Tag: #BlackLivesMatter

(Foto: INSTYLE.COM/BONNIN STUDIO / STOCKSY)

Como falar com sua família branca sobre racismo – Black Lives Matter

Como falar com sua família branca sobre racismo. Ser aliado significa ter conversas desconfortáveis. Aqui está como começar. Eventos recentes nos Estados Unidos me deixaram refletindo sobre as inúmeras maneiras pelas quais posso me sair melhor como aliado quando se trata de apoiar a comunidade negra e derrubar os sistemas inerentemente racistas em nosso país. Uma grande parte de ser um aliado não é apenas assumir a responsabilidade por si mesmo e não ser racista, mas trabalhar ativamente para desmantelar o racismo quando você o vê - em outras palavras, conversando com as pessoas em sua vida que ainda fazem comentários ignorantes em resposta ao notícias ou que possuem crenças prejudiciais. 13º O documentário de Ava DuVernay de 2016 explora a criminalização de afro-americanos e o boom da prisão nos EUA. Disponível para transmitir na Netflix. Ou seja, pessoas como meu pai, um homem branco conservador em uma cidade rica que ...

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Como de costume, Michael Jordan acompanhou o jogo dos Hornets da primeira fila (Foto: Getty Images)

Michael Jordan doará R$ 497 milhões a organizações engajadas na causa antirracista

Maior jogador de basquete de todos os tempos e seis vezes campeão da NBA com o Chicago Bulls, Michael Jordan anunciou na tarde dessa sexta-feira, que doará, através de sua marca Jordan Brand, US$ 100 milhões (cerca de R$ 497 milhões) a organizações engajadas na causa antirracista. O auxílio será concedido ao longo dos próximos 10 anos com a intenção de garantir igualdade racial, justiça social e maior acesso à educação.   Ver essa foto no Instagram   Black lives matter. This isn't a controversial statement. We are you. We are a family. We are a community. Michael Jordan and Jordan Brand are committing $100 million over the next 10 years to protecting and improving the lives of Black people through actions dedicated towards racial equality, social justice and education. #JUMPMAN Uma publicação compartilhada por Jordan (@jumpman23) em 5 de Jun, 2020 às 1:37 PDT A doação acontece cinco dias ...

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Profissionais da saúde participam do ato 'Black Lives Matter' em frente a um hospital Bellevue, em Nova York (Foto: Johannes Elisele/ AFP)

Primavera americana

Os edifícios da democracia liberal norte-americana, assim como de nossa incompleta República, foram construídos sobre o holocausto indígena e da população negra, arrastada em grilhões a este continente. O fim da escravidão não foi capaz de colocar termo ao racismo e à discriminação, assegurar a igualdade formal, criar condições mínimas de igualdade no plano político e econômico entre os que compõem essas nações, muito menos de reparar todo o mal que lhes foi infligido ao longo dos séculos. Os avanços promovidos pela democracia têm se mostrado lentos e insuficientes, como apontam os mais diversos indicadores sociais e econômicos. Lá e cá, negros recebem menos educação, têm menos acesso a serviços e bens públicos. Consequentemente, suas oportunidades, remuneração, expectativa de vida e bem-estar ficam abaixo da dos brancos. A manutenção dessa subordinação econômica e social não são acidentais, mas sim constitutivas do “bom” funcionamento de sociedades hierárquicas e injustas e o ...

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Pessoa segura um cartaz com os dizeres 'Black lives matter' ("vidas negras importam", em português) durante um protesto na sexta-feira (29) em Detroit, no Michigan, pela morte de George Floyd. (Foto: Seth Herald/AFP)

Vidas negras importam! Mas por que precisamos afirmar o óbvio?

Quando um homem branco, a serviço do Estado, assassina brutalmente um homem negro, sob os olhos do mundo inteiro; quando, mais uma vez, incontáveis tiros da polícia terminam com a vida de uma pessoa negra em uma favela; não é mais possível silenciar as vozes que gritam, no Brasil e no mundo: Vidas Negras Importam! Mas, por que é necessário afirmar que vidas negras importam, já que isso é óbvio? Porque, assustadoramente, não é tão óbvio para muitos brancos, nem para as estruturas racistas da nossa sociedade. A vida – e a morte – de pessoas negras é banalizada na sociedade ocidental, há mais de 500 anos. “A carne mais barata do mercado é a carne negra”, lembra-nos a artista brasileira Elza Soares. Vidas negras são banalizadas quando um agente do Estado mata uma pessoa negra, sem que ela esteja apresentando nenhuma ameaça. A isso chamamos Genocídio da População Negra ...

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Manifestantes carregam faixa 'Vidas negras importam' em protesto (Foto: Reprodução/GloboNews)

Pretos e pardos são 78% dos mortos em ações policiais no RJ em 2019: ‘É o negro que sofre essa insegurança’, diz mãe de Ágatha

Pretos e pardos representam 78% dos mortos por intervenção policial no Rio de Janeiro em 2019. A informação consta em um levantamento do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP-RJ), obtido pelo G1 através da Lei de Acesso a Informação (LAI). Das 1.814 pessoas mortas em ações da polícia no último ano, 1.423 foram pretas ou pardas. Entre elas, 43% tinham entre 14 e 30 anos de idade. O número de mortes por intervenção legal foi o maior número registrado desde 1998. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 54% da população do estado se declara preta ou parda. Para especialistas ouvidos pelo G1, os números mostram traços de racismo estrutural na política de segurança pública do estado. A mãe da menina Ágatha Félix, morta aos 8 anos baleada durante operação no Complexo do Alemão, lamentou as vítimas deste tipo de ação e o preconceito com ...

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Lewis Hamilton no GP da Malásia de 2017 (Foto: Mark Thompson/Getty Images)

Pilotos reagem à crítica de Hamilton e protestam contra racismo

Foi preciso uma cobrança pública de Lewis Hamilton, mas o mundo da Fórmula 1 rompeu o silêncio e começou a protestar contra o racismo. Após o piloto da Mercedes criticar a falta de posicionamento de seus colegas em relação à morte de George Floyd, Charles Leclerc, Daniel Ricciardo, Sergio Pérez e Lando Norris usaram as redes sociais para se unirem ao movimento antirracista. No último dia 25, Floyd foi preso, acusado de tentar pagar compras com uma nota falsa de US$ 20. Apesar de algemado, George foi colocado no chão e o policial Derek Chauvin permaneceu ajoelhado no pescoço do homem de 46 anos por mais de 8 minutos. Floyd morreu e o policial foi demitido e preso na última sexta-feira. Desde então, enormes protestos tomaram várias cidades dos Estados Unidos, mas também ganharam o mundo. Tão logo o caso foi divulgado, Hamilton foi às redes sociais criticar a atuação ...

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Imagem retirada do site Universa

Como colaborar com o ‘Vidas Negras Importam’ sem silenciar o movimento

Os protestos que se espalharam pelos Estados Unidos por causa da morte de George Floyd –segurança de 46 anos, negro, asfixiado publicamente por um policial na cidade de Minneapolis em 25 de maio– ganharam o mundo. Para além da imensa atenção midiática que o movimento #BlackLivesMatter (#VidasNegrasImportam, no Brasil) recebeu a nível global, temos, na mesma proporção, uma onda de adesão a esses discursos nas redes sociais. A princípio, o apoio massivo a essas iniciativas pode parecer uma excelente notícia para o movimento –que precisa muito mesmo de visibilidade. O problema é quando a adesão não passa de ostentação vazia de virtudes e acaba atrapalhando quem, de fato, está se articulando para denunciar atos de racismo. Bom exemplo disso foi a viralização de fotos pretas acompanhadas pela hashtag #blackouttuesday. O objetivo era promover, nas redes sociais, uma espécie de apagão como pausa para reflexão em respeito e solidariedade às vidas ...

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Foto: Gabriel Castro Herrera

A gota d’água pelo simples direito de respirar aqui e lá

"Vidas negras importam". A onda de protestos  que se espraia pelas cidades estadunidenses confirma a complexidade do racismo, pois ter melhorias individuais das  condições materiais de existência, típicas de uma sociedade de consumo, mostra que mesmo sendo popstars na música, nos esportes,  na literatura, na mídia,  intelectuais e até Presidente, mantém os homens negros e mulheres negras, como 'negros", em sociedades racistas e classistas.  O projeto neoliberal não inclui o de emancipação do povo negro. Nesse sentido, é importante citar um trecho da entrevista de Bakari Sellers, autor do livro de memórias “ No meu país de fuga”, ao site democracynow.org /: Esse é o país em que vivemos. E o que você está vendo hoje não é apenas sobre George Floyd. Não quero que ninguém pense isso. O que estamos vendo hoje é sobre injustiça sistêmica e racismo sistêmico que atormentam este país há 400 anos. ( tradução livre)   ...

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Bianca Santana (Foto: Caroline Lima)

Racismo, colonialismo e falta de ar

“Quando eu ouço o que George Floyd morreu dizendo, é lógico que eu lembro do dia em que um policial apertou meu pescoço até eu desmaiar. Enquanto eu sufocava, falava a mesma coisa: ‘eu não consigo respirar’”, compartilhou Wellington Lopes em uma reunião de que participei esta semana. O cientista social negro, jovem brilhante, é um dos coordenadores de núcleo da UNEafro Brasil e tem dedicado seus dias à entrega de cestas básicas e materiais de higiene em Poá, região metropolitana de São Paulo, além do apoio comunitário a pessoas com sintomas de COVID-19. Dentre muitos momentos compartilhados com Wellington, registro aqui o ato em fevereiro de 2019, em protesto ao assassinato de Pedro Henrique Gonzaga, aos 19 anos de idade. Um segurança do supermercado Extra, no Rio de Janeiro, sufocou o jovem com um golpe de gravata até a morte. Embora me sinta um disco riscado ao perguntar, repito: ...

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Arte: Anderson de Souza

Os pretos dos EUA são demais!

“Cristina, o Uber tá chegando”, avisa Marta, sem desgrudar os olhos da televisão. Na sequência, emenda: “Os pretos dos EUA são demais!” Sem tecer comentário sobre as imagens da tv, Cristina, dirigindo-se à porta de saída, informa: “Coloquei as marmitas do final de semana no congelador. Até segunda, Dona Marta.” No elevador, Cristina sente um aperto no peito. O joelho que sufoca o pescoço até a morte. O policial branco com as mãos no bolso. O rapaz negro no chão sem poder respirar. “Tem que colocar fogo em tudo mesmo!”, Cristina diz para si mesma. O Uber chega. A viagem é longa e silenciosa. A cabeça de Cristina não descansa. Medo e raiva se alternam como companheiros de viagem. O temor vem pela lembrança do filho Joaquim, naquele momento, deve estar fazendo entrega para o Ifood pela cidade. O coração de Cristina acelera. Moto sem manutenção. Avanço da pandemia. No ...

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REUTERS

Protestos por George Floyd: em seis áreas, a desigualdade racial no Brasil e nos EUA

A eclosão de manifestações nos Estados Unidos e no Brasil contra a violência que atinge os negros volta a lançar luz sobre a desigualdade e a representatividade racial nos dois países. A BBC News Brasil selecionou abaixo dezenas de indicadores oficiais em seis tópicos acerca da disparidade racial. Em resumo, em relação aos brancos, os negros brasileiros e americanos têm menos escolaridade, acesso à saúde e emprego. Morrem mais de covid-19 e em intervenções policiais. São sub-representados no sistema político e na indústria cultural. Os negros somam 55% da população brasileira e 12% da americana. Cada país adota sua própria metodologia para classificação racial ou étnica. No Brasil, ela é mais flexível e em torno da autodeclaração, sendo ligada a aspectos físicos e socioculturais, por exemplo. Negros é a soma de pretos e pardos. Nos EUA, a regra é mais rígida — baseada na ascendência — para se definir como ...

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É sempre o mesmo racismo!

Não é uma fatalidade, não acontece "por acaso", não é "por engano", não foi "sem querer", não é "por pressão", não foi "legítima defesa", não foi "um erro" é ASSASSINATO! É o mesmo racismo que assassina com 111 tiros jovens pretos que comemoravam uma vaga de emprego. É o mesmo racismo que assassina um homem preto com 80 tiros. É o mesmo racismo que assassina a Marielle. É o mesmo racismo que assissina o João Pedro. É o mesmo racismo que assassina inúmeros de jovens pretos o tempo todo. Que assassina o George Floyd. É o mesmo racismo. É o mesmo racismo que encarcera um homem preto porque roubou um pinho sol. É o mesmo racismo que encarcera uma mulher preta porque foi reconhecida pelo cabelo crespo. É o mesmo racismo da piadinha com preto, é o racismo que pretere, que diz que é vitimismo, que demoniza um homem preto ...

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Crédito: Reprodução/Twitter @georgegalloway

Sejamos honestos as ruas são preciosas demais para abandoná-las aos perversos

ESTAMOS VIVENDO UM DAQUELES MOMENTOS HISTÓRICOS DECISIVOS. Aquele ponto a partir do qual, nada mais será como antes. A pergunta que está aberta neste momento é qual a intensidade da piora ou se há chances de reverter o jogo: um governo genocida, miliciano e corrupto, eleito por fake news, que opta por boicotar medidas sanitárias diante de uma crise pandêmica sem precedentes (levando milhares à morte); aproveita a comoção para privatizar bens públicos e legalizar a grilagem de terras indígenas e áreas de proteção ambiental; um governo perverso que tem um projeto de ultra-direita que caminha declaradamente na direção de um recrudescimento antidemocrático, amparado pelos já conhecidos (e nunca sancionados) militares brasileiros e um empresariado que tem saudades da escravidão . ATÉ ANTES DE ONTEM, a principal oposição política à essa calamidade era composta pelo Dória (da pior facção do PSDB), o Witzel (que atirava na favela, de helicóptero) e ...

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Jae C. Hong/Shutterstock

Não peçam o fim dos levantes, diz Alexandria Ocasio-Cortez

Se você deseja o fim dos levantes, mas não acredita que o acesso à saúde seja um direito humano, se você tem medo de dizer que vidas negras importam, se você tem medo demais para denunciar a brutalidade da polícia, então você não quer o fim das revoltas. Você quer que a injustiça continue e que os seus continuem a apoiar a violência da pobreza, a violência da falta de acesso a moradia, a violência da brutalidade policial e que não se fale mais sobre isso. É isso o que você quer. Então, se você pede por um fim do conflito, é bom você também exigir o acesso à saúde como um direito humano, que você peça mais responsabilidade do nosso sistema policial, é bom você começar a apoiar os conselhos de avaliação da sua comunidade, é bom você apoiar o fim da discriminação habitacional, é melhor você se posicionar ...

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O PREFEITO BRUNO COVAS (PSDB). FOTO: GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Bruno Covas cita protestos por João Pedro e George Floyd: “Racistas não passarão”

O prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), repudiou os assassinatos do menino João Pedro, de 14 anos, no Rio de Janeiro, e de George Floyd, nos Estados Unidos, e afirmou que “racistas não passarão”. A declaração ocorreu nesta quarta-feira 3, durante coletiva de imprensa com o governador João Doria (PSDB). “Embora a gente esteja diante do maior desafio do planeta nos últimos 100 anos, que é a pandemia do coronavírus, mas diante dos recentes acontecimentos, dos assassinatos do menino João Pedro, no Rio de Janeiro, e de George Floyd, nos Estados Unidos, eu me sinto no dever, como prefeito da cidade de São Paulo e como cidadão, de falar sobre racismo”, afirmou. O prefeito declarou que considera os protestos antirracistas nos Estados Unidos e no Brasil como “tocantes” e que trazem uma pauta urgente para a sociedade. Leia Também: Letalidade da Rota cresceu 98% em 2019, segundo Ouvidoria ...

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(Foto: Geledés)

Quanto vale a vida de uma pessoa negra?

Num país que recentemente elegeu como Presidente da República alguém que já comparou pessoas negras a animais e disse que seus filhos não se relacionariam com uma mulher negra porque foram bem educados, rapidamente se chega a uma resposta para a pergunta feita no título desse texto. E ela pode variar entre “muito pouco” e “quase nada”. Mas, como nossa sociedade ainda não se reconhece racista apesar de todas as evidências, façamos o esforço de expor o óbvio ululante à vista de todos, na tentativa de que mais pessoas se levantem contra o preconceito e se tornem agentes na luta antirracista. No Brasil, as desigualdades raciais saltam aos olhos. Estão expostas como feridas abertas por séculos de escravidão e opressão até os dias atuais. No entanto, o enfrentamento ao racismo, que se manifesta das mais diversas maneiras em nosso país, ainda está distante de ser um movimento que envolve grande ...

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Carta antiviolência racial - (Foto reprodução Phil Roeder via Flickr)

Mais de 70 entidades LGBT assinam carta antiviolência racial

Uma carta antiviolência racial veio à tona depois dos recentes assassinatos de negros americanos, incluindo George Floyd, um homem de 47 anos que foi morto após um policial branco chamado Derek Chauvin colocar o joelho no pescoço por oito minutos e 46 segundos. Tony McDade, um homem negro transgênero, também foi morto por policiais brancos na Flórida. Agora, acredita-se que seu assassinato seja a 12ª morte violenta de um transgênero do ano de 2020 nos Estados Unidos. Desde então, protestos e manifestações eclodiram em 140 cidades nos Estados Unidos – e no mundo – contra a brutalidade policial, o racismo e a supremacia branca, com mais de 4000 pessoas sendo presas (em 31 de maio de 2020). “‘Se você é neutro em situações de injustiça, escolheu o lado do opressor. ‘Essas palavras, escritas há mais de 30 anos pelo arcebispo Desmond Tutu, lembram-nos que a indiferença nunca pode superar a ...

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Viola Davis (Foto: Merrick Morton/20th Century Fox via AP)

Viola Davis compartilha link de petição que pede justiça no caso do menino João Pedro

Em meio aos protestos antirracistas que aconteceram no último fim de semana nos Estados Unidos, Viola Davis reforçou a importância do movimento “Black Lives Matter”, que tem por objetivo denunciar e cobrar justiça por mortes de pessoas negras. Além disso, neste domingo (31), a atriz compartilhou o link de uma petição que pede justiça para João Pedro, garoto brasileiro de quatorze anos morto durante uma operação da polícia. Vítima da ação truculenta de agentes, João Pedro brincava na sala de casa quando foi confundido com um suspeito e baleado. O corpo foi levado pela polícia em um helicóptero e a família só conseguiu saber o paradeiro do menino 17h depois, ao encontrá-lo em um necrotério. O caso aconteceu no Complexo do Salgueiro, em maio deste ano, ganhando proporção internacional. #BlackLivesMatter https://t.co/xGLuSDwkdj — Viola Davis (@violadavis) May 31, 2020 A petição tem o objetivo de recolher um milhão de assinaturas que ...

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Thiago Amparo (Foto: Arquivo Pessoal)

Negros queimam mito da democracia americana

Os EUA estão em chamas. Não são somente os prédios que ardem ali. Nas ruas de Nova York, Minneapolis, Atlanta e tantas outras cidades construídas, literalmente, sobre os ossos de escravizados, negros e negras queimam o mito fundante de um país livre e igual. “Os ideais fundadores da nossa democracia eram falsos quando foram escritos. Foram os negros americanos que lutaram para torná-los realidade”, escreveu no ano passado Nikole Hannah-Jones. Reencena-se a violência racial como espetáculo. Hoje e outrora. 1921, Tulsa, Oklahoma. Aviões particulares jogam bombas sobre comércios na chamada Black Wall Street, destruindo dezenas de quarteirões e matando centenas de pessoas negras. 1963, Birmingham, Alabama. Bombas contra líderes de direitos civis eclodem. Protestos são massacrados pela polícia. Uma foto brutalmente icônica mostra um policial com o joelho enforcando uma mulher negra. Semelhança sombria com a cena de George Floyd sendo assassinado em Minneapolis no último dia 25. Da prisão ...

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Apoiadores do movimento Black Lives Matter protestam em frente ao Portão de Brandembrugo, em Berlim, após a morte de George Floyd em Minneapolis (EUA) no início da semana (Foto: Imagem: Michelle Tantussi/Efe)

Caso George Floyd: Protestos antirracistas saem dos EUA e chegam a Berlim, Londres e Toronto

Aos menos três países, além dos Estados Unidos, registraram manifestações antirracistas ontem. Os protestos ocorreram em Berlim (Alemanha), Londres (Inglaterra) e Toronto (Canadá). As manifestações começaram após de um homem norte-americano negro, George Floyd, 46, na última segunda-feira (25), em Minneapolis, no estado norte-americano de Minnesota. Floyd morreu após um policial branco imobilizá-lo com o joelho sobre seu pescoço. Nos EUA, os protestos já duram cinco dias, com atos violentos e três mortes registradas. Em Berlim, a concentração foi em frente à Embaixada dos Estados Unidos. A manifestação organizada por apoiadores do movimento Black Lives Matter (vidas negras importam) reuniu milhares de pessoas, que gritaram frase contra o racismo. Thousands now chanting “black lives matter” in front of the US Embassy in Berlin #GeorgeFloyd pic.twitter.com/Jh65RKhTLo — Carl Nasman (@CarlNasman) May 30, 2020 Em Londres, milhares de pessoas marcharam pelas ruas de Peckham, bairro que reúne grande número de negros e ...

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