Tag: Afro-brasileiros e suas lutas

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Cultura negra e educação quilombola

Fonte: Írohín Jornal Online Sob o título geral de "As Experiências nas Comunidades Remanescentes de Quilombos no Sul do Brasil", o I Ciclo de Palestras sobre a Cultura Negra na América Latina teve continuidade com um segundo encontro no auditório da Faculdade de Educação da UFPel. Nesta sexta (15), a professora Georgina Helena Nunes Lima (dir.) foi apresentada por André Luís Pereira, mestrando em Sociologia na UFRGS (abaixo). Ela trouxe o tema: "Educação Quilombola numa Perspectiva mais Ampla a fim de se Chegar a uma Pedagogia Quilombola". Georgina formou-se na área da Educação Física e Educação Psicomotora, fez mestrado e doutorado em Educação na UFRGS e hoje trabalha na UFPel. A palestra começou com um audiovisual de 15 minutos, chamado "A África está em nós". Uma montagem de cerca de 400 fotografias e edição de Socorro Araújo, com trechos musicais muito expressivos da alma africana, mostrou a vida em comunidades ...

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Quilombo Santo Amaro Seleo - Felipe 0014

Quilombolas: Registro ganha Plano de Ação Quilombola

Fonte: Írohín Jornal Online     A Secretaria de Estado da Saúde(SES) realiza até quarta-feira a Oficina “Plano de Ação Quilombola”, no município de Registro, onde estão localizadas 13 comunidades de remanescentes de povos escravizados, com cerca de 3 mil pessoas. O plano pretende implantar ações de saúde que atendam as necessidades desse segmento, levando em conta suas especificidades, como tradições até hoje preservadas. Nesse primeiro momento serão capacitados profissionais da atenção básica, principalmente os agentes comunitários de saúde. Parceiros do projeto, a Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD/SES), Instituto de Saúde (IS/SES) e USP estão fazendo o diagnóstico das necessidades das comunidades levando em conta as interrelações que envolvem a saúde humana e o ambiente saudável. Matéria original: Quilombolas: Registro ganha Plano de Ação Quilombola

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zumbidospalmares

Movimento Negro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre Movimento Negro (ou MN) é o nome genérico dado ao conjunto dos diversos movimentos sociais afro-brasileiros, particularmente aqueles surgidos a partir da redemocratização pós-Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro e São Paulo.   Histórico   Movimentos sociais expressivos envolvendo grupos negros perpassam toda a História do Brasil. Contudo, até a Abolição da Escravatura em 1888, estes movimentos eram quase sempre clandestinos e de caráter radical, posto que seu principal objetivo era a libertação dos negros cativos. Visto que os escravos eram tratados como propriedade privada, fugas e insurreições, além de causarem prejuízos econômicos, ameaçavam a ordem vigente e tornavam-se objeto de violenta repressão não somente por parte dos classe senhorial, mas do próprio Estado e seus agentes.   Resistência negra pré-Abolição   Quilombos, quilombolas, quilombagem A principal forma de exteriorização dos movimentos negros rebeldes contra a escravização, nos cerca de quatro séculos em que ...

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Fundao-Cultural-Palmares

Comunidades quilombolas recebem certificação da Fundação Cultural Palmares

- Fonte: Terra Brasil -     O país ganhou 36 novas comunidades quilombolas com a certificação concedida pela Fundação Cultural Palmares. De acordo com o diretor de Proteção do Patrimônio Afro-Brasileiro da entidade, Maurício Reis, a certificação é a primeira etapa do processo de reconhecimento, quando a própria comunidade se autodefine quilombola e recebe uma certidão da Fundação. Mas, segundo ele, a certificação já é uma conquista e garante alguns direitos a essas pessoas. "A partir do momento em que a comunidade se auto-define remanescente de quilombo, se tem um olhar diferenciado para a implementação de fato de políticas públicas. Por exemplo, tem o programa do Ministério de Minas e Energia, Luz Para Todos", disse. Entre as comunidades que receberam a certificação estão a de Oiteiro dos Nogueiras, no município de Itapecuru, Estivas dos Mafras, em Mirinzal, Centro dos Cruz, Fazenda Conceição e Santa Rosa, no município de São ...

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quilombolas e terra

Quilombolas reivindicam direito à terra; Aracruz Celulose contesta

Fonte: Repórter Brasil - Irohin - Moradores de Sapê do Norte aguardam titulação de território. Aracruz Celulose, que afima ser detentora da área, obteve mandato que suspendeu publicação de portaria que reconhece posse de uma das comunidades.   Das 34 comunidades quilombolas que fazem parte do território Sapê do Norte, ao norte do Espírito Santo, 25 possuem certificado da Fundação Cultural Palmares, ligada ao governo federal. Entre os municípios de Conceição da Barra (ES) e São Mateus (ES), famílias vivem cercadas por plantações de eucalipto da empresa Aracruz Celulose S/A, que briga na Justiça pela terra. De acordo com as famílias, o impacto da monocultura afeta a geração de renda, reduzindo o espaço para pequenas plantações. "Para onde olhamos, só vemos eucalipto. Os jovens crescem, não têm o que fazer aqui e acabam saindo para procurar emprego. Nós não queremos que eles saiam", desabafa Luzinete Serafim Landino, líder da comunidade ...

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Relatório das Desigualdades Raciais no Brasil 2007-2008

          Organizado pelo economista Marcelo Paixão, o Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil é um estudo que tem por eixo fundamental o tema das desigualdades raciais e sua mensuração através de indicadores econômicos, sociais e demográficos. Visa sistematizar os avanços e recuos existentes no Brasil em termos da equidade racial em seus diversos aspectos.   O Relatório tem por missão: Sistematizar e refletir sobre os avanços e recuos da eqüidade racial e de gênero no país, em seus diversos aspectos; Constituir uma referência para estudiosos e militantes do tema; Contribuir para a formulação, aplicação e avaliação de políticas públicas, sejam as sociais em geral, sejam as de promoção da eqüidade dos grupos de cor ou raça; Servir como meio de divulgação das condições de vida da população brasileira, desagregada pelas desigualdades de cor ou raça e; Formular denúncias e alertas, visando reverter situações de sofrimento ...

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Desigualdades raciais e políticas de inclusão racial Brasil e América Latina

Anexo 1 Desigualdades raciais e políticas de inclusão racial: um sumário da experiência brasileira recenteRoberto Borges Martins Anexo 2 Discriminación étnico-racial xenofobia en América Latina y CaribeMartín Hopenhayn & lvaro Bello Anexo 3 Educación e Igualdad Étnico Racial en Latinoamérica: Una contribución para el proceso de revisión de DurbanCampaña Latinoamericana por el Derecho a la Educación (CLADE) {rsfiles path="revisao-de-durban" template="default"}  

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As dores do pós colonialismo

- Folha de S.Paulo 11 de Agosto de 2006 - Boaventura de Sousa Santos   Cento e oitenta quatro anos depois, o Brasil parece finalmente estar a passar do período da pós-independência para o período pós-colonial. A entrada neste último período dá-se pela constatação, discutida  na esfera pública, de que o colonialismo, longe de ter terminado com a independência, continuou sob outras formas mas sempre em coerência com o seu princípio matricial: o racismo como uma forma de hierarquia social não intencional porque assente na desigualdade natural das raças. Esta constatação pública é o primeiro passo para se iniciar a viragem descolonial, mas esta só ocorrerá se o racismo for confrontado por uma vontade política desracializante firme e sustentável. A construção dessa vontade política é um processo complexo mas tem a seu favor, não só um punhado de convenções internacionais, como também e, sobretudo, a força política dos movimentos sociais ...

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João Candido

Marinha libera ficha do “almirante negro”

Expulso da Marinha, João Cândido viveu as décadas seguintes em dificuldades, até ser redescoberto pelo jornalista Edmar Morel A Marinha liberou, após 97 anos, documentos referentes ao marinheiro de 1ª classe João Cândido Felisberto (1880-1969), o "almirante negro", líder da Revolta da Chibata, e ajudou a localizar sua ficha no Arquivo Nacional. Os documentos agora tornados públicos só haviam sido consultados por oficiais e historiadores da Marinha e usados para corroborar a versão oficial do episódio que acabou com os castigos corporais nos navios de guerra. A liberação é um fato novo. Durante todo este tempo, os pesquisadores e os filhos de João Cândido esbarraram em negativas da Marinha, que jamais aceitou a elevação dos revoltosos à condição de heróis. O próprio João Cândido nunca conseguiu ter acesso à documentação. Em depoimento no MIS do Rio em 1968, ele reclamou: "... os da Marinha são negativos, João Cândido nunca ...

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João Cândido (Imagem: Arquivo Nacional)

João Cândido ganha monumento no Dia da Consciência Negra

 Para marcar o Dia da Consciência Negra, a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) vai promover em 20 de novembro uma atividade cultural na Praça XV, no Centro do Rio de Janeiro, palco da Revolta da Chibata de 1910. O ponto alto do evento será a instalação de monumento em homenagem a João Cândido. O presidente Lula confirmou presença no evento, que contará com shows de João Bosco e Martinho da Vila, entre outras manifestações artísticas. O Almirante Negro liderou revolta dos marinheiros João Cândido, conhecido como o "Almirante Negro", liderou a revolta dos marinheiros - negros em sua maioria - contra os castigos físicos a que ainda eram submetidos 22 anos após a Abolição da escravidão. Cândido foi anistiado apenas agora em 2008, após sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a projeto de iniciativa da senadora Marina Silva (PT-AC), atendendo a uma antiga reivindicação dos movimentos ...

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(Foto: Reprodução/ Paz & Terra; Edição: 1ª (17 de março de 2016) )

Almirante Negro volta às livrarias

"As memórias tinham sido publicadas em 1912 e 1913 na Gazeta de Notícias, mas, na coleção da Biblioteca Nacional, faltavam esses exemplares. Localizamos os jornais na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo", relata Marco. A nova edição - as anteriores foram em 1959, 1963, 1979 e 1986 - incorpora a ficha de João Cândido na Marinha, revelada em 2008, e notas, que ajudam na contextualização dos fatos, além de fotos dos rebelados. O movimento envolveu mais de 2,3 mil marinheiros, a maioria negros e mulatos pobres, nos navios Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Deodoro, na Baía de Guanabara, de 22 a 27 de novembro de 1910. Edmar o batizou de Revolta da Chibata. A frota naval do Brasil, na época, era a terceira maior do mundo, o que ajudou a dar peso à rebelião. Alguns marujos, como o próprio João Cândido, tinham acompanhado a construção de um dos ...

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Negros e pardos sofrem mais com a falta de saneamento

*Tão perto e tão longe das soluções O Brasil evoluiu em termos de saneamento básico, mas ainda há muito por fazer. Estudo da pesquisadora Maria da Piedade Morais, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que são 14,2 milhões de pessoas sem água canalizada, 34,5 milhões sem esgoto por rede ou fossa séptica e 4,4 milhões sem coleta de lixo, apenas nas áreas urbanas."Falta saneamento básico adequado principalmente para a população mais pobre, e nas áreas rurais a cobertura continua muito pequena", diz a pesquisadora. O estudo foi elaborado com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os progressos alcançados no acesso ao saneamento básico foram os seguintes:a parcela de moradores em domicílios particulares permanentes urbanos no Brasil que em 2001 não tinha água canalizada de rede geral era de 12,3%, e caiu para 9,1% em 2006; ...

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João Cândido (Imagem: Arquivo Nacional)

Levante de João Cândido era tabu na instituição

A Revolta da Chibata sempre foi um tabu para a Marinha. Ela não só ignorou a anistia concedida pelo Congresso em 1910 aos marinheiros sublevados como até recentemente perseguiu os que trataram os revoltosos como heróis.No prefácio de "A Revolta da Chibata", Edmar Morel relata que Aparício Torelly, o Barão de Itararé, foi seqüestrado em 1934 por oficiais da Marinha depois de publicar na "Folha do Povo" duas reportagens sobre a vida de João Cândido. Segundo Morel, foi depois deste episódio que o humorista colocou na porta de sua sala no jornal a placa "Entre sem bater".  O "Diário da Noite" teve de interromper, por pressões, uma campanha para ajudar o ex-marinheiro que estava doente. No Estado Novo, o escritor Gustavo Barroso foi proibido pelo DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) de continuar a escrever sobre a revolta em "A Manhã". O próprio Edmar Morel foi cassado pelo regime militar, ...

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Pesquisadores afirmam que a maior parte da Marinha brasileira era composta de homens negros (Foto: Imagem retirada do site Brasil de Fato)

Marinha não vê heroísmo no episódio

Até hoje a Marinha considera a Revolta da Chibata "uma rebelião ilegal, sem qualquer amparo moral ou legítimo", sustenta o Centro de Comunicação Social da Marinha: "A Revolta da Chibata, ocorrida no ano de 1910, sob a ótica desta Força constitui-se em um triste episódio da história do país e da própria Marinha do Brasil (MB), e sobre a qual, hoje, dificilmente podemos aquilatar, com precisão, as origens e desdobramentos que antecederam aquela ruptura do preceito hierárquico. A MB sempre se pautou pela firme convicção de que as questões envolvendo qualquer tipo de reivindicação obteriam a devida compreensão, reconhecimento e respaldo para decisão superior, por meio do exercício da argumentação e sobretudo do diálogo entre as partes, o que é de fundamental importância para o pleno exercício da liderança e para o estabelecimento de vínculos de lealdade. A despeito dos fatos que motivaram aquela crise, o movimento não pode ser ...

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