quarta-feira, julho 8, 2020

    Resultados da pesquisa por 'escravidão'

    Imagem: iStock/RomoloTavani

    Plano de Aula: Sujeitos sociais e interesses envolvidos na abolição da escravidão no Brasil

    por Leide Divina Alvarenga Turini  - UBERLANDIA - MG Universidade Federal de Uberlândia e Coautor(es): Aléxia Pádua Franco no Portal do Professor Estrutura Curricular MODALIDADE / NÍVEL DE ENSINO COMPONENTE CURRICULAR TEMA Ensino Médio História Processo histórico: nações e nacionalidades Ensino Fundamental Final História Nações, povos, lutas, guerras e revoluções Educação de Jovens e Adultos - 2º ciclo História Trabalho e relações sociais O que o aluno poderá aprender com esta aula Identificar diferentes sujeitos sociais envolvidos no processo de abolição da escravidão no Brasil. Analisar os interesses de diferentes sujeitos sociais no processo de abolição da escravidão no Brasil. Duração das atividades 04 aulas de 50 minutos Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno O sistema escravista no Brasil entre os séculos XVI e XIX. Estratégias e recursos da aula Aula 1 Motivar os alunos para a discussão do tema a partir da reflexão sobre o predomínio de uma determinada imagem do ...

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    Comissão da Verdade da Escravidão realiza audiência pública em Belém

    A Comissão Nacional da Verdade sobre a Escravidão Negra no Brasil realizou audiência pública nesta segunda-feira (27) durante a VI Conferência Internacional de Direitos Humanos. No encontro, foram debatidos aspectos práticos do funcionamento do grupo e apresentadas denúncias de violações de direitos humanos no Pará. Também foi empossada a comissão no âmbito da Seccional. no OAB O presidente da Comissão, Humberto Adami, explicou que a questão das cotas raciais, após ser pacificada nas universidades com o entendimento do STF sobre sua constitucionalidade, sofre agora nos editais de concursos públicos para serem reconhecidas. “Se vamos começar toda a discussão de novos, vamos aumentar a cota”, afirmou. “Temos 12 membros na Comissão, 35 consultores e 15 convidados do judiciário. Temos comissões nos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e Bahia. Há também pesquisas já feitas sobre escravidão em várias universidades”, listou. Segundo Wilson Prudente, membro ...

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    Garotas quilombolas de 10 a 14 anos são vítimas de escravidão sexual em Cavalcante (GO)

    Meninas descendentes dos quilombolas no parquinho da escola: muitas delas vão morar em casas de família de classe média para poder estudar Pelo menos oito inquéritos concluídos, só em 2015, pela Polícia Civil goiana denunciam o uso de meninas calungas como escravas sexuais. As vítimas, entre 10 e 14 anos, têm como algozes homens brancos e poderosos de Cavalcante por  Renato Alves no Correio Braziliense Meninas descendentes de escravos nascidas em comunidades kalungas da Chapada dos Veadeiros protagonizam as mesmas histórias de horror e barbárie dos antepassados, levados à força para trabalhar nas fazendas da região nos séculos 18 e 19. Sem o ensino médio e sem qualquer possibilidade de emprego além do trabalho braçal em terras improdutivas nos povoados onde nasceram, elas são entregues pelos pais a moradores de Cavalcante. Na cidade de 10 mil habitantes, no nordeste de Goiás, a 310km de Brasília, a maioria trabalha como empregada doméstica ...

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    O charque gaúcho: escravidão e guerra

    A produção do charque iniciou, em 1780, na cidade de Pelotas (RS). Introduzido pelo cearense José Pinto Martins, às margens do canal de São Gonçalo, teve sua produção sustentada pelo braço escravo. Este produto monopolizou a economia sulina, por muito tempo, gerando uma elite de estancieiros ricos que, no século 19, insurgiu-se contra o Império. Entre outras causas deste conflito bélico, conhecido como Revolução Farroupilha (1835-1845), destacam-se os altos impostos taxados sob o charque e o couro, o centralismo político do império e a sua preferência pela compra do charque platino em detrimento do produzido na "Província Gaúcha". O charque gaúcho, durante muito tempo, havia sido o responsável pela alimentação da escravaria de outras regiões do Brasil, desde o ciclo da mineração (ouro). por Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite via Guest Post para o Portal Geledés A produção do charque, no Uruguai, antiga Província da Cisplatina, utilizava-se de mão de obra assalariada (livre), ...

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    De que adianta a Lei do Ventre Livre se a mãe está em situação de escravidão

    Então, com esse questionamento inicio o meu texto para falar, enquanto mulher negra, lésbica e de periferia. Sou oriunda de bairro popular, conheci o feminismo fora dos escritos registrados em inúmeras teorias, defendidas e recusadas pelas várias formas de vivenciá-las. Enviado por Altamira Simões via Guest Post para o Portal Geledés A Mulher Negra de Periferia conhece o Feminismo na sua luta diária, luta por sobrevivência que nem de longe anseia por visibilidade ou ser usada como referência de estudos acadêmicos. O nosso maior sonho é ver nossos/as filhos/as criados/as, crescendo sem envolvimentos em nada que seja ilícito. Filhos e filhas que não precisam ser necessariamente nascidos em nossos ventres. Para nós, os filhos e filhas das outras são nossos, por isso, que cada Jovem Negro que é exterminado levam com ele um pedaço de nosso útero. Nas Comunidades Periféricas, assim como acorria nas Senzalas, impera a solidariedade de uma Mulher cuidar ...

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    Cinco empresas que usam símbolos da escravidão como marca

    Explorando figuras de escravos, navios negreiros e recorrendo a nomes como “Senzala”, empresas brasileiras utilizam a escravidão como marca positiva para atrair a clientela e viram alvo de debates sobre racismo Por Jarid Arraes Do Portal Fórum No último dia 25, publiquei em minha coluna Questão de Gênero uma denúncia contra a Divino Fogão, uma rede de restaurantes que utiliza como “símbolo” da empresa a figura de uma mulher negra vestida como serviçal, convenientemente chamada de “Sinhá”. No texto, explico a exploração da imagem da mulher negra como racista, já que a empresa faz da “Sinhá” uma referência à comida da fazenda colonial; ou seja, utiliza símbolos da escravidão como marca. O texto teve uma repercussão muito grande e, por isso, recebi muitas mensagens com sites e imagens de outros estabelecimentos que exploram imagens da escravidão como marca. Alguns dos estabelecimentos estão listados abaixo, acompanhados de uma maior discussão sobre ...

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    Divino Fogão e a saudade da escravidão

    O racismo brasileiro é tão escrachado quanto não tem vergonha na cara. A empresa Divino Fogão, rede de restaurantes que também publica uma revista, parece ter a intenção de reivindicar o pódio entre aqueles que sentem mais saudade da escravidão. Por Jarid Arraes Do Portal Fórum  Na revista da empresa, que pode ser acessada online, é possivel conhecer o “mascote” da marca: uma mulher negra, vestida com roupa de cozinheira e que, segundo a própria explicação da Divino Fogão, deve ter mais de 50 anos de idade. As “mascotes” devem ser simpáticas e acolhedoras, para fazer com que os clientes se sintam saboreando a verdadeira comida da fazenda. Para completar a palhaçada, o nome da mascote é “Sinhá”. Será que os responsáveis pela rede Divino Fogão têm a ilusão de que ninguém entende o contexto? O nome “Sinhá” faz alusão ao período de escravidão, pois era utilizado para designar as ...

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    Brasil ainda tem “sentimento saudosista da escravidão”, diz pesquisadora

    À frente de estudo sobre preconceito contra domésticas, Juliana Teixeira diz que ‘empoderamento’ das empregadas contribui para acirramento das relações com patrões Por Mel Bleil Gallo do iG   Prestes a concluir seu doutorado em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Juliana Teixeira pesquisa “as artes e práticas cotidianas de viver, resistir, cuidar e fazer das empregadas domésticas”. Em seu estudo, ela analisou as publicações de uma comunidade virtual do extinto Orkut, intitulada “vítimas de empregada doméstica”. A conclusão é de que ainda hoje permanece um sentimento “saudosista das relações de escravidão” quando se fala em patrões e empregadas no Brasil. e acordo com a administradora, a internet apenas facilita a exposição de um “preconceito que ainda é muito velado no nosso país”, com raízes nas desigualdades de gênero, raça e classe. Entre os fatores que contribuem para essa exposição, Juliana cita a sensação dos internautas de estarem conversando ...

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    Os negros e a escravidão, apenas uma opinião

    Pondé é um fracasso como animal político e racional. Rememorar a escravidão é dar início à reparação, seja da forma que for determinada pelo povo brasileiro e por suas instituições e entidades constituídas Por DAVIS SENA FILHO, do Brasil 247 A luta do povo de etnia negra e que aportou no Brasil nos séculos passados, na triste e humilhante condição de escravo, certamente é uma das maiores infâmias, se não for a maior infâmia da história da humanidade. Até os dias atuais a escravidão reverbera de forma altissonante, porque os descendentes de escravos, que representam, no mínimo, a metade da população brasileira, ainda não conseguiram ter acessos e garantias que os permitam a se igualar aos brasileiros de outras etnias e classes sociais consideradas hegemônicas. Esta realidade se apresenta aos nossos olhos todos os dias, no decorrer de nossas vidas, o que, sobremaneira, leva-nos a pensar e a ponderar sobre o ...

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    Comissão da Verdade da Escravidão Negra toma posse na OAB Nacional

    Brasília – O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, definiu como histórica a posse, nesta sexta-feira (6), da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra no Brasil. “Como sempre fizemos em nossa história, a Ordem dos Advogados do Brasil busca promover o Estado Democrático de Direito e a justiça social. E foi atenta a essa realidade de desigualdade e discriminação que, provocados pela sociedade civil organizada, decidimos instituir a Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra no Brasil”, afirmou. No OAB Marcus Vinicius lembrou que a OAB foi ao Supremo Tribunal Federal defender a constitucionalidade das cotas raciais nas universidades e, agora, dá mais um passo no sentido de resgatar a história do país. “Essa comissão que hoje é empossada tem a nobre função de promover o resgate histórico desse período, buscando a aferição de responsabilidades e a demonstração da importância das ações de afirmação como meio de ...

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    Advogada de MS é empossada na Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra

    A advogada Raimunda Luzia de Brito é a mais nova integrante da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra. A cerimônia de posse dos membros da Comissão aconteceu nesta sexta-feira (6), no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília. “É um avanço no resgaste histórico da população negra em todo o País, que agora, passará a contar também com a contribuição imprescindível de Mato Grosso do Sul”, destacou o presidente da OAB/MS, Júlio Cesar Souza Rodrigues. Criada em 2014, a comissão tem como objetivo o resgate histórico, a aferição de responsabilidades e a demonstração da importância das ações de afirmação como meio de reparação à população negra. Raimunda de Brito assumiu, no mês de novembro, a presidência da Comissão da Verdade da Escravidão Negra da OAB/MS. A Seccional de MS foi a primeira a implantar a Comissão no País. A posse aconteceu durante o lançamento do esforço ...

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    OAB cria Comissão Nacional da Verdade sobre a Escravidão

    Cerimônia de posse da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão NegraElza Fiúza/Agência Brasil Karine Melo  no Agência Brasil Resgatar a história da população negra no Brasil, inclusive as atrocidades cometidas à época da escravatura, para fazer sugestões de políticas públicas e ações afirmativas para construir uma igualdade plena no pais – este é o objetivo da Comissão Nacional da Verdade sobre a Escravidão Negra criada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados Brasil (OAB). Inspirado na Comissão Nacional da Verdade, que investigou o período da ditadura militar no Brasil, o grupo, composto por 57 membros – dez advogados, 35 consultores e 15 convidados do Judiciário e do Ministério Público – terá prazo de dois anos para concluir o trabalho. A expectativa é que um relatório parcial das atividades seja divulgado no final deste ano, já o documento final está previsto para dezembro de 2016. “Queremos buscar todas aquelas ações da ...

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    Resgatar história da escravidão negra colabora na luta contra racismo e xenofobia

    Mais que reparação financeira, pesquisadores de Portugal, Angola e Brasil ressaltam importância de reparar narrativa sobre sistema que foi uma das bases do colonialismo europeu e cujo legado não é suficientemente debatido nos três países Por Susana Moreira Marques Do Opera Mundi Ottobah Cugoano foi um escravo. Nascido em Gana, por volta de 1757, foi capturado por comerciantes de escravos e transportado para o Caribe por volta de 1770. Cugoano, ao contrário de muitos outros escravos dessa época, teve sorte. Ao chegar à Inglaterra foi libertado e trabalhou como um homem livre em Londres, cidade onde se juntou a um grupo de abolicionistas africanos nos anos 80 do século 18. Faziam parte do movimento contra a escravidão que começava a ganhar apoio público e a fazer pressão junto do parlamento britânico nessa época. Em 1807, o Reino Unido era o primeiro país a abolir o comércio de escravos. O Brasil seria ...

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    Datas da abolição da escravidão nos países americanos

    Datas da abolição da escravidão nos países americanos no Revista de História Reprodução Cronologia da abolição da escravidão no Mundo 1772 O julgamento do escravo fugitivo Somersett, abre precedente para que a Justiça britânica não mais apóie a escravidão.1794  Primeiro país a proibir a escravidão, o Haiti tem sua legislação abolicionista revogada por Napoleão em 1802.1807  O Parlamento britânico aprova o Abolition Act, que proibia o tráfico de escravos na Inglaterra.1810 Tratado de Aliança e Amizade entre Portugal e Inglaterra. Estabelece a abolição gradual da escravidão e delimita as possessões portuguesas na África como as únicas que poderiam continuar o tráfico.1823 José Bonifácio na Assembléia Constituinte, apresenta uma representação sobre a abolição da escravatura e a emancipação gradual dos escravos.É aprovada a lei que proíbe a escravidão no Chile. 1826 A Inglaterra impõe ao governo brasileiro o compromisso de decretar a abolição do tráfico em três anos. 1829  ...

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    Floresta 
negra: A experiência e os impactos da escravidão africana na Região Amazônica

    Quando se fala sobre a presença negra na Amazônia é frequente ver o espanto das pessoas. Ainda hoje, especialmente fora da região, é comum ouvir a pergunta: “Mas, afinal, existiu escravidão na Amazônia?” Por Patrícia Melo Sampaio* no Carta Fundamental Podemos começar respondendo que a experiência da escravidão africana também marcou a trajetória da parte norte da colônia portuguesa na América. Em decorrência disso, hoje a presença negra na Amazônia é inegável, com enorme impacto na vida da região, marcando sua história, suas formas de comer, vestir, amar, dançar, cantar, rezar, trabalhar, juntamente com todas aquelas heranças intangíveis que as pessoas levam na pele, nos olhos e na alma. São inúmeros os sinais dessa presença. Existem hoje 406 comunidades quilombolas nos estados do Amapá, Amazonas, Maranhão e Pará. Os dados são da Fundação Cultural Palmares, entidade do governo federal responsável pela certificação dessas comunidades, etapa necessária para o reconhecimento de ...

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    Vestibular Unesp 2015 tem redação sobre escravidão e preconceito racial

    Prova foi realizada nesta segunda-feira (15). Índice de abstenção foi de 11,6% Do: G1 Estudantes prestaram a segunda fase do vestibular da Unesp em Araraquara (Foto: Orlando Duarte Neto/G1) A redação da segunda prova da segunda fase do vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp), realizada nesta segunda-feira (15), teve como tema "O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil." A prova teve ainda 12 questões discursivas de linguagens e uma redação. O tema da redação foi "O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil". A redação trouxe quatro textos de apoio: um sobre a Lei Áurea; um artigo sobre um estudo sobre a participação do negro nas 500 maiores empresas do país; e dois trechos dos artigos "Racismo e anti-racismo no Brasil" e "Nem preto nem branco, muito pelo contrário". Fizeram a prova nesta segunda-feira 40.289 candidatos. Outros 5.295 não ...

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    Reparação da escravidão nos Estados Unidos: O processo já começou

    Boston (Estados Unidos) – A alaiONline está publicando, na Categoria de Entrevistas (veja o menu), uma entrevista com o cidadão afro-estadunidense  Ta-Nehisi Coates,  escritor, jornalista, blogger, educador, filho do ex-Pantera Negra Paul Coates, e editor da revista virtual The Atlantic.  Um ensaio feito por ele na edição de junho da revista reacendeu um debate nos Estados Unidos sobre Reparação da Escravidão e pelo racismo estrutural. Ele concedeu concedida sobre o assunto ao Democracy Now .   No alaiONline Coates explora como a escravidão, a segregação imposta pelo regime Jim Crow e a política habitacional federal apoiaram o roubo sistemático de posses dos afro-americanos, impedindo os mesmos de acumular riquezas, de gerações a gerações. Grande parte do ensaio está centrado nos esquemas de empréstimos predatórios que fraudaram potenciais proprietários afro-americanos. Ele conclui: “Se contar as dívidas morais, a América inteira não será suficiente ”. Desde então Coates tem realizado conferências pelo país, ...

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    M. Officer é condenada por trabalho análogo à escravidão

    M. Officer é condenada por trabalho análogo à escravidão

    Condenação, a empresa jogou a responsabilidade para o costureiro proprietário da oficina, mas as autoridades presentes na fiscalização concluíram que ele foi vítima e não culpado A empresa M5 Têxtil, do estilista Carlos Miele e detentora da marca M. Officer foi condenada judicialmente pela utilização de trabalho análogo à escravidão em oficinas clandestinas que faziam produtos da marca. A decisão foi da juíza Sandra Miguel Abou Assali Bertelli, da 2ª Região do Tribunal Regional do Trabalho (TRT2-SP), que responsabilizou a empresa pelas condições em que foi encontrado um grupo de trabalhadores. Seu entendimento foi de que por se tratar de atividade-fim nas confecções, a terceirização é ilícita. A Empório Uffizi, que intermediou a contratação também foi condenada por gerenciar os ditos “empregos”. Ambas terão de pagar R$ 100 mil a um dos trabalhadores sob o título de indenização por danos morais. Para escaparem da condenação, as empresas jogaram a responsabilidade ...

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    Depois de 12 Anos de Escravidão, Steve McQueen prepara filme sobre Paul Robeson

    Depois de ter levado 12 anos escravo ao cinema, o realizador britânico Steve McQueen confessou durante uma cerimónia em Nova Iorque que o seu próximo filme seria em torno do ator, cantor, escritor e ativista americano dos direitos políticos e civis, Paul Robeson. por  Jorge Pereira no C7nema Filho de um homem que escapou à escravatura, o jovem Paul Robeson abandonou uma carreira jurídica depois de experenciar o racismo no trabalho, embarcando então numa carreira de ator e cantor, que lhe rendeu a fama mundial. Robeson foi o primeiro ator negro a interpretar o Otelo, de Shakespeare, na Broadway e é considerado por muitos o responsável por abrir as portas a outros atores negros, tais como Sidney Poitier e Harry Belafonte. As Minas de Salomão (1937), Abgenação (1940) e Seis Destinos (1942) foram alguns dos filmes em que participou no cinema. No auge de sua fama, Robeson decidiu tornar-se um ativista político contra o fascismo e o racismo. Durante a era McCarthy nos EUA, Robeson foi denunciado ...

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