quarta-feira, setembro 23, 2020

    Tag: Racismo Institucional

    Regina Marques de Souza/ Arquivo Pessoal

    Desafetos ou racismo institucional na ciência psicológica?

    O artigo Paradoxo na ciência: negros e mulheres inovam, mas são raros na academia , relata boas observações do cenário brasileiro. No entanto, na Bahia, nas universidades, o cenário aparentemente é diferente em função da prevalência de mais de 70% de população negra (pretos e pardos, IBGE, 2010), os alunos podem conviver com professores pesquisadores negros – acredito que é fundamental organizar uma pesquisa sobre quantas cientistas negras e negros atuam na Bahia. Quais cargos são ocupados por mulheres e homens pesquisadores negros nas universidades, quantos são participantes nos Núcleos Docentes Estruturantes. Órgãos que determinam e pensam os currículos nas universidades e o quê, mulheres negras e cientistas, estão fazendo. O texto aborda a reflexão sobre a ausência da diversidade na ciência e em especial nos provocou a pensar a ciência psicológica da saúde mental da população brasileira e os comportamentos humanos e institucionais na academia científica.    Pensemos sobre alguns ...

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    Reprodução/Facebook

    Imperialismo em chamas: Sem justiça, sem paz!

    A sensação é sensacional, como diria nosso amigo rapper Djonga, mas os motivos são muito tristes, afinal, quem não gostaria de ver os racistas sendo queimados e ardendo em fogo? Sim, parece macabro demais, mas é a revolta de centenas de anos de violências contra o povo das américas sendo externalizada, enquanto o capitalismo segue queimando em brasa, aguardando a próxima vítima do racismo estrutural (que retroalimenta o sistema opressor racista) para entrar em chamas. Minessota em chamas, Kenosha em chamas, EUA em chamas e o Brasil está em brasas ( sim, as coisas por aqui são diferentes) porém não menos graves, pois as fogueiras podem ser gigantes( e nem estou falando das queimadas criminosas da Amazônia). Os protestos em Kenosha, no estado americano de Winconsin, depois de viralizar o vídeo em que Jacob Blake (jovem negro de 29 anos) é brutalmente atacado com sete tiros pelas costas, diante de ...

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    (Jonathan Alcorn/AFP/)

    Painel trata combate ao racismo como exercício de cidadania e justiça

    A busca por uma sociedade coletivamente solidária, com igualdade de oportunidades e pluralismo judicial foram os temas do painel “Representatividade Racial no Poder Judiciário: de onde fala o juiz”, do seminário “Questões racionais e o Poder Judiciário”, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e encerrado na quarta-feira (8/7). O evento reuniu virtualmente mais de duas mil pessoas em debates sobre a necessidade de se discutir os mecanismos e as estratégias que dificultam a participação de pessoas negras nos espaços de poder, incluindo no Poder Judiciário. “Precisamos de pessoas que se identifiquem com a causa do combate ao racismo e ao racismo judicial. Não podemos, de forma nenhuma, deixar que o racismo prevaleça. Combater o racismo é exercício de cidadania e da justiça”, disse a conselheira do CNJ Tânia Regina Silva Reckziegel, coordenadora dos debates sobre a representatividade racial no Poder Judiciário. O painel realizado por videoconferência diante das circunstâncias ...

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    Divulgação

    UNEB estreia projeto “PRAES Entre Nós” com live sobre racismo institucional

    A UNEB vai realizar, nesta quinta-feira (28), às 16h, a live “Refletindo sobre o Racismo Institucional no Contexto da Pandemia“, no perfil do Instagram @praesuneboficial. A atividade será o lançamento do projeto PRAES Entre Nós, promovido pela Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Praes) em parceria com a Secretaria Especial de Articulação Interinstitucional (Seai), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e o Movimento de Casa de Estudante (MCE). A live inaugural vai contar com a participação das pró-reitoras Elivânia Alves (Praes) e Amélia Marux, de Ações Afirmativas, e do professor Samuel Vida, coordenador do Programa Direito e Relações Raciais (Ufba), com mediação da estudante da UNEB Geisa Rocha. O projeto promove a articulação institucional para realizar debates online sobre temáticas relativas à juventude, durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia da COVID-19. Informações: Instagram @praesuneboficial.

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    Membros das comunidades quilombolas durante reunião em Alcântara (MA) Imagem: Arquivo Pessoal

    Noite sobre Alcântara: Os quilombolas e a lógica do racismo institucional

    Em 1978, o prestigiado romancista maranhense Josué Montello publicou seu famoso livro "Noite sobre Alcântara", em que narra a derrocada econômica da cidade. Embora sem ser o objetivo principal do livro, Montello acaba por narrar a "fuga dos brancos", que, ao fugirem, abandonaram os negros escravizados à própria sorte*. Esse episódio ajudou Alcântara a se transformar no município com a maior quantidade de comunidades quilombolas do Brasil. Dois anos depois da publicação, uma outra noite longa se iniciava sobre Alcântara: a publicação do decreto desapropriatório nº 7.820 de 1980, que declarou como sendo interesse público 52 mil hectares de terra aos militares, sob a justificativa de que o município configurava vazio demográfico. Não satisfeitos, os militares usaram de lobby e influência política para ampliar em mais 10 mil hectares, por meio de outro decreto sem número na década de 1990, feito pelo então presidente Fernando Collor de Melo. A atitude ...

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    João Almeida

    Pesquisa da UFMT aprova o racismo Institucionalizado

    Existe racismo institucional na Universidade Federal de Mato Grosso? Este é o tema da tese da Mestra em Educação Leydiane Vitória Sales. Ao mostrar o racismo institucional e suas facetas, evidencia as características e essências de um projeto de "Estado e Nação". Por Gilda Portella, do Mega Pop Foto: João Almeida Para ela, “A partir do momento em que há uma arquitetura social, política e social para a eliminação da identidade negra como o projeto de branqueamento com aval do governo brasileiro, é uma das formas de projeto de Estado-Nação. Assim como as diferenças salariais entre negros/as e brancos/as na sociedade brasileira”. “Os anos que se levaram para que a população negra tivesse acesso ao ensino superior, que tivesse políticas públicas de fomento às ações afirmativas. São exemplos das operacionalidades do racismo institucional como um projeto de Estado e Nação”. (Esse é um termo do autor ...

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    Imagem retirada da TV Globo

    DJ preso injustamente no Rio há 1 ano refaz a vida como eletricista e relembra ‘pesadelo’ na cadeia

    Em entrevista ao G1, Leonardo Nascimento disse que foi agredido por agentes penitenciários e dividiu cela com ratos. Eliane do Nascimento, mãe do DJ, pensou em tirar a própria vida. Por Matheus Rodrigues, do G1  Imagem retirada da TV Globo O DJ Leonardo Nascimento dos Santos, que foi preso injustamente por latrocínio em 2019, contou ao G1 como está recuperando sua vida um ano após ficar detido na penitenciária de Benfica, Zona Norte do Rio. Ele passou sete dias no presídio, incluindo a data de seu aniversário, por um crime que não cometeu. Completando 28 anos nesta segunda-feira (20), ele afirmou que aprendeu a valorizar sua liberdade depois de ter passado por este “pesadelo”. Ao ser perguntado sobre o que gostaria de receber de aniversário, ele disse que já ganhou o presente. “Meu presente de aniversário eu vou ganhar porque não tem presente melhor do que ...

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    Reprodução/SporTV

    Comentarista do SporTV dá uma aula do que é racismo: “a gente olha aqui pra nossa redação e é um mar branco”

    Júlio de Oliveira criticou a falta de espaço de negros na imprensa brasileira Da Revista Fórum  Reprodução/SporTV Diante de um final de semana marcado por diferentes casos de racismo no futebol ao redor do mundo, o narrador do canal SporTV, Júlio de Oliveira, comentou os episódios, nos quais jogadores e trabalhadores foram xingados por torcedores devido à cor de pele. O jornalista também fez uma análise da imprensa esportiva brasileira e da própria empresa que trabalha. “Incomoda porque você vê brancos discutindo assuntos de negros. Exatamente pela falta de representatividade de números de negros participando. Se olha para nossa redação é um mar branco”, comentou Oliveira. Neste final de semana, o atacante Taison, que joga no Shaktar Donestk, da Ucrânia, foi ofendido por torcedores adversários em jogo válido pelo campeonato ucraniano. No Brasil, torcedores do Atlético-MG cuspiram e atacaram verbalmente com insultos raciais um segurança que ...

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    Imagem- Extra Globo

    Neguinho da Beija-Flor denuncia racismo: ‘O cachê do branco é R$ 350 mil, e me oferecem R$ 25 mil’

    O ano era 1975. Mais precisamente, 1º de junho. Rejeitado pelas quatro grandes escolas da época (Império Serrano, Mangueira, Portela e Salgueiro), Neguinho da Vala, puxador de um bloco carnavalesco em Nova Iguaçu (na Baixada Fluminense), bate à porta do Grêmio Recreativo Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis, uma agremiação na fila para se tornar uma potência do carnaval carioca. Chamado pelo patrono da escola, o bicheiro Anísio Abraão, ele tinha a desafiadora missão de integrar a ala dos compositores e criar o samba-enredo de 1976. Não deu outra! Inspirado e animado com a possibilidade de uma nova vida, o franzino rapaz sonhou com rei, e o resultado você sabe qual é. Deu leão! Assim, exaltando o jogo do bicho, Neguinho se tornou da Beija-Flor há 43 anos e ajudou a escola a abocanhar o título com o desfile “Sonhar com rei dá leão”. Hoje, aos 70 anos, completados ontem ...

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    Coletivos convocam atos de apoio à advogada Valéria Santos neste domingo em SP

    No próximo domingo, 23/9, os coletivos As Pretas e Four P. Engagement promovem o “Ato por Valéria Santos” na Avenida Paulista. O ponto de encontro da manifestação será em frente ao prédio do MASP, próximo à estação de metrô Trianon, a partir das 13h. Por Douglas Belchior no Negro Belchior Durante uma audiência no 3º Juizado Especial Cível, em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, a advogada Valéria Santos solicitou um recurso de defesa à sua cliente, que é garantido por lei, mas foi desatendida pela juíza Ethel Vasconcelos. Arbitrariamente, a advogada foi algemada a e retirada da sala à força por policiais. A situação, não por coincidência vivida por uma mulher negra, gerou revolta na população que também pede uma reparação judicial rápida e assertiva à Valéria. Segundo Janaína Sampaio, integrante do coletivo As Pretas, fazer um ato, a favor ou contra algo, é mostrar sua opinião de forma ...

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    Adilson J. Moreira explica porque discutir gênero e raça no caso da advogada detida durante audiência

    Na última segunda-feira (11), Valéria dos Santos, advogada negra e carioca realizava a uma audiência no 3º Juizado Especial Cível de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, quando foi detida após exigir a leitura da contestação do processo que atuava. Por Gabriel Prado Do Justificando Andre Zanardo/Justificando Sob a ordem da juíza leiga e a passividade dos demais colegas de profissão, Valéria foi algemada e arrastada para fora da sala de audiência sem que a defesa de sua cliente fosse apreciada. O professor Adilson José Moreira, doutor em Direito Constitucional Comparado pela Faculdade de Direito da Universidade de Harvard, explicou ao Justificando que “a atuação dessa juíza ao chamar um policial para tratar da mulher negra é o tipo específico e comum de como pessoas brancas tratam pessoas negras, ou seja, o tratamento que a pessoa negra deve ter sempre é um caso de polícia.” Em meio à ...

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    OAB pede afastamento de juíza e policiais que prenderam advogada

    Ordem também anulou a audiência e marcou ato de desagravo público para reparar o constrangimento Do Carta Capital Valéria dos Santos foi presa, a pedido de uma juíza, enquanto defendia sua cliente e esperava por um delegado da OAB (Foto: Bruno Marins/DIVULGAÇÃO OAB-RJ) Em uma sala de audiência no Fórum de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, a advogada Valéria Lúcia dos Santos defendia a sua cliente de uma cobrança indevida. Sem acordo, ela deu prosseguimento ao trabalho e pediu para ler as contestações da ré. A juíza Ethel Tavares de Vasconcelos negou o pedido e deu a audiência como encerrada. Santos resistiu, enquanto aguardava pela chegada de um delegado da OAB. Dois policiais apareceram, a pedido da juíza, e cumpriram as ordens: algemaram Santos. “Eu não vou sair, não, eu tenho que esperar o delegado da OAB, porque eu quero fazer cumprir o meu direito. ...

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    Valéria dos Santos. Foto: Bruno Marins/OAB RJ.

    Porque ninguém fez nada pela doutora Valéria? Por Adriana Cecilio Marco dos Santos

    Juizado Especial de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, 10 de setembro, a advogada Valéria dos Santos, em pleno exercício da advocacia exigiu ver a contestação ao final da audiência, requerimento que foi negado pela juíza leiga que presidia a audiência. Ato contínuo, ao insistir em ter o seu direito como advogada respeitado, se recusou a deixar o espaço de audiência. Ante essa situação a juíza leiga deu voz de prisão à Dra. Valéria. Truculentos policiais militares algemaram a advogada e a expuseram a uma situação absolutamente humilhante. POR ADRIANA CECILIO MARCO DOS SANTOS, advogada e professora de Direito Constitucional Do DCM Valéria dos Santos. Foto: Bruno Marins/OAB RJ. A absurda postura da juíza leiga ao recusar o requerimento de vista dos autos e, ao se ver contrariada pela valorosa persistência da colega, dar voz de prisão a uma advogada, se trata de um evidente abuso de ...

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    Na linha de tiro

    Racismo e violência institucionais vitimam população negra e pobre no Estado Por: Carolina Guimarães, do Brasil de Fato   As histórias e os números mostram que jovens negros são a população mais propensa a ser vítima de assassinato. /Arte:  Latuff   “O tiro não foi de raspão”, fez questão de ressaltar Leno Sacramento, ator do bando de Teatro Olodum, alvejado por policiais no dia 13 de junho, a caminho do trabalho, no centro de Salvador. Leno levou um tiro na panturrilha porque, segundo a polícia, foi “confundido” com um assaltante. “Eu estava na minha bicicleta”, conta ele, “ando muito com fone de ouvido, mas, por acaso, naquele dia estava sem. Parei quando eles disseram. Não deu tempo nem de colocar o pé no chão. E se eu tivesse uma deficiência auditiva? ”, questiona. “Chegaram a dizer que o tiro tinha sido de raspão, que tinham atirado para o ...

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    Marina Silva

    Um por ano: de 2011 para cá, apenas sete processos por racismo foram julgados

    Justiça baiana tem 222 processos pelo crime no Correio 24h Marina Silva Foi uma sequência de notícias entristecedoras. Em uma mesma semana, um dos maiores youtubers do Brasil, dono de um canal com mais de 16 milhões de inscritos, faz comentários racistas; uma garotinha de 8 anos tem seus cabelos alisados à força e uma auxiliar administrativa baiana é chamada de ‘macaca’, entre outras ofensas. Por enquanto, o racismo parece estar ganhando. Ganhando espaço, ganhando voz. Muitos aspectos explicariam isso, mas talvez um dos mais representativos seja a resposta que os racistas recebem. Só para dar uma ideia, dos 222 processos que estão em tramitação no 1º e no 2º graus do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) pelo crime de racismo, apenas sete foram julgados. O levantamento, feito a pedido do CORREIO, computa todos os processos desde 2011, quando foi criado o Esaj, ...

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    Por que na mesma abordagem policial, homens brancos são liberados e negros revistados?

    Saiba o que é racismo institucional, como ocorre e onde denunciar Por Raquel Saraiva* e Jorge Gauthier, do Correio 24 Horas  Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo Pense em um médico. Agora imagine uma diretora de uma multinacional. E uma professora universitária conversando com um funcionário da limpeza. Dentre essas quatro pessoas, quais você imaginou negras? A pequena representatividade de profissionais negros em altos cargos de liderança nas empresas, bem como o baixo acesso de alunos negros ao ensino superior, são exemplos que refletem o chamado racismo institucional. A Organização das Nações Unidas (ONU) define este tipo de segregação como “o fracasso das instituições e organizações em prover um serviço profissional e adequado às pessoas por causa de sua cor, cultura, origem racial ou étnica”. Outros dois casos, de grande repercussão, ocorridos em junho, evidenciam essa prática, também em outras circunstâncias. No dia 11 do mês passado, um segurança do ...

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    Fonte: blog do teatro Vila Velha

    Da criança negra com fome no shopping ao ator Leno Sacramento: O Racismo é cruel

    Salvador, a cidade mais negra fora da África é também a mais racista por Henrique Oliveira para o Guest Post do Geledés Fonte: blog do teatro Vila Velha  Nessa semana a capital baiana foi destaque no noticiário nacional, primeiro pelo caso inacreditável em que o segurança do Shopping da Bahia, o antigo shopping Iguatemi, tentou impedir que um cliente pagasse um almoço para uma criança negra, chamada Matheus, de 12 anos idade, que trabalha na rua vendendo bala. O vídeo que circulou nas redes sociais com milhares de visualizações mostra o exato momento em que o segurança tenta de todas as formas evitar que o almoço seja comprado, inclusive chega a tentar colocar a criança para fora do shopping à força por meio de empurrões, mas não foi permitido pelo homem que queria pagar a refeição. A situação só foi resolvida quando o supervisor da segurança chegou ...

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    Leno se emociona com divulgação de manifesto do Bando de Teatro Olodum contra o racismo, nessa quinta (Foto: Marina Silva/CORREIO

    OAB-BA recebeu 189 denúncias de racismo e vai acompanhar caso de ator Leno Sacramento

    Entidades e artistas comentaram tiro dado por policial em artista na Avenida Sete no Correio 24h Leno se emociona com divulgação de manifesto do Bando de Teatro Olodum contra o racismo, nessa quinta (Foto: Marina Silva/CORREIO) A Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Bahia (OAB-BA) está acompanhando o caso do ator do Bando de Teatro Olodum, Leno Sacramento, que foi baleado durante uma abordagem policial. Tudo aconteceu na tarde de quarta-feira (13), na Avenida Sete de Setembro, quando ele passava de bicicleta próximo ao Forte de São Pedro. A presidente da Comissão Especial de Promoção da Igualdade Racial, Dandara Pinho, contou que um grupo de advogados esteve na delegacia onde foi registrada a queixa para colher informações sobre a ocorrência. Ela vai solicitar uma reunião com o governo do estado para discutir o assunto e sugerir que os policiais passem por um curso de reciclagem. ...

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    Corte da Bolsa Permanência é racismo institucional, afirma indígena

    Estudantes indígenas e quilombolas da Universidade Federal do Pará (UFPA) se reuniram nesta segunda-feira (11) com parlamentares do estado, representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e a associação dos discentes para discutir os cortes na Bolsa Permanência. Do Vermelho  Imagem Retirada do site Vermelho A reunião ocorreu no auditório central do Centro de Convenções da UFPA, em Belém. O Programa de Bolsa Permanência é um auxílio financeiro a estudantes matriculados em instituições federais de ensino superior em situação de vulnerabilidade socioeconômica, além de estudantes indígenas e quilombolas. O Ministério da Educação (MEC) anunciou que irá ofertar 800 bolsas este ano a nível nacional, mas a demanda, de acordo com o levantamento feito pelos indígenas e quilombolas, é que até o final do ano cerca de cinco mil novas vagas seriam necessárias para o programa. Edimar Kaingang, representante da associação dos povos indígenas estudantes da UFPA, conta que ao todo ...

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    Maioria de mortes maternas no país ocorre entre mulheres negras jovens

    A morte maternas entre negras foi destacada pela doutora em saúde pública, Fernanda Lopes, durante as discussões da 4ª Conferência Nacional da Promoção da Igualdade Racial Por Débora Brito no  Agência Brasil Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Mais da metade (54,1%) das mortes maternas no Brasil ocorrem entre as mulheres negras de 15 a 29 anos. A população negra feminina também tem duas vezes mais chance de morrer por causas relacionadas à gravidez, ao parto e ao pós-parto do que as mulheres brancas. A informação foi destacada pela doutora em saúde pública, Fernanda Lopes, durante as discussões da 4ª Conferência Nacional da Promoção da Igualdade Racial (Conapir). O evento está sendo realizado em Brasília com a presença de especialistas, pesquisadores e ativistas da causa racial de vários estados para levantar propostas de enfrentamento ao racismo. Com base em estatísticas do Ministério da Saúde e da Organização Mundial ...

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