terça-feira, julho 7, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Frantz Fanon'

    sonduila

    Expressões artísticas devem ser apreciadas

    A dança é para o historiador Simão Souindoula uma das expressões artísticas de relevo no seio das comunidades africanas A Assembleia-Geral das Nações Unidas declarou 2011como o “Ano Internacional dos Afro descendentes”. Em entrevista concedida, ontem, ao Jornal de Angola, o perito do Fundo das Nações para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Simão Souindoula, afirmou que essa decisão da ONU é posta em prática através de um programa específico da UNESCO, sendo esse organismo encarregue das questões educacional, científica e cultural. Afirmou, ainda, que a execução desta decisão surgiu da necessidade, urgente, de se dar mais atenção às populações afro descendentes, à semelhança do que tem sido a realização do Festival Mundial de Artes Negras (FESMAN), cuja terceira edição aconteceu em Dezembro último. Por essa razão, o historiador fez um balanço do FESMAN, realizado em Dakar, no Senegal. Jornal de Angola - A UNESCO realiza de 27 deste mês ...

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    cuba-racismo

    Cuba y el racismo daltónico

    por: José Steinsleger En una declaración dirigida al presidente Raúl Castro, más de 60 intelectuales y líderes políticos "afroamericanos" exigieron que se ponga fin al innecesario y brutal acoso de los ciudadanos negros en Cuba, que defienden sus derechos civiles.   La réplica no se hizo esperar. Un grupo de destacados intelectuales cubanos estimó que tal exhortación "... parecería una delirante elucubración si no fuera porque detrás de esas ficciones se evidencia la aviesa intención de sumar a respetables voces de la comunidad afronorteamericana, a la campaña anticubana que pretende socavar nuestra soberanía e identidad".   Esta vez, el escenario no fue ocupado por los que viven del negocio de la libertad para Cuba, sino por personalidades como el profesor Cornel West, predicador y profesor de la Universidad de Princeton, la veterana actriz Ruby Dee Davis, o el pastor Jeremiah Wright, un convencido de que Dios maldijo a su país ...

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    Foto: AFP Gett Images

    Amilcar Cabral

    Nasceu a 12 de setembro de 1924 em Bafatá Guiné-Bissau. Amilcar Cabral é ainda estudante do liceu em Saõ Vicente (ilhas de Cabo Verde) , quando começa a afirmar o seu comportamento de ruptura com a política assimilacionista praticada pelo governo colonial português. Após a sua chegada a Lisboa em 1945, data em que inicia os estudos universitários no Instituto Superior de Agronomia, manifesta uma grande preocupação em integrar-se nas correntes de pensamento político e cultural que então agitavam o mundo. Traduz essa preocupação participando na campanha pela paz, nos movimentos da juventude progressista e sobretudo no lançamento das bases para a conscientização dos estudantes africanos. No período das férias de 1949, dirige um programa cultural de rádio em Cabo Verde que tem considerável repercussão em todos os meios sociais das ilhas, a tal ponto que as autoridades coloniais proibem a sua difusão. Em Lisboa , Amilcar Cabral e um ...

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    Reprodução/Facebook

    Reverenc’Yás: memória, resistência e preservação

    O quilombo é um avanço, é produzir um momento de paz. Quilombo é um guerreiro quando precisa ser um guerreiro. E também é o recuo se a luta não é necessária. É uma sapiência, uma sabedoria. A continuidade da vida, o ato de criar um momento feliz, mesmo quando o inimigo é poderoso, e mesmo quando ele quer matar você. A resistência. Uma possibilidade nos dias de destruição  Maria Beatriz do Nascimento     Por Cássia Cristina – Makota Kidoiale e  Jair da Costa Junior, enviado para o Portal Geledés Nas tradições de matriz africana, na cultura africana, e esta refletida na cultura afro-brasileira como herança de nossos ascendentes (ancestrais), bem como nas comunidades e populações afro-brasileiras, de maioria negra, as mais velhas e os mais velhos têm uma importância vital na transmissão e preservação de saberes e conhecimentos que estão sendo esquecidos ao longo dos anos e dos processos institucionalizados ...

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    Reprodução/facebook

    Sérgio Camargo e a síndrome de Stephen

    As razões que levaram o governo Bolsonaro a nomear um negro racista para presidir a Fundação Cultural Palmares são muito evidentes e coerentes com o fato de elegerem a cultura como inimiga; assim como sua tentativa de reverter qualquer conquista dos descendentes daqueles que produziram a riqueza e construíram a civilização brasileira por mais de três séculos e meio. Nomeação essa que, de tão estapafúrdia, foi vetada pela Justiça e revogada pelo próprio governo. Todavia, para além da perplexidade que nos causam as declarações do jornalista Sérgio Camargo, há que se refletir acerca das razões e das condicionantes históricas, econômicas, políticas, sociológicas e psicológicas que levam ao surgimento de indivíduos com falas e comportamentos tão abomináveis.  Por Ramatis Jacino, enviado para o  Portal Geledés  Ramatis Jacino- Reprodução/facebook Foi a ficção e não a vida real que lançou luzes sobre um tipo de personagem que parece inverossímil, ...

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    A filósofa e ativista brasileira Djamila Ribeiro participou do programa da chancelaria francesa Personalidades do Amanhã.

    “Feminismo negro não exclui, amplia”: Djamila Ribeiro debate ativismos a convite da França

    Em entrevista exclusiva à RFI, em Paris, Djamila Ribeiro recupera momentos dessa trajetória que a transformaram em um dos principais nomes do feminismo e do ativismo brasileiro e comenta as descobertas feitas na França, país que ela ainda não conhecia. Por Márcia Bechara no RFI A filósofa e ativista brasileira Djamila Ribeiro participou do programa da chancelaria francesa Personalidades do Amanhã. RFI:Márcia Bechara   A última vez que a escritora, pesquisadora e ativista Djamila Ribeiro conversou com a RFI Brasil foi no Dia Internacional dos Direitos da Mulher do ano passado, 8 de março de 2018. Menos de uma semana depois, a vereadora carioca Marielle Franco seria assassinada a tiros junto com seu motorista no Rio de Janeiro. O baque marcou a trajetória de Djamila Ribeiro, que foi recebida esta semana em Paris pela diplomacia francesa, um convite que partiu do governo de Emmanuel Macron para que ela ...

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    Reprodução/Facebook

    Black Blanc Beur !!!

    "Nem todos os torcedores croatas são fascistas. Nem todos os torcedores franceses são multiculturalistas. Por Juarez Xavier, no Facebook    Reprodução/Facebook Não são todos os croatas que entoam "bojna cavoglave", canção de apologia aos nazifascistas na II Guerra Mundial. Nem são todos admiradores do partido Ustasha - de extrema direita, nacionalista, fascista e racista - que preparou, em Zagreb, a capital do país, a recepção às tropas nazistas. São essas narrativas que se enfrentam no domingo. Essa é a outra final da Copa do Mundo". e 750 mil sérvios, ciganos," judeus, gays e antifascistas, entre 1941 e 1945. Tampouco fazem a saudação "za dom spremni" (prontos para a pátria) dos extremistas do Ustasha. Assim como nem todos os torcedores franceses criticam o papel do país nas ações racistas que moldaram o Ocidente: a escravização do povos africanos, a barbárie da colonização e a segregação sócio-étnico-espacial, violência que ...

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    Dança contemporânea africana: uma oposição criativa às imagens estereotipadas da africanidade

    “Ninguém, nem mesmo em África, pode definir para outrém o que é África” Boyze Cekwana, Coreógrafo Sul Africano por Nadine Siegert Do Buala Este artigo insere-se num longo projecto de investigação sobre representações de identidades e corporalidade na dança contemporânea africana. Processos considerados estratégias artísticas complexas e interligadas em redes locais e internacionais.  Por um lado, tento compreender como a dança africana e as corporalidades consideradas africanas são usadas enquanto meio estético em práticas culturais comuns à Europa. Como e que imagens da dança e performance africanas são criadas pelo discurso  europeu? Por outro, e de modo crucial, enquadro na perspectiva africana para observar (re)acções e escolhas individuais dos bailarinos e coreógrafos africanos face a vários desafios. Que influência tem o discurso europeu  nas decisões dos bailarinos e coreógrafos africanos? O estudo baseia-se na suposição de que a dança permite conclusões quanto às estruturas partilhadas pelos bailarinos como sobre as condições estéticas ...

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    Entre o grotesco e o risível: o lugar da mulher negra na história em quadrinhos no Brasil

    Between the grotesque and the laughable: the place of black woman in comics in Brazil Por Marcolino Gomes de Oliveira Neto na Revista Brasileira de Ciência Política RESUMO Neste artigo, discuto formas estereotipadas de representação do corpo da mulher negra na sociedade brasileira no século XX. Uso como fonte de interrogação três personagens de histórias em quadrinhos - Lamparina, Maria Fumaça e Nega Maluca -, por entender que estas apresentam características reforçadoras de hierarquias raciais e de gênero ao operarem com uma lógica que procura estabelecer conceitos de normalidade com base no pertencimento racial. O corpo negro é então apresentado como o outro, sendo o campo da paródia e do risível um dos poucos espaços onde é autorizado a transitar. Meu debate dialoga com as reflexões pós-estruturalistas, tomando como referencial teórico o conceito de dispositivo desenvolvido por Michel Foucault, o qual considera que todo dispositivo, em maior ou menor proporção, é um dispositivo ...

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    O papel da colonização africana na percepção do corpo da mulher negra: uma leitura de O Alegre Canto da Perdiz

    Prólogo O presente trabalho pretende mostrar, num primeiro momento, de que forma a nudez da mulher negra africana pode ser entendida como integrante de uma cosmovisão associada à liberdade e pureza. Num segundo momento, busca-se observar como a consciência histórica do sistema colonial ignorou tal padrão estético corporal, buscando aniquilar sua representatividade enquanto ser. Tomamos como corpus literário a obra O alegre canto da perdiz, da escritora moçambicana Paulina Chiziane. Acreditamos que nesse texto a personagem da ficção constrói-se com tal força do imaginário coletivo, que podemos projetá-la em tantas outras Marias das Dores por aí. Optamos por eleger um romance que, além de tratar a questão da mulher enquanto indivíduo, já denunciava movimentos como o sexismo e machismo, decorrentes do processo colonizatório. Além de enfatizar de maneira objetiva a importância do sistema matriarcal e o respeito ao mais velho. A ideia de que existe hibridismo interno na própria diáspora ...

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    “O negro não é. Nem tampouco o branco”

    O texto publicado pela escritora Cintia Moscovich no jornal Zero Hora do dia 13/04 não me chocou nenhum pouco, pois não é a primeira assertiva preconceituosa que ouço desta escritora. Também não acho que ela quis provocar polêmica e ter seu nome citado, pois ela não precisa por já ter um público que a segue, admira e compra seus livros. A coluna da escritora demonstrou o que ela pensa: “estou onde estou porque trabalhei por isso... quem não está é porque não trabalhou ou trabalhou pouco”. O mesmo pensa o garoto que gravou um vídeo em uma sala de aula da USP ao dizer ao grupo de jovens negros que eles devem estudar e passar na universidade. Diante disso me veio Fanon quando diz: “O negro não é. Nem tampouco o branco”. Em um país colonizado como o Brasil temos “o preto escravizado por sua inferioridade e o branco escravizado ...

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    iStockphoto

    Os conteúdos superficiais nos livros didaticos e o ensino de História da África

    Resumo Embora a aprovação da lei 10.639/03 tenha acontecido há 11 anos, sobre a obrigatoriedade nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira, ainda existem lacunas sobre a inserção definitiva deste ensino, pois a falta de interesse do Ministério da Educação em contratar especialistas na área da História da África ressalta que os livros didáticos, que estão sendo trabalhados somente superficialmente quando o tema é sobre o continente africano. As melhoras ainda estão a caminho, mas sem definições por parte das instituições que colaboram com os projetos apresentados desde a aprovação da lei, o fundamento é mostrar que os livros didáticos ainda estão defasados em relação ao continente africano além de mostrar o baixo conhecimento dos profissionais da área da educação que distorcem os conteúdos apresentados nos livros. Palavras-Chave: O ensino de África. por Fabiano Correia de Araujo via Guest Post para o Portal ...

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    IStock/Getty Images

    Mulher negra na primeira pessoa: vulnerabilidade, preconceitos e experiências com o HIV

    Resumo O HIV/AIDS é um problema de saúde pública, sendo permeado ainda hoje de preconceitos e carregando um estigma de morte. A sociedade tem medo da AIDS e o que dizer de uma mulher negra com diagnóstico de sorologia positiva? As discussões sobre o racismo são inerentes ao nosso cotidiano. Para este trabalho, entrevistamos uma mulher negra, HIV positivo e através de seus relatos, podemos observar que ainda há preconceitos sobre as condições de raça e saúde/doença.           Unitermos: Mulher. Vulnerabilidade. Preconceitos. HIV. por Marlete Andrize Oliveira* e Adalberto Romualdo Pereira Henrique** no Efdeportes Introdução Segundo a OIT (Organização Internacional de trabalho) 93% das mulheres estão no trabalho doméstico e destas 61,6 são mulheres negras, onde apenas 24,6% possuem carteira assinada. Com estes dados pode-se refletir sobre a divisão de papeis ocupacionais no Brasil, desde quando o primeiro navio negreiro atracou em nosso país as mulheres negras vem sendo tratadas como objetos profícuos. ...

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    Corpo de luta, espaço de resistência

    A colonização como agente no processo de desconstrução do ego corporal da mulher negra: uma leitura de O alegre canto da perdiz de Paulina Chiziane. Por Jacqueline Oliveira da Conceição e Larissa Salvador de Mello   Foto:Renata Felinto Òbà negralinee, no Revista Geni  Há muito sabe-se que o corpo feminino é envolto por estigmas negativos e, de acordo com a lógica sexista e machista de alguns, é visto como um lugar funesto. Contudo, o que não é frequentemente colocado em discussão são os fatores que levaram a essa visão deturpada e negativa do corpo feminino, sobretudo em África, espaço extremamente atingido e sofrido com o processo de colonização. A influência exercida pela colonização é muito mais ampla do que se possa perceber, do ponto de vista social, político, econômico, cultural e antropológico. Procuramos observar a fala de mulheres negras que contam suas próprias histórias e, assim, observar as consequências da transfiguração ...

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    Os pensamentos de Lélia Gonzalez[2] e Michel Foucault nas epígrafes acima, o primeiro datado de 1984 e o outro de 1976, assim como a presença-celebração a Carolina Maria de Jesus

    Mulheres negras, criminalizadas pelas mídias, violadas pelo Estado

    Para Carolina Maria de Jesus, que em 2014 celebramos seus 100 anos de nascimento. Autora do livro “Quarto de Despejo – Diário de uma favelada”, publicado em 1960, cujas tragédias narradas atravessam gerações, evidenciando o poder atemporal do racismo em suas formas reificadas, numa sociedade, como nos disse Florestan “de racismo sem racistas”. “O lugar em que nos situamos determinará nossa interpretação sobre o duplo fenômeno do racismo e do sexismo. Para nós o racismo se constitui como a sintomática que caracteriza a neurose cultural brasileira.” Lélia Gonzalez, p.224, 1984 “Fazer viver e deixar morrer – do homem-corpo ao homem-espécie. O nascimento do biopoder.” Michel Foucault, Em Defesa da Sociedade. Por Vilma Reis   Os pensamentos de Lélia Gonzalez e Michel Foucault nas epígrafes acima, o primeiro datado de 1984 e o outro de 1976, assim como a presença-celebração a Carolina Maria de Jesus, evidenciam os grandes temas-demandas do Movimento de Mulheres ...

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    O Fantasma do Estado: Genocídio e Necropolítica

    O Fantasma do Estado: Genocídio e Necropolítica

    Em “The Signature of the Sate”, Veena Das discute como a autoridade do Estado é signo de um rarefeito poder distante, que se imiscui nas práticas do dia-a-dia de modos contraditórios e mediante a ação ambígua de agentes estatais, que atuam por vezes sob o abrigo institucional do Estado, mas em contradição com o seu arcabouço jurídico-formal. Ou seja, como agentes estatais que desprezam a lei em nome da lei (Das, 2004). Essa atuação marginal do Estado, aparece como uma presença “espectral”, a “fenomenalidade paradoxal” de que nos fala Derrida (1994), porque onde ele nos atinge é justamente onde ele não está. por Osmundo Pinho¹ A violência policial no Brasil fornece um dramático exemplo para um modo de presença estatal morbidamente espectral. Os agentes da lei, amparados e investidos de poder e salvaguardas legais para garantir a reprodução do estado de direito, operam contra a lei dentro da lei, em ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    10 referências sobre combate ao racismo (ou inclusão de saberes plurais) – Por: Cidinha da Silva

    Hoje vamos tratar sobre combate ao racismo. A luta mundial pela tolerância, igualdade e respeito às diferenças (pluralidade) é um dos tópicos que embasa os pitacos de hoje, dado por Liliane Braga (pesquisadora do tema), a quem passamos a palavra. Vale mencionar que quando vocês encontrarem o símbolo "@" como flexão, significa designação dupla de gênero, ou seja, refere-se ao feminimo e ao masculino, de modo a representar os dois gêneros no mesmo termo. Bons pitacos! Meus pitacos dialogam com o 21 de março, lembrado como o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial em razão do massacre ocorrido Shaperville (África do Sul) em 1960, mas também vão um pouco mais além. As publicações elencadas vêm do século passado até aqui e trazem [email protected] de África, Europa, América do Sul, Ásia e Caribe. Cinco das dez trazem autoras protagonistas ou ao lado de autores. Intelectuais e artistas [email protected] formam a maioria ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    10 referências sobre combate ao racismo (ou inclusão de saberes plurais) – Por: Cidinha da Silva

      Hoje vamos tratar sobre combate ao racismo. A luta mundial pela tolerância, igualdade e respeito às diferenças (pluralidade) é um dos tópicos que embasa os pitacos de hoje, dado por Liliane Braga (pesquisadora do tema), a quem passamos a palavra. Vale mencionar que quando vocês encontrarem o símbolo "@" como flexão, significa designação dupla de gênero, ou seja, refere-se ao feminimo e ao masculino, de modo a representar os dois gêneros no mesmo termo. Bons pitacos! Meus pitacos dialogam com o 21 de março, lembrado como o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial em razão do massacre ocorrido Shaperville (África do Sul) em 1960, mas também vão um pouco mais além. As publicações elencadas vêm do século passado até aqui e trazem [email protected] de África, Europa, América do Sul, Ásia e Caribe. Cinco das dez trazem autoras protagonistas ou ao lado de autores. Intelectuais e artistas [email protected] formam a ...

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    cidabento

    Branquitude – O lado oculto do discurso sobre o negro – Cida Bento

    Maria Aparecida Silva Bento Este artigo constitui-se numa abordagem psicossocial do processo de formação sobre relações raciais do CEERT2 . A experiência do CEERT na formação sobre relações raciais em diferentes instituições tem revelado que. embora cada uma dessas instituições seja diferente - os desafios de ensinar sobre racismo tem sido, mais parecidos do que diferentes. Por conta disso, serão reportadas diferentes experiências de formação, tais como as referentes às áreas de direito, psicologia social e organizacional, educação, uma vez que, independente das áreas, do grau de escolarização e das experiências dos participantes, o tema das relações raciais no Brasil é tão silenciado que, não raro, há mais similaridades do que diferenças no nível de informação sobre o tema, nas questões e nas resistências apresentadas. De qualquer forma, logo de início é bom lembrar que os cuidados para abordar o tema relações raciais junto a grupos mistos de negros(as) e ...

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    melhores contos

    O sujeito feminino na escrita da mulher afrodescendente

    EM CADERNOS NEGROS: OS MELHORES CONTOS Autora: Wilany Alves Barros1 Elio Ferreira de Souza2    RESUMO -A investigação da escrita feminina pelo próprio negro e sobre ele mesmo, bem como o estudo comparado dessa literatura, com a cultura herdada dos ancestrais africanos tem sido motivos de seminários, debates, palestras, dentre outros no Brasil e fora dele. Baseado nisso, teorizou-se um estudo das produções de escritoras que compõem a coletânea dos Cadernos Negros, que tematizam a condição humana, e as formas de ser- negro. Desse modo, foram escolhidos alguns contos das escritoras Esmeralda Ribeiro, Conceição Evaristo, Miriam Alves, publicados no Cadernos Negros: os melhores contos (1998). O livro fala da memória individual e coletiva afro-femininos com o intuito de desconstruir estereótipos forjados pelo discurso patriarcal. Estuda a relação de gênero que está voltada para questões étnicas e de denúncia do branco. Tenta se mostrar o que seria literatura afrodescendente e como ...

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