quarta-feira, agosto 12, 2020

    Tag: rio 2016

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    ‘Esporte paralímpico ainda não mudou preconceito no Brasil’, diz ex-chefe da delegação brasileira

    Apesar do sucesso das Paralimpíadas, a sociedade brasileira ainda não mudou o preconceito em relação aos deficientes e o esporte paralímpico. Essa é a opinião de Alberto Martins da Costa, que esteve à frente da delegação brasileira em três Paralimpíadas - Sydney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008). Por Jefferson Puff, da BBC  Porém, ele acredita que o país esteja "próximo" de mudar seus paradigmas - com a a ajuda do esporte. "O que você está vendo nessas competições não é a deficiência física, é a superação de si mesmo na busca da melhor performance. É a obtenção de marcas, dos melhores tempos, de quebra de recordes, da vitória sobre os adversários." Doutor em Educação Física, ele já não chefia os atletas: atualmente, preside a Academia Paralímpica Brasileira, criada em 2010 para agregar os estudos em torno do esporte paralímpico no país. Em entrevista à BBC Brasil, Costa afirma que ...

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    Homicídios cometidos por policiais aumentaram 85% às vésperas da Rio 2016

    Os homicídios cometidos por policiais militares na cidade do Rio de Janeiro aumentaram 85% nos quatro meses (de abril a julho) que antecederam os Jogos Olímpicos Rio 2016, na comparação com o mesmo período do ano passado. De abril a julho deste ano, o Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro registrou 168 homicídios decorrentes de operações policiais contra os 91 do ano passado. O aumento chegou a 103% somente entre abril e junho. Por  Flávia Villela, no HUFFPOST BRASIL Os dados fazem parte do relatório Legado de Violência: Homicídios pela Polícia e Repressão a Protestos na Olimpíada Rio 2016, lançado nesta quinta-feira (15) pela Anistia Internacional. Desde janeiro, 244 pessoas morreram nessas condições. Em 2015, foram 200 mortes de janeiro a julho, evidenciando um aumento de 22% no número de homicídios cometidos por policiais em serviço. Em todo o estado, esse número chegou a 470 de janeiro ...

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    Marinalva Almeida – Atleta Paralímpica: “O Brasil não precisa de Photoshop para representar nossas deficiências.”

    Marinalva de Almeida, faz 39 anos ( hoje é seu aniversário), mãe de 03, atleta paralímpica e sobretudo, uma mulher de garra, que luta a cada dia para vencer os obstáculos e inspirar outras pessoas que assim como ela, são deficientes físicas a saírem do anonimato e serem donos de sua própria história. Aos 14 Por VIVIANE DUARTE, do Plano Feminino  Marinalva de Almeida, faz 39 anos ( hoje é seu aniversário), mãe de 03, atleta paralímpica e sobretudo, uma mulher de garra, que luta a cada dia para vencer os obstáculos e inspirar outras pessoas que assim como ela, são deficientes físicas a saírem do anonimato e serem donos de sua própria história. Aos 14 anos Mari perdeu sua perna esquerda num acidente de moto – ela conduzia o veículo sozinha. Superou a perda e aprendeu desde cedo a cair e levantar. Passou a frequentar o Centro de Educação Multidisciplinar ...

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    Negra e com deficiência, rapper Yzalú acusa campanha da Vogue de “black face”

    A infeliz homenagem da revista Vogue aos atletas paraolímpicos, não ofendeu somente as pessoas com deficiência, mas também todas as pessoas cansadas de serem representadas de forma no mínimo equivocada. Por Silvia Nascimento, do Mundo Negro  Cleo Pires, photoshopada sem braço, juntamente com o ator Paulinho Vilhena, usou as redes sociais para explicar o close erradíssimo da campanha feita pela agência Africa, de Nizan Guanaes. Além de querer explicar o inexplicável, a atriz global foi bem arrogante. “Tô um pouco passada com a hipocrisia dos comentários”, disse a celebridade. A Rapper Yzalú, que é deficiente fisica, foi umas das primeiras a criticar a campanha, “me senti desrespeitada” disse a Cantora. Apesar do vídeo não ter sido direcionado à Rapper, Yzalú resolveu responder, por ser uma representante natural da classe. Confira os vídeos:

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    Maurício Requião

    Quem É Ouro no Brasil

    As fotos revelam que a principal fonte de medalhas de ouro das Olimpíadas foi a população negra, que segundo o IBGE é formada por pretos e pardos. Por Helio Santos Do Brasil de Carneeosso Tenho dito que a periferia brasileira é ouro puro; figuração que faço para evidenciar a riqueza que ali sobrevive. Nada vale mais nesse planeta do que talento, mais que o próprio ouro. E convenhamos: esse material é abundante em nossos bairros periféricos, favelas, cortiços e invasões. As Olimpíadas que acabaram de se encerrar no Rio comprovou de forma cabal o que dissemos recentemente aqui nessa página. Sempre lembro que, apesar de dispormos de fartos veios de ouro puro, optamos pelas bijuterias. Ou seja: valorizamos os bem-nascidos que não precisam se empenhar para manter seus privilégios. O resultado é o país que nos resta: baixa capacidade de crescimento com inclusão; jejum completo de Prêmios Nobel e medíocre pontuação ...

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    Janeth Arcain: ‘Esporte me fez superar preconceito racial e de gênero’

    Ex-jogadora de basquete competiu em quatro Olimpíadas, ganhando medalhas em duas delas. Em 2016, a ex-atleta também participou do maior evento esportivo do mundo, mas fora das quadras, como prefeita da Vila Olímpica. Janeth Arcain desenvolve projetos para levar esporte e inclusão social a jovens de baixa renda. no Nações Unidas Janeth Arcain foi a prefeita da Vila Olímpica dos Jogos Rio 2016. Foto: ONU Mulheres / Gustavo Stephan Janeth Arcain já participou de quatro Olimpíadas como jogadora da seleção brasileira de basquete. Em duas delas, trouxe medalhas para o Brasil. Em 2008, em Pequim, ela participou novamente do maior evento esportivo do mundo, mas desta vez como representante da candidatura do Rio de Janeiro ao posto de sede dos Jogos Olímpicos. Oito anos depois, ela se tornaria prefeita da Vila Olímpica da Rio 2016. Em entrevista exclusiva ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Janeth conta como o esporte ...

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    Capacitismo não tem fim. Sanidade editorial, sim

    A revista Vogue, preferida pela classe A e B para contemplar as ofertas fashions de Milão, Paris e New York, acaba de apresentar ao mundo a maior campanha capacitista já publicada no século XXI.  Não é a primeira vez que a revista se envolve em campanhas polêmicas: fez outubro rosa para falar de câncer, sem mulheres de câncer e matéria com crianças em poses sensuais com direito à denúncia ao MPF. Direitos Humanos e respeito à dor alheia não é o forte da revista, pois como antropóloga eu achava que devia ler de tudo, e confesso, gosto de moda, e amo a blogueira de beleza da Vogue, Vic Ceridono, que eu li por anos, mas deixei de comprar a revista na absurda matéria fotográfica de Vogue Kids: me deu vômito. por Luíse Bello no Think Olga  Agora, a revista faz uma matéria sobre Jogos Paralímpicos sem os atletas, com artistas globais ...

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    Vogue Brasil usa Photoshop para “desmembrar” atores em campanha das Paralimpíadas

    Campanha quis mostrar representatividade, mas não deu muito certo por Rafael Silva, do B9 Boa parte dos ingressos para as Paralimpíadas estão parados nas bilheterias. Com a competição se aproximando rápido, a revista Vogue Brasil decidiu apoiar uma campanha para a ocasião e publicou no seu Instagram a foto acima. Na campanha, que usa a hashtag#SomosTodosParalímpicos, dois atores foram desmembrados usando Photoshop para entrarem no espírito paralímpico. Segundo a descrição da foto, os atores Cléo Pires e Paulo Vilhena representam atletas reais: Bruna Alexandre, paratleta de tênis de mesa, eRenato Leite, paratleta de vôlei sentado. Os atores também foram nomeados “embaixadores da competição”. Nos comentários da publicação, a maior parte não curtiu muito a iniciativa da revista – e com razão, já que é uma puta bola fora fazer uma campanha com esse tema usando como motes centrais pessoas que não são paratletas. Um dos comentaristas levanta o ponto: “com ...

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    Atleta acusada de racismo. “Estou feliz por ter sido a segunda branca”

    Joanna Jóźwik ficou em 5.º lugar na prova de 800 metros nas Olimpíadas no Rio de Janeiro. Do Yes Notícias Estão em causa as polêmicas declarações de uma atleta polaca à Europsport, após ter terminado em 5.º lugar na corrida de 800 metros. Joanna Jóźwik sugeriu que se sentia como uma medalhista de prata. A razão? As atletas africanas, que dominaram a prova. “Dói um pouco. Vi a Melissa Bishop muito desapontada, ela melhorou o seu melhor tempo e foi 4.ª. É triste e acho que ela devia ser a medalhada de ouro. Estou feliz por ter sido a primeira europeia e a segunda branca”, afirmou. Os comentários têm valido críticas nas redes sociais, acusando a atleta de ter tido um tom racista.

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    Diário Olímpico – Dia Quinze

    Ainda dá tempo de corrigir: Nós, cariocas, perdemos tempo demais frequentando a casa da Áustria para nos sentirmos austríacos, a Casa da Suíça para nos sentirmos suíços etc. E, também, perdemos tempo nas arquibancadas de esportes manjados esvaziando os que só podemos assistir de perto em Jogos Olímpicos. Por Dodô Azevedo Do G1 Tempo não interagindo com turistas de países a nós pouco conhecidos, com gente que só poderia estar aqui por causa do maior evento esportivo do mundo. Logo nós que, hoje, como sociedade, estamos tanto precisando conhecer, entender e aceitar o outro. Entre assistir ao vivo jogo semifinal de vôlei masculino e um convite para jantar com torcedores do Azerbaijão, fiquei com o programa que apenas uma edição dos Jogos Olímpicos em minha própria cidade me proporcionaria. Tudo começou no Parque Olímpico da Barra, onde passei o dia com a camisa da seleção de futebol do Irã, adquirida justamente ...

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    O legado dos jogos, os garotos imaturos e as vagabundas

    O pedido público de desculpas é um ato predominantemente masculino. E a misericóridia é mais um dos privilégios dos homens. Em especial daqueles que são ricos. Em especial daqueles que são brancos. Distribuímos segundas chances como distribuímos tudo: desigualmente. Por Manoela Miklos, do  #AGORAÉQUESÃOELAS No ocaso dos Jogos Olímpicos de 2016, me peguei pensando sobre isso. Kobe Bryant, um dos maiores jogadores de basquete masculino da história, protagonizou uma célebre entrevista em 2003 em que pedia desculpas à sua esposa por ter cometido o que chamou de adultério. Mas se disse inocente diante da acusação de assédio sexual a uma jovem camareira de um hotel no Colorado, EUA. Em 17 de agosto de 1998, o então Presidente dos Estados Unidos Bill Clinton pediu desculpas aos cidadãos de seu país pelo que chamou de “relações inapropriadas” com sua estagiária Monica Lewinsky. Clinton quase foi afastado do cargo, enfrentou um processo de ...

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    Grafites no centro do Rio homenageiam atletas da Equipe Olímpica de Refugiados

    Grafiteiros Cety Soledade (esq.) e Rodrigo Sini, em frente ao muro que homenageia os dez atletas da Equipe Olímpica de Refugiados. Foto: ACNUR/L.F.Godinho A obra foi encomendada pelo projeto GaleRio, ligado à prefeitura municipal. Em um dos principais pontos turísticos da cidade, o grafite eterniza o rosto e o olhar dos dois nadadores sírios, dos dois judocas congoleses, do maratonista etíope e dos cinco corredores sul-sudaneses que compõem a Equipe Olímpica de Refugiados. no ONUBr A histórica participação de refugiados nos Jogos Rio 2016 continuam inspirando o público além das competições olímpicas. Desta vez, dois artistas cariocas grafitaram fotos dos dez integrantes da inédita Equipe Olímpica de Atletas Refugiados em um muro na renovada área do centro da cidade conhecida como “Porto Maravilha”. O trabalho foi encomendado pelo projeto GaleRio, ligado à prefeitura municipal. Em um dos principais pontos turísticos da cidade, a obra eterniza o rosto e o olhar dos dois nadadores ...

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    O que significa o ouro para o futebol brasileiro

    A medalha de ouro ganha no Maracanã enlouquecido com a vitória não significa a redenção de nosso futebol brasileiro, nem sequer uma revanche sobre a Alemanha. Por Juca Kfouri Do Blog do Juca Mas significa o refazer de um vínculo com a Seleção Brasileira, medida fundamental para reconduzi-la ao caminho das vitórias. Quem viu e ouviu e sentiu o Maracanã cantando “olê, olê, olá, Neymar, Neymar”, não pode ter dúvida sobre o quanto o torcedor brasileiro andava carente. Quem ouviu o estádio gritar que Weverton é o melhor goleiro do Brasil, sendo ele do Atlético Paranaense, entenderá a importância dessa medalha inédita. Medalha que não empalidece em nada as demais 17 conquistadas pelo boxe, pelo judô, pela natação, vôlei e vôlei de praia, ou pela canoagem e pela vela. Medalhas somam, não subtraem. Se Tite pegou uma herança maldita de Dunga e Gilmar Rinaldi, começou a transformá-la em ouro ao deixar ...

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    FOTO: ADRIANO MACHADO/LATINCONTENT/GETTY IMAGES

    Na Globo, heróis olímpicos atribuem sucesso a programa de Lula

    Na noite de ontem, no Jornal Nacional, Renata Vasconcelos entrevistava o maior medalhista olímpico brasileiro, Isaías Queiroz, e seu parceiro Erlon Silva e quis saber como os dois, vindos do interior da Bahia, começaram a praticar um esporte tão pouco conhecido como a canoagem; ambos atribuíram o que conquistaram ao programa Segundo Tempo, lançado pelo ex-presidente Lula em abril de 2003, com apenas quatro meses de mandato, como instrumento de inclusão social por meio do esporte; Globo, que reverenciou os atletas, tenta destruir, há mais de dois anos, a imagem do ex-presidente Lula, numa campanha que arrastou construtoras e a própria economia brasileira FOTO: ADRIANO MACHADO/LATINCONTENT/GETTY IMAGES Do Brasil247 A Globo, que há dois anos lidera uma campanha contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já quebrou as principais empreiteiras do País e colocou a economia brasileira na maior recessão de sua história, viu ...

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    28 atletas mostram que a Rio 2016 foi a Olimpíada dos cabelos crespos

    A Olimpíada Rio 2016 teve momentos maravilhosos de representatividade. por Ana Júlia Gennadi e Elizabeth Costa no HuffPost Brasil Teve pedido de casamento lésbico e gay. Teve nordestino levando prata e negra periférica levando ouro. Teve também mulheres arrasado nos esportes e quebrando vários tabus, como falar de menstruação e dar lindas respostas feministas a algumas situações onde o machismo tentou prevalecer. Dentro de todas estas maravilhas, também está o poder dos cabelos crespos dos atletas negros. Assumir o crespo não é algo simples, mas sim um ato político. O padrão dos cabelos liso ainda pressiona socialmente que tem o cabelo crespo e faz com que as pessoas sejam pressionadas, desde crianças, a odiarem seus cachos e seus crespinhos. Por isso, o HuffPost Brasil separou 28 atletas, mulheres e homens, com cabelos crespos belíssimos em diversos penteados como afro, black power, trancinhas ou dreadlocks: 1. Brittney Griner - basquete, EUA Reprodução/ instagram 2; DeAndre Jordan - basquete, EUA Reprodução/ instagram 3. Ellia Green - rugby, Austrália Reprodução/ ...

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    Caster Semenya deixa preconceito e rivais para trás e conquista ouro nos 800m

    Depois de ter de passar por testes para comprovar ser mulher em 2009, sul-africana coroa carreira com primeiro título olímpico, com tempo de 1m55s28 e recorde Por Edgard Maciel de Sá, Fabrício Marques, Helena Rebello e Marcos Guerra no O Globo Caster Semenya se destaca no pelotão da final dos 800m rasos. Não por causa do seu corpo musculoso, e sim por ser inalcançável. Neste sábado, a sul-africana, que sofreu com acusações de ser homem, virou de vez a página dos questionamentos e conquistou o ouro na Olimpíada do Rio de Janeiro. Com o tempo de 1m55s28, ela quebrou o recorde de seu país e superou com sobras Francine Niyonsaba, de Burundi (1m56s49). A queniana Margaret Wambui completou o pódio (1m56s89). - O sonho se tornou realidade. Eu dediquei minha vida a isso. Sabia o que eu queria. Depois de trabalhar duro, você ganha a medalha. É tudo foco e saber ...

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    2016 Rio Olympics - Athletics - Final - Men's 200m Final - Olympic Stadium - Rio de Janeiro, Brazil - 18/08/2016. Usain Bolt (JAM) of Jamaica leads on his way to winning the gold. REUTERS/Fabrizio Bensch FOR EDITORIAL USE ONLY. NOT FOR SALE FOR MARKETING OR ADVERTISING CAMPAIGNS.

    Usain Bolt: 9 curiosidades sobre os 9 ouros do mito em Olimpíadas

    A lenda jamaicana do atletismo diz ter se despedido dos Jogos no Rio de Janeiro no Terra Usain Bolt conquistou na noite de sexta-feira o que ele alega ser seu último ouro olímpico. No revezamento 4x100 m, se tornou tricampeão em três provas, sendo ouro nos 100 m, 200 m e 4x100 m em 2008, 2012 e 2016. A despedida perfeita para o maior e mais veloz corredor de todos os tempos. O que resta para se contar sobre as participações olímpicas de Bolt? Existem histórias além dos ouros? Existem. Abaixo, o LANCE! separou nove curiosidades sobre as campanhas olímpicas que renderam nove ouros ao raio: Correu menos de 8 minutos olímpicos  Bolt corre as provas mais curtas do atletismo. Assim, o tempo que passa realmente disputando provas é muito baixo. Somando suas quatro participações olímpicas (ele disputou as eliminatórias dos 200 m em 2004), ele não correu nem sete ...

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    Rio 2016: a Olimpíada das mulheres

    A luta pela equidade se dá em múltiplos domínios. Nas Olimpíadas, a busca pela metade que nos cabe está acontecendo e vai continuar por Joanna Burigo, da Carta Capital  As Olimpíadas são uma fonte copiosa de símbolos que ajudam a ilustrar certas abstrações da teoria social. Entre críticas ao modelo de execução e questionamentos acerca do legado cabe um sem-fim de outras análises, como aquela que contrasta a recepção calorosa dada à delegação de refugiados na cerimônia de abertura do evento com o tratamento dado aos refugiados em geral, que revela a euforia cínica da sociedade do espetáculo. Tensões raciais, muito embora variedade étnica seja esperada visto que o evento é global, também podem ser articuladas ao ser levantado o histórico de proibições impostas a não-brancos no evento. (Proibições impostas por pessoas brancas, vale ressaltar o óbvio.) No quesito diversidade sexual, o maior número de atletas assumidamente lésbicas e gays da ...

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    Ouro no boxe, Robson Conceição condena redução da maioridade penal: “Não acho justo punir crianças”

    Pugilista pediu ao governo mais programas sociais e esportivos para resgatar jovens da criminalidade Do Brasileiros  Foto: Marcelo Carnaval / Agência O Globo Primeiro medalhista olímpico do boxe nacional, Robson Conceição fez um apelo ao governo brasileiro: ele pediu investimento em programas sociais voltados a crianças e adolescentes no País e condenou a proposta que pede redução da maioridade penal como remédio contra a violência. Robson, que já foi feirante, vendedor de picolé na praia e ajudante de pedreiro, cravou: “Não acho justo punir crianças. Deveríamos é investir mais em projetos sociais e fazer crianças e adolescentes praticarem esportes”, disse o baiano de 27 anos, natural de Salvador. Ele lembrou que tanto ele como Rafaela Silva, medalha de ouro no judô também na Rio2016, ingressaram no esporte por meio de projetos sociais. O pugilista nem sempre pensou assim.  Quando criança, queria ser como um tio, famoso em Salvador por arrumar brigas ...

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    Kimia Alizadeh Zenoorin também foi a primeira mulher do Irã a ganhar uma medalha olímpica

    Taekwondo feminino tem pódio histórico no Rio 2016

    No Taekwondo feminino, Kimia Alizadeh Zenoorin e Hedaya Wahba receberam o bronze usando o tradicional véu islâmico Do Uol O taekwondo feminino proporcionou aos fãs do esporte uma noite histórica nesta quinta-feira. Na categoria até 57kg, Kimia Alizadeh Zenoorin se tornou a primeira mulher do Irã a conseguir uma medalha olímpica. Ao seu lado estava a egípcia Hedaya Malak Wahba, que também usava o véu muçulmano. As duas atletas dividiram o pódio ao lado da medalhista de ouro, a britânica Jade Jones, e a espanhola Eva Calvo, que ficou com a medalha de prata, montando a histórica premiação de duas muçulmanas em um mesmo evento olímpico. “Estou muito feliz pelas mulheres iranianas por essa primeira medalha e espero que nas próximas Olímpiadas possamos conseguir um ouro”, disse Kimia após a premiação. No Irã, as mulheres não são nem permitidas a frequentarem estádios esportivos. Uma ativista iraniana se aproveitou dos Jogos ...

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