Tag: genocídio

    Foto: Gabriel Inácio do Santos

    O uso da palavra ‘genocídio’ no combate ao racismo estrutural

    Este texto foi escrito a quatro mãos. Duas negras, duas brancas. Escolha que se deu para que possamos praticar um dos nossos principais argumentos: de que o racismo, assim como a luta antirracista, não deve mobilizar apenas negros e negras, mas também brancos e brancas. Representatividade é fundamental, mas não é o suficiente. Se entendemos o racismo como um fenômeno estrutural, nos parece coerente remexer a própria estrutura na hora de escrever e pensar sobre ele. Então, vamos aos fatos. O fato de que pessoas negras são vítimas de um genocídio constante não deveria nem ser discutido. O debate, aliás, só revela a resistência que uma sociedade moldada pela discriminação contra corpos de negros tem de se assumir racista. Como não chamar de genocídio uma sucessão de violências que sempre estouram no seio de famílias pretas? Não há refresco. Nem em tempos de pandemia e de uma suposta onda de ...

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    Descendente da dinastia alemã Saxe-Coburgo-Gota, Leopoldo II foi rei dos belgas de 1865 a 1909 e é especialmente lembrado pela colonização do Congo Belga (Foto: Jonas Roosens/Belga/AFP)

    Estátua de Leopoldo II, rei que causou genocídio no Congo, é derrubada na Bélgica

    A cidade de Antuérpia, localizada no norte da Bélgica, derrubou a estátua incendiada do rei Leopoldo II para colocá-la em um museu. O monarca causou a morte de 10 milhões de africanos, a maioria da República Democrática do Congo. Em meio aos protestos antirracista no domingo (7) no país, estátuas do monarca foram alvo dos manifestantes em diversas cidades. Em Bristol, na Inglaterra, manifestantes derrubaram a estátua em homenagem ao traficante de escravos Edward Colston e a jogaram no rio da cidade. Segundo historiadores, Leopoldo II fez um reinado de 44 anos, a maior parte no final do século 19. Os monumentos em sua homenagem trazem à tona o passado colonial belga, marcado por exploração, violência e crueldade com povos africanos. Em Ghent, o monarca em bronze foi pintado de vermelho e recebeu um capuz no rosto, com as palavras “não consigo respirar” — a frase dita por George Floyd ...

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    Polícia de operações especiais em uma favela no Rio de Janeiro (Foto: Dado Galdieri)

    ‘Licença para matar’: por trás do ano recorde de homicídios cometidos pela polícia no Rio

    Rodrigo dos Santos, 16 anos, descia uma ladeira de motocicleta em velocidade, em uma favela do Rio de Janeiro, com uma mochila cheia de maconha, cocaína e pedras de crack nas costas, quando dois policiais apontaram seus fuzis para ele. O adolescente acelerou, com um amigo na garupa agarrado à sua cintura. Mas em segundos, a motocicleta tombou sob uma barragem de 38 balas disparadas pela polícia. Rodrigo morreu a caminho do hospital, sangrando de um ferimento de bala no braço — e mais três nas costas. A polícia jamais alegou que ele estivesse armado, e um dos policiais envolvidos, o sargento Sérgio Britto, participou da ação apesar de estar aguardando julgamento por homicídio, acusado de atirar em outro homem à queima-roupa, no pescoço. A morte de Rodrigo somou-se a um número recorde de homicídios cometidos pela polícia no Rio ano passado — 1.814 — um crescimento repentino, na casa ...

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    Consumidor abre torneira vazia — Foto: Martin Bernetti / AFP

    O vírus chegou mas a água do morro ainda NÃO

    Os desafios que as comunidades periféricas vêm passando nos últimos tempos ressalta as desigualdades sociais e econômicas de forma nítida. Falar do COVID 19 nas periferias tem sido um desafio que os coletivos e as organizações sem fins lucrativos resolveram encarar. Uma vez que pensar no povo e no vírus é pensar em combater a fome, e rápido, pois a fome não espera a burocracia do poder público.   O número de pessoas contagiadas pelo vírus no Território do Bem só cresce. O Território do Bem se localiza em nove bairros em vulnerabilidade social e economia da capital do Espírito Santo. Os ativistas sociais preocupados com mais de 31,5 mil habitantes buscam, todos os dias, um território humanizado e alimentado. As dificuldades apresentadas por moradores/as das periferias se perpetuam em todas as comunidades periféricas do Brasil, é sempre o mesmo relato: “não temos água, não tenho alimentação, o gel é caro, ...

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    Foto: Joa Souza

    Serviço em adutora suspende fornecimento de água em mais de 90 bairros de Salvador e na RMS

    Uma adutora de água tratada do sistema de abastecimento de Salvador e região metropolitana, localizada na BR-324, rompeu nesta sexta-feira (27). O serviço de manutenção para corrigir o vazamento suspendeu, a partir de 12h, o fornecimento de água em 93 bairros da capital baiana, além de localidades em Simões Filho, Lauro de Freitas, São Francisco do Conde, Candeias, Madre de Deus, Conceição do Jacuípe, Amélia Rodrigues, Coração de Maria e Terra Nova. De acordo com a Embasa, o vazamento na adutora prejudica o fornecimento de água para algumas áreas e, se não for corrigido a tempo, pode vir a provocar um colapso na distribuição de água na capital baiana e em algumas cidades da região metropolitana. A estimativa é que o serviço seja concluído à meia-noite desta sexta, e o início da retomada gradativa do abastecimento ocorra com previsão de ...

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    Geledés-Instituto da Mulher Negra lança campanha contra genocídio

    Em 21 de março de 1960, mais de 20 mil sul-africanos protestavam pacificamente contra a Lei de Passe, instaurada pelo regime segregacionista apartheid e que determinava a obrigatoriedade de negros portarem uma caderneta (um instrumento de controle estatal) na qual constava onde eles poderiam ir, a cor, a etnia e a profissão. Nesta data, a manifestação pacífica em Shaperville, província de Gautung, terminou em uma violenta repressão pelo Estado sul-africano que matou 69 pessoas e feriu 189. Em 1966, em memória às vítimas do massacre, a ONU determinou o 21 de março como o Dia Internacional contra a Discriminação Racial.  Geledés - Instituto da Mulher Negra em memória ao Dia Internacional de Discriminação Racial lança sua campanha de combate ao genocídio da juventude negra #Memóriatemcor, para sensibilizar o País contra a “naturalização” da matança de jovens negros. É um alerta máximo, um chamado para que brasileiras e brasileiros, independente de ...

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    Geledés

    Letalidade da Rota cresceu 98% em 2019, segundo Ouvidoria da Polícia de São Paulo

    Segundo relatório, mortes causadas por policiais militares subiu 12% no estado. No ano passado, 867 pessoas foram mortas por PMs Por Felipe Mascari, da RBA Benedito Mariano alerta que 99% das mortes em decorrência de ação policial são de vítimas da periferia. 'O motivo que mais dialoga com a letalidade é o policial que enfrenta inimigo, que tem cor e endereço' (Geledés) São Paulo – A Rota foi responsável por 104 mortes de pessoas em 2019 – aumento de 98% na comparação com o ano anterior, quando o batalhão foi responsável pela morte de 51 civis. Os dados são do relatório da Ouvidoria das Polícias de São Paulo, apresentado nesta quinta-feira (6) na capital paulista. O sociólogo Benedito Mariano, ouvidor da Polícia de São Paulo, acredita que o sentimento “justiceiro” de parte da população influencia diretamente no trabalho da Rota. “É o batalhão mais sensível à ...

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    Preso em flagrante por morte em posto de gasolina, jovem é solto após imagens provarem sua inocência

    Guardas civis reagiram à ação de assaltantes em Itaquaquecetuba e mataram outros dois rapazes sem envolvimento com o crime; namorada de um dos agentes também morreu na troca de tiros Por Suzana Correa, do  O Globo  Imagens da câmera de segurança do posto de gasolina (Foto retirada do site O Globo) Uma investigação a respeito de um assalto que deixou três mortes em um posto de gasolina no último sábado em Itaquaquecetuba, na região metropolitana de São Paulo, teve uma reviravolta na quarta-feira. Câmeras de segurança do local mostraram que Kauê Oliveira Francisco, detido desde sábado como suspeito do roubo, e Rodinei Alves dos Reis e Bruno Nascimento de Souza, mortos durante troca de tiros no local, não tinham envolvimento com o crime. O crime Eram 14h15 do último sábado quando dois funcionários da Guarda Civil Municipal (GCM) de Itapecerica da Serra retornavam de moto com ...

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    Comissão Arns e OAB lançam Mesa Nacional de Diálogo contra a Violência

    Representantes de diferentes setores da sociedade civil se reúnem na sede nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), dia 15, às 11h, para a instalação da Mesa Nacional de Diálogo Contra a Violência. Iniciativa da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns, este encontro tem por objetivo estimular um debate plural, democrático e sempre na perspectiva dos direitos humanos, com a toda sociedade civil brasileira, como reação ao clima de intolerância instalado no país. DO Comissão Arns  Logo Comissão Arns/Divulgação O evento contará com a participação de organizações representativas, como Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Conselho Nacional dos Direitos Humanos, Conselho Nacional das Igrejas Cristãs (Conic), Conselho Federal de Psicologia (CFP), Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP), ...

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    ‘Que a bondade dentro de mim seja sempre maior’, postou jovem jogador antes de morrer

    O jovem jogador de futebol Dyogo Costa Xavier de Brito, de 16 anos, morto após uma operação policial na comunidade da Grota, no bairro São Francisco, em Niterói, fez uma publicação nas redes sociais há menos de um mês pedindo proteção e destacando os problemas que cercam a sociedade. "Que a bondade dentro de mim seja sempre maior que toda maldade ao meu redor", diz o texto postado no perfil de Dyogo com uma foto do jovem na Praia de Itacoatiara, na cidade de Niterói. Por Diego Amorim, do Extra  Também nas redes sociais, familiares e amigos do adolescente postam frases de carinho em homenagem ao jogador da base do América. "Vai com Deus, Dyogo! Mais um anjo no céu", "Nosso Deus está te recebendo de braços abertos" e "Que menino lindo, triste demais" são algumas das mensagens deixadas pelos usuários no perfil de Dyogo. Uma das ...

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    As mães ‘órfãs’ de filhos que o Estado levou

    Em plena democracia, policiais matam cidadãos e não assumem a responsabilidade pelo crime, muitas vezes acusando a vítima. Mães se unem para dar visibilidade a seus filhos mortos e cobrar a dignidade de terem a memória deles reparada Por Felipe Betim e Toni Pires, Do EL País Cr protesta em Goiânia com outras mães, no dia 20 de maio. (Foto: T. PIRES) Maria de Jesus da Silva, mãe de Renayson. Bruna Mozer, mãe de Luciano. Marilene Araújo, mãe de Eliezer. Marcia Jacinto, mãe de Henry. Cleonice de Freitas, mãe de Daniel. Arlete Roque, mãe de Alex. Bruna da Silva, mãe de Marcos Vinícius. Adriana de Farias, mãe de Wallacy. Gláucia dos Santos, mãe de Fabrício. Maria do Carmo Silveira, mãe de Thiago. Luciana Pimenta, mãe de Kauan. Luciana Lopes, mãe de Lucas. Ana Paula Oliveira, mãe de Johnatha. Marinete Silva, mãe de Marielle Franco — e, desde que ...

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    Movimento negro em protesto em Brasília (Foto: Matheus Alves I Alma Preta)

    Pacote Moro e decreto de armamento são licenças para matar negras e negros

    Queremos a garantia de ir e vir sem o risco de tomar 80 tiros. Queremos parlamentares negras atuando em seus mandatos e não executadas com tiros no rosto. Queremos nossa juventude nas escolas, universidades, em bons empregos, não nas cadeias e nos cemitérios. Queremos nosso povo quilombola com o direito à vida e à terra. Queremos segurança. E por isso fomos a Brasília nos últimos 11 e 12 de junho: barrar o projeto genocida de Sergio Moro, falsamente chamado de “anticrime”, e derrubar o decreto de porte de armas de Bolsonaro. Por Bianca Santana e Selma Dealdina, no Yahoo Movimento negro em protesto em Brasília (Foto: Matheus Alves / Alma Preta) Sessenta entidades, encarnadas em 45 corpos negros e sua diversidade de cores, cabelos e turbantes, entregaram um documento ao Congresso Nacional e à sociedade brasileira. Nele, exigimos uma política nacional pautada pela sociedade civil organizada e ...

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    Violência tem cor

    Nesta semana o Instituto de Pesquisa Economia Aplicada (Ipea) juntamente com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública publicou o Atlas da Violência 2019, no qual se verificou a espantosa divisão racial da violência no Brasil. A violência tem cor segundo o documento! De acordo com os dados fornecidos pelo importante documento mostra que 75,5% das vítimas de homicídio no País são negras. Por Lúcio Antônio Machado Almeida para o Guest Post Geledés A espantosa informação confirma a maior proporção da última década. Há uma clara política de extermínio da população negra no Brasil, tendo em conta o crescimento nos registros de assassinatos no Brasil atingir preponderantemente uma significativa parcela da população negra, na qual a taxa de mortes chega a 43,1 por 100 mil habitantes - para não negros, a taxa é de 16. O Brasil dá sinais de continuidade da política de genocídio da população ...

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    ©OLAF HEINE

    Ruanda: são fruto de violação, são as filhas “indesejadas” do genocídio

    Vinte e cinco anos após o genocídio no Ruanda, o fotolivro Rwandan Daughters revela os rostos de 80 mães violadas, 80 filhas “indesejadas” e, implicitamente, o espectro de 160 corações partidos em busca de aceitação. “O estigma ainda está demasiado presente”, diz o fotógrafo Olaf Heine. Por Ana Marques Maia, do Público     ©OLAF HEINE  Durante o genocídio no Ruanda, entre 7 de Abril e 4 de Julho de 1994, cerca de 800 mil pessoas terão morrido às mãos da maioria hutu, segundo cálculos das Nações Unidas; no mesmo período, entre 150 a 250 mil mulheres terão sido vítimas de violação. Fruto desses ataques sexuais contra a minoria tutsi nasceram crianças “indesejadas”, que foram aceites relutantemente pelas suas mães, e que são encaradas pela sociedade ruandesa não como vítimas, mas como “filhas de assassinos”. Duas gerações de mulheres unidas pelo trauma dialogam entre si nos difíceis retratos que o alemão Olaf Heine realizou ao longo ...

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    Em julho de 1994, entre 600.000 e um milhão de refugiados ruandeses chegaram às regiões de Goma e Bukavu, na região de Kivu, no leste do então Zaire (atual República Democrática do Congo). Em Goma, os refugiados se dividem principalmente em três acampamentos: Kibumba, Katale e Mugumga. Com calor, falta de água e alimentos e o surgimento simultâneo de uma epidemia de cólera e disenteria, dezenas de milhares de refugiados encontraram a morte. SEBASTIÃO SALGADO (CONTACTO)/El País

    Macron cria comitê de historiadores para estudar arquivos sobre genocídio em Ruanda

    Em 1994, regime extremista hutu matou ao menos 800.000 pessoas da minoria tutsi no país africano Por  France Presse, Do Destak Jornal  Em julho de 1994, entre 600.000 e um milhão de refugiados ruandeses chegaram às regiões de Goma e Bukavu, na região de Kivu, no leste do então Zaire (atual República Democrática do Congo). Em Goma, os refugiados se dividem principalmente em três acampamentos: Kibumba, Katale e Mugumga. Com calor, falta de água e alimentos e o surgimento simultâneo de uma epidemia de cólera e disenteria, dezenas de milhares de refugiados encontraram a morte. SEBASTIÃO SALGADO (CONTACTO)/El País   O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou, nesta sexta-feira, a criação de um comitê de historiadores que terá acesso a "todos os arquivos franceses" sobre o período 1990-1994 para esclarecer o papel desempenhado por Paris durante o genocídio em Ruanda. "Esta comissão, de oito investigadores e historiadores, ...

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    Katia Cilene, mãe de Jenifer, que morreu após ser baleada com um tiro no peito em Triagem. Ela e moradores acusam a PM de atirar - Rafael Nascimento / Agência O Dia

    Mãe de criança de 11 anos morta em Triagem critica Witzel: ‘Governador deu ordens para atirar’

    Katia Silene Gomes, 44 anos, mãe de Jenifer Gomes, de 11 anos, morta com um tiro no peito, criticou a 'política de abate' defendida por Wilson Witzel: "O governador não pode deixar que a polícia entre e tire a vida de todo mundo. Está errado", falou Por RAFAEL NASCIMENTO, do Meia Hora  Katia Cilene, mãe de Jenifer, que morreu após ser baleada com um tiro no peito em Triagem. Ela e moradores acusam a PM de atirar - Rafael Nascimento / Agência O Dia A mãe da pequena Jenifer Silene Gomes, de 11 anos, morta por um tiro no peito em Triagem, na Zona Norte, nesta quinta-feira, desabafou após liberar o corpo da filha no Instituto Médico Legal (IML), no Centro do Rio. Ela questionou a política de abate do governador Wilson Witzel, que faz a primeira criança vítima de bala perdida no Rio. O velório acontece na capela ...

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    Reprodução/Twitter

    Vídeo prova que Pedro Henrique Araujo, jovem assassinado no Extra não tentou roubar arma de segurança

    Vídeo da câmera de segurança do supermercado Extra mostra que não houve tentativa do jovem Pedro Henrique Araujo, 19 anos, de tentar pegar a arma do segurança do estabelecimento, Davi Ricardo Moreira Amancio, que o matou nesta sexta-feira, no Extra da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro Do Brasil 247 Reprodução/Twitter Renê Silva, editor-chefe do Voz das Comunidades, compartilhou nas redes sociais a reportagem com o vídeo. "Imagens exclusivas do #RJTV @RedeGlobo mostram que o rapaz caiu no chão duas vezes e que não estava tentando pegar arma do segurança. E aí?", questionou o comunicador e ativista. Imagens exclusivas do #RJTV @RedeGlobo mostram que o rapaz caiu no chão duas vezes e que não estava tentando pegar arma do segurança. E aí? #VidasNegrasImportam pic.twitter.com/tJUMeA94e4 — Rene Silva ✊🏾 (@eurenesilva) 15 de fevereiro de 2019 Leia Também: Paola Corosella: Morte de Pedro Gonzaga gera menos revolta que a de um cachorro Precisamos ...

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    Supermercado Extra, formato de supermercado do Grupo Pão de Açúcar (Grupo Pão de Açúcar/Divulgação)

    Precisamos falar sobre o racismo e a violência dos seguranças do Extra

    Caso do jovem morto ontem traz à tona denúncias anteriores e levanta a questão: qual a responsabilidade do Extra, afinal? Por Karin Salomão, do Exame  Supermercado Extra, formato de supermercado do Grupo Pão de Açúcar (Grupo Pão de Açúcar/Divulgação) Um novo escândalo envolve a rede de supermercados Extra. A morte de um jovem depois de uma ação violenta de um segurança é o caso mais recente excesso por parte dos funcionários e terceirizados da empresa. Mais do que um caso isolado, a morte do jovem indica falhas nos treinamentos e na gestão da rede varejista e levanta questões legais sobre quem deve ser responsabilizado nesses casos. O jovem de 19 anos, identificado como Pedro Gonzaga, morreu após ser sufocado por um segurança em uma unidade na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Segundo o Extra, o segurança, terceirizado, reagiu a “uma tentativa de furto da arma”. “A rede esclarece ...

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    Joanderson da Silva Diniz, 17 anos; Gustavo Feitosa Monroe, 18 e Gildean Castro Silva, 14 anos, foram encontrados mortos na zona rural de São Luís — Foto: Montagem/G1 MA

    Jovens foram perseguidos antes de serem executados no Maranhão, diz delegado

    De acordo com o delegado Lúcio Rogério Reis, as vítimas teriam sido cercadas em uma área de matagal e um disparo teria sido ouvido. Jovens foram encontrados mortos na sexta (4). Do G1 Joanderson da Silva Diniz, 17 anos; Gustavo Feitosa Monroe, 18 e Gildean Castro Silva, 14 anos, foram encontrados mortos na zona rural de São Luís — Foto: Montagem/G1 MA Os três jovens que foram executados na sexta-feira (4) no bairro Coquilho, zona rural de São Luís, teriam sido perseguidos no interior do condomínio ‘Minha Casa, Minha Vida’, pela equipe de vigilância do local. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (7) pelo delegado Lúcio Rogério Reis, da Superintendência de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP). De acordo com o delegado, as vítimas teriam sido cercadas em uma área de matagal e um disparo teria sido ouvido. Até o momento, 12 pessoas já foram ouvidas ...

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    Imagem da Internet - no População Negra e saúde

    Corpo feminino, primeiro território violado: estupro como ferramenta de tortura e genocídio

    Começo este texto trazendo fragmentos do artigo da Veronique Nahoum-Grappe (2011), intitulado Estupros: uma arma de guerra, “os estupros sistemáticos em tempos de guerra visam destruir até populações martirizadas. É no ventre das mulheres que se encarna a loucura genocida dos homens. Violências extremas, gestações não desejadas, transmissões do HIV.” E ela cita exemplos da ex-Iugoslávia e de Ruanda, eu cito o estupro das mulheres negras no Brasil como ferramenta do genocídio da população negra. Emanuelle Goes para Cientistas Feministas Imagem da Internet - no Cientista Feministas O intelectual negro Abdias do Nascimento nos explica sobre isso em seu livro “O Genocídio do Negro Brasileiro” (que teve sua primeira edição lançada em 1977 e com nova edição em 2017), e em um dos capítulos ele vai tratar sobre estratégias de branqueamento da população brasileira. Segundo ele, o processo de miscigenação, fundamentado na exploração sexual da mulher ...

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