terça-feira, setembro 21, 2021
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“Agora é pra fazer valer. Sou força, porque todas nós somos. Sigo porque seguiremos todas nós juntas. Eu sou Marielle Franco: mulher, negra, mãe, da favela. Eu sou porque nós somos”

Marielle Franco

Os quatro tiros ecoaram fortes e secos. Talvez houvesse um silenciador na arma, como especulou uma das testemunhas que assistiu a apenas 10 metros a execução da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes na noite de 14 de março de 2018. Acreditavam mesmo que iriam silenciá-la para sempre, mas a morte da negra, lésbica e favelada a transformou em um símbolo internacional contra a opressão racial, de gênero, contra violência policial. Marielle se tornou um ícone para todas as mulheres e a comunidade LGBT+ do globo. Uma rua em Colônia (Alemanha) hoje leva o seu nome, que ainda foi grafado em inúmeras cidades pelo mundo. No Rio de Janeiro, estilhaçaram sua placa. Mas a cada golpeada, Marielle ressurge, pois é fênix. Neste Carnaval, seu largo sorriso desfilou estampado em bandeiras na Mangueira e levou a escola de samba a ser campeã. Prenderam suspeitos de seu assassinato dois dias antes de se completar um ano de sua morte. Mas não silenciaram as tantas outras Marielles que agora uníssonas perguntam: quem mandou matá-la? E por quê? Marielle é Justiça para todas e todos. Marielle é respeito; é dignidade; é uma sociedade mais justa e igualitária. E ninguém a cala mais.[/vc_wp_text]
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