terça-feira, dezembro 1, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Cunha'

    Foto: Sojourner Truth (autor original) Biblioteca do Congresso (digitalização) (Biblioteca do Congresso), [Domínio público], via Wikimedia Commons

    Sojourner Truth

    Isabella Baumfree Data e local de nascimento: c. 1797 Swartekill, Nova York Data e local de falecimento: 26 de novembro de 1883, com cerca de 86 anos, Battlecreek, Michigan, Ocupações: Empregada doméstica, abolicionista, escritora Pais: James e Elizabeth Baumfree Sojourner Truth (1797 - 26 de novembro de 1883) foi o nome adotado, a partir de 1843, por Isabella Baumfree, uma abolicionista afro-americana e ativista dos direitos da mulher. Truth nasceu no cativeiro em Swartekill, Nova York. Seu discurso mais conhecido,"Não sou uma mulher?", foi pronunciado em 1851, na Convenção dos Direitos da Mulher em Akron, Ohio. Juventude Foi um dos treze filhos de James e Elizabeth Baumfree, escravos do Coronel Hardenbergh. A propriedade dos Hardenbergh situava-se numa região de colinas, conhecida por Swartekill, um nome holandês, ao norte da atual Rifton, e localizada na pequena cidade de Esopus, Nova York, ao norte da cidade de Nova York1. Morrendo o coronel, a posse dos escravos da ...

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    II Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial

    Negros e índios discutem cidadania durante conferência Fonte: Diário da Amazônia Rafael Abreu Propostas para diminuir as desigualdades de negros e índios na sociedade são debatidas na II Conferência de Promoção da Igualdade Racial realizada em Porto Velho. A conferência iniciada nesta quarta feira (20/5) vai até hoje no Rondon Palace Hotel e pretende elaborar um plano de políticas públicas voltadas principalmente para a educação, saúde, trabalho, renda e segurança. As propostas vão ser encaminhadas para conferência nacional em Brasília no fim do mês. Cerca de 120 pessoas de 47 municípios estão participando do evento. Segundo a coordenadora estadual da conferência, Else Schockness, a educação tem o maior número de propostas para serem discutidas, são 100 no total. Para ela, o sistema educacional é fraco e exclui o negro do mercado de trabalho. "A diferença é clara ao perceber, por exemplo, que existem poucos médicos negros e em outras áreas ...

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    Jacobinos Negros: O épico e o trágico na história do Haiti

    RESUMO  O AUTOR apresenta uma resenha crítica do livro de C. L. R. James, editado, no Brasil, pela Boitempo, intitulado Os jacobinos negros. Toussaint L'Ouverture e a revolução e São Domingos. James narra e analisa a rebelião dos escravos da colônia francesa situada na ilha de São Domingos, no final do século XVIII, como conseqüência da ação da Convenção surgida da Revolução Francesa de 1789, a qual proclamou a emancipação dos escravos. Nessa rebelião, o autor destaca a ação do líder negro Toussaint L'Ouverture, que, após derrotar exércitos da França, Eha e Inglaterra, ganhou o domínio da colônia francesa. Em seguida, a obra de James se detém na determinação de Bonaparte de restaurar a escravidão e o envio da força expedicionária francesa comandada por Leclerc. Toussaint L'Ouverture viria a ser derrotado e aprisionado. Seus companheiros, Dessalines e outros, os jacobinos negros, prosseguiram o combate e conquistaram, em 1804, a Independência ...

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    François-Dominique Toussaint Louverture

    - Outro (s) nome (s) - Toussaint Louverture - Data de nascimento: 1743 - -Local: Haiti (então Saint-Domingue) - Data de falecimento: 8 de abril de 1803, aos 59 anos - -Local: França - Movimento: Revolução haitiana - François-Dominique Toussaint Louverture Toussaint Bréda, Toussaint-Louverture (20 de maio de 1743 - 8 de abril de 1803) foi um líder da revolução haitiana. Nascido em Saint-Domingue, no decorrer de uma prolongada luta pela independência Toussaint conduziu os africanos escravizados a uma vitória sobre os europeus, aboliu a escravidão e assegurou o controle da colônia pelos nativos em 1797, enquanto era nominalmente seu governador. Expulsou o comissário francês Léger Félicité Sonthonax, bem como o exército britânico, invadiu Santo Domingo para libertar os escravos que ali havia e redigiu uma constituição, auto-nomeando-se governador vitalício e estabelecendo uma nova política para a colônia. François-Dominique Toussaint Louverture Toussaint Bréda, Toussaint-Louverture (20 de maio de 1743 - 8 de abril de 1803) foi ...

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    Nacionalismo de esquerda regional explora ‘imperialismo’ do Brasil

    Foto: JORGE ADORNO / REUTERS Na entrevista coletiva em que afirmou ter um filho com o presidente Fernando Lugo, no dia 22, a professora Damiana Morán denunciou interesses de outros países no escândalo de paternidades do ex-bispo. Alertou que era preciso tomar cuidado para não desviar a atenção de temas importantes, como o da "soberania energética" - como Lugo chama a exigência de revisão do Tratado de Itaipu. A imprensa paraguaia concluiu que Damiana, militante do movimento político de Lugo, via um dedo do Brasil no escândalo. O episódio indica o grau de sensibilidade dos paraguaios à presença do Brasil em seu país. Mas não é só no Paraguai que isso se dá. A elevação do perfil político do Brasil no mundo é até bem vista. Mas sua atuação econômica na região tem aguçado nos vizinhos a rejeição ao "imperialismo brasileiro" - termo cunhado em 2007 pelo jornal paraguaio ABC ...

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    O épico e o trágico na história do Haiti

    Estudos Avançados* - O épico e o trágico na história do Haiti - Jacob Gorender RESUMO  O AUTOR apresenta uma resenha crítica do livro de C. L. R. James, editado, no Brasil, pela Boitempo, intitulado Os jacobinos negros. Toussaint L'Ouverture e a revolução e São Domingos. James narra e analisa a rebelião dos escravos da colônia francesa situada na ilha de São Domingos, no final do século XVIII, como conseqüência da ação da Convenção surgida da Revolução Francesa de 1789, a qual proclamou a emancipação dos escravos. Nessa rebelião, o autor destaca a ação do líder negro Toussaint L'Ouverture, que, após derrotar exércitos da França, Eha e Inglaterra, ganhou o domínio da colônia francesa. Em seguida, a obra de James se detém na determinação de Bonaparte de restaurar a escravidão e o envio da força expedicionária francesa comandada por Leclerc. Toussaint L'Ouverture viria a ser derrotado e aprisionado. Seus companheiros, ...

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    O Poder das Grandes Mães – Gelede

    Mascara Gelede Entre os iorubás, o poder feminino é sintetizado por um termo coletivo, Awon Iyá wa, “nossas mães”, que são particularmente homenageadas na ocasião do festival Gęlędę realizado entre março e maio, antes do começo das chuvas.  O objetivo do Gęlędę é precisamente aplacar as terríveis mães ancestrais para que a fecundidade dos campos se possa processar.  As cantigas evocam de maneira não equívoca as características que fazem das Grandes Mães, designadas ainda mais diretamente pela forma singular Iya mi, “minha mãe”, as donas de tão poderoso axé: "Mãe destruidora, hoje te glorifico: O velho pássaro não se aqueceu no fogo. O pássaro doente não se aqueceu ao sol. Algo secreto foi escondido na casa da Mãe... Honras a minha Mãe! Mãe cuja vagina atemoriza a todos. Mães cujos pêlos púbicos se enroscam em nós. Mãe que arma uma cilada, arma uma cilada. Mãe que ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Lembrando Lélia Gonzalez, por Luiza Bairros

    ∗ Militante do movimento negro e do movimento de mulheres, mestre em sociologia, atual secretária da Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi), órgão do governo do estado da Bahia. Havia uma aldeia. Um dia chegou a essa aldeia uma amazona de torço estampado de esperança, montada num cavalo negro como nossa ancestralidade. E ela, como um antigo “griot”, contava e contava histórias. Histórias das mulheres guerreiras, histórias dos Núbios, de civilizações egípcias cor da noite que construíram a base da humanidade. Contava história de Nani, no centro da América defendendo seu povo. O que ela queria, todo tempo, era passar para o povo da aldeia o entendimento daquilo que eles viam a seu redor. O tempo todo ela contava a perspicácia dos caminhos que outras tribos percorreram. Ela transmitia CONHECIMENTO. A idéia de liberdade passada por essa amazona, de torço estampado de esperança, montada em seu cavalo negro como nossa ...

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    escravo

    Oração 13 de maio

    Seqüestrar, aprisionar, espancar, violentar, privar da liberdade e matar são crimes. Seqüestrar, aprisionar, espancar, violentar, privar da liberdade e matar uma população é genocídio, são e sempre foram atos criminosos. Escravizar é crime hediondo contra a humanidade. É e sempre foi um ato criminoso. A escravidão no Brasil foi um crime hediondo contra a humanidade. Seqüestrar, aprisionar, espancar, violentar, privar da liberdade e matar são crimes. Seqüestrar, aprisionar, espancar, violentar, privar da liberdade e matar uma população é genocídio, são e sempre foram atos criminosos. Escravizar é crime hediondo contra a humanidade. É e sempre foi um ato criminoso. A escravidão no Brasil foi um crime hediondo contra a humanidade. Seqüestrar, aprisionar, espancar, violentar, privar da liberdade e matar são crimes. Seqüestrar, aprisionar, espancar, violentar, privar da liberdade e matar uma população é genocídio, são e sempre foram atos criminosos. Escravizar é crime hediondo contra a humanidade. É e sempre ...

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    Inclusão da História da África nas Escolas

    Após décadas de lutas por políticas educativas de  inclusão da história da população negra na história oficial do Brasil, em 9 de janeiro de 2003 entrou em vigor, a Lei Federal 10639/2003, alterando a Lei 9.394 que estabelece as diretrizes curriculares e bases da educação nacional (escolas públicas e privadas, e qualquer estabelecimento e modalidade de ensino de 1º, 2º e 3º graus), onde, em seu artigo 26-A, torna obrigatória a inclusão do estudo das “Relações Étnico-Raciais e o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana”. A Lei 10.639 é um grande avanço, mas que até o momento não foi implementada com suficiente energia, existindo até o momento apenas ações tímidas e parciais, diferente do que está descrito na lei. Da Ação Educativa @_WILLPOWER_ Diante da constatação de que a existência da Lei não significou uma mudança do Estado na forma de agir e ver a população negra, em ...

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    História e Cultura Afrobrasileira

    Apresentação e contextualização  @DAZZLE_JAM Na década de 90 o Governo Brasileiro, durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, reconheceu publicamente a existência do racismo no país, acatando parte das reivindicações e confirmando antigo apontamento e constatação, tanto por parte do Movimento Negro (MN) quanto de pesquisadores da área de Educação e Relações Étnico-Raciais, que uma educação fundada em uma visão eurocêntrica do mundo perpetua a discriminação racial e fere a auto-estima das pessoas que não se sentem contempladas e portanto não encontram identificação no ambiente escolar. Por: Suelaine Carneiro e Tania Portella, da Ação Educativa A ação mais explícita de reconhecimento do racismo brasileiro pelo Governo Federal foi a criação do Grupo de Trabalho para Valorização da População Negra no dia 20 de novembro de 1995, data de tricentenário de Zumbi dos Palmares. Implementado no âmbito do Ministério da Justiça mas com caráter interministerial, o chamado GTI População Negra, foi ...

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    Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA

    LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.   PHOTOGRAPH BY GETTY IMAGES   O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Título I Das Disposições Preliminares Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente. Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade. Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade. Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros ...

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    Clóvis Moura foi um grande estudioso da luta de classes com atenção ao papel do trabalhador negro brasileiro e sua história. (Foto: Imagem retirada do site Observatório Social)

    Clóvis Moura: 5 anos sem o “pensador quilombola”

    "Eu aprendi a me conhecer lendo Clóvis Moura. Sou negro e me vi em Brasil: raízes do protesto negro". (Aílson do Carmo de Souza) Em 23 de dezembro, faz 5 anos que perdemos Clóvis Moura. De forma antecipada, e como parte das reflexões sobre a Semana da Consciência Negra, nada mais apropriado do que homenageá-lo. Sua obra e sua militância foram a melhor síntese da práxis que uniu a reflexão teórica e a luta por um Brasil de igualdade racial. Desde que Zumbi passou a ser reconhecido como símbolo da luta antiescravista brasileira, foi reconsiderada parte de nossa visão de história, não feita por heróis, mas tendo o Quilombo dos Palmares como personificação e síntese da luta dos negros, nos mais de 300 anos de escravidão em nosso País, e nos quase 500 anos de luta pela liberdade e contra o preconceito. Foi justamente isto que os movimentos negros, independente ...

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    Foto: Murilo Alvesso

    Angela Maria

    Abelim Maria da Cunha, Angela Maria,  nascida no dia 13 de maio de 1928, em Conceição de Macabu, distrito de Macaé no Rio de Janeiro, a filha do pastor protestante, saía de casa escondida para conquistar o seu grande sonho de ser cantora. A música sempre esteve presente na sua vida, desde a sua infância, quando ouvia seu pai cantando músicas evangélicas, e mais tarde tornou-se fã número um de Dalva de Oliveira. Como sua família era muito humilde, Angela Maria começou a trabalhar muito cedo para ajudar em casa, e ter algum dinheiro para seus gastos. Durante a entrevista lembrou do emprego na fábrica GE, como inspetora de lâmpadas, o último trabalho antes de iniciar a carreira artística. O setor era um dos mais produtivos, mas com o passar do tempo houve uma queda. O dono não entendia o que estava acontecendo pelo fato de serem os mesmos funcionários, a mesma carga ...

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    Foto: Acervo pessoal/Reprodução/Yahoo

    Clovis Moura: 5 anos sem o “pensador quilombola”

    "Eu aprendi a me conhecer lendo Clóvis Moura. Sou negro e me vi em Brasil: raízes do protesto negro". (Aílson do Carmo de Souza) Em 23 de dezembro, faz 5 anos que perdemos Clóvis Moura. De forma antecipada, e como parte das reflexões sobre a Semana da Consciência Negra, nada mais apropriado do que homenageá-lo.  Sua obra e sua militância foram a melhor síntese da práxis que uniu a reflexão teórica e a luta por um Brasil de igualdade racial. Desde que Zumbi passou a ser reconhecido como símbolo da luta antiescravista brasileira, foi reconsiderada parte de nossa visão de história, não feita por heróis, mas tendo o Quilombo dos Palmares como personificação e síntese da luta dos negros, nos mais de 300 anos de escravidão em nosso País, e nos quase 500 anos de luta pela liberdade e contra o preconceito. Foi justamente isto que os movimentos negros, independente ...

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    poder-da-escrita3

    Confira a íntegra do manifesto a favor das cotas

    "Manifesto em favor da lei de cotas e do estatuto da igualdade racial     "Manifesto em favor da lei de cotas e do estatuto da igualdade racial Aos/as deputados/as e senadores/as do Congresso brasileiro A desigualdade racial no Brasil tem fortes raízes históricas e esta realidade não será alterada significativamente sem a aplicação de políticas públicas específicas. A Constituição de 1891 facilitou a reprodução do racismo ao decretar uma igualdade puramente formal entre todos os cidadãos. A população negra acabava de ser colocada em uma situação de completa exclusão em termos de acesso à terra, à instrução e ao mercado de trabalho para competir com os brancos diante de uma nova realidade econômica que se instalava no país. Enquanto se dizia que todos eram iguais na letra da lei, várias políticas de incentivo e apoio diferenciado, que hoje podem ser lidas como ações afirmativas, foram aplicadas para estimular a ...

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    (Foto: Marcus Steinmayer)

    Marta, por Sueli Carneiro

    A derrota de Marta Suplicy à reeleição para a Prefeitura de São Paulo produziu um sem número de explicações e análises capazes de satisfazer a todos os gostos. Uns preferiram destacar o preconceito contra a mulher e a suposta ou real arrogância e voluntarismo da prefeita; os mais bizarros tributaram a derrota a um suposto processo de vitimização de seu ex-marido, que teria sido mobilizador da solidariedade machista de homens e mulheres paulistanos contra a prefeita; os taxistas de São Paulo não têm dúvidas: foram as taxas, que renderam à prefeita a alcunha popularizada entre os paulistanos de Martaxa. Outros mencionaram a intransigência da prefeita por insistir em uma ‘‘chapa pura'' em detrimento de alianças do interesse do governo federal, à colagem de sua imagem à do ex-prefeito Paulo Maluf, aos descontentamentos da população com o governo federal e ao medo de consolidação da hegemonia petista. Os mais contundentes apontaram ...

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    Mandela, Buscapé e Beira Mar, por Sueli Carneiro

    As identidades de classe e de raça permitiram que as contradições que opuseram no passado recente setores da classe média e dissidentes das elites ao regime militar fossem superadas. Militantes de esquerda, democratas sinceros, terroristas que combateram a ditadura tornaram-se senadores, ministros, deputados etc... Os demais, vivos ou mortos, foram anistiados e indenizados. Um ato de justiça e reparação. Eles, de fato, travaram o bom combate.  No entanto, o povão, classe e raça subalternas, permaneceu onde sempre esteve, à margem do poder e de suas benesses. O povo pacífico e tolerante, que acredita ainda hoje no "Brasil ame-o ou deixe-o" continuou punido com o abandono social. Nenhuma recompensa por tanta cordialidade e resignação. Por Sueli Carneiro "Quem não chora não mama". Quem não se rebela não merece respeito. Quem não luta em defesa de seus interesses não é digno de ter poder. É o que expressa o desprezo das elites ...

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    O matriarcado da miséria, por Sueli Carneiro

    De 01 a 03 de setembro, reuniram-se na cidade do Rio de Janeiro, 13 organizações de mulheres negras brasileiras para deliberarem sobre a participação das mulheres negras na III Conferência Mundial contra o Racismo, Xenofobia e formas Correlatas de Intolerância a se realizar no final de agosto de 2001 na África do Sul. Desta reunião nacional, organizada pelas ONGs Geledés Instituto da Mulher Negra de São Paulo, Criola, do Rio de Janeiro e Maria Mulher do Rio Grande do Sul, resultou uma declaração pró Conferência de Racismo que configura, o matriarcado da miséria que caracteriza as condições de vida das mulheres negras no Brasil. Por Sueli Carneiro Nesta declaração constata-se que a conjugação do racismo e o sexismo produzem sobre as mulheres negras uma espécie de asfixia social com desdobramentos negativos sobre todas as dimensões da vida. Esses se manifestam em seqüelas emocionais com danos à saúde mental e rebaixamento ...

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