segunda-feira, julho 13, 2020

    Tag: Sexismo

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    Por que busca ‘mulher negra dando aula’ no Google leva à pornografia

    Mais uma vez o racismo que objetifica e sexualiza pessoas negras foi escancarado. Tudo começou com uma busca simples feita no Google, que revelou como mulheres negras são entendidas pelos algoritmos da plataforma de busca. Do Hypeness Quem denunciou isso foi a relações-públicas Cáren Cruz, de Salvador (BA), que fazia pesquisa para produzir uma apresentação corporativa em uma empresa. Ela expôs o caso no dia 01 de outubro em postagem no Facebook. A pesquisa “mulher negra dando aula” no Google Imagens exibe resultados pornográficos, com cenas de sexo explícito. O mesmo não acontece quando se busca “mulheres dando aula”⁣ ou “mulheres brancas dando aula”. “Eu desenvolvo consultoria de RP para empresas e estava preparando uma apresentação. Uso um programa de criação para isso mas, no banco de imagens deles, quando digitava ‘mulher dando aula’, só apareciam brancas. E eu queria, na verdade, me representar ali, queria uma imagem mais realista”, ...

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    Cerca de 60% das mulheres na Europa já sofreram sexismo no trabalho, diz pesquisa

    Ainda de acordo com a pesquisa, 11% das entrevistadas afirmaram ter tido relação sexual 'forçada ou indesejada' com alguém de seu círculo profissional. No G1 Apenas 16% das mulheres que afirmaram terem sido pressionadas a realizar atos sexuais denunciaram o caso. (Foto: Getty Images) Em torno de 60% das mulheres na Europa indicaram ter sido vítimas de pelo menos uma forma de violência sexista, ou sexual, no trabalho - aponta um estudo feito online em abril de 2019 e publicado neste sábado (12), com mais de 5.000 mulheres de cinco países da União Europeia. O relatório do Instituto Francês de Opinião Pública (IFOP) afirmou que 21% das mulheres passaram por essas situações no ano passado, enquanto 42% nos últimos 30 anos. Ainda de acordo com a enquete, 11% das entrevistadas afirmaram ter tido relação sexual "forçada ou indesejada" com alguém de seu círculo profissional. Um número ...

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    Protagonistas de Sierra Burgess É Uma Perdedora, Crush à Altura e A Barraca do Beijo (Fotos: Divulgação / Netflix)

    Sexismo, abuso e cyberbullying: A Netflix não cansa de errar nos filmes adolescentes

    As mensagens que Crush à Altura, A Barraca do Beijo e Sierra Burgess É Uma Loser passam para o público estão (muito) longe de serem ideais Por Yolanda Reis, da Rolling Stone Protagonistas de Sierra Burgess É Uma Perdedora, Crush à Altura e A Barraca do Beijo (Fotos: Divulgação / Netflix) Crush à Altura, estreia de Nzingha Stewart em longas-metragem (antes, dirigiu episódios de How To Get Away With Murder e Grey’s Anatomy), é o mais novo filme adolescente da Netflix. Vem depois de alguns sucessos de público com a mesma temática, como A Barraca do Beijo e Sierra Burger É Uma Loser. E não só a adolescência é ponto comum nas três produções: o roteiro problemático também. A começar pelo novo lançamento; Crush à Altura é, acima de tudo, um grande clichê. Se você já viu algumas das histórias adolescentes mais populares dos anos 1990 ...

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    O que o sexismo de Bolsonaro nos diz sobre submissão de primeiras-damas

    Sobraram no Brasil hashtags de apoio à francesa e textos que narram o amor romântico do casal Macron; solidariedade importa, mas outros casos virão, com presidentes e primeiras-damas, enquanto a submissão não for questionada Por Giulliana Bianconi, do Época Brigitte Macron e Melania Trump se encontram em Biarritz, na França, durante a cúpula do G7. Foto: Thomas Samson / AFP Foi uma grande polêmica na França quando o presidente Emmanuel Macron tentou instituir um cargo oficial para a esposa Brigitte Macron no seu governo, em 2017. Macron havia prometido em sua campanha que enfrentaria o nepotismo, e ao vir à tona o plano de empregar Brigitte como “primeira-dama oficial”, como ele mesmo nominava, recebeu uma enxurrada de críticas, com direito à petição online assinada por mais de 200 mil franceses que eram contra a possibilidade. O argumento do presidente era que não oferecer um cargo oficial ...

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    Mulheres Juristas pedem suspensão da campanha “É de Homem!”

    A Associação Portuguesa de Mulheres Juristas classifica a campanha publicitária da L’Oreal de sexista, e, por isso, proibida por lei. Por Andreia Friaças, Do Público A Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (ASMJ) apresentou esta quarta-feira uma participação à Direcção Geral do Consumidor relativa à campanha publicitária “É de Homem!” da L’Oreal, que usa o slogan “É de homem!” para acompanhar frases como “Bolas grandes”, “Jogar com Sangue e Lágrimas” ou “Vencer o Cansaço”. A Associação sem fins lucrativos pediu também a suspensão desta campanha publicitária, que considera “sexista”, e, por isso, proibida por lei. A Associação Portuguesa de Mulheres Juristas escreve, num comunicado partilhado no seu site, que a campanha publicitária “procura veicular uma concepção claramente sexista do que seja ‘ser homem’”, uma vez que utiliza esta expressão “como ilustração de uma identidade masculina que afirma que os ‘homens’ devem ser estóicos, fortes, valentes, determinados de desprovidos de emoção.” Desta forma, a campanha afirma que “a ...

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    Alysia Montaño denunciou a marca após o nascimento de sua filha " Apesar das minhas vitórias, a Nike queria me pagar 70% menos do que antes."

    Nike muda política de maternidade para atletas após chuva de críticas

    Esportistas reclamaram da falta de proteção em caso de gravidez Do Metrópoles  Allyson Felix foi uma das diversas atletas que  deninciou a politica da empresa "Apesar das minhas vitórias, a Nike queria me pagar 70% menos do que antes." (Allyson Felix, em 2017, em Birmingham CORDON PRESS) Visando responder as críticas que vêm recebendo por penalizar atletas que tiram licença-maternidade, a Nike decidiu eliminar “por 12 meses” as reduções na remuneração relacionada ao desempenho das esportistas que decidem engravidar. Nos últimos dias, diversas atletas relataram a falta de proteção em caso de gestação nos contratos firmados com a empresa norte-americana. “A Nike pode fazer mais e esta é uma oportunidade importante para a indústria de esportes evoluir e apoiar as atletas”, informou a marca. Na quarta-feira (22/05/2019), em um artigo publicado no jornal The New York Times, a velocista norte-americana Allyson Felix foi uma das diversas atletas ...

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    JACQUES d'ADESKY foto de Rosanea Santos

    “A intolerância pode se tornar nos próximos anos um inimigo comum” , diz Jacques d’Adesky

    O mais novo livro de Jacques d’Adesky, Percursos para o Reconhecimento – Igualdade e Respeito –se torna urgente com seu resgate histórico e consistente do período da escravatura ao início do século XXI, com uma série de provocações que nos apontam novas alternativas para as questões étnico - raciais brasileiras. Com linguagem clara e simples, o doutor em Antropologia Social pela USP e licenciado em Ciências Econômicas pela Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, retoma o pensamento de ícones como por Léopold Sédar Senghor, Aimé Césaire e Frantz Fanon, dialogando com a atualidade sobre racismo e as práticas coloniais. Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, Jacques d’Adesky discute o poder de emancipação da população negra e a possível “via libertadora das mentalidades de subserviência geradas pela escravidão e colonização”. O intelectual aponta ainda que mesmo diante da vigente intolerância no Brasil, não há motivos para desanimar. [caption id="attachment_138708" align="aligncenter" ...

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    Machismo e sexismo seguem dentro da publicidade no Brasil

    Para desenvolver o estudo foram ouvidas 1,81 mil pesssoas, que sinalizaram setores como o bebidas alcoólicas, vestuário, eletrodomésticos, automotivo e até mesmo serviços públicos como os que mais objetificam a mulher. Por Paula Cristina Do DCI Foto: Reprodução/Facebook O estado de São Paulo foi acusado de machismo ao veicular um jingle do metrô que afirmava que “trem lotado é bom para xavecar as mulheres”. Tradicionalmente conectada a mulheres com pouca roupa e em situações sexistas e machistas, a categoria de cervejas trouxe recentemente uma mudança. Em 2017, a marca Skol trocou as imagens de mulheres com apelo sexual por releituras de pôsteres antigos produzidas por artistas mulheres. O lançamento da ação aconteceu no Dia Internacional da Mulher com a assinatura “redondo é sair do seu quadrado” Apesar de uma boa parte concordar que as marcas estão se adaptando aos movimentos feministas, 63% afirmam o contrário. “Resultado ou ...

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    Sexismo na moda: apenas 41% das grandes marcas são comandadas por mulheres

    Pesquisa "The Glass Runway" revela a desigualdade de gêneros no mundo da moda Do Claudia Para muitos, a indústria fashion é focada no público feminino. No entanto, os bastidores desse universo são mais sexistas do que parecem. Um estudo do Conselho de Designers da América (CFDA) mostrou a desigualdade de gêneropresente no mercado da moda. Na pesquisa “The Glass Runway” (a passarela de vidro) ficou clara a diferenciação dos cargos que os sexos desempenham. Enquanto as mulheres são a maioria entre costureiros, designers, alunos nas faculdades de moda e, além de tudo, entre consumidores, a maioria dos cargos de chefes no setor é dominada por homens. O estudo mostrou que, por mais que as mulheres não encontrem barreiras para se destacar no início de sua carreira no universo da moda, elas acabam não seguindo em frente, já que o sexismo é recorrente. Um dos fatores que agrava essa desmotivação é a falta ...

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    Casos de estupro coletivo mais que dobraram no Brasil nos últimos cinco anos

    Segundo dados do ministério da Saúde, ocorrem uma média de 10 casos por dia de violência contra a mulher praticada por mais de um agressor no RBS Dados do ministério da Saúde apontam que os casos de estupro coletivo mais que dobraram nos últimos cinco anos, saltando de 1.570 casos, em 2011, para 3.526, no ano passado, uma média de 10 casos por dia, em todo o país. Acre, Tocantins e Distrito Federal lideram as taxas de estupro coletivo. Para especialistas, esses casos de violência são estimulados pela falta de investigação e punição aos agressores. Segundo as mulheres ouvidas na reportagem de Vanessa Nakasato, para o Seu Jornal, da TVT, trata-se de um "crime de poder", em que o objetivo do agressor é subjugar o corpo da mulher. A socióloga e assessora da USP Mulheres Wânia Pasinato destaca que, em muitos casos, os agressores filmam e divulgam as cenas do crime cometido como ...

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    Murray corrige jornalista e protagoniza novo episódio contra sexismo no esporte

    Tenista número 1 do mundo, britânico Andy Murray interrompeu jornalista em coletiva e lembrou das mulheres em novo episódio de combate ao sexismo no tênis Do Globo Esporte  O tenista britânico Andy Murray se despediu do torneio de Wimbledon, mas protagonizou um dos momentos mais marcantes do dia. O número 1 do mundo corrigiu um jornalista novamente e voltou a mostrar por que é um ícone contra o sexismo no esporte. Andy Murray may have lost, but nothing got past him post-match...#Wimbledon pic.twitter.com/Uniks77WKu — Wimbledon (@Wimbledon) 13 de julho de 2017 Durante a coletiva de imprensa nesta quarta-feira, um jornalista disse que seu algoz Sam Querrey era o primeiro americano a atingir a semifinal do torneio desde 2009. O escocês respondeu "jogador masculino" ("male player"). Todos riram no calor do momento, mas o tenista permaneceu sério e repetiu a afirmação quando o jornalista disse que não havia entendido. Se os americanos ...

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    Luana Tolentino: “Maria é vítima da nossa justiça, que também é machista, sexista e misógina; Apoiem Maria”

    Provavelmente vários leitores do Viomundo estão acompanhando a campanha Apoie Maria, criada por Gerson Carneiro para ajudar uma pessoa muito querida. por Conceição Lemesm do Viomundo  Como ela não pode aparecer por questões judiciais, pessoas públicas que a conhecem estão se juntando à campanha, para darem a sua voz a ela e ajudá-la a vencer esta dura batalha. A primeira a falar foi a jornalista Lúcia Rodrigues. Depois, a também jornalista Heloisa Villela, correspondente em Nova York (EUA). Agora, é Luana Tolentino, professora e historiadora, ativista dos movimentos negro e feminista, que denuncia: A Maria está sendo vítima da nossa justiça, que infelizmente também é uma justiça machista, sexista e misógina. Luana faz um apelo: Ainda falta um valor considerável da quantia que precisa ser arrecadada para Maria saia vitoriosa dessa batalha tão dura, injusta, cruel.                         Mas, juntos nós podemos colaborar para que a Maria coloque fim nessa travessia. Assista ao vídeo. De ...

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    Foto: Adriana Medeiros

    Diretora da Anistia Internacional no Brasil luta contra o racismo e o sexismo

    Sua raiz africana transcende seu corpo franzino. Está presente nas roupas, bolsas, colares e pulseiras que ela adora vestir. As estampas e as cores são sempre vibrantes. Jurema Werneck faz questão de celebrar sua negritude. Em seus discursos, é eloquente ao falar e, no olhar, carrega certa dose de compaixão. Mulher, negra e lésbica, essa carioca, nascida no Morro dos Cabritos, em Copacabana, venceu todos os sufocos da vida e agora, aos 56 anos, se prepara para um novo desafio: comandar o escritório brasileiro de uma das maiores e mais importantes organizações de direitos humanos do mundo, a Anistia Internacional. Por Guilherme Ramalho - O Globo Filha de uma costureira e de um alfaiate, Jurema conta que seus pais “viveram e morreram” para que ela, sua irmã adotiva e seus dois irmãos se dedicassem aos estudos. Apesar das dificuldades financeiras, eles nunca precisaram trabalhar na infância ou na adolescência, pois seus ...

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    Após posts machistas, estagiário de construtora é demitido

    Com direito à lição de moral no Facebook, estagiário que fez posts machistas em rede social foi demitido nesta quarta-feira, 8 D0 Catraca Livre  Em tempos de redes sociais, onde todos se expressam e sente-se no direito de falar o que bem entendem, há também alguns casos de excessos. Como no caso do estagiário da Cantareira Construtora e Imobiliária, de Maringá (PR), que aproveitou as dependências da empresa para fazer fotos, com legendas, no mínimo, provocativas. Desafiando "feministas e aborteiras", o jovem, não identificado, escreveu em seu Facebook. "Procurando alguma feminista pra ajudar a descarregar. Direitos iguais até chegar a carga de cimento". Em outra postagem, o estagiário direciona as provocações às"aborteiras": Analisando um projeto hidrossanitário onde vai passar os argumentos das feministas, aborteiras, etc". Retratação e demissão do estagiário Não demorou muito para que a empresa, também pelo Facebook, publicasse um pedido de desculpas, além do anúncio do desligamento do ...

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    ‘Olha a cabeleira do Zezé deixa ele ser o que quiser’

    Artistas, pesquisadores e foliões refletem sobre marchinhas tradicionais que reproduzem preconceitos da sociedade por Joyce Athiê no O Tempo Foi um post de Facebook que levantou a questão e esquentou o debate sobre as tradicionais marchinhas que reproduzem preconceitos sociais. Há algum tempo, o músico e idealizador do Bloco A Espetacular Charanga do França, Thiago França, também integrante da banda Metá Metá, se incomodou com os versos de “O Teu Cabelo Não Nega”, originalmente intitulada “Mulata” pelos compositores Irmãos Valença. A música teve seu nome trocado pelo compositor Lamartine Babo, o Rei do Carnaval, que a levou à boca dos foliões brasileiros, da década de 1930 aos dias de hoje. Ao pensar no repertório do Charanga, bloco que desde 2015 desfila versões instrumentais, com sopro e percussão, no Carnaval de São Paulo, Thiago se atentou para os versos já históricos na música popular brasileira. “Não há, para mim, outra interpretação ...

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    Por um jornalismo não sexista

    A Língua Portuguesa não é sexista. Seu mau uso, sim. Como ato-reflexo da sociedade, a linguagem é um dos espaços mais sutis, constantes e estáveis de legitimação de padrões e práticas de desigualdade e opressão. O sexismo é uma delas, que discrimina com base no sexo e perpetua o Patriarcado, sistema secular que centra no homem o papel de protagonista da ordem social, reduzindo e invisibilizando a identidade feminina e de grupos que sofrem camadas ainda mais cruéis de exclusão, por sua condição de classe e raça. no Think Olga É um processo de retroalimentação: o sujeito masculino domina os espaços da vida cotidiana – escola, religião, artes, política, família, urbanidade, mídia – e essa hegemonia se instala na linguagem que, ao ser usada como se natural fosse, reproduz, mantém e cimenta a desigualdade. Neste sentido, falar é fazer. Especialmente quando a linguagem sexista e discriminatória é usada pelos meios ...

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    Exposição fotográfica feita por mulheres no Recife questiona o racismo e o sexismo

    Três fotógrafas integrantes de formação promovida pela FASE em Pernambuco registraram o protagonismo de mulheres negras em manifestações culturais nordestinas Por Nathália Pereira, do Fase (Foto: Fran Silva/Exp. M.a.r.i.a.s) Da cultura popular nasce e reverbera a força de um povo. Para mulheres negras, as brincadeiras herdadas dos ancestrais podem ser munição de resistência trilhada diariamente contra discriminações e embargos sociais. Ser veículo para tal fortalecimento é o objetivo de “Mulheres Negras Fortalecidas na Luta Contra o Racismo e o Sexismo”, iniciativa desenvolvida pelo programa da FASE em Pernambuco, em parceria com a Oxfam Brasil e demais instituições, com apoio da Embaixada Britânica. Nele, 25 jovens negras integrantes de coletivos socioculturais do Recife têm desenvolvido oficinas e atividades autogestionadas com foco em produções culturais. Uma dessas atividades atravessa os muros da sede da FASE, ocupando, a partir do dia 3 de fevereiro, a Estação Central do Metrô do Recife (Rua Floriano, ...

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    Quando a igreja não discute gênero, ela nega direitos humanos”, diz evangélica

    "O que precisa ser entendido é que gênero e religião combinam", afirma Valéria Vilhena De berço evangélico pentecostal, Valéria Vilhena se incomodou na juventude com as restrições ao corte de cabelo, ao modo de se vestir e de se comportar impostos pela igreja. "Me vi feminista muito cedo", diz a teóloga, que é mestre em ciências da religião e doutora no programa Educação, História da Cultura e Artes, da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Por Marcelle Souza, para UOL Ao longo da vida, frequentou diferentes templos cristãos, percebeu outras restrições às mulheres e, sem encontrar o seu lugar, decidiu abandonar a igreja, mas não sua fé. Em 2015, fundou, ao lado de outras mulheres, o EIG (Evangélicas pela Igualdade de Gênero), movimento para discutir temas relacionados à violência contra a mulher e à igualdade de oportunidades nas estruturas religiosas. Em novembro de 2016, Vilhena viu sua pesquisa virar notícia, sem crédito, em ...

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    Judith Butler: Quem são os eleitores de Trump?

    Quem são essas pessoas que votaram em Trump, mas quem somos nós que não vimos o seu poder, que não antecipamos isso tudo, que nem sequer imaginávamos que havias pessoas que seriam capazes de votar num homem com um discurso racista e xenófobo? Artigo de Judith Butler. Do Esquerda Há duas perguntas que os eleitores de centro-esquerda nos EUA estão a fazer: quem são essas pessoas que votaram em Trump? E porque é que esse resultado nos apanhou de forma tão desprevenida? A palavra “devastação” é apenas uma primeira forma de expressar o sentimento generalizado que atravessa as pessoas que conheço. Não tínhamos consciência do quão disseminada é a raiva contra as elites, o quão profunda é a raiva de homens brancos contra o feminismo e contra o movimento pelos direitos civis, o quão desmoralizadas muitas pessoas estão à custa da despossessão económica e o quão inebriadas as pessoas estão pelo isolacionismo ...

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    Dafiti coloca à venda uma camiseta que cita “mulher burra” como exemplo de pleonasmo

    A loja online Dafiti está enfrentando uma avalanche de críticas de consumidores na internet após colocar à venda uma camiseta que cita “mulher burra” como exemplo de pleonasmo. no HuffPost Brasil Depois da repercussão negativa, o site retirou o produto de conteúdo sexista do ano. No entanto, diversos consumidores salvaram cópias da peça. Você pode ver abaixo e nesse link aqui.   Na página da loja no Facebook, centenas e homens e mulheres cobram – em diferentes publicações - uma retratação oficial da loja. Veja algumas reações a seguir: Em nota de esclarecimento, a loja online pediu desculpas aos clientes pelo ocorrido: "A Dafiti lamenta o ocorrido e esclarece que não compartilha a mensagem expressa no produto em questão e repudia qualquer tipo de manifestação de preconceito e discriminação. Somos uma empresa comprometida em oferecer a melhor experiência de compra online, por meio de marcas e serviços que promovam ...

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