mesmo quando as escolas reabrirem, a emergente recessão econômica ameaça exacerbar as desigualdades e pode reverter o progresso obtido na expansão do acesso educacional e na melhoria da qualidade da aprendizagem em todo o mundo, alertou a Comissão durante uma reunião on-line em abril. A crise de saúde causada pela COVID-19 resultou no fechamento de escolas e universidades, afetando mais de 90% dos estudantes do mundo. Distúrbios ainda mais drásticos pairam no horizonte, de acordo com a Comissão Internacional sobre os Futuros da Educação (International Commission on the Futures ...

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    Prédio do STF, em Brasília (Foto: Divulgação / STF)

    STF abre inquérito para investigar Weintraub por suspeita de crime de racismo contra China e manda PF interrogar ministro da Educação

    O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou abertura de inquérito pela Polícia Federal para a investigar o ministro da Educação, Abraham Weintraub, por suspeita de crime de racismo por conta das declarações que fez em sua conta no Twitter sobre a China. A prática de ato considerado preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é punível com reclusão de um a três anos e multa, de acordo com o artigo 20 da lei 7.716/1989. Um agravante, o fato de realizar esse ato usando publicações em meios de comunicação, torna o crime punível com reclusão de dois a cinco anos. No despacho, o ministro atendeu pedido do Ministério Público Federal (MPF) determinando que sejam obtidos os dados digitais da conta de Weintraub em rede social. Por solicitação do vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, responsável pelas investigações criminais da PGR perante o Supremo, Celso de Mello ...

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    Geledés se posiciona à consulta pública do Conselho Nacional de Educação (CNE)

    Posicionamento de Geledés Instituto da Mulher Negra à consulta pública do Conselho Nacional de Educação (CNE) relativa à proposta de Parecer que trata da Reorganização dos Calendários Escolares e a realização de atividades pedagógicas não presenciais durante o período de Pandemia da COVID-19.   Por Suelaine Carneiro Quem Somos: Geledés Instituto da Mulher Negra é uma organização da sociedade civil fundada em 30 de abril de 1988, que se posiciona em defesa de mulheres e negros por entender que são segmentos sociais que padecem de desvantagens e discriminações no acesso às oportunidades sociais em função do racismo e do sexismo vigentes na sociedade brasileira. Posiciona-se também contra todas as demais formas de discriminação que limitam a realização da plena cidadania, tais como: a lesbofobia, a homofobia, os preconceitos regionais, de credo, opinião e de classe social. Compreendemos a educação como um direito humano, cabendo ao Estado brasileiro garantir e efetivar ...

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