terça-feira, julho 14, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Nilma Lino'

    Ataques à ciência têm a diversidade como alvo, afirma Nilma Lino Gomes

    Professora Faculdade de Educação fez a conferência de abertura da segunda edição do Congresso de Mulheres na Ciência Por Ewerton Martins Ribeiro, Da UFMG Nilma Lino Gomes: ciência e poder são inseparáveis (Foto: Foca Lisboa) A professora Nilma Lino Gomes, da Faculdade de Educação, ministrou na manhã desta sexta-feira, dia 30, a palestra de abertura da segunda edição do Congresso de Mulheres na Ciência, iniciativa de estudantes e pesquisadoras da UFMG, cuja programação termina neste sábado, 31. Partindo do mote Quando a diversidade interroga a ciência, Nilma falou sobre “modos diversos de pensar e fazer ciência e política”, pensando nos “coletivos diversos” – negros, pobres, mulheres e LGBTs – que, nos anos recentes, passaram a integrar mais fortemente o universo acadêmico e científico. No início de sua exposição, Nilma falou sobre como os sujeitos considerados “diversos” sempre foram mantidos fora do mundo das universidades e do ...

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    Nilma Lino Gomes: Nós, mulheres negras, não precisamos de padrinho

    Ex-ministra da Igualdade Racial do governo Dilma rebate declarações da atual ministra de Direitos Humanos de Temer, Luislinda Valois, que concedeu ao peemedebista o título de "padrinho das mulheres negras"; o discurso gerou revolta, constrangimento e reação de movimentos negros Por Nilma Lino Gomes No Brasil247 Esse final de semana foi marcado não somente pelo feriado e cerimônias da Páscoa cristã. Como tem acontecido desde o último dia 17 de abril de 2016, dia em que se instaurou o golpe parlamentar, midiático, jurídico, de classe, raça e gênero, no Brasil, acordamos com as redes sociais e noticiários repercutindo as trapalhadas do governo ilegítimo. A mais recente veio da Ministra dos Direitos Humanos. Por mais difícil que seja esse debate, não podemos confundir a representatividade que importa somente pela ocupação de um maior número de pessoas vindas dos coletivos sociorraciais diversos nos lugares de poder. É preciso ter maior número, sim, mas de ...

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    Comunicação é central para o combate ao racismo, diz ministra Nilma Lino Gomes

    "Fizemos avanços na luta pela promoção da igualdade racial e pelo enfrentamento ao racismo. No entanto, ainda há muito trabalho pela frente para realizarmos uma completa superação", declarou Nilma Lino Gomes, ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir/PR), em entrevista ao Portal Áfricas, ao falar sobre a importância de se aprimorar as ferramentas de ação da Secretaria. Dentre os assuntos tratados pela ministra está a questão da mídia. Segundo ela, as chamadas mídias negras ocupam um importante lugar no processo de comunicação e circulação de informação sobre a temática racial no Brasil. "Meu desejo é conhecer um pouco mais estes veículos, compreender seus objetivos, visão política e midiática e formas de abordagem para depois pensarmos juntos propostas de fortalecimento dentro dos objetivos, missão institucional e condições da SEPPIR. Para se fortalecer, o trabalho das mídias negras deverá ser conhecido não só pela população negra e militante, ...

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    Nilma Lino Gomes foi a primeira reitora negra de
uma universidade federal no país.
(Foto: Emília Silberstein/UnB Agência)

    Cotas têm o potencial de mudar o perfil da sociedade brasileira, afirma Nilma Lino Gomes

    A nova ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Nilma Lino Gomes, afirmou, em entrevista ao “Fala, Ministro”, que considera as políticas afirmativas – como a inclusão de cotas para o ingresso de negros em universidades federais e no serviço público – fundamentais para correção de desigualdades históricas no Brasil. Para a ministra essas políticas têm o potencial, de no médio e longo prazo, mudar o perfil da sociedade brasileira, tornando-a realmente justa e democrática. no Planeta Osasco Além disso, a ministra também falou sobre a polêmica envolvendo o parecer que assinou, quando era integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE), sobre a obra “Caçadas de Pedrinho” do escritor infantil Monteiro Lobato. Confira abaixo. Nilma Lino: “As pessoas leram muito mais manchetes por vários veículos e redes sociais. Criou-se a ideia que o parecer estava vetando a obra do Lobato.” Foto: RafaB – Gabinete Digital/PR A senhora é uma ...

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    Primeira negra a chefiar universidade federal, Nilma Lino Gomes assume SEPPIR

    Nilma Lino Gomes é a atual reitora da Unilab. Ela é pedagoga formada pela UFMG e não tem vínculo com partidos. Do: Portal Áfricas Mineira de Belo Horizonte, a nova ministra da Secretaria de Política de Promoção da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, é pedagoga, graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1988. Concluiu o mestrado em educação também pela UFMG em 1994. É doutora em antropologia social pela Universidade de São Paulo (USP). Mudou-se para Portugal onde fez o pós-doutorado em sociologia pela Universidade de Coimbra, em 2006. Nilma Lino Gomes coordenou o Programa de Ações Afirmativas da UFMG. Em abril de 2013, tornou-se a primeira mulher negra do Brasil a comandar uma universidade federal, ao ser nomeada reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab). Leia mais sobre Mulher Negra leia também: Conselho Nacional de Educação emite parecer sobre livro de Monteiro Lobato em escola  ...

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    reitora

    Nilma Lino Gomes: Integração para a igualdade

    Primeira mulher negra a ocupar o cargo de reitora em universidade federal, Nilma Lino Gomes considera-se resultado da luta pela igualdade O currículo de Nilma Lino Gomes é extenso: pedagoga, mestra em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais, doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, pós-doutora em Sociologia pela Universidade de Coimbra, integrante da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação e ex-presidenta da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros. Em abril, tomou posse como reitora pro tempore da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). E tem muitos planos para a universidade, com sede em Redenção (CE), cidade que aboliu a escravatura em 25 de março de 1884, quatro anos antes da Lei Áurea.   Qual o significado de sua nomeação como reitora? É mais que o reconhecimento de uma trajetória individual como professora, pesquisadora, conselheira do CNE, representante do movimento negro de longa data. É ...

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    Nilma Lino Gomes: Integração para a igualdade

    Primeira mulher negra a ocupar o cargo de reitora em universidade federal, Nilma Lino Gomes considera-se resultado da luta pela igualdade O currículo de Nilma Lino Gomes é extenso: pedagoga, mestra em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais, doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, pós-doutora em Sociologia pela Universidade de Coimbra, integrante da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação e ex-presidenta da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros. Em abril, tomou posse como reitora pro tempore da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). E tem muitos planos para a universidade, com sede em Redenção (CE), cidade que aboliu a escravatura em 25 de março de 1884, quatro anos antes da Lei Áurea. Qual o significado de sua nomeação como reitora? É mais que o reconhecimento de uma trajetória individual como professora, pesquisadora, conselheira do CNE, representante do movimento negro de longa data. É o ...

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    Nilma Lino Gomes. (Foto: Sara Maia/O POVO)

    Primeira reitora negra, de instituição federal, Nilma Lino Gomes, toma posse

    Pela primeira vez o Brasil terá uma mulher negra no comando de uma universidade federal. A professora Nilma Lino Gomes tomou posse esta semana como reitora pro tempore da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab), localizada em Redenção, a 63 quilômetros de Fortaleza no Ceará. A instituição não poderia ficar em local mais simbólico. Há 130 anos, a cidade foi a primeira localidade a libertar os escravos durante a campanha abolicionista brasileira — cinco anos antes da assinatura da Lei Áurea, que só ocorreu em 1889.  Nilma Lino Gomes . (Foto: Sara Maia/O POVO) — Tem algo que não é só meu (sobre a nomeação). É da luta coletiva de políticas raciais no Brasil. Tudo isso soma para a minha nomeação, que envolve a minha trajetória profissional, pessoal e o processo de luta por democracia e igualdade racial — contou Nilma. — O fato ...

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    Primeira reitora negra, de instituição federal, Nilma Lino Gomes, toma posse

    Pela primeira vez o Brasil terá uma mulher negra no comando de uma universidade federal. A professora Nilma Lino Gomes tomou posse esta semana como reitora pro tempore da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab), localizada em Redenção, a 63 quilômetros de Fortaleza no Ceará. A instituição não poderia ficar em local mais simbólico. Há 130 anos, a cidade foi a primeira localidade a libertar os escravos durante a campanha abolicionista brasileira — cinco anos antes da assinatura da Lei Áurea, que só ocorreu em 1889. — Tem algo que não é só meu (sobre a nomeação). É da luta coletiva de políticas raciais no Brasil. Tudo isso soma para a minha nomeação, que envolve a minha trajetória profissional, pessoal e o processo de luta por democracia e igualdade racial — contou Nilma. — O fato de a universidade ser localizada em Redenção é um gesto de reconhecimento ...

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    Nilma Lino Gomes. (Foto: Sara Maia/O POVO)

    Professora Nilma Lino é a nova reitora da Unilab

    Ministro da Educação empossou a acadêmica hoje, destacando que ela é a primeira mulher negra a assumir a direção de uma universidade federal. A solenidade na Sala de Atos do MEC, em Brasília, contou com a presença da ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros Nilma Lino Gomes. (Foto: Sara Maia/O POVO) A professora Doutora Nilma Lino Gomes foi empossada hoje (01/04) no cargo de reitora pro tempore da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira – Unilab. A solenidade presidida pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, contou com a presença da ministra Luiza Bairros (Igualdade Racial), acadêmicos e amigos da nova reitora. A nova reitora da Unilab, que é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE) e docente da Universidade Federal de Minas Gerais, fez um discurso emocionado sobre o seu projeto de gestão. Entre os agradecimentos, destacou a sua mãe Maria da Glória Lino Gomes ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Ministra Nilma da Seppir toma posse em Brasília

    Tomou posse hoje, 02,  como ministra de estado da Secretaria de Política de Promoção da Igualdade Racial, a pedagoga Nilma Lino Gomes. A nova ministra substitui a socióloga Luiza Bairros na pasta. A ex- ministra, que é militante histórica do movimento negro brasileiro e participou de projetos do PNUD de combate ao racismo, estava no cargo desde início do primeiro mandato da presidenta Dilma, em 2011. Em seu discurso de despedida, Luiza Bairros ressaltou a importância da conjuntura política enquanto esteve no governo e que permitiu avanço da Pauta Racial. Ela ainda agradeceu a parceiros nacionais e internacionais que contribuíram para que sua gestão tivesse marcos  significativos,   a  exemplo do Estatuto da Igualdade Racial, Cotas no Serviço Público e em especial ao Movimento Negro por sua  vigilância  que  permitiu o fortalecimento do enfrentamento ao racismo. por Luciane Reis no Correio Nagô A   ex-ministra, agradeceu também aos parlamentares negros que segundo ...

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    (Getty Images/Reprodução)

    Desigualdade racial na educação brasileira: um Guia completo para entender e combater essa realidade

    Introdução De caráter estrutural e sistêmico, a desigualdade entre brancos e negros na sociedade brasileira é inquestionável e persiste com a fragilidade de políticas públicas para o seu enfrentamento. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, os negros representam 75,2% do grupo formado pelos 10% mais pobres do país. Se realmente queremos construir uma sociedade igualitária, é necessário compreender qual o papel que cada estrutura socioeconômica desempenha na reprodução do racismo, a fim de desenhar estratégias eficazes para o seu enfrentamento. Nesse cenário, o combate à desigualdade racial na educação é essencial, enquanto elemento indispensável para qualquer mudança, de modo que sem uma educação efetivamente antirracista não é possível pensar em uma sociedade igualitária. Ao longo deste especial, compilamos uma série de informações, dados e análises aqui do Observatório de Educação – Ensino Médio e Gestão para você compreender um pouco mais sobre a ...

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    Foto: SILVIA IZQUIERDO / AP

    ‘Esquerda e direita brasileira são inábeis em incorporar o debate sobre o racismo’

    As manifestações antirracismo que tomaram conta do mundo desde o assassinato de George Floyd têm suscitado muitas reflexões acerca das comparações das realidades de Brasil e Estados Unidos. Há pontos que se cruzam e outros que se distanciam, mas o professor Cristiano Rodrigues chama atenção de que uma análise tanto da ascensão política de Donald Trump quanto de Jair Bolsonaro pode revelar uma espécie de revés no que para muitos chegou a ser considerada uma nova era ‘pós-racial’. “O governo Obama foi muito importante simbolicamente e no campo mais superficial da vida política, mas as disparidades raciais históricas permaneceram”, aponta, na entrevista concedida por e-mail. “Esse período de relativo otimismo foi também o palco para a ascensão de contramovimentos ultranacionalistas”, analisa. E conclui: “esses contramovimentos foram bastante importantes para a eleição de Trump em 2016, que recebeu votação expressiva do eleitorado branco, masculino de todas as classes sociais”. Analogicamente observando ...

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    Adobe

    Caçadas de Pedrinho e decisões judiciais na rede

    A aventura para compreender as decisões judiciais do caso Caçadas de Pedrinho, em curso desde 2010, passa pela imprensa, a poderosa e generalista e a segmentada. Mas são as ágeis falas não corporativas do cotidiano virtual que não desistem de pautar o assunto. Como uma espécie de telefone com fio desencapado, fragmentos da notícia daqui e dali em novas combinações acrescidas ou subtraídas de vivências, repassam o aviso. O livro e seu autor e o judiciário são mediadores para a sociedade brasileira pensar seu racismo, que sabemos, é um celeiro de crenças, induz práticas, sendo uma construção social sob entendimentos instantâneos. Mas, os vereditos oficiais explicitam o relacionamento entre as instâncias de poder de nossa república com as demandas da sociedade civil. E, estamos na expectativa do dia 15 de maio de 2020, a ser parâmetro para as novas repercussões. Recordando os fatos, o MEC representante do poder executivo, no ...

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    Vinícius (Reprodução/Instagram)

    Por que o Covid-19 nos obriga a repensar nossa concepção de educação?

    Secretarias, conselhos, universidades, gestores, professores, educadores e especialistas em educação estão se debruçando para encontrarem alternativas pedagógicas com finalidade de dirimir os impactos do isolamento social na aprendizagem, na saúde mental e na alimentação. Todas as alternativas, documentos, propostas e ações são relevantes, necessárias e urgentes, diante do contexto que exige postura ativa e respostas ágeis. No entanto, propostas paliativas não equacionam os problemas estruturais que atravessam as vidas dos estudantes. Por isso, o coronavírus e sua imposição de isolamento social nos obriga ampliar nossa concepção de educação. Não é apenas um problema de conectividade e acesso aos recursos tecnológicos. O contexto apenas descortinou e intensificou o nosso abismo educacional. Como vivem as crianças longe dos olhos docentes? Fome, violência física e simbólica, abusos e outras tragédias reais, estão nos últimos 60 dias, como feridas ainda expostas, e não pode mais ser escamoteadas em planos de aulas, merendas sem valor ...

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    Amauri Mendes. Foto Paula Giolito

    O protagonismo negro perante a pandemia do Covid-19 – Outro olhar sobre a Conjuntura Nacional

    As infinitas chibatadas e suas marcas não lhe amedrontaram. Os estupros sofridos e a normalização deles, não lhe afrouxaram. A sinhá carrasca, aquela que lhe cuspiu na cara, lhe pisou e invejou, não lhe tirou o brilho nem o calor. Enterrar seus filhos aos gritos, laçados meninos, homens pequenos geniais, sábios, traquinos,  Interrompidos por tiros, nada disso lhe desesperançou. O tempo passou, você conheceu o livro, o livro lhe armou e, hoje, para acessá-la com êxito,  é preciso usar, antes de tudo, com sua licença e por favor, sujeito a sim ou não...  dô mó valor! Preta Flor, de Milsoul santos Por Amauri Mendes Pereira, enviado para o Portal Geledés Amauri Mendes. Foto Paula Giolito O ministro da saúde, Nelson Mandetta foi demitido. Saiu bem. Seu trabalho no enfrentamento do COVID-19 foi prestigiado por mídia e opinião pública. Novos dados e cenários insuflam os debates: “Bolsonaro é ...

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    Divulgação/Sipad

    De quarentena em casa? Videoteca da UFPR permite conhecer intelectuais negros e temáticas raciais

    Conhecer as temáticas étnico-racionais do Brasil está no alcance das mãos com a videoteca virtual indicada pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) e da Superintendência de Inclusão, Políticas Afirmativas e Diversidade (Sipad) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A programação com dez vídeos foi elaborada para ajudar em uma campanha da superintendência em defesa da quarentena durante a pandemia do novo coronavírus. Na Universidade Federal do Paraná (UFPR) Imagem: Divulgação/Sipad A lista pode ser acessada neste link. A programação conta com entrevistas de personalidades negras ao programa Persona, da UFPR TV, entre as quais estão intelectuais da área de educação, como Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, e Nilma Lino Gomes; e escritores, como Oswaldo de Camargo. Pesquisa Também foram selecionados edições do programa Em Tese, no qual são entrevistados pesquisadores. São abordados temas como educação infantil, literatura infanto-juvenil e interseccionalidade com questões de gênero. Há ainda vídeos ...

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     Advogada, ativista do movimento de mulheres negras e de direitos humanos e ensaísta nas horas vagas.

    Madam C.J Walker e os cabelos crespos : de tetos oprimidos a reinveções de si.

    “ Fazer as pazes conosco parece-se, penso para comigo, com fazer as pazes com a nossa ascendência, como se estarmos bem na nossa pele adviesse do apaziguamento de termos uma família. Separam-se então as forças — à estética o que é da estética, à moral o que é da moral — para no instante seguinte nos depararmos com a maneira como tal separação de forças não pode ter lugar.” (Djamila Almeida , Esse Cabelo , 2017) Por Allyne Andrade e Silva, enviado para o Portal Geledés   Elenco Yabá: Mulheres Negras (Foto: Nathália dos Anjos) Ontem, assisti de uma tacada só a minissérie do Netflix da Madame CJ Walker. O seriado conta a brilhante história de CJ Walker e entremeia temas como colorismo, machismo, lesbofobia, solidão da mulher negra, racismo, ética no empreendedorismo, alcoolismo, liberdade. A série me trouxe algumas reflexões e desejos de provocações. A ...

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    Matilde Ribeiro

    Políticas de igualdade racial: refazendo o feito e o desfeito

    Estamos atônitos diante dos desfeitos e desmontes. Porém, temos de nos munir de energias para reavaliar os feitos e, se necessário, revê-los e refazê-los Por Matilde Ribeiro, do Teoria e Debate Matilde Ribeiro (Foto: Pedro Borges/Alma Preta) Em 2020, se finda a segunda década do século 21 e a sociedade ainda se posiciona com perplexidade e distanciamento diante de questões humanitárias, principalmente no diz respeito à população negra, em particular sobre a construção de agenda de igualdade racial. Conforta-nos (aos inconformados com a apatia, hipocrisia e desumanidade) que, mesmo diante de estruturas sociais e institucionais racistas, foram conquistados diversos direitos tardios. Deve-se considerar que a abolição de 1888 não aboliu. Isso promoveu um verdadeiro arrastão da situação de desigualdade e violência, atribuída historicamente a população negra. O racismo está vivo, após 122 anos da abolição da escravização, mesmo com incessantes vozes chamando por justiça racial. Nesse ...

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    Legado vivo (Foto: Ilustração: Vanessa Ferreira - Preta Ilustra)

    Legado vivo: trançar o cabelo é mais do que um código estético

    Para a população negra, trançar o cabelo é mais do que um código estético, é herança de uma história de resistência, resiliência e ancestralidade, passada entre mulheres, geração após geração. Aqui, a repórter Priscilla Geremias conta de sua experiência com o penteado e de sua busca por saber mais sobre sua tradição Por Priscilla Geremias, da Marie Claire Legado vivo (Foto: Ilustração: Vanessa Ferreira - Preta Ilustra) Fiz tranças soltas pela primeira vez em 2017, quando estava no fim de um processo de transição capilar. Tinha medo de assumir os cachos de uma vez e mal lembrava a textura dos meus fios. Acompanho blogueiras negras no Instagram e You Tube e, por causa delas, fiquei sabendo de uma técnica para enfrentar essa fase: tranças. “Elas ajudam no crescimento e protegem o cabelo”, diziam. Convencida, pedi indicação de trancistas a uma amiga e fui ao encontro da ...

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