quinta-feira, agosto 6, 2020

    Resultados da pesquisa por 'blackface'

    Jimmy Fallon fazendo blackface em esquete de 2000 (Foto: Reprodução)

    Jimmy Fallon pede desculpas por blackface em esquete antiga que viralizou na internet

    O apresentador Jimmy Fallon pediu desculpas por ter feito uso da prática racista de blackface em uma esquete para o programa 'Satyrday Night Live' em 2000. In 2000, while on SNL, I made a terrible decision to do an impersonation of Chris Rock while in blackface. There is no excuse for this. I am very sorry for making this unquestionably offensive decision and thank all of you for holding me accountable. — jimmy fallon (@jimmyfallon) May 26, 2020 "Em 2000, no 'SNL', eu tomei a terrível decisão de fazer uma imitação de Chris Rock usando blackface", destacou o apresentador no Twitter. "Não existem desculpas para isso. Sinto muito por ter tomado essa decisão inquestionavelmente ofensiva e agradeço a todos por me responsabilizarem". A esquete viralizou na internet nessa terça-feira, 26 de maio, e rapidamente alcançou o topo dos assuntos mais comentados no Twitter, com a hashtag #JimmyFallonIsOverParty, destacou a revista People. ...

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    https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/09/dou-beneficio-da-duvida-a-trudeau-por-algo-que-ele-nao-perdoaria.shtml

    ‘Humor’ advindo do ‘blackface’ praticado por Trudeau pode ser tudo, menos inocente

    Caso do primeiro-ministro pôs luz sobre o privilégio de brancos de ignorar as pautas e produções intelectuais negras Por Hélio Menezes, da Folha de São Paulo O premiê canadense em foto de 2001, em que aparece com rosto pintado de marrom. ( Foto: HO / AFP) O antropólogo e crítico de arte Hélio Menezes escreveu, a pedido da Folha, artigo de opinião no qual argumenta que o gesto racista do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, é condenável. Em oposição, o escritor e doutor em ciência política João Pereira Coutinho traz artigo no qual se coloca a favor do direito de defesa do primeiro-ministro. Seu texto pode ser lido neste link. Leia, abaixo, o texto de Hélio Menezes. O "blackface" começou a aparecer de maneira sistemática nas primeiras décadas do século 19, em shows de menestréis e peças de “humor” no teatro dos EUA, em plena vigência ...

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    Por que o ‘blackface’ é uma forma de racismo

    Maquiagem usada pelo primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, surgiu durante a escravidão nos Estados Unidos para ridicularizar negros Por André Duchiade, Do O Globo O primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau com maquiagem 'brownface' em uma festa em 2001 Foto: HO / AFP Em menos de 12 horas, vieram a público duas fotos e um vídeo do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, com o rosto pintado de marrom e de preto, produzidos entre a sua adolescência, no começo da década de 1990, e 2001. O premier, que concorre à reeleição no mês que vem e construiu sua imagem pública como um político pró-diversidade, admitiu que as práticas, conhecidas pelas expressões em inglês "brownface" e "blackface", são racistas, e pediu “perdão”, afirmando que, “por vir de um lugar privilegiado”, tinha então “um ponto cego” sobre o próprio preconceito. O uso da maquiagem com a intenção de caricaturizar pessoas ...

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    imagem:UOL

    Há meio século, Feiticeira usou blackface para condenar racismo e levou Emmy

    Técnica controversa do século 19 empregada por atores brancos para ridicularizar negros no teatro, a blackface ressurgiu em A Feiticeira (1964-1972) para condenar o racismo. Há 48 anos, a popular série escureceu a pele dos principais personagens para dar uma lição. Atualmente, uma nova versão da atração está em desenvolvimento e vai transformar a bruxa Samantha loira em negra, também com objetivos didáticos. por João da Paz no UOL imagem:UOL Na véspera do Natal de 1970, época na qual o blackface era combatido pelo blaxploitation (cinema feito por negros para negros), A Feiticeira exibiu o episódio Sisters at Heart, algo como Irmãs de Coração, uma história comovente, idealizada por alunos da periferia de Los Angeles. O capítulo chegou a receber uma honraria no Emmy do ano seguinte e é o preferido de Elizabeth Montgomery, a protagonista loira. A narrativa é simples. A herdeira de Samantha, Tabitha ...

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    Fox é acusada de ato racista após humorista imitar Roger com “blackface”

    Programa que mistura esporte e humor e tem como mote o slogan “a zoeira é livre”, o Jogo Sagrado, do Fox Sports, foi acusado de cometer um ato racista nesta noite de segunda-feira (21). noUOL Esporte UOL Esporte Contando com o humorista Rudy Landucci, conhecido por fazer imitações de jogadores e técnicos de futebol, o programa fez uma paródia de Roger Machado, técnico do Palmeiras. Porém, inúmeros internautas acusaram o programa de fazer a chamado “blackface”, prática considerada racista no teatro. O “blackface” se popularizou, principalmente, no século 19 e início do século 20. Na época, comediantes brancos se maquiavam de negros e faziam piadas racistas. O mais conhecido deles nos Estados Unidos foi o ator Thomas Rice, que criou o personagem Jim Crow, usado até hoje como exemplo de segregação racial. Aqui no Brasil, a prática também ocorreu nos anos 1920 com mais força. A prática é ...

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    Presidente, diretor e mais um funcionário são demitidos após fantasia blackface

    A multinacional de produção de softwares Salesforce demitiu três funcionários de sua filial brasileira após a festa de fim de ano da empresa ter causado polêmica depois que um deles se fantasiou de um meme de Whatsapp chamado “Negão do Whatsapp”. O presidente, o diretor comercial e um empregado da área de vendas foram dispensados. Do SRzd  Festa à fantasia da empresa Salesforce. Foto: Reprodução Tudo começou quando a área de recursos humanos resolveu promover um concurso de melhor fantasia na festa, com premiação em dinheiro para os três primeiros colocados, com votação entre os funcionários presentes na confraternização. Vestido de camisa azul, uma toalha no ombro, chapéu rosa e uma prótese para imitar o pênis do personagem, o “Negão do Whatsapp” ficou em quarto lugar. Em uma foto feita no dia da festa, o funcionário aparece fantasiado ao lado do diretor comercial e outras pessoas. A imagem foi parar na ...

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    Uma festa que faz blackface coletivo na Espanha quer se tornar Patrimônio Cultural da Humanidade

    Um "blackface" coletivo *no município de Alcoy, em Valência (Espanha), pode ser considerado um patrimônio cultural imaterial? Por Antoinette Torres Soler enviado para o Portal Geledés  Afrofeminas.com photo O Natal em Alcoy, tem como destaque na sua programação os chamados "patges" ou "negrets" em Valenciano. Se trata de um "blackface" coletivo que insulta toda a nossa comunidade. Esses personagens, evidentemente anônimos, se dedicam a distribuir presentes. Batem de porta em porta e até entram em algumas casas. Até aqui tudo perfeito... Mas... Porque pintar a cara de preto? Esse negócio de "tradição" é um assunto delicado, mas não podemos nos esconder atrás de um ato anacrônico que ofende a um setor da população. Nos surpreende que uma prefeitura dita progressista não tenha visto nada inoportuno na foto do cartaz. Nos surpreende tal miopia. Entendemos o silêncio. Não há muito o que dizer sobre o fato. Isso ofende. E ofende muito. Ofende ...

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    As mil faces do blackface

    A tentativa de reverter ou de ressignificar o sentido histórico, simbólico e cultural do blackface pela ex-consulesa francesa, Alexandra Loras, poderia, no limite, suscitar um debate sobre as representações estéticas das pessoas negras nos diferentes espaços e auxiliar em um tipo de “educação antirracista para os brancos”. No caso em questão, brancos da elite paulistana, já que foi em uma galeria no bairro Jardim Europa o lugar escolhido para exposição Pourquoi Pas (Por que não?). Por Marcio André dos Santos, enviado para o Portal Geledés Divulgação Loras pintou de preto no photoshop e associou traços raciais negros as pessoas brancas famosas do mundo da moda, da cultura, da mídia e da política. Em um toque de “mágica digital” os branquíssimos (e tudo o que ser branco representa em um país de privilégio branco) João Doria, Michel Temer, William Waack, Xuxa, Ana Maria Braga, Gisele Bünchen e, pasmem, Donald Trump são transformados em negros. A ideia de ...

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    A “blackface” no Faustão anuncia o tombo do Brasil rumo ao século 19. Por Sacramento

    O Domingão do Faustão, programa do qual não dá para esperar nada de bom, exibiu uma apresentação do humorista Nelson Freitas fantasiado de James Brown, durante o quadro “Show dos Famosos”. por Sacramento no DCM Reprodução Para ficar mais parecido com o Rei do Soul, Freitas apareceu com a cútis maquiada de marrom, artifício conhecido como “blackface”. Surgido nos Estados Unidos na época da segregação racial, foi uma forma de ridicularizar os negros em espetáculos de humor. Hoje em dia a “blackface” é considerada manifestação racista, seja aqui ou no outro lado da linha do Equador. Para completar a patacoada, Cláudia Raia, uma das participantes do quadro, falou que gostaria de ser “negona”. “Eu vim só com a bunda de negona, com o resto não vim. Eu queria ser ‘nega’, eu amo a música soul, a black music”, disse. O resultado dessa salada de mal gosto foi óbvio: as redes ...

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    Teaser de nova série DEAR WHITE PEOPLE da Netflix expõe racismo e faz criticas ao blackface

    'Dear White People' estreia na plataforma dia 28 de abril. Por Amauri Terto, do  HuffPost Brasil O teaser de Dear White People (Cara Gente Branca), nova série da Netflix, tem causado polêmica no YouTube. A produção é derivada do filme independente homônimo que estreou sob elogios no Festival Sundance de Cinema em 2014. No vídeo, a personagem Samantha White, jovem negra e locutora de uma rádio no campus de sua faculdade, faz uma crítica ao blackface. O contexto é o seguinte: ao microfone, ela enumera as fantasias de Halloween que são aceitas para pessoas brancas: "Pirata, enfermeira, qualquer um dos 43 presidentes americanos..." Ao final, a jovem destaca a fantasia que está no topo da lista de inaceitáveis: "Eu", diz. Em seguida, aparecem várias imagens de mulheres e homens brancos com o rosto pintados com tinta marrom imitando negros. Assista a seguir: Para quem não sabe, o blackface é uma técnica ...

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    Cidadãos e artistas negros manifestam contra o uso do ‘blackface’

    Protesto contra blackface aconteceu ao fim do espetáculo "Trem de Minas" que usaria ferramenta racista para representar negros por meio de elementos estereotipados Por Joyce Athiê Do O Tempo Ao final da apresentação do espetáculo "Trem de Minas", na noite desse sábado (21), no Teatro Raul Belém Machado, os atores e irmãos gêmeos Leosino e Leonildo Miranda Araújo ouviram, entre as palmas vindas do público, um grito de protesto. Um grupo de cidadãos e artistas negros realizaram um "rolezinho", uma performance-manifesto contra o uso de blackface, uma ferramenta racista de caracterização de atores brancos como personagens negros por meio de elementos estereotipados. A peça é uma comédia que entrou em cartaz na Campanha de Popularização do Teatro e Dança na última quinta-feira (19), já debaixo da polêmica que o uso do blackface gerou entre cidadãos e artistas. Após assistirem ao espetáculo, os cidadãos, de punhos cerrados, leram um manifesto em que ...

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    Blackface não é homenagem: Espetáculo “Trem de Minas” tem ator branco caracterizado de personagem negra de forma estereotipada

    No espetáculo “Trem de Minas”, ator faz uso de blackface para representar babá negra Blackface, técnica de caracterização de atores brancos como personagens negros a partir do uso de tinta preta na pele e uso de outros elementos estereotipados, é uma ferramenta racista que se iniciou no século XIX, nos Estados Unidos, em populares shows de menestréis que ridicularizavam os sujeitos negros. por Joyce Athiê no O Tempo Foto: Reprodução O Tempo Com o uso da mesma ferramenta, a peça “Trem de Minas” gerou polêmica, antes mesmo de sua estreia na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, prevista para ontem à noite, quando o jornalista mineiro Miguel Arcanjo Prado chamou atenção para a técnica em seu blog, o que repercutiu nas redes sociais. “Trem de Minas” é uma comédia dos atores e irmãos gêmeos Leosino e Leonildo Miranda Araújo, ou Leo e Leo, como ...

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    Blackface: Programa ‘Mais Você’ é acusado e racismo

    Participante do quadro 'Jogo de Panelas' usa fantasia de 'nega maluca' e internet comenta sobre racismo. Por Natália Sena para o Portal Geledés  Reprodução/Rede Globo Nesta segunda (12), começou a 21ª edição do 'Jogo de Panelas', quadro no programa Mais Você, comandado por Ana Maria Braga. O barbeiro Willian foi o primeiro anfitrião dentre os cinco participantes e fez como tema de seu jantar 'sexo oposto', no qual homens se fantasiavam de mulheres e mulheres se fantasiavam de homens. Com um discurso sobre igualdade de gênero, o participante erra ao se caracterizar de ''nega maluca'', uma personagens extremamente estereotipada, ridicularizando a figura de mulher negra em diversos aspectos. Nas redes socias, seguidores do programa comentaram o caso e criticaram a produção do programa: Eu acordo e vejo uma nega maluca no #JogoDePanelas. PORRA ANA MARIA, 2016 E TU AINDA ME DEIXA ISSO? — Leona Luna (@leonalunaa) ...

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    “Mais Você” da a receita: Quando tudo estiver muito ruim, faça um blackface para ser comentado

    O quadro “Jogo de Panelas” já estreou no centro de uma polêmica, na manhã desta segunda-feira (12), no "Mais Você", da TV Globo. Isso porque um dos integrantes do reality culinário resolveu pintar o rosto de preto e gerou uma série de críticas ao programa. por Janifer Vargas no MSN Reprodução/Rede Globo Tudo aconteceu quando o primeiro anfitrião da disputa, o barbeiro William, preparou um jantar com o tema de “Sexo Oposto” e se fantasiou de “Nega Maluca”, com direito a vestido rosa, peruca Black Power e tinta pelo corpo. A prática, conhecida como ‘blackface’, é considerada um ato racista, por banalizar a cor da pele dos negros e todo o histórico de lutas contra o preconceito. Não demorou muito para internautas demonstrarem insatisfação com a sequência. “E o ‘blackface’ no ‘Mais Você’, hein, amadas? Quando vocês vão aprender que fantasia de ‘Nega Maluca’ é deveras desrespeitoso e racista? Só ...

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    Significado de Blackface

    O que é Blackface: Do Significados Blackface é o nome dado para acaracterização de personagens do teatro com estereótipos racistas atribuídos aos negros. Na tradução literal do inglês, blackfacesignifica “rosto negro”, em português. Os blackfaces surgiram no começo do século XIX nos Estados Unidos, como uma das atrações dos Minstrel Shows (shows de menestréis ou jograis), que eram bastante populares naquela época. Os atores brancos utilizavam carvão de cortiça e outras tintas para pintar os seus rostos de preto, com exceção dos olhos e lábios (estes eram realçados com uma coloração vermelha intensa). A intenção era representar personagens afro-americanos, satirizando e ridicularizando de modo extravagante os negros que, normalmente, eram apresentados com personalidades pejorativas (como ignorantes, bêbados, vadios e etc). As apresentações tinham como público-alvo ex-escravistas e pessoas majoritariamente brancas. Além de ajudar a potencializar os estereótipos racistas contra os negros, o blackface também impedia a abertura de espaço para ...

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    Não é cansativo? Paulo Gustavo faz ‘blackface’ e causa polêmica na internet

    No último domingo, dia 12, o ator Paulo Gustavo publicou uma foto no Facebook no qual interpreta a personagem Ivonete, uma mulher pobre e negra. no Catraca Livre Para interpretá-la, o ator recorre ao uso do "blackface", uma técnica de maquiagem em que pessoas brancas pintam-se de negras para imitá-las de forma caricata. A prática é considerada ofensiva por discriminar e reforçar estereótipos racistas. De acordo com a pesquisadora feminista Djamila Ribeiro, o blackface “serve tanto como estereótipo racista quanto como forma de exclusão, porque se no primeiro caso ridiculariza, no segundo nega papéis a artistas negros”. Na rede social, usuários criticaram a publicação. "Não sei qual é a graça de se pintar de preto. Quer um personagem negro? Contrate um e pare de nos usar como fantasia", escreveu uma internauta. “Sou negra e não preciso de um branco se pintando de negra para me representar”, comentou outra. leia também: Paulo Gustavo decide refazer personagem após ser acusado ...

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    Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

    O Blackface e a questão racial: reflexões sobre um debate na Unicamp

    Embora, sejam minorias, há negros hoje nos teatros brasileiros, os negros estão presentes no Instituto de Artes da Unicamp. Então uma pergunta mais desoladora se anuncia: Por que os atores brancos continuam fazendo o papel dos negros? Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Enviado por Douglas Rodrigues Barros via Guest Post para o Portal Geledés  O sol de Campinas e seus raios cortantes doíam como farpas agudas no lombo deste que escreve. Apesar do costume ao caos de São Paulo, a fantasia se estabelece pela nossa crença de que haverá um dia em que talvez o trânsito estará menor ou desaparecerá. Ledo engodo. Tive a alegria e o prazer de participar como palestrante do fantástico evento intitulado O negro dentro e fora dos contextos cênicos. Eis, portanto, o motivo de minha ida até a Universidade Estadual de Campinas, ou Unicamp: fui substituir o meu parceiro intelectual e de luta, Douglas Belchior. Como me chamo Douglas também, ...

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    Do riso que não compartilho: Blackface, racismo, humor e minorias sociais

    Usei alisantes, progressivas e relaxantes durante muito e num determinado momento aquilo já não me fazia bem. Meu cabelo já não crescia como antes e minha autoestima já não ia muito bem. Pesquisando na internet, descobri que era possível voltar ao meu cabelo natural e decidi me livrar de todas aquelas pontas lisas. Depois do corte meu cabelo começou a crescer e formou um black power. Um dia eu estava voltando pra casa, quase cochilando encostada na janela do ônibus quando paramos num engarrafamento. De repente, um homem do lado de fora começa a gritar: “Olha o cabelo daquela mulher, mano!“. “Vem cá cara, vem ver o capacete daquela mulher”. O cara gargalhava e não satisfeito, chamou um amigo para compartilhar do riso. Riso de mim. Riso do meu cabelo. Confesso que paralisei, tranquei os olhos e não consegui abrir até que o ônibus arrancou. Quando abri os olhos, algumas pessoas do ...

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    Por um carnaval sem blackface – Negritude não é adereço

    Oficialmente o Carnaval só começa no próximo final de semana, mas nas ruas do Rio a folia já queimou a largada. E, pelo visto nas ruas daqui, boa parte dos foliões adotaram a tendência lançada pela Vogue esse ano: o racismo, conforme apontado brilhantemente pela Stephanie Ribeiro. Porém, apesar de achar necessário falar sobre como a fantasia de Inês Brasil parece ter vindo para atualizar a da “Nega Maluca”, não tenho esperanças de convencer ninguém a desistir desse deboche mascarado de admiração — pois sei que uma irmã faria isso melhor. Portanto focarei em tentar expressar o impacto da apropriação e do blackface na percepção da negritude. Por Leopoldo Duarte Do Portal Fórum Nem sempre curti Carnaval, mas sempre detestei fantasias de tema “afro”. Muito antes de ter consciência política do que significa ser uma pessoa negra num país racista como o nosso, sempre me incomodou o fato das mesmas pessoas que ...

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    Blackface? Grupo de rap Vagabonde é acusado de racismo após integrante fazer blackface em clipe

    O grupo carioca de rap Vagabonde lançou um clipe para a música Fome nesta segunda-feira (4). Até aí, tudo normal. O problema é que, durante o vídeo, um dos integrantes do grupo faz uso do blackface – uma tática racista em que um intérprete pinta o rosto na cor preta para representar, de forma esdrúxula, uma pessoa negra. Minutos após a divulgação do filme, diversos comentários no YouTube acusaram o grupo de racismo. Por Marcos Candido, do Elástica  Em uma das críticas, um internauta afirmou que “só faltou dar uma estudada antes de mandar esse blackface“, enquanto outras mensagens foram mais enfáticas: “2016 nem começou direito e a gente tem que ver branco fazendo blackface?”. “Branco fazendo blackface… lamentável”, pontuou um dos internautas. Nielsen Oliveira, único membro negro do conjunto, defendeu que tinha consciência sobre o “peso do blackface” antes de lançar a parada, mas que as pessoas devem analisar contexto da representação. ...

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