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O lugar do negro

O debate sobre a representatividade negra no Brasil prossegue como alternativa de resistência contra o racismo. Na esfera artística, iniciativas presentes na literatura e no cinema estão na linha de frente contra essa lacuna histórica

Por Antonio Laudenir e Diego Barbosa ,do Diário do Nordeste
Filme “Kbela” (BRA), de Yasmin Tainá.
Desde muito cedo, consta nos livros de História do Brasil que possuímos uma identidade particular, fruto de uma singular mistura racial. Em nosso sangue tupiniquim, fluem cores das mais variadas, salpicadas de partes distantes do globo. Imposta ou não, a convivência com muitos povos nos fez assim e o resultado dessa mistura exerce uma influência que escorre pelos fios de cabelo, o formato do nariz, da boca e dos olhos. Pele. Somos fisicamente plurais.

Nesse sentido, convém constatar que, culturalmente, também somos herança dessa miscigenação. De Norte a Sul, manifestações artísticas sinalizam a existência dessa diversidade. Sem nos atermos a uma catalogação apressada, essa produção pode circular no ambiente ocluso de museus e galerias ou nas ruas e outros espaços a céu aberto brasis afora.

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