segunda-feira, setembro 21, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Preta Gil'

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    Marina Silva anuncia saída do PT sem confirmar ida ao PV

    Fonte: UOL Notícias - Ex-ministra do Meio Ambiente e referência mundial em militância por causas ecológicas, a senadora Marina Silva, 51 anos, anunciou nesta quarta-feira (19) a saída do PT, partido no qual militou por 30 anos. Ela deve seguir para o PV, em uma negociação que envolve a candidatura dela à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010. "Cheguei à conclusão de algo muito semelhante ao que fiz há 35 anos, quando decidi, aos 16 anos, sair do seringal bagaço. Naquele momento tinha sonho de cuidar da saúde, que era frágil, de estudar. Não foi fácil, mas eu tive a coragem de fazer o pedido ao meu pai que deu sua anuência e eu fui para Rio Branco. Uma decisão difícil. Recorro a essa história para dizer como cheguei à decisão de me desligar do Partido dos Trabalhadores", disse Marina em entrevista coletiva. A senadora afirmou ...

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    O Preconceito Racial e suas Repercussões na Instituição Escola

    INTRODUÇÃO por: Waléria Menezes A sociedade brasileira caracteriza-se por uma pluralidade étnica, sendo esta produto de um processo histórico que inseriu num mesmo cenário três grupos distintos: portugueses, índios e negros de origem africana. Esse contato favoreceu o intercurso dessas culturas, levando à construção de um país inegavelmente miscigenado, multifacetado, ou seja, uma unicidade marcada pelo antagonismo e pela imprevisibilidade. Apesar do intercurso cultural descrito acima, esse contato desencadeou alguns desencontros. As diferenças se acentuaram, levando à formação de uma hierarquia de classes que deixava evidentes a distância e o prestígio social entre colonizadores e colonos. Os índios e, em especial, os negros permaneceram em situação de desigualdade situando-se na marginalidade e exclusão social, sendo esta última compreendida por uma relação assimétrica em dimensões múltiplas - econômica, política, cultural. Sem a assistência devida dos órgãos responsáveis, os sujeitos tornam -se alheios ao exercício da cidadania. Esse acontecimento inicial parece ter ...

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    RUPTURA DE PARADIGMAS

    Fonte: Marcelo Brody Com um público muito reduzido, foi exibido, na mostra não competitiva, na tarde desta segunda-feira, no Palácio dos Festivais, o documentário EM QUADRO - A HISTÓRIA DE 4 NEGROS NAS TELAS, com direção, roteiro e produção executiva de Luiz Antonio Pilar. Depois da apresentação do filme, Vera Armando, mestre de cerimônias, convidou ao palco o diretor para oferecer algumas palavras ao público a respeito da obra. Pilar mencionou o desequilíbrio de oportunidade existente ao negro contemporâneo nas telas brasileiras, assim como salientou que a sua obra tem como objetivo causar uma reflexão, tem um cunho didático e que pretende ser distribuída nas escolas da rede pública do país para fomentar esta discussão.   A obra se desenvolve a partir dos depoimentos, mesclando trajetórias pessoais e profissionais, dos atores: Milton Gonçalves, Ruth de Souza, Zezé Motta e Léa Garcia. Depoimentos esses permeados pelos comentários dos cineastas: Roberto Farias, ...

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    wania sant anna

    Ação afirmativa para afro-descendentes e democracia no Brasil

    Por Wania Sant'Anna. Considerando o quadro de desigualdade racial no Brasil, situação que atinge de forma tão singular e definitiva uma parcela substancial da população - os afro-descendentes - não há dúvida sobre o caráter salutar do debate público sobre o assunto. Isso demonstra o compromisso que devemos ter com as estratégias de fortalecimento da democracia e,igualmente, a necessidade de encontrarmos, oletivamente, as saídas sustentáveis de superação da desigualdade social no país. Há cerca de três meses atrás, uma publicação editada por essa mesma Universidade,Universidade do Estado do Rio de Janeiro, me perguntou como eu avaliava os projetos de reserva de vagas para os alunos de escolas públicas e afro-descendentes. Hoje, como há três meses atrás, mantendo a mesmíssima opinião. Vejo a iniciativa como a única possibilidade de o Estado brasileiro demonstrar um efetivo interesse em superar as desigualdades raciais existentes no País. No que diz respeito às universidades, vejo ...

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    Lélia Gonzalez (Foto: Cezar Louceiro / Reprodução)

    Lélia Gonzalez: Mulher Negra na História do Brasil

    Neste ano de 2009, já contamos 15 anos que a guerreira Lélia Gonzalez passou à condição de "ancestral". A atualidade da luta que travou; sobre a qual refletiu e ensinou nos faz reviver um pouco de sua trajetória. Que seu exemplo seja guia nessa luta que, a cada caminhada, constatamos mais a fazer: a luta contra o racismo. Lélia Gonzalez nasceu "de Almeida", em Belo Horizonte-MG, em 1º de fevereiro de 1935. Tinha 59 anos quando faleceu, em 10 de julho de 1994, no bairro de Santa Teresa, na cidade do Rio de Janeiro. Quando Lélia era criança, sua família instalou-se no Rio, na favela do Pinto, bairro do Leblon, ao lado do Clube de Regatas do Flamengo, onde jogava (e depois foi técnico) seu irmão, Jaime de Almeida (nascido em 1920), por quem nutria enorme admiração e nos passos de quem seguiu torcendo pelo Flamengo e gostando muito de ...

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    Museus Afrobrasileiros

    Museu Afrobrasileiro, São Paulo/SP Fundação: 2004 Localização: São Paulo Tipo: Artes, História, Etnologia  Curador: Emanoel Araújo Website: www.museuafrobrasil.com.br O Museu Afro Brasil é um museu histórico, artístico e etnológico, voltado à pesquisa, conservação e exposição de objetos relacionados ao universo cultural do negro no Brasil. Localiza-se no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, no "Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega" - edifício integrante do conjunto arquitetônico do parque projetado por Oscar Niemeyer na década de 50. Inaugurado em 2004, o Museu Afro Brasil é uma instituição pública, subordinada à Secretaria Municipal de Cultura e administrada por uma organização da sociedade civil. Conserva um acervo de aproximadamente 4 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XV e os dias de hoje. O acervo abarca diversas facetas dos universos culturais africano e afro-brasileiro, abordando temas como a religião, o trabalho, ...

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    Cuiabá: O Racismo que ninguém vê

    Fonte: Grupo de União e Consciência Negra Por Keka Werneck jornalista em Cuiabá Na última quinta-feira, dia 30 de julho, me encantou não só a negritude da noite fresquinha do suave inverno cuiabano. Aquela noite preta! Boa para tudo que a mente permitir. Atraiu-me, porém, o debate convocado por militantes pretos que se juntaram na sede do Grupo de Consciência Negra, na Capital, para tratar dos pecados que a mídia brasileira comete contra irmãos afrodescendentes. E me parece que a ação afirmativa mais urgente é toda aquela que consolida a idéia de que o racismo no Brasil existe - e creio que este artigo ajuda a cumprir esse papel. E existe, quer ver?Eu fiz uma matéria, há alguns anos, sobre o racismo em Cuiabá. Não lembro mais o nome dos entrevistados, mas são pessoas comuns, que a gente vai achando, ao perguntar na redação se alguém conhece quem tenha sofrido ...

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    África: lugar das primeiras descobertas, invenções e instituições humanas

    Introdução A África mantém-se como um continente desconhecido para a maioria da população brasileira, seja ela docente ou discente. As escolas de ensino infantil, fundamental, médio e universitário (para não dizer superior), no geral, não abordam o passado africano. Muito embora, esse passado esteja tão presente no cotidiano nacional, seja através das palavras faladas, da cultura, das religiões, das instituições, da economia etc. por Dagoberto José Fonseca no Unesp-Araraquara O desconhecimento e o silêncio sobre o passado dos diversos países africanos nos cursos superiores das diferentes áreas do conhecimento é imenso. Esses desconhecimento e silêncio têm sido uma opção arbitrária e política dos nossos educadores, docentes e lideranças políticas e econômicas. A África subsaariana, principalmente, foi desprezada pelas sociedades e sistemas de ensino ocidentais aparentemente pela idéia de que ela fosse destituída da escrita. Essas sociedades e grupos sociais, étnicos, sexuais e religiosos precisam ser estudados, pois têm e estão na ...

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    @TERRICKSNOAH/Nappy

    A Literatura infantil contemporânea e a temática racial

    A criança mistura-se com os personagens de maneira muito mais íntima do que o adulto. O desenrolar e as palavras trocadas atingem-na com força inefável, e quando ela se levanta está envolta pela nevasca que soprava da leitura. Walter Benjamin Por  Eliane Santana Dias Debus*, do  Associação de Leitura do Brasil @TERRICKSNOAH/Nappy Esta comunicação apresenta os resultados parciais da pesquisa "A representação do negro na literatura brasileira para crianças e jovens: negação ou construção de uma identidade?" (UNISUL - PUIP-2006) que se propõe a investigar os livros de literatura Infantil que trazem discussões sobre as relações étnico-raciais, focalizando aquelas travadas no campo da ideologia do branqueamento, com fortes raízes ainda em nossa sociedade e que perpassa o cotidiano afrodescendente brasileiro, apresentando a diferença como inferioridade; bem como aquelas que têm um caráter emancipatório ao trazer para a cena a diversidade cultural. A visão etnocêntrica nos impigiu um repertório ...

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    Carlos Moore

    Gramática da Ira tem o prazer de receber aqui, para uma conversa franca e contundente, o Mestre Carlos Moore. Esperamos, com isso, aprofundar algumas discussões que temos levantado. Há um grande interesse de nossa parte em compreender e divulgar a questão da negritude em Cuba, na diáspora e continente africano. Para tanto são muito esclarecedores os relatos de experiências vividas e as análises sócio-políticas que o mestre faz, não só do regime revolucionário cubano, no que toca mais diretamente a causa negra, mas de muitas questões que extrapolam as barreiras nacionais. Nosso mestre fala um pouco de sua trajetória de exílios até sua permanência em Salvador, na Bahia, sua morada atual. A partir daí, segue uma conversa inspiradora sobre grandes questões como literatura, música e muito mais. Com emoção, Carlos Moore destaca companheiros de trajetória que se tornaram célebres. Dedica profundas palavras a dois dos homens que tanto colaboraram para ...

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    Joyce Fonseca

    Conceição Evaristo, por Adriana Graciano

    Risky, thought Paul D, very risky. For a used-to-be-slave woman to love anything that much was dangerous, especially if it was her children she had settled on to love. The best thing, he knew, was to love just a little bit; everything, just a little bit, so when they broke its back, or shoved it in a croaker sack, well, maybe you'd have a little love left over for the next one. -Adriana Graciano - Toni Morrison in Beloved Contemporary newspaper reports, abolitionist material, and various biographical and autobiographical accounts provide the sources from which this episode can be reconstructed. (...) Trapped in his house by the encircling slave catchers, Margaret Garner killed her three-year-old daughter with a butcher's knife and attempted to kill the other children rather than let them be taken back to into slavery by their master, Archibald K. Gaines, the owner of Margaret's husband and of the ...

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    jongo

    Jongo

    Festa de Jongo no Quilombo São José Jongo Jongo é uma manifestação cultural essencialmente rural diretamente associada à cultura africana no Brasil e que influiu poderosamente na formação do Samba carioca, em especial, e da cultura popular brasileira como um todo. Inserindo-se no âmbito das chamadas 'danças de umbigada' (sendo portanto aparentada com o 'Semba' ou 'Masemba' de Angola), o Jongo foi trazido para o Brasil por negros bantu, seqüestrados nos antigos reinos de Ndongo e do Kongo, na região compreendida hoje por boa parte do território da República de Angola. Composto por música e dança características, animadas por poetas que se desafiam por meio da improvisação, ali, no momento, com cantigas ou pontos enigmáticos ('amarrados') , o Jongo tem, provavelmente, como uma de suas origens mais remotas (pelo menos no que diz respeito á estrutura dos pontos cantados) o tradicional jogo de adivinhas angolano, denominado Jinongonongo. ...

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    Kathleen Battle

    &g Swing Low Sweet Chariot - Boys Choir of Harlem Kathleen Battle nasceu em 13 de agosto de 1948 em Portsmouth, Ohio, Estados Unidos. É uma soprano conhecida por sua voz ágil, ligeira, e seus tons puros. Inicialmente abordou o repertório de concertos, por meio de apresentações com importantes orquestras, durante o início e meados da década de 1970. Estreou na ópera em 1975. Expandiu seu repertório, cantando papeis de soprano ligeiro e soprano coloratura durante os anos oitenta e parte dos anos noventa. Embora já não participe mais de óperas, mantém-se ativa em concertos e recitais. Seu repertório abrange um vasto conjunto de músicas, incluindo a música clássica e o jazz.   Após formar-se no Colégio-Conservatório de Música, na Universidade de Cincinatti, dedicou-se ao ensino da música numa escola pública. Após participar de um teste, o regente Thomas Schippers a contratou como solista do Ein deutsches Requiem, de Brahms, ...

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    Kathleen Battle

    Kathleen Battle nasceu em 13 de agosto de 1948 em Portsmouth, Ohio, Estados Unidos. É uma soprano conhecida por sua voz ágil, ligeira, e seus tons puros. Inicialmente abordou o repertório de concertos, por meio de apresentações com importantes orquestras, durante o início e meados da década de 1970. Estreou na ópera em 1975. Expandiu seu repertório, cantando papeis de soprano ligeiro e soprano coloratura durante os anos oitenta e parte dos anos noventa. Embora já não participe mais de óperas, mantém-se ativa em concertos e recitais. Seu repertório abrange um vasto conjunto de músicas, incluindo a música clássica e o jazz. Após formar-se no Colégio-Conservatório de Música, na Universidade de Cincinatti, dedicou-se ao ensino da música numa escola pública. Após participar de um teste, o regente Thomas Schippers a contratou como solista do Ein deutsches Requiem, de Brahms, no Festival dei Due Mondi em Spoleto, Itália, em 1972. Sua ...

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    leontyne_price02

    Leontyne Price

      Mary Violet Leontyne Price nasceu em 10 de fevereiro de 1927 em Laurel, Mississipi, Estados Unidos. Soprano, é muito conhecida por cantar o papel de Aida, de Verdi. Nascida no Sul Profundo, onde imperava a segregação, alcançou fama internacional durante um período de mudança racial nas décadas de 1950 e 1960, sendo a primeira afro-americana a tornar-se prima-donna na Metropolitan Opera, em Nova York. Sua voz foi notada pelo brilhante registro superior, pelos aveludados registros médio e baixo, pelo fraseado e pela ampla extensão.   Após retirar-se do universo da ópera em 1985, deu recitais por mais doze anos. Entre as muitas honrarias que recebeu destacam-se a Medalha Presidencial da Liberdade (1965), Kennedy Center Honors (1980), a Medalha Nacional das Artes (1985), inúmeras distinções honoríficas em universidades e dezenove Prêmios Grammy, mais do que qualquer outra cantora clássica.   A jovem Leontyne Price   Sua primeira e importante apresentação ...

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    Leontyne Price

    Mary Violet Leontyne Price nasceu em 10 de fevereiro de 1927 em Laurel, Mississipi, Estados Unidos. Soprano, é muito conhecida por cantar o papel de Aida, de Verdi. Nascida no Sul Profundo, onde imperava a segregação, alcançou fama internacional durante um período de mudança racial nas décadas de 1950 e 1960, sendo a primeira afro-americana a tornar-se prima-donna na Metropolitan Opera, em Nova York. Sua voz foi notada pelo brilhante registro superior, pelos aveludados registros médio e baixo, pelo fraseado e pela ampla extensão. Após retirar-se do universo da ópera em 1985, deu recitais por mais doze anos. Entre as muitas honrarias que recebeu destacam-se a Medalha Presidencial da Liberdade (1965), Kennedy Center Honors (1980), a Medalha Nacional das Artes (1985), inúmeras distinções honoríficas em universidades e dezenove Prêmios Grammy, mais do que qualquer outra cantora clássica. Sua primeira e importante apresentação no palco foi no papel de Mistress Ford, ...

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    Mattiwilda Dobbs

    Mattiwilda Dobbs nasceu em 11 de julho de 1925 em Atlanta, Georgia, Estados Unidos, onde seus pais eram líderes da comunidade afro-americana. É um soprano coloratura e uma das primeiras cantoras negras a seguir importante carreira internacional na ópera. Dona de voz pequena, porém vibrante, foi admirada por sua refinada técnica vocal e por suas expressivas interpretações. Após vencer o Concurso Internacional de Música em Genebra, Suíça, em 1951, estreou profissionalmente na ópera por ocasião do Holland Festival, no papel de Rouxinol, em Le Rossignol, de Stravinsky, em 1952. Em breve ela se apresentava nos principais festivais e teatros de ópera na Europa. Estreou no Festival de Glyndebourne, no papel de Zerbinetta, em Ariadne auf Naxos, em 1953. No mesmo ano apresentou-se no Teatro La Scala, como Elvira, em L´italiana in Algeri. Foi também a primeira vez que um artista negra cantou naquele teatro. Em Londres cantou na Royal Opera ...

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    osmundo

    Movimento Negro e a Crítica das Representações Raciais – Osmundo de Araujo Pinho

    "...Is arising. The sun is arising " . A mensagem otimista e radiante de Bob Marley expressa bem a transfiguração típica das formas culturais do Atlântico Negro que transcendem a dor e o sofrimento do "terror racial" em formas de representação de uma identidade em trânsito fundada na luta por libertação e dignidade (Gilroy, 2001). Estas formas são parte integrante da luta e do ambiente político simbólico e material que ao ser representado se inscreve. Ora, não existindo saber político fora de sua representação o momento da ação política "deve ser pensado como parte da história de sua forma de escrita" (Bhabha, 2000: 15). Não existe um campo exterior à representação para pensar o conjunto dos problemas da emancipação e da dominação destacados de sua contingência e de sua materialidade, nesse sentido, este texto faz parte da história de escritura dedicada à reinvenção de posições de sujeito afrodescendentes no Brasil ...

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    tubman00

    Harriet Tubman

    Harriet Tubman nasceu Araminta "Minty" Ross e seus pais, Harriet ("Rit") Green e Ben Ross eram escravos. Rit pertencia a Mary Pattison Brodess e, mais tarde a seu filho Ben, enquanto Ben pertencia legalmente ao segundo marido de Mary, Anthony Thompson, proprietário de uma grande fazenda perto do Rio Blackwater, em Cambridge, Maryland.2 Conforme ocorreu como muitos escravos nos Estados Unidos, a data e o local de seu nascimento não foram registrados e os historiadores divergem quanto a esta questão. Kate Larson registro o ano de 1822, baseada em um pagamento feito a uma parteira e em vários outros documentos históricos,3 enquanto Jean Humez afirma que "as evidências à nossa disposição sugerem que Tubman nasceu em 1820, mas isto pode ter ocorrido um ou dois anos mais tarde".4 Catherine Clinton observa que a própria Tubman declarou que o ano de seu nascimento foi 1825, ao passo que sua certidão de óbito menciona 1815 ...

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    Ufes está entre as universidades mais ‘generosas’ para cotistas

    A Ufes está entre as universidades que mais investem no sistema de cotas em todo o país. Neste ano, ex-alunos da rede pública vão ocupar 40%, 45% ou 50% das vagas, dependendo curso. Por Carla Nascimento , do Gazeta Online Foto: Fernando Madeira/ A Gazeta A diferença não está apenas na porcentagem da reserva. Na maioria das vezes, as universidades intercalam as chamadas cotas sociais - para ex-alunos da rede pública - com as raciais. É o caso, por exemplo, da Universidade do Estado do rio de Janeiro (Uerj). Nela, os candidatos passam pela primeira etapa sem escolher o curso ou participar da reserva de vagas. Na fase discursiva, há reserva de 45% das vagas para alunos considerados carentes, distribuídos entre os oriundos da rede pública, negros e pessoas com deficiência, indígena ou filhos de policiais mortos ou incapacitados em razão do serviço. O professor Antônio Carlos Moraes, que é secretário ...

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